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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Alunos mais pobres ampliam presença em universidades públicas


A participação dos 20% mais pobres da população brasileira na universidade pública aumentou quatro vezes entre 2004 e 2013 Wilson Dias / Arquivo Agência Brasil
Vitor Abdala, Agência Brasil

"A participação dos 20% mais pobres da população brasileira na universidade pública aumentou quatro vezes entre 2004 e 2013, segundo a Síntese de Indicadores Sociais. De acordo com a pesquisa, esses alunos representavam 1,7% do total em 2004 e passaram a ser 7,2% em 2013.

Ao mesmo tempo, a participação dos 20% mais ricos caiu de 55% para 38,8% no período. O mesmo fenômeno ocorreu nas universidades privadas, em que a participação dos 20% mais ricos caiu de 68,9% para 43%, enquanto a dos mais 20% pobres cresceu de 1,3% para 3,7%.

“Houve políticas de ampliação de vagas e outras [medidas] como o ProUni [Programa Universidade para Todos] e as cotas, mas também houve aumentos da renda e da escolaridade média [do brasileiro]”, disse a pesquisadora do IBGE Betina Fresneda.

Houve ainda redução da distorção idade-série dos jovens de 15 anos a 17 anos, o que significa que um número maior de alunos está cursando a série adequada à sua idade, isto é, o ensino médio. Se em 2004 apenas 44,2% dos alunos dessa faixa etária estavam no ensino médio, em 2013, o percentual subiu para 55,2%.

Aqueles, nessa idade, que ainda estão no ensino fundamental caíram de 34,7% para 26,7% no período. O número de jovens que não estudam também diminuiu de 18,1% para 15,7%. “Ainda há atraso, que é reflexo do problema que vem desde o ensino fundamental”, explica Betina.

Os alunos de 13 anos a 16 anos que ainda estavam fora da série adequada eram 41,4% em 2013, apesar de o número ter caído, já que em 2004, esse percentual chegava a 47,1%."

domingo, 14 de dezembro de 2014

IBGE: maior proporção de empresas de alto crescimento está no Norte e Nordeste

Akemi Nitahara, Agência Brasil

 'A concentração de empresas de alto crescimento é maior nas regiões Norte e Nordeste. Do total de empresas do Nordeste, 11,4% são de alto crescimento, responsáveis por 21,7% do pessoal ocupado, proporção que cai para 10% das empresas e 15,1% do pessoal na Região Sul. Os estados com as maiores proporções de empresas de alto crescimento são Maranhão (13,4%), Roraima (12,5%) e Ceará (12,4%), enquanto a menor proporção está em Minas Gerais, com 9,3%.

Os dados estão no estudo Estatística de Empreendedorismo 2012, divulgado hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Empresa de alto crescimento é aquela que tem a partir de dez pessoas assalariadas e apresenta crescimento de pelo menos 20% no quadro de pessoal por um período de três anos. O instituto analisou dados do Cadastro Central de Empresas (Cempre) e pesquisas estruturais do IBGE nas áreas de indústria, comércio, serviços e construção.

O IBGE destaca que entraram na análise os dados do triênio 2010-2011-2012, portanto posteriores à crise econômica global de 2008 e 2009 e que, no período avaliado, o empreendedorismo como promotor do crescimento econômico ganhou destaque, pois “é um instrumento importante no aumento da produtividade, competitividade e geração de postos de trabalho”.

No período analisado, o crescimento de países em desenvolvimento recuou de 7,5% para 5,1%, com redução do crescimento real do comércio internacional de bens e serviços de 12,8% para 2,8%.

No Brasil, a construção cresceu 11,6% em 2010, 3,6% em 2011 e 1,4% em 2012. Por outro lado, a indústria, que teve queda de 5,6% em 2009, cresceu 10,4% em 2010 e 1,6% em 2011, mas voltou a cair 0,8% em 2012. O comércio teve crescimento de 10,9%, 3,4% e 0,9%, respectivamente; e o setor de serviços, de 5,5%, depois 3,4% e 1,9% no último ano analisado.

A inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), manteve-se dentro do limite da meta do governo, com 6,5%, 5,9% e 6,5%; e o desemprego caiu no período, chegando ao nível mais baixo da história em 2012, com 5,5%, acompanhado de um movimento de formalização do emprego e qualificação da mão de obra, aumentando o percentual de 15 anos ou mais de estudo – o que equivale ao curso superior completo – de 6,9% em 2008 para 8,1% em 2011.

Em 2012, o Brasil tinha 4,6 milhões de empresas ativas, responsáveis pela ocupação de 40,7 milhões de pessoas, sendo 83,4% na condição de empregado assalariado e 16,6% como sócio ou proprietário. No recorte de empresas com uma ou mais pessoas assalariadas, o número alcança 2,3 milhões, enquanto, com relação àquelas com pelo menos dez pessoas assalariadas, o Brasil tinha, em 2012, 465 mil empresas, o que corresponde a 10,1% do total.

Enquanto o número total de empresas no país cresceu 13% entre 2008 e 2012, a remuneração média passou de 3,1 salários mínimos em 2008 para 2,8 em 2012, com um total de R$ 756,6 bilhões. Em 2008, o salário mínimo era R$ 415 e em 2012 chegou a R$ 622.

Considerando apenas as empresas de alto crescimento, esses empreendimentos eram 35.206 em 2012 e empregavam 5,3 milhões de pessoas, com um montante de R$ 108,8 bilhões pagos em remunerações. Na comparação com 2011, houve crescimento de 2% no número de empresas, de 5% no pessoal ocupado e de 14% nos salários e remunerações. Entre 2009 e 2012, essas empresas geraram 3,3 milhões de postos de trabalho, o que representa 58,3% do total criado por empresas com dez assalariados ou mais no país, percentual maior do que o apresentado no triênio anterior, quando o número chegou a 56%. Considerando apenas as empresas de alto crescimento, o aumento no número de postos de trabalho alcançou 167,8% no período analisado."

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Desemprego tem a menor taxa para o mês de setembro desde 2002


Diogo Martins, Valor

"O desemprego atingiu 4,9% da População Economicamente Ativa (PEA) de seis grandes regiões metropolitanas do país em setembro, de acordo com dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a menor taxa para meses de setembro desde início da série histórica, em 2002.

A taxa ficou abaixo da estimativa média de 5,1% apurada pelo Valor Data junto a 20 instituições financeiras e consultorias. O intervalo das projeções variou de 4,9% a 5,3%.

O desemprego em setembro foi menor que o de 5% apurado em agosto, e ficou abaixo dos 5,4% registrados em setembro de 2013. A PME mostra que em setembro o desemprego caiu porque mais pessoas saíram do mercado de trabalho e não porque foram geradas vagas. Ou seja, houve um recuo da PEA – de 0,3% ante agosto e de 1% ante setembro de 2013.

No mês passado, havia 1,2 milhão de pessoas desempregadas nas seis regiões, queda de 3,1% ante agosto e de 10,9% na comparação com setembro de 2013. Já o número de empregados somou 23,1 milhões de pessoas, queda de 0,2% ante agosto e recuo de 0,4% ante setembro do ano passado.

Renda

O rendimento médio real habitual do trabalhador ficou em R$ 2.067,10 em setembro, o que representou avanço de 0,1% sobre agosto, e alta de 1,5% na comparação com setembro de 2013.

A massa de rendimento real habitual alcançou R$ 48,4 bilhões, valor estável ante agosto, e foi 0,9% maior que a verificado em setembro do ano passado. A PME abrange as regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre."

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Recorde histórico: março registrou taxa de desemprego de 5%


Vitor Abdala, Agência Brasil 

"A taxa de desemprego fechou março em 5%, a menor taxa para o mês desde o início da série histórica iniciada em 2002. O dado é da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) divulgado hoje (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em fevereiro a taxa foi 5,1% e 5,7% em março de 2013.

O contingente de trabalhadores desocupados ficou em 1,2 milhão de pessoas em março, mantendo-se praticamente estável em relação a fevereiro, mas recuando 11,6% na comparação com março de 2013. A população ocupada, de 22,9 milhões de pessoas, também manteve-se praticamente estável comparada a fevereiro desse ano e março do ano passado.

Entre os setores da economia, houve geração de emprego, na comparação com fevereiro, nos segmentos da construção (1%) e serviços prestados à empresas (2,6%). Na comparação com março do ano passado, houve crescimento dos postos de trabalho em seis dos sete setores, com exceção da indústria, que teve queda de 0,5%. Os destaques positivos foram a construção (6,6%) e o
comércio (6%).

O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado ficou praticamente o mesmo de fevereiro, 11,7 milhões. Mas foi registrado um aumento de 2% em relação a março do ano passado.

O rendimento médio real do pessoal ocupado de R$ 2.026,60 em março é 0,3% inferior a fevereiro e 3% superior a março do ano passado.

A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) é feita nas regiões metropolitanas do Recife, de Salvador, de Belo Horizonte, do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Porto Alegre."

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Taxa de desemprego é a menor em dez anos


Guilherme Jeronymo, Agência Brasil
“A taxa de desocupação medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em 5,4% em setembro, a menor dos últimos dez anos para o mês, ante 5,3% em agosto deste ano e 6% em setembro de 2011. Os dados estão na Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada hoje (25) pelo instituto.
 
O rendimento médio subiu de R$ 1.768,89 para R$ 1.771,2, na passagem de agosto para setembro. Em igual mês de 2011, o valor era R$ 1.697,73.

A pesquisa engloba as regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, do Recife, Rio de Janeiro, de Salvador e São Paulo.
Assim como o IBGE, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese) e a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) divulgam levantamento mensal sobre o desemprego no país. No entanto, as taxas apresentadas nas duas pesquisas costumam ser diferentes, devido aos conceitos e metodologia usados.

Entre as diferenças está o conjunto de regiões pesquisadas. A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), feita pelo Dieese e pela Fundação Seade, não engloba o levantamento dos desempregados da região metropolitana do Rio de Janeiro. Já na pesquisa do IBGE não estão incluídas duas regiões que fazem parte do conjunto da PED: Fortaleza e o Distrito Federal.”

quinta-feira, 22 de março de 2012

Em fevereiro, desemprego foi de 5,7%

A taxa de desocupação foi estimada em 5,7%, a menor para o mês de fevereiro desde o início da série (março de 2002), e não variando em relação ao resultado apurado em janeiro (5,5%). Em comparação a fevereiro de 2011 (6,4%), recuou 0,7 ponto percentual. A população desocupada (1,4 milhão de pessoas) foi considerada estável no confronto com janeiro. Quando comparada com fevereiro do ano passado, recuou 8,6% (menos 130 mil pessoas). A população ocupada (22,6 milhões) não variou frente ao mês de janeiro. No confronto com fevereiro de 2011, verificou-se aumento de 1,9%, o que representou elevação de 428 mil ocupados no intervalo de 12 meses. O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,2 milhões) não registrou variação na comparação com janeiro. Na comparação anual, houve uma elevação de 5,4%, o que representou um adicional de 578 mil postos de trabalho com carteira assinada em um ano.
O rendimento médio real habitual dos ocupados (R$ 1.699,70, o valor mais alto desde o início da série, em março de 2002) subiu 1,2% em comparação com janeiro. Frente a fevereiro do ano passado, o poder de compra dos ocupados cresceu 4,4%. A massa de rendimento real habitual dos ocupados (R$ 38,7 bilhões) aumentou 1,6% em relação a janeiro. Em comparação com fevereiro de 2011, a massa cresceu 5,8%. A massa de rendimento real efetivo dos ocupados (R$ 47,1 bilhões), estimada em janeiro de 2012, caiu 0,7% no mês e subiu 29,6% no período de um ano.
A Pesquisa Mensal de Emprego é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. A publicação completa da pesquisa pode ser acessada na página www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/trabalhoerendimento/pme_nova/.
Taxa de desocupação registra declínio em três regiões em relação a janeiro
Regionalmente, na análise mensal, a taxa de desocupação (proporção de pessoas desocupadas em relação à população economicamente ativa, que é formada pelos contingentes de ocupados e desocupados) registrou variação significativa somente em São Paulo, onde passou de 5,5% para 6,1%. Frente a fevereiro do ano passado, a taxa registrou declínio em Recife, Salvador e Belo Horizonte (2,7, 2,5 e 1,6 pontos percentuais, respectivamente). No Rio de Janeiro, subiu 0,8 ponto percentual (passou de 4,9% para 5,7%) e manteve-se estável em São Paulo e em Porto Alegre.
contingente de desocupados (pessoas sem trabalho que estão tentando se inserir no mercado) foi estimado em 1,4 milhão de pessoas no agregado das seis regiões investigadas, resultado considerado estável em relação a janeiro último. Quando comparado com fevereiro de 2011, esta estimativa recuou 8,6% (menos 130 mil).
A análise regional mostrou que, em relação ao mês de janeiro, o contingente de desocupados cresceu 12,5% em São Paulo e ficou estável nas demais regiões pesquisadas. No confronto com fevereiro do ano passado, verificou-se queda expressiva no número de desocupados em Recife (32,1%), Salvador (25,2%) e Belo Horizonte (24,4%). Foi observada elevação de 18,0% nessa estimativa no Rio de Janeiro e estabilidade em São Paulo e Porto Alegre.
Nível da ocupação fica em 53,6%
nível da ocupação (proporção de pessoas ocupadas em relação às pessoas em idade ativa), estimado em fevereiro de 2012, em 53,6%, para o total das seis regiões, não assinalou variação significativa nas comparações com janeiro último e frente a fevereiro de 2011. Regionalmente, na comparação mensal, todas as regiões mantiveram-se estáveis. Frente a fevereiro do ano passado, Recife e Belo Horizonte apresentaram alta, (2,6 e 1,2 ponto percentual, nesta ordem).
Analisando-se o contingente de ocupados, segundo os grupamentos de atividade econômica, de janeiro para fevereiro de 2012, não foi observada variação significativa em nenhum dos grupamentos. No confronto com fevereiro de 2011, ocorreram variações positivas nos Serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira, alta de 4,6% (163 mil pessoas) e na Educação, saúde e administração pública, alta de 3,7% (129 mil pessoas).
Na comparação anual, rendimento médio aumenta em cinco das seis regiões
Na análise regional, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores em relação a janeiro caiu em Recife (5,5%), Salvador (2,4%), Belo Horizonte (1,7%) e Porto Alegre (2,4%). Cresceu no Rio de Janeiro (3,7%) e em São Paulo (2,6%). Na comparação com fevereiro de 2011, o rendimento subiu em Recife (6,7%), Salvador (18,6%), Belo Horizonte (7,0%), Rio de Janeiro (0,4%) e São Paulo (5,4%). Apresentou declínio em Porto Alegre (2,4%).
Na classificação por grupamentos de atividade, foram verificadas variações positivas, na comparação com janeiro, em todos os grupos (exceto na Educação, que permaneceu estável), destacando-se a Indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água, com 2,2% de crescimento. Na comparação anual, apenas os Serviços prestados à empresa, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira tiveram queda, de 1,6%.
Já na classificação por categorias de posição na ocupação, houve redução no rendimento médio real habitualmente recebido, em comparação com janeiro, para os Militares e funcionários públicos (-3,6%):
No IBGE

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Desemprego tem o menor nível para janeiro, afirma IBGE

 


Taxa é a menor para meses de janeiro desde 2003. Salário médio foi o maior da série histórica para meses e janeiro.

Do G1

O desemprego nas seis regiões metropolitanas monitoradas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) subiu de 4,7% em dezembro de 2011 para 5,5% em janeiro de 2012. Essa taxa é a menor da série história, que teve início em março de 2002. As informações são da Pesquisa Mensal de Emprego divulgada nesta sexta-feira (17). Em janeiro de 2011, a desocupação ficara em 6,1%.

A população desocupada somou 1,3 milhão de pessoas, apontando um aumento de 15,9% em relação a dezembro. Já na comparação anual, com janeiro de 2011, a taxa recuou 7,7%. Já a população ocupada chegou a 22,5 milhões de pessoas, registrando uma queda de 1,0% na comparação mensal e um aumento de 2,0% sobre janeiro passado.

Em janeiro, o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, que ficou em 11,1 milhões, não variou sobre dezembro. Na comparação anual, a quantidade subiu 6,3%.”
Matéria Completa, ::Aqui::

sábado, 3 de dezembro de 2011

A submissão étnica no Brasil

A imagem acima simboliza uma afronta que é feita diariamente à maioria do povo brasileiro, maioria essa que o IBGE, a partir do Censo de 2010, diz que passou a ser composta por afrodescendentes.
O censo revelou que o contingente de pessoas que se declaram negras e pardas superou o das que se declaram brancas. 91 milhões se dizem brancas (47,7%), 15 milhões se dizem pretas (7,6%), 82 milhões se dizem pardas (43,1%), 2 milhões se dizem amarelas (1,1%) e 817 mil se dizem indígenas (0,4%). Negros e pardos, portanto, somam 97 milhões.
O pior é que grande parte dos que se dizem brancos, não é. Tem pele morena mais clara, mas com evidentes traços negros. Por que isso? Simplesmente porque uma carteira de identidade que diga que o indivíduo é negro ou pardo equivale a uma condenação......

sábado, 24 de setembro de 2011

IBGE lança Banco de Nomes Geográficos do Brasil


Campos dos Goytacazes se escreve com “y”ou “i”? E São João Del Rei? Quantas cidades com nomes de santos existem no Brasil? Qual a origem do nome Varre-Sai, município do Rio de Janeiro? E Cantagalo, no mesmo estado? Por que uma cidade teria como nome o pleonasmo Volta Redonda? Estas e outras explicações estão no Banco de Nomes Geográficos do Brasil (BNGB), que o IBGE lança, hoje, 23 de setembro de 2011, com acesso pelo link http://www.bngb.ibge.gov.br. Trata-se de uma base de dados pioneira no país, com informações sobre os mais de 50 mil nomes geográficos, tais como grafia padronizada, limites territoriais, coordenadas, e aspectos históricos, geográficos e cartográficos

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Chora PIG: Desemprego tem o menor nível para agosto desde 2002


Via IBGE

A taxa de desocupação de agosto de 2011 foi estimada em 6% para o conjunto das seis regiões metropolitanas, mesmo valor da verificada em julho. Essa é a menor taxa estimada para um mês de agosto desde o início da série (2002). Frente a agosto de 2010, quando a taxa foi estimada em 6,7%, ocorreu queda de 0,7%. A população desocupada (1,4 milhão de pessoas) ficou estável em relação ao mês anterior. Quando comparado com agosto do ano passado, registrou queda de 10% (correspondendo a menos 160 mil pessoas nessa condição). A população ocupada, em agosto de 2011 (22,6 milhões), não apresentou variação significativa frente a julho. No confronto com agosto do ano passado, verificou-se aumento de 2,2%, o que representou um acréscimo de 488 mil ocupados no intervalo de 12 meses. O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado (11 milhões) não assinalou variação na comparação com julho. Esta estimativa, frente a agosto de 2010, apresentou elevação (7,5%), o que representou um adicional de 764 mil postos de trabalho com carteira assinada em 12 meses.

O rendimento médio real habitual dos ocupados (R$1.629,40) apresentou alta de 0,5% em comparação com julho. Frente a agosto do ano passado, o poder de compra dos ocupados cresceu 3,2%. A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados (37,2 bilhões) ficou 1,4% acima da registrada em julho e cresceu 5,6% em relação a agosto de 2010. A massa de rendimento real efetivo dos ocupados (R$36,9 bilhões) estimada em julho de 2011 cresceu 1,4% no mês e 5,7% no ano.

A Pesquisa Mensal de Emprego é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. Clique aqui para ver a íntegra da pesquisa.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

IBGE explica por que a elite odeia Lula

Foi uma luta para encontrar dados que mostrassem a evolução do índice de Gini do Brasil entre 1995 e 2010. A mídia esconde esses dados porque mostram um fato que destrói a versão que vem sendo alardeada após a divulgação da maior queda de concentração de renda no Brasil durante os últimos 50 anos, de que ocorreu nos governos FHC e Lula.
Em primeiro lugar, o noticiário deixa claro um fato sobre o qual pouco se fala: a ditadura militar (1964-1985) foi implantada para concentrar renda, ou seja, para tornar os ricos mais ricos e os pobres, mais pobres. Em 1960, antes da ditadura, o índice de Gini era de 0,537 e, em 1995, estava em 0,600. A concentração de renda foi brutal, no período.
Mas o fato mais contemporâneo também é surpreendente e pode ser bem constatado no gráfico acima: durante o primeiro mandato de FHC, a desigualdade permaneceu praticamente intocada e só caiu um pouco a partir do segundo mandato. Já no governo Lula, a queda foi impressionante, fazendo o índice de Gini cair a 0,530 – quanto mais próxima de zero, menor é a concentração de renda.
O IBGE também explica por que os estratos superiores da pirâmide social odeiam tanto Lula. Entre os 20% mais ricos, que se concentram no Sul e no Sudeste, a escolaridade aumentou 8,1% e a renda cresceu 8,9%. No recorte dos 20% mais pobres, que ficam no Norte, no Nordeste e no Centro-Oeste, a escolaridade aumentou 55,6%, e foi acompanhada de um aumento de renda de 49,5%.
Por etnia, os negros também experimentaram aumento de renda muito maior do que os brancos, vale dizer. Sobretudo porque negros e descendentes de negros são muito mais numerosos no Norte e no Nordeste.
O governo FHC é tão defendido pelos ricos, que também são donos da mídia, porque foi o que puderam conseguir em termos de, se não aumentar a concentração de renda, ao menos retardar a sua queda. Lula virou as costas para a elite e promoveu a maior distribuição de renda da história deste país. Por isso a elite branca do Sul e do Sudeste o odeia com tanto fervor.
By: Blog da Cidadania

domingo, 1 de maio de 2011

UM JORNAL A (DES)SERVIÇO DO BRASIL

Veja como o Uol/Falha de S.Paulo, com sua ética e imparcialidade já conhecidas, noticiou maliciosamente os dados do censo 2010:
"Em 10 anos, Brasil cresceu no menor ritmo da história"
A chamada na página principal diz: “Em 10 anos, Brasil cresceu no menor ritmo da história”.
Aí você pensa: tem a ver com PIB, crescimento econômico, renda individual, etc. Não, a "reporCagem" diz respeito a demografia, crescimento populacional.
Vitor Oliveira

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

A Era Lula: desemprego atinge em outubro menor taxa desde março de 2002, mostra IBGE

Paulo Virgilio, Agência Brasil

“O índice de desemprego em outubro foi de 6,1%, praticamente estável em relação ao mês anterior (6,2%). De acordo com os números divulgados hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é a taxa mais baixa desde março de 2002, quando a Pesquisa Mensal de Emprego começou a ser feita para o conjunto das seis principais regiões metropolitanas do país. Em relação a outubro de 2009, quando o índice de desemprego foi de 7,5%, houve uma queda de 1,4 ponto percentual.

O número de pessoas desocupadas em outubro foi de 1,4 milhão, estável em relação a setembro e 17,6% menor do que em outubro de 2009. Já a população ocupada (22,3 milhões de pessoas), também estável na comparação com setembro, registrou uma alta de 3,9% em relação a outubro do ano passado, o que representa a criação 841 mil postos de trabalho.

A estabilidade em relação a setembro também se verifica no número de trabalhadores com carteira assinada (10,3 milhões) e no rendimento médio real habitual dos trabalhadores (R$ 1.515,40). Na comparação anual, no entanto, houve um crescimento de 8,4% no emprego com carteira assinada – o que significa a criação de 805 mil postos de trabalho – e de 6,5% no rendimento médio real.”