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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Brasil cria 101,4 mil novos empregos em agosto. Que crise?


País gerou 101.425 postos de trabalho com carteira assinada no mês passado; destaque ficou para o setor de serviços, que criou 71,3 mil vagas no período, seguido por comércio, responsável por 40,6 mil empregos; de janeiro a agosto, o número de empregos formais criados no País foi de 751,5 mil; dados foram divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho e Emprego e fazem parte do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregado); emprego é uma das principais armas da campanha da presidente Dilma, que vem alertando sobre o risco de redução na criação de vagas com a proposta de autonomia do Banco Central.
País gerou 101.425 postos de trabalho com carteira assinada no mês passado; destaque ficou para o setor de serviços, que criou 71,3 mil vagas no período, seguido por comércio, responsável por 40,6 mil empregos; de janeiro a agosto, o número de empregos formais criados no País foi de 751,5 mil; dados foram divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho e Emprego e fazem parte do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregado); emprego é uma das principais armas da campanha da presidente Dilma, que vem alertando sobre o risco de redução na criação de vagas com a proposta de autonomia do Banco Central.
O Brasil criou em agosto 101.425 vagas formais de emprego, anunciou o Ministério do Trabalho e Emprego na tarde desta quinta-feira 11. De janeiro a agosto, o número de empregos formais foi de 751,5 mil.
O destaque ficou para o setor de serviços, que criou 71,3 mil postos de trabalho no período. O setor de comércio, responsável por 40,6 mil empregos com carteira assinada no mês, ficou em segundo lugar.
Os dados fazem parte do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregado) e foram divulgados na tarde desta quinta-feira 11 pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Em julho, haviam sido criados 11.796 postos com carteira assinada, sem ajustes. O resultado de agosto é 21,5% inferior ao do mesmo período do ano passado, quando o país criou 127,6 mil postos de trabalho.
Emprego é uma das principais armas da campanha da presidente Dilma, que vem alertando sobre o risco de redução na criação de vagas com a proposta de autonomia do Banco Central.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

País vai capacitar 100 mil trabalhadores da construção por R$ 1 mil cada

Falta de qualificação profissional e alto volume de investimentos forçaram acordo entre governo, indústria e trabalhadores



País vai capacitar 100 mil trabalhadores da construção por R$ 1 mil cada
Na primeira etapa do programa, em 2012, serão capacitados 25 mil trabalhadores (Foto: Arquivo Agência Brasil)
São Paulo - Em um investimento individual de R$ 1 mil para a formação de 100 mil trabalhadores da construção, o país pretende sanar um problema que retarda seu crescimento. A falta de qualificação profissional e o alto volume de investimentos em obras de infraestrutura foram os dois fatores determinantes para a assinatura de um acordo de cooperação técnica entre governo, indústria e trabalhadores, que tem como meta desenvolver a capacitação em quatro anos com recursos da ordem de R$ 100 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
A primeira etapa do Plano Setorial de Qualificação Nacional da Construção Civil, em 2012, vai abranger 25 mil trabalhadores interessados na profissão de ajudante, carpinteiro, armador, motorista, eletricista e pedreiro, entre outros. Além da formação técnica, o objetivo também é potencializar o desenvolvimento intelectual, técnico e cultural dos participantes. ...

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Fotografia do emprego


Para saber qual é mesmo a situação do mercado de trabalho no país, que vem exibindo mês a mês uma exuberância nunca vista antes, contrariando a tese de muitos analistas, que esperavam uma retração no nível de emprego, depois das medidas governamentais para esfriar a economia, o Ministério do Trabalho vai lançar uma nova pesquisa. Segundo o ministro Carlos Lupi, o governo precisa de uma “fotografia mensal” do emprego formal em todo o país, para orientar as políticas públicas da área. Lupi disse que, para isso, o Ministério do Trabalho criará até o fim do ano a Taxa de Emprego Real, que vai revelar esse cenário e contribuir para as decisões do governo relacionadas a seguro-desemprego e à qualificação do trabalhador, por exemplo......

sábado, 7 de agosto de 2010

Brasil supera marca de 42 milhões de trabalhadores com carteira assinada

 Brasília Confidencial

“O Brasil alcançou em junho a marca história de 42,6 milhões de trabalhadores com emprego formal, informou ontem o Ministério do Trabalho. Esse número é formado por 41,2 milhões de trabalhadores incluídos na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) até o fim de 2009, mais 1,4 milhão contratados e registrados no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) entre janeiro e junho deste ano.

Os dados da Rais indicam que mais de 1,7 milhão de pessoas conquistaram emprego em 2009. Em comparação com 2008, o crescimento foi de quase 4,5%. Do total de vagas criadas no ano passado, mais de 1,4 milhão foram ocupadas sob o regime da CLT e 343.000 foram preenchidas no serviço público. Desde 2003, de acordo com o ministério, foram gerados 14 milhões de empregos no Brasil.

“Com absoluta segurança chegaremos a 15 milhões de empregos formais gerados no Governo Lula até o fim do ano. Em 2009 vivemos uma crise econômica mundial, e ainda assim conseguimos criar 1,7 milhão de empregos; e o trabalhador conseguiu melhores salários”, destacou o ministro Carlos Lupi.”
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