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sábado, 6 de setembro de 2014

Elite condena o projeto petista de governo: PT está certo (!?)


Segundo o Gallup, em pesquisa de 2012, 59% dos brasileiros estavam “prosperando”, e os demais 41%, “batalhando”. O Brasil ocupava a 9ª posição entre os “prósperos”, ao lado da Áustria. Atrás da Dinamarca , Holanda, Canadá, Israel, Suécia, Austrália, Finlândia e Nova Zelândia. O povo parece endossar estes dados…
Alguns dados apresentados são de 2012 e 2013, mas continuam muito atuais.
Apesar de toda a campanha midiática contra o PT, o partido cresceu na últimas eleições municipais e a presidenta Dilma continua liderando a corrida presidencial, segundo últimas pesquisas.
O que poderia explicar tamanha adesão ao ideário petista, justamente no momento em que o partido sofre os maiores ataques a sua imagem, por parte da mídia, em toda a sua história? É importante posicionar que a velha imprensa têm atuado como porta voz dos interesses da elite econômica deste país, desde há muito tempo, logo não fala somente por si em seus editoriais, análises e noticiários.
A vida das pessoas, em geral, segue prosperando e as oportunidades continuam brotando, mesmo com uma crise instalada nos países ricos há mais de cinco anos.
Converge para esta hipótese uma pesquisa da empresa americana de consultoria Manpower, que aponta o país como um dos maiores geradores de empregos no mundo para 2013, líder absoluto na América Latina.
Ou a pesquisa Pnud, da ONU, que aponta avanços históricos na melhora do IDH brasileiro desde 2003, conforme afirmou o representante deste estudo no Brasil, Jorge Chediek: “O relatório mostra que alguns países adotaram modelos de desenvolvimento com maior destaque para a participação do Estado e políticas de transferência de renda que tiveram um resultado histórico”, e que considera o Brasil um dos protagonistas dessa mudança.”
Isto, a grande imprensa, não se dá ao trabalho de destacar. O eleitor não encontrará tais dados folheando grandes jornais ou assistindo jornalísticos das grandes emissoras de Tv. O cerco ao Brasil real tem fortes propósitos políticos, encampa nomes escolhidos pelos conservadores, das mais variadas matizes e exoticidades.
Confira abaixo a opinião de Mauri Cruz, militante do PT desde 1983, que identifica no bombardeio midiático contra o PT, o sinal de que o projeto político do partido está no caminho certo.
Um fio de esperança
O bombardeio midiático contra o PT demonstra que, apesar dos governos Lula e Dilma não terem rompido com o modelo econômico capitalista desenvolvimentista há uma série de ações e medidas que contrariam os interesses dos barões das telinhas.
É aquele consolo quase ingênuo de que, mesmo não concordando ou não entendendo bem o que o nossos governos estão fazendo, enquanto nossos adversários de classe estiverem contrários e críticos há uma possibilidade, mesmo remota, de estarmos no caminho certo.
O levante midiático feito com o advento da ação penal contra os dirigentes nacionais do PT e as repetidas matérias contra petistas ilustres que diariamente frequentam as páginas eletrônicas e televisivas dos grandes meios de comunicação nacionais de alguma forma expressam claramente que “elles” não nos querem no governo, muito menos no poder. Que bom. Nem que seja por isso, devemos lutar por mais quatro anos para a companheira Dilma.
Isso não quer dizer que concordo com o enveredamento de setores das cúpula petista para práticas e posturas nada éticas com recursos públicos. Mas convenhamos, o desvio de finalidade da política sempre foi a marca dos partidos e políticos de direita deste país e, não vejo nenhuma voracidade ética da mídia tupiniquim contra eles. Esta crítica seletiva põe por terra qualquer defesa de honestidade e retidão dos pseudo denunciantes.
De nossa parte, desvios éticos sempre houve na esquerda e isso não é privilégio de campo político e, pelo menos do que conheço, sempre soubemos extirpá-los. Daí que não vejo porque alguns dos nossos companheiros fazem coro à saga da mídia monopolista contra a corrupção olhando só para os governos petistas. Se fosse séria, denunciariam à todos, começando por si mesma. Sim, porque é ali na Globo/Veja e Cia Ltda. que o desvio do interesse público começa. Caso contrário “eles” defenderiam os conselhos de comunicação e licitações públicas para concessão de meios de comunicação, vocês não acham? Por isso, repito, enquanto “elles” estiverem contra nossos governos ainda há um fio de esperança.
Mauri Cruz é advogado socioambiental e filiado ao PT desde 1983.
vi no: http://blogpalavrasdiversas.wordpress.com/2014/09/06/elite-condena-o-projeto-petista-de-governo-pt-esta-certo/#.VAsZmgwXNNc.facebook 

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Recorde histórico: março registrou taxa de desemprego de 5%


Vitor Abdala, Agência Brasil 

"A taxa de desemprego fechou março em 5%, a menor taxa para o mês desde o início da série histórica iniciada em 2002. O dado é da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) divulgado hoje (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em fevereiro a taxa foi 5,1% e 5,7% em março de 2013.

O contingente de trabalhadores desocupados ficou em 1,2 milhão de pessoas em março, mantendo-se praticamente estável em relação a fevereiro, mas recuando 11,6% na comparação com março de 2013. A população ocupada, de 22,9 milhões de pessoas, também manteve-se praticamente estável comparada a fevereiro desse ano e março do ano passado.

Entre os setores da economia, houve geração de emprego, na comparação com fevereiro, nos segmentos da construção (1%) e serviços prestados à empresas (2,6%). Na comparação com março do ano passado, houve crescimento dos postos de trabalho em seis dos sete setores, com exceção da indústria, que teve queda de 0,5%. Os destaques positivos foram a construção (6,6%) e o
comércio (6%).

O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado ficou praticamente o mesmo de fevereiro, 11,7 milhões. Mas foi registrado um aumento de 2% em relação a março do ano passado.

O rendimento médio real do pessoal ocupado de R$ 2.026,60 em março é 0,3% inferior a fevereiro e 3% superior a março do ano passado.

A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) é feita nas regiões metropolitanas do Recife, de Salvador, de Belo Horizonte, do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Porto Alegre."

quinta-feira, 28 de março de 2013

Antes do combate à inflação vem a defesa intransigente do emprego, prega Dilma Rousseff


Uma fala da presidente Dilma Rousseff, sobre crescimento e inflação, desencadeou mais uma onda de críticas à política econômica, como se o Brasil sacrificasse a estabilidade de preços em nome de níveis de emprego maiores; do novo ataque especulativo, fazem parte economistas, como Alexandre Schwartsman e Ilan Goldfajn, e jornalistas, como Merval Pereira e Eliane Cantanhêde; ocorre que a missão do Federal Reserve, banco central americano, traduz exatamente o que a presidente Dilma falou: antes mesmo da estabilidade, vem o emprego, como meta central.
Uma fala da presidente Dilma Rousseff, sobre crescimento e inflação, desencadeou mais uma onda de críticas à política econômica, como se o Brasil sacrificasse a estabilidade de preços em nome de níveis de emprego maiores; do novo ataque especulativo, fazem parte economistas, como Alexandre Schwartsman e Ilan Goldfajn, e jornalistas, como Merval Pereira e Eliane Cantanhêde; ocorre que a missão do Federal Reserve, banco central americano, traduz exatamente o que a presidente Dilma falou: antes mesmo da estabilidade, vem o emprego, como meta central.
Dias atrás, dois economistas ligados ao sistema financeiro, Ilan Goldfajn, do Itaú Unibanco, e Alexandre Schwartsman, ex-Santander, renovaram suas críticas à política econômica do governo Dilma Rousseff e foram explícitos em seu receituário. Para conter a alta de preços, pregaram como remédio de política econômica que o governo incentivasse demissões na economia. Por mais que pareça incompreensível, é a pura verdade (leia mais aqui).
Foi a esse tipo de crítica e, provavelmente, a esses dois economistas que a presidente Dilma Rousseff falou ontem, na África do Sul, ao comentar a dicotomia entre emprego e inflação. “Não concordo com políticas de combate à inflação que olhem a redução do crescimento econômico”, afirmou. “Esse receituário quer matar o doente em vez de curar a doença”.
Instantaneamente, grandes bancos dispararam ordens para apostar na queda dos juros futuros, num movimento que pareceu ser coordenado. E foi isso que levou a presidente Dilma, no Blog do Planalto, a enfatizar seu compromisso com o combate à inflação.
O movimento presidencial deflagrou uma nova rodada de críticas à política econômica. Colunistas políticos, agora especialistas em economia, como Merval Pereira, do Globo, e Eliane Cantanhêde, da Folha, criticam o suposto descaso da presidente Dilma com a inflação.
Ocorre, no entanto, que a presidente não falou absolutamente nada que seja exótico ou mesmo surpreendente. Sua fala traduz uma mensagem que está expressa na missão do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos. Lá, o emprego vem antes da estabilidade e a missão principal do Fed é “conduzir a política monetária, influenciando as condições monetárias e de crédito na economia, em busca do maior nível de emprego, de preços estáveis e de taxas de juros moderadas no longo prazo”. Ou seja, nos Estados Unidos, economistas com uma visão de mundo semelhante às de Schwartsman ou Goldfajn, não teriam sucesso, nem pautariam editoriais na chamada grande imprensa. Emprego baixo e juros na lua não têm Ibope no mundo civilizado.
Abaixo, em inglês, a missão do Fed:
The Federal Reserve System is the central bank of the United States. It was founded by Congress in 1913 to provide the nation with a safer, more flexible, and more stable monetary and financial system. Over the years, its role in banking and the economy has expanded.
Today, the Federal Reserve’s duties fall into four general areas:
* conducting the nation’s monetary policy by influencing the monetary and credit conditions in the economy in pursuit of maximum employment, stable prices, and moderate long-term interest rates
* supervising and regulating banking institutions to ensure the safety and soundness of the nation’s banking and financial system and to protect the credit rights of consumers
* maintaining the stability of the financial system and containing systemic risk that may arise in financial markets
* providing financial services to depository institutions, the U.S. government, and foreign official institutions, including playing a major role in operating the nation’s payments system

quarta-feira, 13 de março de 2013

Pesquisa aponta que Brasil liderará criação de emprego no continente em 2013




Levantamento aponta que oferta de emprego no país crescerá 30%, em resultado contrário ao mau desempenho europeu


O Brasil liderará a criação de emprego no segundo trimestre de 2013 no continente americano, segundo uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (12/03) pela empresa norte-americana de consultoria Manpower.

De acordo com a consulta, elaborada em 42 países e territórios do mundo, dez deles na América, a oferta de emprego no Brasil crescerá 30%. No continente, também aparecem com destaque Panamá (25%), México (18%) e Peru (17%).

A pesquisa, de apenas uma pergunta sobre a expectativa de aumento, manutenção ou queda dos postos de trabalho, foi respondida por quase 66 mil diretores de recursos humanos, entre os quais, em nível global, os resultados mostram que "a incerteza ainda pesa na confiança dos empregadores".

"As tendências líquidas do emprego são mistas e parece que vários gerentes ainda estão à espera de uma solução mais clara para a crise de dívida soberana na Europa", revela o documento apresentado em entrevista coletiva no Panamá pelo gerente regional de Vendas da Manpower América Central, o mexicano Erik López.

Colômbia e Argentina, com uma expectativa de crescimento da oferta trabalhista de 16%, Canadá com 15%, Costa Rica e Estados Unidos com 13% e Guatemala com 12%, são os demais mercados examinados pela empresa no continente americano.

Enquanto isso, na região da Ásia e do Pacífico o país que liderará o crescimento da demanda de trabalhadores de abril a junho é Taiwan, com 33%, seguido de Índia (30%), Nova Zelândia e Japão (23%), China (18%), Cingapura (17%), Hong Kong (9%) e Austrália (8%).

Os 24 países consultados na Europa, no Oriente Médio e na África são liderados pela Turquia, com 18%, seguida por Israel (13%) e Bulgária (12%), enquanto nos últimos lugares estão Holanda (5%), Itália (10%) e Espanha (11%).”

segunda-feira, 4 de março de 2013

Ipea vê “ótimo desempenho” do mercado de trabalho em 2012




Boletim divulgado nesta segunda-feira 4 também registra elevação no rendimento dos trabalhadores

Isabela Vieira, Agência Brasil / Brasil 247

O mercado de trabalho registrou um "ótimo desempenho" em 2012, segundo o boletim Mercado de Trabalho, Conjuntura e Análise divulgado hoje (4) pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea).

De acordo com o órgão, a elevação do rendimento dos trabalhadores, combinada "aos níveis historicamente baixos" das taxas de desemprego e de informalidade "são fatores de destaque". O resultado foi positivo apesar da "alta" taxa de atividade (que representa pessoas procurando emprego, de 57,3%). Em 2011, a taxa de atividade ficou em 57,1%.

Segundo Carlos Henrique Corseuil, um dos responsáveis pelo levantamento, chama atenção a desaceleração na queda do desemprego e da informalidade em dezembro do ano passado, contribuindo para um resultado positivo no fim de 2012.

Os dados do boletim apontam que a taxa de desocupação fechou dezembro em 4,6%, influenciando a média de 5,5% em 2012 – a menor média anual desde 2002.”

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Taxa de desemprego é a menor em dez anos


Guilherme Jeronymo, Agência Brasil
“A taxa de desocupação medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em 5,4% em setembro, a menor dos últimos dez anos para o mês, ante 5,3% em agosto deste ano e 6% em setembro de 2011. Os dados estão na Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada hoje (25) pelo instituto.
 
O rendimento médio subiu de R$ 1.768,89 para R$ 1.771,2, na passagem de agosto para setembro. Em igual mês de 2011, o valor era R$ 1.697,73.

A pesquisa engloba as regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, do Recife, Rio de Janeiro, de Salvador e São Paulo.
Assim como o IBGE, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese) e a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) divulgam levantamento mensal sobre o desemprego no país. No entanto, as taxas apresentadas nas duas pesquisas costumam ser diferentes, devido aos conceitos e metodologia usados.

Entre as diferenças está o conjunto de regiões pesquisadas. A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), feita pelo Dieese e pela Fundação Seade, não engloba o levantamento dos desempregados da região metropolitana do Rio de Janeiro. Já na pesquisa do IBGE não estão incluídas duas regiões que fazem parte do conjunto da PED: Fortaleza e o Distrito Federal.”

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Mídia amiga tucana entristecida: Brasil cria mais de 142 mil empregos com carteira assinada e interrompe queda



Resultado é 0,37% mais alto que dados de junho, quando foram gerados mais de 120.400 postos

Do R7

Depois de abril, maio e junho com os piores índices de contratação em comparação com os meses correspondentes desde 2009, o mês de julho teve 142.496 empregos criados com carteira assinada no Brasil – uma alta de 0,37% em relação ao mês de junho, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta quinta-feira (21) pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).

O Caged nota que as contratações estão acima dos níveis do mesmo mês de 2011, quando o País gerou 140.563 empregos.
Em termos de emprego por setor da economia, todas as áreas apontaram expansão. Agropecuária (1,42%), construção civil (0,83%) e extração mineral (0,80%) foram os segmentos que mais subiram.

No primeiro semestre de 2012, a criação de emprego com carteira assinada recuou 26% na comparação com o mesmo período do ano passado. No total, os primeiros seis meses do ano somaram a abertura de 1,04 milhão de vagas com carteira assinada, já contabilizadas as informações passadas fora do prazo ao Ministério do Trabalho.”
Agora, o País abre o segundo semestre, que tem previsão de melhora da economia, com estabilidade no emprego. 

Na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo do mês de junho, os dados mostram um acréscimo de 1.232.843 empregos (+3,25%) no acumulado do ano. Nos últimos doze meses até julho, o avanço foi de 4,09% em relação ao mesmo período de 2011.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Desespero na mídia amiga tucana: salário médio de admissão aumenta 5,9% no primeiro semestre de 2012


Agência Brasil

“O salário médio de admissão no primeiro semestre do ano supera em R$ 56 o valor pago no mesmo período de 2011 - já considerada a inflação, o que corresponde a ganho real de 5,9%. A informação é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgado hoje (20).

Nos primeiros seis meses do ano passado, os trabalhadores eram contratados com salário de aproximadamente R$ 946. No mesmo período de 2012, o salário passou para R$1.002. Os estados com os maiores ganhos salariais foram Acre (13,4%), Sergipe (9,9%) e Pará (9,1%), todos acima da média nacional. Por outro lado, o crescimento do salário admissional foi menor em Roraima (2,3%), Rondônia (4,1%) e Pernambuco (4,3%). São Paulo, Rio de Janeiro e o Distrito Federal são as unidades da federação com os mais altos salários de admissão, entre R$ 1.141 e R$ 1.030 - os únicos estados em que ultrapassa R$ 1 mil. Em último lugar, ficou o salário pago na Paraíba, de R$ 768.”

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Desemprego cai e tem menor índice para maio desde 2002



Agência Brasil

“A taxa de desemprego em maio ficou em 5,8%, o que representa uma ligeira queda (0,2 ponto percentual) em relação a abril, quando o índice ficou em 6%. Na comparação com o resultado de maio de 2011 (6,4%), houve redução de 0,6 ponto percentual. A taxa registrada em maio deste ano é a mais baixa para o mês desde 2002, quando teve início a série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego (PME).

Os números do levantamento, divulgados hoje (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram ainda que o rendimento médio real habitual da população ocupada, que foi R$ 1,725,6 em maio, não sofreu variação na comparação mês a mês. Em relação a maio de 2011, houve um aumento de 4,9%.

De acordo com o IBGE, em maio a população desocupada, que somava 1,4 milhão de pessoas, ficou estável em relação ao mês anterior, e caiu 7,1% em relação a maio de 2011. Isso significa que em um ano houve menos 107 mil pessoas desocupadas nas regiões metropolitanas do país. Já a população ocupada, 23 milhões, aumentou 1,2% na comparação com abril e 2,5% em relação a maio do ano passado, o que representa mais 554 mil pessoas com ocupação.

Também não houve variação, no confronto com abril, no número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado – cerca de 11,2 milhões. Já na comparação anual, foram registrados mais 427 mil postos de trabalho com carteira assinada, uma elevação de 3,9%
A Pesquisa Mensal de Emprego é feita nas regiões metropolitanas de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Belo Horizonte, de Porto Alegre, Salvador e Recife. Entre essas, a capital baiana foi a que registrou maior taxa de desemprego em maio (8%), enquanto o menor nível foi observado em Porto Alegre (4,5%). No Rio, o índice foi 5,2%; em São Paulo, 6,2%; em Recife, 5,9%; e em Belo Horizonte, 5,1%.

Assim como o IBGE, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade) divulgam, em conjunto, levantamento mensal sobre o desemprego no país. No entanto, os índices apresentados nas duas pesquisas costumam ser diferentes, devido aos conceitos e metodologia usados.

Entre as diferenças está o conjunto de regiões pesquisadas. Ao contrário do trabalho do IBGE, a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), feita pelo Dieese e pela Fundação Seade, não engloba o levantamento dos desempregados da região metropolitana do Rio de Janeiro. Já na PME, não estão incluídas duas regiões que fazem parte do conjunto da PED: Fortaleza e o Distrito Federal.”

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

MENOR DESEMPREGO DA HISTÓRIA DO BRASIL!



Fonte da imagem AQUI.

O desemprego brasileiro caiu para 4,7% em dezembro, ante 5,2% em novembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira. Com isso, a taxa fechou 2011 com a média de 6,0% , sendo que em 2010 ela havia ficado em 6,7%.

Os resultados de dezembro e do ano são os menores desde o início da série em 2002. Economistas consultados pela agência inglesa de notícias Reuters projetavam leitura de 4,9% em dezembro.

No mês passado, a população ocupada caiu 0,4% em comparação a novembro, totalizando 22,734 milhões. Sobre dezembro de 2010, houve um crescimento de 1,3%.

Na média de 2011, a população ocupada avançou 2,1% ante 2010, chegando a 22,5 milhões.

O salário médio do trabalhador brasileiro, em dezembro, ficou em R$1.650,00, um ganho de 1,1% sobre novembro e de 2,6% em relação a um ano antes.

Na média do ano passado, o salário médio ficou em R$1.625,46, crescimento de 2,7% sobre a média de 2010 e o maior patamar médio da série do IBGE.

CdB

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Só o trabalho interessa os jovens brasileiros

Temos muitos dados que revelam a crise do ensino médio no Brasil. Além de dados que comprovam que maior instrução não gera - como se divulga por aí - maiores salários. Vamos aos dados de duas matérias da Folha de São Paulo a respeito, a última divulgada ontem:

Rudá Ricci

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Negros, jovens e mulheres são mais atingidos por desemprego




Foi lançado ontem (25) o Anuário do Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda 2010/2011, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Entre os dados divulgados, o maior desemprego que ainda há entre mulheres, negros e jovens.

O anuário procura levantar todas as informações referentes ao mercado de trabalho nos anos de 2010 e 2011, e está dividido em seis partes: mercado de trabalho, intermediação de mão de obra, seguro-desemprego, qualificação profissional, economia solidária e juventude. Outra informação que se destaca é a taxa de desemprego muito alta para quem tem menos de 20 anos.

Para o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, os dados, no geral, demonstram que há uma forte geração de empregos com carteira assinada e a consequente redução do desemprego e da informalidade. Clemente Lúcio destacou o crescimento do setor das cooperativas, que já somam mais de 25 mil no país, que ajuda a impulsionar ainda mais a oferta de vagas.

Sobre os problemas, o diretor do Dieese aponta, como exemplos mais representativos, o desemprego maior entre mulheres, negros e jovens. “Há ainda um caminho muito longo para que mulheres, negros e jovens tenham uma participação mais igualitária do ponto de vista da ocupação e das condições de trabalho, para que todas as pessoas possam ter um sistema de proteção social adequado”, disse.

Segundo dados do anuário, o desemprego entre os jovens de 18 a 20 chega a 50%. Entre as mulheres é 11,1% (contra 6,2% entre os homens). E entre os negros, 10% (contra 7,3% da população branca e 9,1% da parda). Todas as comparações são com dados de 2009.

“O anuário serve às políticas de emprego e qualificação do ministério, mas também para, por exemplo, uma empresa que quer se instalar em uma determinada região saber se tem trabalhador qualificado para o tipo de serviço, saber se a faixa de salário do consumidor vai fazer com que valha a pena ele se instalar nessa região”,explicou o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.

Até o final do ano, o anuário estará disponível na página do MTE .

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Brasil gera mais de 200 mil empregos em setembro




Roberta Lopes, Agência Brasil

“O país registrou a criação de 209.078 empregos formais em setembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. O resultado foi menor do que o do mesmo período do ano passado, quando foram gerados 246.875 empregos.

De acordo com o governo, em setembro, foram contratadas 1,76 milhão de pessoas e demitidas 1,55 milhão. Em agosto foram criados 190.446 postos de trabalho.

Com esse resultado, o país criou mais de 331 mil empregos no terceiro trimestre de 2011. No acumulado do ano, o número de postos de trabalho ficou em 2,07 milhões.

Durante a divulgação dos dados do Caged no mês passado, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, disse que o ano deve fechar com a criação de menos de 3 milhões de empregos.”

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Vai dar no Jornal Nacional: entre 2001 e 2009, mais de 13 milhões de pessoas entraram no mercado de trabalho formal

Roberta Lopes, Agência Brasil

“A parcela de trabalhadores formais cresceu 43,5% entre 2001 e 2009, de acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado hoje (27). Segundo o instituto, o número de trabalhadores não formalizados cresceu menos no período: 9,2%. Em 2001, o país tinha 28,5 milhões de pessoas trabalhando com carteira assinada. Em 2009, esse número passou para 41 milhões. Já o número de informais aumentou de 43,7 milhões para 47,7 milhões no período.

Segundo o pesquisador do Ipea Sandro Sacchet, esse aumento se deu por dois fatores principais. “À medida que a economia cresce, cresce também o número de postos formais de trabalho. Além disso, o Ministério do Trabalho aumentou a fiscalização”, explicou.
A Região Sudeste registra a maior parcela de trabalhadores formais. Da população economicamente ativa, 53,6% têm contrato de trabalho assinado. A Região Nordeste, por sua vez, foi a que apresentou a maior taxa de crescimento dos postos formais de trabalho, 27,4% entre 2001 e 2009.

O estudo mostra que a formalização é maior entre os homens. Em 2001, 37,7% dos empregados do sexo masculino tinham carteira assinada. Em 2009, o percentual passou para 44,5%, um aumento de 18% no período analisado. Entre as mulheres, a formalização aumentou 14,8%, passando de 38,2% em 2001 para 43,8% em 2009. Praticamente a mesma taxa de crescimento do numero de mulheres em ocupações informais (15%).

O estudo mostra que a taxa de formalização tem crescimento diretamente porporcional à elevação do nível de escolaridade do trabalhador. Entre os trabalhadores com até três anos de estudo, a proporção de formais cresceu 9%. O mesmo aconteceu com os que passaram mais de 15 anos na escola.

Entre os ramos de atividade, o estudo mostra que o setor agrícola ainda concentra o maior número de empregos informais. Em 2009, apenas 10,8% dos trabalhadores estavam protegidos pela legislação trabalhista. Outro setor onde a informalidade é grande é a construção civil. Apesar disso, os dois setores ampliaram em 32%, entre 2001 e 2009, a oferta de vagas formais.

As atividades tradicionalmente mais formalizadas são aquelas mais próximas da atividade pública, como nas áreas de educação, saúde e assistência social, onde a taxa de formalização ficou acima dos 69% no período estudado.”

terça-feira, 26 de abril de 2011

Salário, inflação e uma idéia de jerico

Além do problema do real sobrevalorizado, comentado nesta página na sexta-feira, há outro vetor econômico que há que comentar porque também apresenta distorção: a inflação e a sua relação indissociável com os níveis de atividade econômica e emprego.
Não recomendo que se dê muita bola para o que diz a grande imprensa sobre economia. Ao menos sem analisar e checar o contraponto de cada vírgula de suas teses. Quem deu ouvidos a ela no âmbito da crise econômica internacional, por exemplo, deu com os burros n’água......

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Economistas divergem sobre pleno emprego no Brasil

Wellton Máximo, Agência Brasil


"Com o desemprego em 5,3%, no menor nível desde março de 2002, economistas divergem sobre se a economia brasileira está se aproximando do pleno emprego. Segundo especialistas, o mercado de trabalho está reagindo ao crescimento econômico do último ano, mas ainda há outras variáveis a serem consideradas para saber se o país está chegando a esse cenário.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Economia cria 15 milhões de empregos nos dois mandatos de Lula

A economia brasileira gerou 2.524.678 empregos formais no ano de 2010, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados no início da tarde desta terça-feira (18). É um recorde que superou a meta anunciada pelo governo de 2,5 milhões. Ao longo de oito anos de governo Lula foram criados 15 milhões de empregos formais.
Vermelho.org

De acordo com o Ministério do Trabalho, essa é a primeira vez desde que foi adotada a nova metodologia pelo ministério, em 1999, que o número de empregos com carteira assinada ultrapassa 2 milhões em um ano.

Forte recuperação

Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, o recorde na geração de empregos em 2010 se deveu ao forte ritmo de crescimento da economia brasileira após a crise financeira de 2009. "Viemos de 2009 onde a economia estava parada. A consequência dessa parada foi a retomada forte da economia em 2010. Essa comparação com um ano fraco de 2009 favorece 2010", disse.

Considerando apenas o mês de dezembro, no entanto, a economia brasileira fechou 407.510 postos com carteira assinada. Foram 1.230.563 admissões e 1.638.073 desligamentos, ambos recordes para meses de dezembro. O resultado negativo é considerado normal (sazonal) no mês.

Ainda de acordo com informações do Caged, durante os dois mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (de janeiro de 2003 a dezembro de 2010) foram criadas 15.048.311 vagas.”
Matéria Completa, ::Aqui::

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Desemprego no país pode fechar o ano abaixo de 10%, diz Dieese

Giuliana Vallone, folha.com

“A taxa de desemprego no país pode ficar abaixo de 10% até o final do ano, segundo pesquisa realizada pela Fundação Seade e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) em sete regiões metropolitanas. 

Em setembro, a taxa --pesquisada em São Paulo, Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Recife, Salvador e Porto Alegre-- ficou em 11,4%, ante 11,9% em agosto. "O desemprego tende a continuar caindo até o fim do ano, e a gente espera uma taxa muito próxima de 10% ou até abaixo disso. É bem razoável pensar em uma taxa de um dígito", disse o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz. 

Em São Paulo, a taxa também deve fechar o ano abaixo dos 10%, registrando o menor índice de desemprego desde 1991. O desemprego na região metropolitana vem caindo desde maio e chegou a 11,5% em setembro, o menor para o mês desde 1991. 

"Estamos vendo um ciclo muito favorável de expansão do emprego no país, com a retomada dos investimentos e a renda e o crédito crescendo", afirmou Sérgio Mendonça, também do Dieese. 

De acordo com ele, a taxa de desemprego deve continuar registrando redução nos próximos anos, se a taxa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) prevista para 2011, de cerca de 5%, for mantida.” 
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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Nordeste foi o carro-chefe do emprego e da renda em 2009

Os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) divulgados, na última quinta-feira (5), pelo Ministério do Trabalho, mostram que foram fechadas 198 mil vagas para trabalhadores de menor escolaridade (até a 8ª série do ensino fundamental) no ano de 2009, enquanto o saldo foi positivo em 1,963 milhão de empregos para as demais faixas de escolaridade, resultando em um saldo total de 1,765 milhão de ocupações formais — celetistas ou funcionários públicos. 

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Indicadores revelam a revalorização do trabalho no governo Lula

Informações contidas na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) retratam a trajetória de revalorização do trabalho no governo Lula, com destaque para o comportamento altamente positivo do mercado de trabalho. Em 2009, apesar da crise, foram criados 1,7 milhão de novos postos de trabalho e desde 2003 o saldo é de 14 milhões de empregos no Brasil.