Depoimento importante (filme em inglês, com legendas em espanhol) sobre a Líbia e o papel que as empresas-imprensa estão tendo no avanço de OTAN-EUA-Israel contra a África.
Testigo de la situacion en Libia - video censurado en youtube from Georgina Miller Carrasco on Vimeo.
No Grupo Beatrice, via Com textolivre
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sábado, 5 de novembro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
sábado, 22 de outubro de 2011
Kadafi, Líbia, petróleo e democracia
Redação da Carta Maior
Depois de quatro semanas de bombardeios intensos dos caças da Otan precederam a captura e morte de Kadafi, na quinta-feira, dia 20, na Líbia. Sirte, a cidade nuclear no centro das operações, foi reduzida a ruínas. Mais de 100 pessoas morreram nos últimos dez dias. Há centenas de feridos e encarcerados.
A violência não se limita aos combates. Um relatório da Anistia Internacional, de 13 de outubro, “Detention Abuses Staining the New Libya”, denuncia a persistência de prisões arbitrárias, sem julgamento, por parte de milícias incorporadas ao governo provisório rebelde.
A prática da tortura é generalizada nas prisões, seja por vingança, seja como método sancionado de coleta de informação. Se o Conselho Nacional de Transição (CNT) não der mostras de “uma ação firme e imediata”, diz o relatório da Anistia, a Líbia corre “um risco real de ver algumas tendências do passado repetirem-se....
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
A arrogância dos conquistadores
Com a arrogância de conquistadores em território ocupado, que lembra a visita de Hitler à França, em 23 de junho de 1940, Cameron e Sarkozy estiveram esta semana na Líbia. Há alguns meses, eles, com a cumplicidade de Obama e a genuflexão da ONU, lideraram a OTAN nos ataques aéreos ao país. Kadafi é tudo o que dizem dele. Megalômano, teria ordenado o atentado contra um avião de passageiros, que explodiu sobre Lockerbie, na Escócia, e matou 270 pessoas, em 1988, além de governar o seu povo com mão pesada. Kadafi não é inocente. Mas é um erro não admitir que ele usou dos recursos naturais do país, por ele nacionalizados, a fim de dar relativo bem-estar a seus compatriotas. Não só assegurou a assistência gratuita à saúde, em qualquer caso, como garantiu a educação de todos, incluída a universidade....
domingo, 4 de setembro de 2011
Documentos revelam fortes vínculos de Reino Unido e EUA com Kadafi
Nem o Estadão está conseguindo dar suporte a invasão neocolonial da Líbia

Documentos secretos revelam o alcance dos estreitos vínculos que Muamar Kadafi tinha com Reino Unido e Estados Unidos, até o ponto de autoridades britânicas facilitarem ao regime da Líbia informação sobre opositores.As informações foram publicadas neste sábado, 3, pelo periódico britânico The Independent, que diz ter tido acesso a arquivos que mostram que, em virtude dos chamados voos secretos da CIA, os EUA enviaram à Líbia prisioneiros para que fossem interrogados....
Documentos secretos revelam o alcance dos estreitos vínculos que Muamar Kadafi tinha com Reino Unido e Estados Unidos, até o ponto de autoridades britânicas facilitarem ao regime da Líbia informação sobre opositores.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Por que Gaddafi recebeu cartão vermelho
Observando a Líbia devastada, num gabinete aconchegante recheado de televisões de plasma mais fininhas que panqueca, num palácio em Pyongyang, o Amado Líder da República Popular Democrática da Coreia, Kim Jong-il, balançava a cabeça, pensando no suplício do coronel Muammar Gaddafi.
“Grande tolo”, murmura o Amado Líder. Claro. Ele sabe que o Grande Gaddafi assinou virtualmente a própria sentença de morte, num dia em 2003, quando aceitou a sugestão daquela sua lamentável prole – arrogantemente europeizados –, para que cancelasse seu programa de armas de destruição em massa e quando, no mesmo ato, pôs o futuro de seu governo nas mãos da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).....
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
A Otan, a Líbia, e a esperteza dos tolos
O dia 11 de novembro de 1630 foi decisivo para a história da França e da Europa. Nesse dia, em Versailles, um jovem rei, Luís 13, rompeu com a mãe, a Rainha Maria de Médicis, e entregou todo o poder político da França a seu ministro, o Cardeal de Richelieu. Richelieu amanhecera deposto pela Rainha, mas um de seus conselheiros o convenceu a ir até o monarca, e expor-lhe suas razões. Foi uma conversa sem testemunhas. O fato é que Luis 13 teve a atitude que correspondia ao filho de Henrique IV: “entre minha mãe e o Estado, fico com o Estado”...
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
O saque do petróleo da Líbia já começou
Redação Carta Capital
A tomada de Trípoli mostra que a queda de Muammar Kaddafi tornou-se algo inevitável. O fim do conflito de seis meses é esperado com ansiedade pelo mercado de petróleo nos Estados Unidos e, principalmente, na Europa. O preço do petróleo cru caiu dois dólares diante da expectativa de uma conclusão rápida da guerra civil e a consequente retomada da produção. Uma Líbia pacificada também refletiria, indiretamente, na queda do preço da gasolina na costa Leste dos Estados Unidos, diz Clifford Krauss, em artigo no The New York Times...
quarta-feira, 30 de março de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
O cinismo e a guerra
Até pouco tempo atrás, Muammar Gaddafi era cortejado pelos governantes dos países que, agora, despejam bombas e misseis sobre a Líbia......
quarta-feira, 23 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
Você não vai ver isso nos jornais!
A partir de informações do serviço secreto russo, o Pravda publicou matéria muito esclarecedora sobre a situação na Líbia. Por exemplo: a contratação de mercenários pelo Pentágono através da Halliburton e da Blackwater e que o serviço secreto da Rússia, que controla 100% do espaço aéreo da Líbia, garante que nenhum avião levantou vôo na Líbia desde o inicio das manifestações.Acho que essas informações nunca veremos publicadas na velha mídia do Brasil:
Assalto a Líbia
Veja de quem, sob a titularidade da LIA (Autoridade Investidora Líbia) - 13º Maior Fundo Soberano do Mundo - a Líbia é acionista:
a) Finmeccanica (bélica - Itália): 8ª maior fabricante de armas do mundo;
b) Libyan Italian Advanced Co. (bélica – Itália/Líbia): subsidiária da Finmeccanica que fabrica helicópteros na Líbia – LIA é a acionista majoritária;
b) Unicredit (banco - Itália);
c) Fiat (automóveis - Itália);
d) Juventus de Turim (futebol – Itália);
e) HSBC (banco – Reino Unido);
f) Grupo Pearson, dono do FT - Financial Times (mídia – Reino Unido) – a LIA é o 5º maior acionista;
g) Royal Dutch Shell (petróleo – Reino Unido / Holanda);
h) Standard Chartered (banco – Reino Unido);
i) Vodafone (telecomunicações – Reino Unido);
j) BP – British Petroleum, a do buraco vazando no Golfo do México (petróleo – Reino Unido) – dona de concessões e investimentos petrolíferos de mais de 1 Bilhão de Euros só na Líbia;
k) Exxon (petróleo – EUA);
l) Chevron (petróleo – EUA);
m) Pfizer (farmacêutica – EUA);
n) Xerox (tecnologia – EUA);
e) Halliburton (equipamentos/petróleo – EUA);
f) Honeywell (aeroespacial – EUA);
Ao que tudo indica, quando e se ouvirmos a notícia do início do assalto das tropas militares ocidentais “em defesa do povo líbio”, as únicas novidades serão as “tropas militares” e “o povo líbio”. Pois o assalto parece já ter começado há algum tempo.
Stanley Burburinho
fonte:http://sp.rian.ru/opinion_analysis/20110314/148514106.html
Stanley Burburinho
fonte:http://sp.rian.ru/opinion_analysis/20110314/148514106.html
By: DoLaDoDeLá
sábado, 19 de março de 2011
A guerra como solução
O Brasil se absteve de votar a resolução do Conselho de Segurança da ONU que permite que forças estrangeiras metam o bedelho na conturbada Líbia. Foi o suficiente para que a turma de sempre lascasse o pau no país, que, mais uma vez, não se alinhou aos interesses "ocidentais" (leia-se os dos Estados Unidos e alguns países europeus). O não-voto brasileiro foi acompanhado pelo dos outros Bric - China, Índia e Rússia - e pelo da Alemanha....
quarta-feira, 9 de março de 2011
Tréplica
A seguir apresento o comentário do leitor Eugênio, publicado no Contramaré de 07/03, em relação ao artigo de Ricardo Musse intitulado "Por que a velha esquerda se ilude com Kadafi?".
Este tipo de argumentação explica porque "a nova esquerda", como o PSOL, andou a reboque dos setores chamados eufemisticamente de "oposição ao governo Lula", ou seja, dá para entender que uma militante da suposta "nova esquerda" como a ex-senadora Heloísa Helena subia à tribuna do senado para se juntar aos ataques de senadores do PSDB e Dem, desde 2005. Quer dizer então que para ser "verdadeiramente" de esquerda é preciso ser contra o Estado forte? Que seria de nós, em 2008, se o Brasil sob a administração do presidente Lula não estivesse fortalecendo as políticas econômicas de Estado face ao desafio de enfrentar anti-ciclicamente os efeitos da crise financeiras mundial surgida nos EUA e Europa?
segunda-feira, 7 de março de 2011
Líbia
Dois artigos para que o leitor conclua:
Líbia: O que a mídia esconde
Miguel Urbano Rodrigues, escritor português.
Transcorridas duas semanas das primeiras manifestações em Benghazi e Tripoli, a campanha de desinformação sobre a Líbia semeia a confusão no mundo.
Antes de mais uma certeza: as analogias com os acontecimentos da Tunísia e do Egipto são descabidas. Essas rebeliões contribuíram, obviamente, para despoletar os protestos nas ruas do país vizinho de ambos, mas o processo líbio apresenta características peculiares, inseparáveis da estratégia conspirativa do imperialismo e daquilo que se pode definir como a metamorfose do líder.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Washington está forçando uma Guerra Civil para justificar uma intervenção militar dos EUA e OTAN?
Trípoli está sendo forçada a uma Guerra Civil para justificar uma intervenção militar dos EUA e da OTAN no país rico em petróleo?
As conversas sobre sanções são um prelúdio para uma intervenção como a do Iraque?
Algo está podre no chamado "Jamahiriya" da Líbia
Não há dúvida que o Coronel Muammar Al-Kadafi seja um ditador. Ele tem sido o ditador e assim chamado "Qaid" da Líbia há cerca de 42 anos. Até agora, parece que as tensões estão sendo elevadas e as chamas da revolta tornando a situação mais intensa dentro da Líbia. Por exemplo as declarações anteriores feitas pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros Britânico William Hague que o Coronel Kadafi fugira da Líbia para Venezuela.[1] Esta declaração serviu para eletrificar a revolta contra Kadafi e seu regime na Líbia.
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