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segunda-feira, 26 de março de 2012

O escândalo Veja




Quem com ferro fere com ferro será ferido, diz o imemorial adágio sobre quem se vale de métodos espúrios para atingir a honra de alguém em benefício próprio ou de terceiros.

Pois uma enorme lâmina acaba de atravessar o fígado do semanário Veja, pródigo em assacar acusações contra desafetos do partido de José Serra, em particular membros dos governos legitimamente eleitos pelos brasileiros `a partir do encerramento do ciclo de poder tucano em plano federal.

Investigações realizadas pela Polícia Federal sobre as atividades do mafioso Carlos Cachoeira levaram `a prisão de dois chantagistas ligados ao esquema de jogos de azar e a ninguém mais ninguém menos que ao chefe da sucursal da revista Veja em Brasília, Policarpo Júnior.

O acontecimento chega no pior momento para o Grupo Abril, empresa que pública o título, quando a queda de assinaturas devido ao esvaziamento de leitores para noticiosos na internet e a perda de grandes anunciantes tem levado seus sócios do grupo sul-africano Napsters a questionar a conveniência mercadológica da linha editorial da publicação.

O potencial explosivo dos fatos que vieram `a luz é proporcional `a notoriedade dos personagens envolvidos nos episódios, o senador da República Demóstenes Torres, presidenciável do DEM, e o governador tucano de Goiás Marconi Perillo. Todos com poderosos inimigos nos gabinetes palacianos e nos corredores do Congresso devido `as acusações de que já foram promotores na mídia.

E o efeito da explosão será o de revelar `a nação que tipo de vínculo afinal havia entre os dois principais partidos de oposição e a revista Veja: uma espécie de associação para o crime a fim de desestabilizar governos sufragados pelo voto em favor de partidos golpistas que, em troca, designava políticos corruptos para o acobertamento das fontes criminosas de informação.

Algo como a esfinge da cobra engolindo o próprio rabo, capaz de produzir escândalos de conveniência como o do chamado mensalão, que quase chegou a produzir um golpe branco contra Lula da Silva não fosse o apoio decisivo dos sindicatos e movimentos sociais a seu governo, e contra-dossiês cuja finalidade era a de desacreditar dossiês procedentes, como o que envolvia os crimes da família Serra, agora objeto de CPI no Congresso.

O escândalo que vem a tona agora imobiliza a revista Veja e a torna ainda mais dependente da tolerância do governo Dilma, a quem buscou impedir a vitória por todos os meios.

Compromete sobretudo o jogo que estava prestes a ser jogado a fim de impedir uma vitória avassaladora das forças políticas de apoio ao governo federal nas eleições municipais que se avizinham, o de usar o julgamento do caso do “mensalão” como instrumento de proselitismo político em favor das oposições.

Para essa nova armação já estavam a postos membros da corte superior de justiça do País, o STF, ligados ao senador integrante do bando de Cachoeira - que levariam a julgamento e condenariam ainda neste ano os apelados do PT - e a máquina de propaganda formada pela grande imprensa: Rede Globo, jornal Folha de São Paulo e a própria revista Veja.

Deverão pensar em outro estratagema rapidamente as oposições e seus sequazes na mídia para impedir que os brasileiros decidam como querem ser governados `a partir do ano que vem nas grandes cidades do País.


contrapontopig.blogspot.com.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Ih, a Veja esqueceu!


por Mauro Malin


A reportagem de capa da Veja (26/10) sobre a indignação contra a corrupção tem o mérito de constatar que o grande catalisador das manifestações realizadas em várias cidades brasileiras foi a reação da presidente Dilma Rousseff às primeiras denúncias graves de corrupção em seu ministério. A figura simbólica de presidente tem muita força em qualquer lugar, talvez mais ainda num país em que tanta coisa importante acontece de cima para baixo....

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Deu na veja, desconfie.



Por Messias Pontes.

A revista Veja, da Editora Abril, já foi a maior e melhor semanal da imprensa brasileira. Isto quando era dirigida pelo jornalista Mino Carta, que acabou sendo mandado embora por exigência da ditadura militar. Ou entregava a cabeça do Mino na bandeja ou a editora não receberia um centavo sequer da publicidade oficial da milicada. Recentemente, Mino Carta, inconformado por ver uma criação sua transformada no que há de pior, desabafou: “criei um monstro”.......

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Cheiro de armação no ar. Mais uma

 
A reportacagem da Veja sobre "Os Aloprados" é mais uma armação das grossas.....
Se de início paraiva dúvidas sobre a veracidade da reportagen( Veja sempre mente, sempre diz ter vídeo para quem quiser ver e ouvir, gosta de  ouvir bandido para testemunhar nas suas folhas), a entrevista da ex-senadora Serys Slhessarenko à Folha de São Paulo não deixa dúvida que tudo foi armação.

Veja o que Serys disse à Folha:.....