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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Um Larry Rother para Aécio Neves

Um dos fatores que furtaram da grande mídia o poder de influir na decisão de voto dos brasileiros fica evidente no recente caso envolvendo o ex-governador de Minas Gerais e atual senador tucano por esse Estado, Aécio Neves, flagrado dirigindo bêbado pelas ruas do Rio de Janeiro.
O mais interessante é que essa grande mídia, infestada por colunistas que cheiram mais do que bebem e que transformou em “fato”  invenções jamais comprovadas de que o ex-presidente Lula seria alcoólatra, por Aécio ser tucano não diz um A sobre suas bebedeiras públicas, sem falar nos boatos sobre uso de cocaína.....

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O PIG e seus péssimos resultados

Os maus resultados dos “formadores de opinião” da imprensa na Era Lula: haverá renovação?
Passada a acirrada disputa eleitoral e todos os lances mais agudos e tensos do pleito, ficam duas perguntas:
1ª Dilma e Lula derrotaram a oposição ou a imprensa conservadora?
2ª Considerando que a resposta da primeira pergunta seja, de fato, a segunda opção, o que será dos principais nomes desta corporação daqui para a frente?
Pois bem, o elenco é “estelar” e gera uma folha de pagamento astronômica para os grandes grupos de comunicação do Brasil: Diogo MainardiArnaldo JaborMiriam LeitãoReinaldo Azevedo,Fernando RodriguesCelso Jardim, Merval PereiraAlexandre GarciaLúcia HippólitoBóris CasoyAugusto NunesWilliam WaackDora KramerEliane CantanhêdeCasal 45Ali Kamel não conseguiram cumprir seus “deveres”, suas metas ficaram muito abaixo daquilo que a corporação estipulou.
Os “resultados esperados” não vieram... Três derrotas seguidas (2002, 2006 e 2010) e agora? Haverá renovação no quadro dos “formadores de opinião” da grande imprensa brasileira?
O que lhes resta de credibilidade e referência para justificar a aposta em nomes derrotados?
Esses tais “formadores de opinião” citados fracassaram em tentar vender ao público geral as teses de seus patrões. Ficaram restritos a um público cada vez mais conservador e raivoso, um nicho recheado por teses retrógradas e que, algumas vezes, beiram ao preconceito, social e de raça.
Qual será o destino de formuladores de análises, teses, opiniões econômicas, políticas e eleitorais que foram reiteradamente superadas e desmentidas ao longo dos oito anos do governo Lula e tiveram o ápice da rejeição em 2010?
By: Blog Limpinho & Cheiroso, via com textolivre

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Imprensa golpista chama críticos de "censores" e lhes nega voz

Foi uma festa. Os estafetas da imprensa golpista desandaram a atacar o ato público contra o golpismo midiático que terá lugar nesta quinta à noitinha em São Paulo, no Sindicato dos Jornalistas, no centro da capital paulista. *Aqui em Ubatuba, como já era esperado, não vingou.  Para tanto, contaram com a prestimosa contribuição do presidente da OAB nacional, o mesmo que ajudou a legitimar o tiroteio contra a Casa Civil.
Outros bate-paus foram os de sempre – Josias de Souza, Noblat, Reinaldo Azevedo, além de matérias nos principais jornais, telejornais e portais da internet. Na Globo News, um frangote engomadinho dava voz à diatribe do indefectível Merval Pereira, naturalmente contra blogs que seriam “Todos financiados pelo governo Lula”.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Colunistas da Veja celebram sua vitória pessoal...em 2006

Sei que geralmente reservo o bloguinho no domingo para coisas leves. Mas quem pode dizer que isso não é leve? É imperdível: Diogo Mainardi e Reinaldo Azevedo batem papo às vésperas do primeiro turno das eleições de 2006 (ouça aqui). “Olha, eu tô achando que tá batendo na trave mas vai ter segundo turno”, comemora tio Rei. Diogo é o otimismo em forma de gente: “Morreu, tadinho do Lula, já era, acabou”.
Grandes analistas políticos que são, os dois símbolos daimparcialidade da Veja vociferam: “A metade [do país] que não ganha esmola não quer saber de esmola”. Isso mostra por que é legítimo pensar que, numa volta do PSDB ao poder, benefícios responsáveis por tirarem milhões de pessoas da miséria, como o Bolsa Família, não seriam mantidos (e porque, afinal, a história de “Foi FHC que começou o Bolsa Família!” soa tão falsa. Ou alguém diria que a mídia, os partidos de oposição, e os eleitores desses partidossão a favor do Bolsa Família?). 
“A verdade é que Lula está sendo eleito pela clientela da miséria”, diz tio Rei com aquela voz melodiosa que lhe possibilita se candidatar a ser o próximo Boris Casoy da TV brasileira. Nessas eleições de 2010, o próprio tio se revoltou quando um jornalista perguntou a seu candidato se Serra acabaria com o Bolsa Família. “Que injúria!”, bradou o colunista da Veja. “Isso é terrorismo eleitoral! Como os petralhas podem descer tanto?!”. É incrível: passam anos falando de “clientela da miséria”, de eleitores analfabetos que vendem seu voto por esmola, de maior programa de compra de votos do mundo, mas, nas eleições, vira terrorismo eleitoral supor que Serra vai impedir essa tramoia nefasta de continuar existindo. Pelo contrário: é nessas horas que ele jura que vai dobrar o Bolsa Família! E eles querem que alguém acredite?


Sempre feliz, Diogo segue inabalável no seu otimismo: “O que a gente sabe é que no segundo turno, depois de um mês de apurações, a eleição acabou, já era, Lula e o projeto golpista dele foram pro brejo. Acabou a eleição, a gente se livrou dessa gente”. O que havia acontecido para despertar a chama da esperança nos dois BFFs (best friends forever)? O escândalo dos aloprados, em que gente ligada ao PT foi pega tentando comprar um dossiê.
Veja achou que isso seria suficiente pra apagar a popularidade de Lula, visto pelo povo, esse ingênuo inconveniente, como o maior presidente que o país já teve. Hoje Reinaldão tenta fazer grudar um novo escândalo, como o da Receita, sem sucesso. Mas em 2006 eles estavam eufóricos. “E se for assim é quase uma vitória pessoal sua e minha, hein?”, interrompe tio Rei, com a modéstia que lhe é peculiar.
Eles também discutem se devem começar a falar mal do Alckmin naquele momento ou só depois do segundo turno. Tio Rei recomenda que só depois, por uma questão de “estratégia”, ou talvez dê pra chamar de Efeito Ricúpero. Ricúpero foi o ministro da Fazenda pró-FHC que disse em 1994, sem saber que o microfone estava ligado: “Eu não tenho escrúpulos, o que é bom a gente fatura, o que é ruim a gente esconde”. A diferença de Ricúpero com os colunistas da Veja é que eles sabem que o microfone está ligado, e ainda assim não se encabulam em revelar a “estratégia”. E aquilo que eu vivo dizendo, a direita não tem paixão política a favor de alguma coisa, apenas contra. Como sintetiza tio Rei: “a vitória não é a vitória do Alckmin, a vitória é a derrota do Lula”.
Os dois concordam: “O Lula é um mal pro país, o petismo é um mal pro país, o país precisa começar a cuidar de seus problemas”. Problemas que, pelo visto, não incluem a miséria ou o desemprego, detalhes tão pequenos que foram esquecidos pelos governos passados, aqueles que a dupla dinâmica apoia.
No final do bate-papo, como se fosse um bonus track da falta de compreensão do que seja o país, os dois revoltam-se que o PSDB “vai dar moleza” e não vai cassar os direitos políticos ou mandar pra cadeia o Lula. “Não dá pra partir pro acordão agora não”, dizem eles, como se os tucanos já tivessem vencido. “Eu tenho só um mês pra começar a encher a paciência desses caras, porque depois eles são história”, prega Diogo, acertando, mais uma vez, o diagnóstico certeiro que faz sobre o Brasil. É, Lula e o PT seriam história, e ninguém nunca mais falaria deles (só os delegados das cadeias, talvez?).
E pega tão mal pro patrocinador também, não? O Sul América é o que, banco e seguradora? Pois é. Fica a pergunta: vocês comprariam um seguro de um patrocinador da Veja?
E aí, no segundo turno, Alckmin entrou pra história como o único candidato no mundo a ter menos votos que no primeiro turno. Queria saber: isso também pode ser visto como uma vitória pessoal de vocês, Dioguito e tio Rei?
By: Lola Aronocich

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Diogo e Reinaldo: indispensáveis



"Indispensável" = Algo do que não se pode viver sem.

Veja tem esse slogan.

Na manhã de domingo, num exercício de compreensão da democracia, tentei entender quem neste país, não consegue viver sem a Veja. Tirando seus funcionários, claro. Me refiro aos leitores. Botei-me a analisar os diversos espectros de cidadãos brasileiros.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

O fim de uma era de infâmia


Diogo Mainardi está saindo do país. Na sua crônica, brinca com o medo de ser preso. É medo real. Condenado a três meses de prisão pelas calúnias contra Paulo Henrique Amorim, perdeu a condição de réu primário. Há uma lista de ações contra ele. As cíveis, a Abril paga - como parte do trato. As criminais são intransferíveis. E há muitas pelo caminho.

Há meses e meses meus advogados tentam citá-lo, em vão. Foge para todo lado. A intimação foi entregue na portaria do seu prédio, mas os advogados da Abril querem impugnar, alegando que não foi entregue em mãos. Tudo isso na era da Internet, quando todo mundo sabe que ele está sendo procurado para ser intimado.

A outra ação, contra Reinaldo Azevedo, esbarra em manobras protelatórias dos advogados da Abril. A ação prosperou porque colocada no Fórum da Freguesia do Ó - região da sede da Abril. Os advogados da Abril insistem em transferi-la para a Vara de Pinheiros.

Minha ação de Direito de Resposta contra a Veja vaga há quase dois anos, devido à ação da juíza de Pinheiros. Primeiro, considerou a inicial inepta. Atrasou por mais de ano a ação. Em Segunda Instância, por unanimidade o Tribunal considerou a ação válida e devolveu para a juíza julgar. Ela se recusou, alegando que a revogação da Lei de Imprensa a impedia - o direito de resposta está inscrito na Constituição Federal.

No caso da ação Mainardi-Paulo Henrique Amorim, ela absolveu Mainardi, alegando que as ofensas não passavam de mero estilo de linguagem que não deveriam ser levadas a sério. O disparate da sentença foi revelado pelo próprio TJ-SP ao considerar que o autor merecia uma condenação de três meses de prisão.

O problema não é Mainardi. É apenas uma figura menor que, em uma ação orquestrada, ganhou visibilidade nacional para poder efetuar os ataques encomendados por Roberto Civita e José Serra.

Quando passar o fragor da batalha, ainda será contado o que foram esses anos de infâmia no jornalismo brasileiro.
Luis Nassif Online,via esquerdopata

O Mainardi vai embora sem pagar o que deve

E o blog Ubatuba víbora perde uma de suas fontes...mas ainda tem os editoriais da Folha, Estadão, Veja......... 
Amigo navegante me telefona para dizer que o Diogo Mainardi escreveu na Veja, a última flor do Fascio, que vai embora.

(O meu simpático zelador tem instruções para não entregar o exemplar da Veja em casa. Ele corresponde a uma assinatura que não é paga desde tempos imemoriais, diria o Mino Carta. Não quero que o Daniel Dantas me processe por furto …)

Isso é um perigo.

O Mainardi me deve dinheiro.

Ele perdeu no Supremo Tribunal Federal, por decisão do Ministro Toffoli, recurso em uma causa que movo contra ele.

Contra ele e o patrão, o Robert(o) Civita.

Ele disse na revista do patrão que eu recebia dinheiro de quem eu não recebia.

Como aquele advogado de Dantas que, por isso mesmo, também me deve um dinheiro.

Interessante que o próprio Mainardi foi quem disse que só escrevia por dinheiro.

Amanhã, vou perguntar ao José Rubens Machado de Campos como faço o Mainardi me pagar.

Preciso do dinheiro para enfrentar as 962 causas que o Daniel Dantas move contra mim.

Numa, já ganhei por 3 a 0.

Interessante: uma idéia me passou pela cabeça: será que existe algum nexo entre Mainardi e Daniel Dantas ?

Será que a fuga de um não prenuncia a do outro ?