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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O PIG e seus péssimos resultados

Os maus resultados dos “formadores de opinião” da imprensa na Era Lula: haverá renovação?
Passada a acirrada disputa eleitoral e todos os lances mais agudos e tensos do pleito, ficam duas perguntas:
1ª Dilma e Lula derrotaram a oposição ou a imprensa conservadora?
2ª Considerando que a resposta da primeira pergunta seja, de fato, a segunda opção, o que será dos principais nomes desta corporação daqui para a frente?
Pois bem, o elenco é “estelar” e gera uma folha de pagamento astronômica para os grandes grupos de comunicação do Brasil: Diogo MainardiArnaldo JaborMiriam LeitãoReinaldo Azevedo,Fernando RodriguesCelso Jardim, Merval PereiraAlexandre GarciaLúcia HippólitoBóris CasoyAugusto NunesWilliam WaackDora KramerEliane CantanhêdeCasal 45Ali Kamel não conseguiram cumprir seus “deveres”, suas metas ficaram muito abaixo daquilo que a corporação estipulou.
Os “resultados esperados” não vieram... Três derrotas seguidas (2002, 2006 e 2010) e agora? Haverá renovação no quadro dos “formadores de opinião” da grande imprensa brasileira?
O que lhes resta de credibilidade e referência para justificar a aposta em nomes derrotados?
Esses tais “formadores de opinião” citados fracassaram em tentar vender ao público geral as teses de seus patrões. Ficaram restritos a um público cada vez mais conservador e raivoso, um nicho recheado por teses retrógradas e que, algumas vezes, beiram ao preconceito, social e de raça.
Qual será o destino de formuladores de análises, teses, opiniões econômicas, políticas e eleitorais que foram reiteradamente superadas e desmentidas ao longo dos oito anos do governo Lula e tiveram o ápice da rejeição em 2010?
By: Blog Limpinho & Cheiroso, via com textolivre

sábado, 11 de setembro de 2010

Tudo é culpa da Dilma





Instigado pelo amigo Joel, vejo esta charge do Aroeira, para o site do jornal O Dia. Sempre ligeiro, Aroeira fala sobre a tontería do tal sigilo.

Tudo é culpa da Dilma!

É o Zé, rumo aos 15% de intenção de votos. Nem dá pra dizer que não merece.





É sabido que na hora do desespero, é que se conhece alguém. Essas eleições estão dando provas inequívocas que essa é a maior verdade do mundo.

A impagável (será?) Dora Kramer diz em seu comentário desta sexta, aquilo que dá a nota da lógica tucana. Vamos para o tudo ou nada, já que a derrota é certa. A imprensa definitivamente veste a camisa guerrilheira da tucanagem.

Alguns setores da mídia já abandonaram o barco serrista. Outros viram o tal episódio da quebra de sigilo, como uma bóia no oceano, a salvar do afundamento do Tucanic. Era mesmo a tábua da salvação. Mas parece que não adiantou. As pesquisas não se retrairam contra Dilma, como esperavam todos. Muito pelo contrário. O povão verificou sem medo de errar, que curiosamente, só nas vésperas das eleições é que as denúncias contra o PT pipocam. Os outros partidos parecem santos andando pela terra.

Dora em seu discurso diz muita coisa. Primeiro, falou outro dia que Dilma tinha obrigação de responder às críticas, mesmo não tendo ela nada a ver com o vazamento. Agora, critica Lula por ter aparecido no programa do partido, dizendo que a baixaria passou dos limites. A intervenção da mídia brasileira é sintomática. Na visão de nossos jornalistas circuitão, Dilma e o PT tem obrigação de tudo, a tucanagem não tem obrigação de nada. São uns perseguidos. Uma dó.

Nenhuma palavra sobre a questão dos vazamentos anteriores onde até Lula teve seu sigilo quebrado. Quando Serra, com todas as palavras, achou uma coisa horrível, mas corriqueira. Naquela época, como não tinha nenhuma eleição correndo, tanto fazia. Agora, o mesmo sigilo tem outras tintas.

O que é isso, Serra, medo de vir à tona a sociedade de sua família com Daniel Dantas?

Não é estranho essa bateção na mesma tecla bem quando o PT resolve pedir explicações sobre a privataria do padrinho de Serra? Não é estranha a tentativa de blindagem da tucanada acerca desses assuntos realmente importantes, para que o pior não venha para a superfície? Dá pra ver que a questão do sigilo passou de ser uma abobrinha para ser um escudo, quando o PT resolveu partir para o ataque.

Este será um ano de divisão de águas. É a partir daqui que se sabe quem está do lado de quem. Quem da imprensa tem partido e não abre mão, e quem é isento (se é que isso existe na mídia brasileira).

Dora Kramer está mostrando de novo, que isenção não parece ser o seu forte. Pelo menos é o que se verifica ao dar uma lidinha básica em seus escritos. Eu particularmente, esperava um pouco mais dela. Ela tem um nome a zelar. 

Porém, ao ver o que escrevem ela e muitos de seus companheiros, a impressão que se tem é que o emprego deles todos dependem da vitória de Serra no próximo pleito. É incrível, mas estão quase partindo para a agressão física.
Anais políticos

domingo, 5 de setembro de 2010

Exército de ratos



A chance que a vassalagem queria finalmente se apresentou.
Não foram poucas as vezes que dissemos aqui, que a esquerda não perdia por esperar. Afinal, quem ousa desafiar todo um império de vendilhões, que jogam no lixo o orgulho de uma nação por uns tostões opacos na conta bancária?
Quem ousa erguer a cabeça e dizer que não precisamos ser subalternos, se pra isso devemos cortar o laço de dependência das grandes corporações, que financiam muito bem os governos submissos, que pelos favores, lhes recompensam adequadamente?

As tropas de ratos subiram todas sobre a mesa. Ao ataque, porque a chance chegou. 

sábado, 28 de agosto de 2010

A ditadura Lula


Esta senhora aí é uma figuraça. Reparem na expressão mesclando angústia e preocupação. Não deve ser fácil a vida de uma poderosa médium, leitora do pensamento alheio. Em sua coluna de hoje, Kramer afirma que conseguiu devassar as "profundas da alma" de Lula e o que viu lá não era bonito. A jornalista nos alerta que, por trás do rostinho carismático do "cara", oculta-se um Stálin, um Hitler, um Chávez!

O presidente Lula não se segura. De vez em quando externa o que lhe vai às profundas da alma, coisas que jamais esquece: a derrota da CPMF e a impossibilidade de ter aprovada a chance de alcançar um terceiro mandato sem traumas institucionais.

O problema com o imposto do cheque não é o dinheiro. Isso não faz falta ao governo. Lula não se conforma é com a derrota política que o fez perceber a impossibilidade de aprovar a emenda do terceiro mandato no Senado.
Para a colunista, nas "profundas da alma", Lula é um chavista de terceira categoria, integrando o eixo do mal formado pelos governantes inimigos da mídia do continente.