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segunda-feira, 15 de junho de 2015

O maior roubo de todos os tempos


A minoria roubando a maioriaSe você quer de verdade lutar por um Brasil mais justo, leia com muita atenção as informações deste post.

Para as pessoas honestas é assustador constatar a condição atual do órgão público responsável pelas cobranças de tributos devidos.

Leiam o que diz Heráclio Mendes de Camargo Neto, presidente do Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional - SIMPROFAZ:

Ele conta que existem 300 vagas de procurador abertas há pelo menos seis anos esperando serem preenchidas.

"Nós não temos carreira de apoio, por exemplo. Há menos de um servidor de apoio para cada procurador. Os juízes, por exemplo, têm de 15 a 20 servidores de apoio. Nós temos 6,8 milhões de processos para cobrar e quase nenhum auxílio", denuncia.

Para completar, a sonegação de impostos prescreve em cinco anos, o que aprofunda o favorecimento dos sonegadores e sonegadoras. "É muito fácil se livrar com todas essas condições", lamenta.

FONTE: Rede Brasil Atual

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Instrução Normativa 1183 dificulta o combate à sonegação e à lavagem de dinheiro

Você sabia da existência da Instrução Normativa 1183, ela não exige a identificação dos verdadeiros donos de empresas domiciliadas no exterior.

Essa instrução facilita a ação de corruptos e sonegadores através de “laranjas” e “offshores”, além de dificultar a recuperação de créditos tributários pelos Procuradores da Fazenda Nacional.

Ao citar os números do Sonegômetro, o presidente do SINPROFAZ alertou que 80% de todo o dinheiro sonegado passa por esquemas de lavagem de dinheiro, superando em muitas vezes os valores revelados pela Operação Lava Jato ou pela recente Operação Zelotes.
FONTE: SINPROFAZ (clique aqui)

A incrível sonegação

FONTE DAS INFORMAÇÕES

Sonegação no Brasil – Uma Estimativa do Desvio da Arrecadação do Exercício de 2014

PGFN EM NÚMEROS

Saiba quanto foi roubado até o momento visitando o SONEGÔMETRO
sugado do: http://chebolas.blogspot.com.br/

quarta-feira, 18 de março de 2015

Tratado sobre roubos


Roubam muito. Há anos. Trata-se de uma roubalheira generalizada. Empreiteiros roubam o Estado ao formarem cartel para participar de concorrências e ao corromperem burocratas para ter aditivos assinados. Políticos fazem indicações de seus apaniguados para cargos públicos para receberem benefícios posteriores, como a assinatura de contratos superfaturados. Surpreendo-me por que muitas pessoas estão descobrindo, só agora, o assalto dos órgãos públicos pelas empresas privadas. Durante a vida, já ouvi, mais de uma vez, sobre alguns diretores de órgãos públicos: “ele é da cota da empresa tal”. É muito comum órgãos reguladores serem dirigidos por representantes dos agentes econômicos que seriam regulados. Este controle de órgãos para efetivação de roubos é, de forma sutil, chamado de cooptação do órgão.

Políticos aprovam leis em que o roubo passa a ser legalizado. Trata-se das leis injustas, como é o caso da lei das concessões do petróleo. A empresa estrangeira fica com todo o petróleo produzido e deixa aqui royalties e, às vezes, a participação especial, que são uma parcela pequena do lucro. A sociedade vai reclamar para quem? Pois a empresa estrangeira está roubando nossa riqueza dentro da lei. Por isso, deduzo que os congressistas do mandato de 1995 a 1998 devem ter recebido grandes compensações para derrubarem o monopólio estatal do petróleo, que funcionava tão bem no país há mais de 42 anos. Foram os congressistas deste mandato que venderam seus votos para a reeleição, segundo a confissão de um deles. Por que eles não teriam vendido também seus votos em outros temas?

O roubo institucionalizado tem outra grande vantagem, pois a população pensa que não está sendo roubada. Os bancos são também agentes do roubo legal na sociedade. Será que alguém é inocente a ponto de pensar que os extraordinários lucros conseguidos por eles são devido a desenvolvimentos tecnológicos, a exportações ou à abertura para novos mercados? São conseguidos, usando uma palavra forte, na falta de outra melhor, graças à extorsão da população. Os bancos não competem com a taxa de juros, pois ela é alta em qualquer um deles. Podem competir nas propagandas e no atendimento, mas com relação à taxa formam um cartel, o que é proibido, mas difícil de ser comprovado. A população instigada a consumir pelas propagandas e carente de recursos, na sua maioria, cai na arapuca dos bancos. O que mais existe na economia é a formação de cartéis, que proporcionam lucros maiores do que se as empresas competissem.

Aliás, o Brasil é pródigo nos escândalos de roubos. Alguns deles do passado foram: anões do orçamento, Banestado, BNH, propinoduto, Jorgina de Freitas, máfia do sangue, Sivan, grupo Delfin, Marka e Fonte Cindam, e inúmeros outros. Na privatização mal explicada da Vale do Rio Doce não teria ocorrido um roubo de US$ 100 bilhões? Este é só um dos possíveis danos ao Estado das privatizações do governo FHC, se bem que o mais marcante. Infelizmente, o Brasil não era eficiente nas fases de investigação e denúncia à Justiça, e dos julgamentos.

O embaixador José Jobim foi morto, em 1979, porque contou que iria denunciar roubos na construção de Itaipu através de um livro que estava escrevendo. 35 anos depois, o Ministério Público Federal declarou que pretende abrir inquérito. No passado, a área de planejamento da Eletrobras fazia a estimativa do custo de cada obra cuja construção era recomendada pelo modelo de planejamento do setor elétrico. Este custo se mostrou, invariavelmente, menor que o valor de contratação da obra obtido através de concorrência. Por que seria?

Gostaria de ter uma informação fidedigna, após apuração que não seja da própria mídia, sobre a eventual sonegação de impostos da Rede Globo, pois até um processo da Receita Federal sumiu dentro do órgão. A apuração de desvios de dinheiro não seria para todos? Ainda sobre a mídia, tão crítica de políticos de esquerda, seria interessante saber se as quantias fabulosas pertencentes aos seus donos e apresentadores, que apareceram no “Swissleaks”, são derivadas de atividades lícitas, declaradas à Receita e remetidas para o exterior dentro da lei.

No entanto, se nos ativermos a roubos comprovados da mídia convencional, ela causa enorme prejuízo à sociedade ao roubar informação do povo, como parte de uma planejada ação de manipulação deste, tendo como maiores usufrutuários os capitais nacional e internacional. Pode-se dizer que a mídia convencional participa do conluio para explorar o povo. Este, se bem informado, decidiria melhor sobre as opções políticas, o que explica a razão por que buscam mantê-lo na inocência.

Muitos empresários roubam a mais-valia dos seus trabalhadores, acumulando riqueza e renda para si e pobreza e penúria para seus empregados. O capitalismo é o indutor da maioria dos roubos, à medida que privilegia a “esperteza”, baseia-se na ganância, no individualismo, na competição exacerbada e na falta de solidariedade. Ele prega o acúmulo de riqueza, que também é a motivação dos ladrões. Supor que a ação do capital pode ser realizada dentro da ética é algo passível de questionamentos, porque, quando se gera déficit de recursos de sobrevivência junto a trabalhadores, não se pode estar falando de uma atividade ética. Entretanto, não proponho outro sistema porque, no presente, o ser humano tem se mostrado despreparado para viver em um mundo socialista. Assim, sou obrigado a me contentar com a mitigação dos efeitos do capitalismo.

O capital, também, na sua perseguição pelo maior lucro, não “roubaria” a integridade da natureza? Lançando gases e partículas na atmosfera, rejeitos em rios, no mar e em qualquer terreno, enfim poluindo e criando déficit ambiental. O tratamento dos seus poluentes significaria custos e redução do lucro.

No sistema mundial, o capital instalado em um país desenvolvido busca roubar riquezas de países subdesenvolvidos, através da ação de suas empresas, respaldadas por seus governos, acordos internacionais e com a ajuda de traidores do povo existentes em cada país dominado. Assim, o capital internacional, estando sorrateiramente por trás dos países desenvolvidos, além de comandá-los, os remete para a dominação dos mais fracos, os subdesenvolvidos, para que transferências imensas de riquezas ocorram. Estas são, certamente, os maiores roubos do planeta.

Paulo Roberto Costa, Alberto Youssef, Nestor Cerveró, Renato Duque, Pedro Barusco, donos de empreiteiras e políticos roubaram a Petrobras. Recomendo, neste caso específico, que se descubra tudo, todo o esquema, todos envolvidos, não importando a época. Recomendo, também, o término do financiamento privado de campanhas políticas, que será um excelente começo.

Paulo Metri, conselheiro do Clube de Engenharia
No Correio da Cidadania
via http://www.contextolivre.com.br/2015/03/tratado-sobre-roubos.html

sábado, 10 de setembro de 2011

Dois carros roubados e o investigado é a vítima


Luiz Cláudio Torres, um cidadão brasileiro, honesto e trabalhador teve dois carros roubados este ano e está sendo investigado pela seguradora. Isto, senhores, é o Brasil, onde governantes corruptos e irresponsáveis, culpam às vítimas por sua incúria e canalhice, como o caso do desastre com o bonde de Santa Teresa, no Rio, onde o secretário de Transportes do Rio, Júlio Lopes, quis jogar a culpa de sua irresponsabilidade no motorneiro e o empregado de Eike Batista no governo do estado, Sérgio Cabral, chamou os bombeiros de irresponsáveis por exigirem melhores salários e condições de trabalho; sem falar na enchente da Serra, com milhares de vítimas, quando apareceu com a fuça de muito constrangido prometendo mundo e fundos às vítimas. Foi o que se viu: roubaram os fundos na frente de todo mundo e não tem ninguém na cadeia. Pior, eles continuam impunes e, solenemente- os canalhas! -, em seus cargos. Como a Jaqueline Roriz, Maluf, Renan Calheiros, Sarney e mais uma súcia deles...