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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Tucanoreich: a latrina da democracia - Como e porque Gilmar Mendes e o PSDB mantêm Marcos Valério refém.


Agnelo, meu camarada, acho que vale a pena a colocação só link a seguir do NovoJornal. Ele evidencia todo o enredo de cooptação, corrupção e tomada das instituições democráticas protagonizado pelos tucanos e seus sócios capitalistas em Minas Gerais.

Infelizmente, minha terra se transformou na latrina da democracia. Estamos reféns de um grupo mafioso que agora se prepara para tomar de assalto o Brasil. Deus nos proteja de um destino desses. O trabalho de resistência do Carone com seu NovoJornal merece ser repercutido por sua importância, profundidade e coragem. As transcrições das gravações de um operador do esquema, o advogado Joaquim Engler, escancaram o desprezo desse grupo pela sociedade, é um tapa na cara das pessoas de bem. Como já foi escrito, não conseguiria comer tanto para tudo o que gostaria de vomitar.

Um forte abraço.
Schettino


“Relatório Reservado” entregue aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em final de julho de 2012 informa que chegara às mãos do senador Aécio Neves, através de Álvaro Rezende, cópia do depoimento que Marcos Valério pretendia fazer perante 
a Procuradoria Geral da República (PGR). Na mesma oportunidade, Valério entregaria documentos que comprovavam como funcionou o esquema de arrecadação ilícita no Governo de Minas após 2002, através da gestora das verbas de publicidade, sua irmã, Andréa Neves.
Interlocutor de Marcos Valério, Álvaro Rezende, dono da R&C Propaganda, agência que acompanha Aécio Neves desde quando, na década de 80, após a morte de seu avô, ocupou o cargo de diretor de loterias da Caixa Econômica Federal, sob a presidência de Danilo de Castro. Mesma época do escândalo da Ghetec e da abafada morte da filha de um diretor da Caixa, afogada em uma piscina em função de uso excessivo de droga.
Rezende informara ainda à Aécio que Valério estaria desesperado e revoltado, pois tinha certeza que seria condenado pelo STF por pressão da mídia aliada do PSDB e que teria sido abandonado, estando passando dificuldades financeiras. Logo depois deste encontro, “Carta Capital” publicaria a “Lista do Mourão”. Investigações anteriores da Polícia Federal concluíram que o documento teria sido entregue por Mourão a Nilton Monteiro.
A repercussão da publicação de “Carta Capital” da “Lista do Mourão” e outros documentos mostrando como operou o esquema criminoso em Minas Gerais assustaram Aécio, que teria decidido agir para evitar que Valério cumprisse o prometido, determinando que fosse feito acordo.  Na condução deste acordo, segundo o “Relatório Reservado”, estariam Danilo de Castro e o advogado de Marcos Valério.
Contratos do Governo de Minas Gerais celebrados com as empresas de Marcos Valério, além do aval de Danilo de Castro em empréstimos considerados simulados pelo STF, foram investigados pela PF. Castro confessou que realmente havia avalizado o empréstimo, porém as justificativas não convenceram os investigadores.
Através de parecer do então Procurador Geral Antônio Fernando e decisão do Ministro Joaquim Barbosa determinaram-se maior aprofundamento nas investigações pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Os resultados destas investigações, se ocorreram, jamais vieram a público.
Segundo um ex-ministro do STF, pouco depois de “Carta Capital” divulgar (27/07/2012) a lista contendo o nome de Gilmar Mendes como um os beneficiados pelo esquema do “Mensalão”, circulou entre os ministros do STF o “Relatório Reservado”.
Teria sido combinado que Valério não narraria fatos envolvendo o PSDB e se condenado ele cumpriria sua condenação em Minas Gerais, recebendo em troca de declarações contra Lula perante a PGR regalias no cumprimento da pena de prisão, além da retirado de mesa, para julgamento perante a 1ª Turma do STF, o Hábeas Corpus nº. 97.416 concedido liminarmente por Gilmar Mendes que possibilitou sua liberdade após prisão na “Operação Avalanche”, da Polícia Federal.
Trata-se de uma decisão monocrática quando Mendes exercia a presidência do STF e, seguindo parecer da PGR e da relatora Ministra Carmem Lúcia, a mesma deveria ser revogada, restabelecendo a prisão. Em sua decisão, Gilmar Mendes afirmou que o juiz que determinou a prisão de Valério utilizou argumentos “fortemente especulativos”.
Para ele, o juiz que decretou a prisão preventiva expôs “simples convicção íntima, supondo que Rogério e Marcos poderão tumultuar as investigações com base em suspeitas sobre fatos passados, sem necessária indicação de ato concreto, atual, que indique a necessidade de encarceramento ou manutenção no cárcere em caráter provisório”. Os “fatos passados” a que Gilmar Mendes fundamentou sua decisão é a participação de Valério e Tolentino no esquema do Mensalão.
Consta do relatório cópia da movimentação processual comprovando a retirada do HC de mesa da 1ª Turma do STF em 06 de Setembro de 2012, em pleno julgamento do Mensalão e cinco dias antes de proferida a primeira condenação contra Marcos Valério. O HC estava em mesa pronto para julgamento há dois anos, desde 08 de Junho de 2010.
A data da retirada do HC 97.416 de mesa da 1ª Turma coincide com a data do novo depoimento prestado por Marcos Valério perante a PGR acusando Lula.
Também acompanha o relatório cópia da ata de reunião do conselho de administração da Copasa, mostrando a aprovação de um termo aditivo em contrato de publicidade com a R&C Propaganda, origem dos recursos que teriam sido repassados a Marcos Valério. A Copasa foi uma das fontes de recurso público que abasteceu, em 1998, o esquema montado por Eduardo Azeredo, denominado “Mensalão do PSDB”.
Minas Gerais, Estado governado pelo PSDB desde 2002, mantém controle absoluto sobre o Poder Judiciário e Ministério Público, onde às execuções das penas privativas de liberdade só ocorrem de acordo com sua vontade. Exemplo disto é a permanência em liberdade do ex-detetive Reinaldo Pacífico de Oliveira Filho, condenado em janeiro de 2009 a 14 anos de prisão, pelo assassinato da modelo Cristiana Aparecida Ferreira, na época com 24 anos.
O corpo da modelo foi encontrado num flat no Bairro de Lourdes, Centro-Sul de Belo Horizonte, em agosto de 2000 e ainda encontra-se pendente de investigação a acusação de crime de mando, contra o ex-ministro Walfrido dos Mares Guia e de diversas autoridades do governo mineiro.
Segundo o “Relatório Reservado”, fora em função e após o acordo que, através de um advogado de FHC, Gilmar Mendes teria recebido cópia das hoje comprovadas perícias fraudadas realizadas pela Polícia Civil de Minas Gerais, conduzidas pelo delegado Nabak a mando de Danilo de Castro, juntada na denúncia contra “Carta Capital”.
O único resultado prático do “Relatório Reservado” teria sido o de abortar o esquema montado, obrigando que Gilmar Mendes e o Procurador Geral, Roberto Gurgel, afirmassem à imprensa que tinha pouca importância às declarações prestadas por Marcos Valério contra Lula.
Segundo o ex-ministro do STF, embora sem identificação de autoria e timbre, saiba-se que o constante no “Relatório Reservado” seria fruto de investigações da ABIN, que vem acompanhando de perto toda movimentação em torno do processo do Mensalão, principalmente na defesa da integridade física do ministro Joaquim Barbosa.
Conforme noticiado por Novojornal, o Relatório da Polícia Federal relativo às investigações do “Mensalão” encaminhado ao STF, cita que as investigações se basearam em uma lista aprendida, também conhecida como “Lista do Mourão”.
Encontra-se com o ministro Joaquim Barbosa o inquérito nº. 3530 e no mesmo foi juntado denúncia sobre o esquema montado para forjar a perícia apresentada na acusação de Gilmar Mendes contra “Carta Capital”, atestando ser falsa a “Lista do Mourão”.
Como dito anteriormente, a “Lista do Mourão” foi apreendida anos antes e considerada autêntica no Relatório da Polícia Federal.
Acompanhando a denúncia estão documentos que comprovam como operou a organização criminosa junto ao Poder Judiciário, Ministério Público e Polícia Civil de Minas Gerais, além das transcrições de gravações de reuniões da organização criminosa feitas pelo advogado J.Engler, narrando assassinatos, fraude processual, falsificação de documentos, suborno de promotores, juizes, desembargadores, peritos e delegados da Polícia Civil mineira.
Segundo o ex-ministro do STF, “este é o resultado de uma década de governo alienígena, descomprometido com a ética, moral e tradições mineiras, onde as instituições e a sociedade foram levadas a mais baixa degradação”.
Fatos e documentos comprovam o narrado no “Relatório Reservado”, cabendo agora ao ministro Gilmar Mendes e a seus colegas do STF explicar a sociedade, que assistiu e acompanhou o julgamento do “Mensalão”, os motivos que os levaram a permitir que Marcos Valério permanecesse solto, através de uma liminar concedida e mantida pela manobra regimental de retirada do HC de mesa perante a 1ª Turma.
Para a opinião pública, através da imprensa, ao contrário do ocorrido, Gilmar Mendes e os demais ministros reclamam que a prisão de Marcos Valério demorará, tendo em vista diversos recursos que estão sendo e serão utilizados por sua defesa.
Caso Gilmar Mendes não apresente uma justificativa plausível, estará comprovada a tese de que Marcos Valério agiu a serviço do PSDB ao denunciar Lula e por trás estava não o ministro do STF e sim o homem de confiança do PSDB, que antes de ser ministro foi Advogado Geral da União do governo tucano de FHC, que o indicou para o STF.
Consultados através de suas assessorias, o governo de Minas Gerais, o senador Aécio Neves e o Ministro Gilmar Mendes optaram por nada comentar. A Copasa, consultada, informou ser normal a celebração de aditivos ao contrato de publicidade.
Documentos que fundamentaram a matéria:


http://www.ocabrestosemno.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=5795&catid=3&Itemid=9#.UlRTc-Uoa0I.facebook

domingo, 4 de novembro de 2012

Os segredos de Valério



 

 

 

 

REINALDO AZEVEDO

 

"A CAPA DE VEJA – TALVEZ A MATÉRIA MAIS EXPLOSIVA DEPOIS DA ENTREVISTA DE PEDRO COLLOR, DO BOB JEF E DO E.T DE VARGINHA".

 

 O que seria desse mundo se os designos de Deus fossem levados ao pé da letra, como ordenou nosso Senhor ao Profeta Noé? Ora, Deus, na sua infinita sabedoria, sabia o que estava fazendo, quando ordenou a Noé que construísse a arca e nela colocasse um casal de cada animal habitante desse planeta. Deus pretendia que o mundo fosse habitado por cada criatura que havia criado, mesmo os dinossauros e TUCANOS, quando o PT, sob o comando de LULA e Genoíno, ordenou que José Dirceu desencadeasse a "OPERAÇAO DINO" e sequestrasse o casal de dinossauros que Noé havia capturado e deixado amarrados no pé da mesa da varanda, no quintal, pouco antes do GRANDE DILÚVIO. Assim não foi possível embarcar os animaizinhos. As consequências todos já sabem: EXTINÇÃO COMPLETA DOS ANIMAIS.

Ao procurar a Revista Veja para colocar a boca no Trombone, Valério tinha em mente apenas cumprir seu dever como cidadão, pois não poderia quardar para si tamanha responsabilidade: a de revelar ao mundo a temeridade que é esse partido, o PT. Num ato de tamanha bravura e despojamento pessoal, procurou a REVISTA MAIS SÉRIA do UNIVERSO - A VEJA, para contar o que sabe sobre tudo isso que ficou por milhares de anos escondido. 

Segundo a revista VEJA, Valério contou (o áudio foi entregue ao Procurador Gurgel, uma cópia está com o Malafaia e outra com o Bispo de campinas):"Noé procurou o núcleo duro do PT, já que o núcleo mole estava articulando a morte de uma prefeito perto do mar Egeu, para propor o financiamento da construção da Arca. O PT então exigiu que 45% do valor fosse retornado em forma de BÔNUS DE VOLUME, que é calculado em virtude do tamanho e da finalidade da Arca. Noé concordou e disse que entregaria a planilha de cálculos a Genoíno, e indicou uma conta,onde depositaria o TAL BÔNUS DE VOLUME para o PT,  num banco no alto do farol da Alexandria, que era então o lugar mais alto da terra e onde GENOÍNO poderia facilmente pegar a grana após o GRANDE DILÚVIO. Assim então fez Noé: entregou A PLANILHA DE CÁLCULOS a Genoíno. Ao ver o tamanho da Arca, Genoíno ficou preocupado, pois os recursos seriam todos consumidos, em virtude do tamanho da Nau. Passou o caso para LULA, que foi consultar o DIRCEU. Este, ao refazer os cálculos, viu que se retirasse o compartimento dos DINOSSAUROS, a construção da arca poderia ficar mais em conta e sobraria mais dinheiro para o BÔNUS DE VOLUME. Foi falar com Noé que ficou irredutível, poi a ordem divina deveria ser cumprida na íntegra, a não ser que Deus desse sinais de que havia mudado de idéia".

A cúpula do PT (o núcleo DURO e o núcleo MOLE) se reuniram por sete dias e sete noites na sala anexa do terceiro andar do palácio do planalto. (foto)


 Ao final da reunião ficou decidido que José Dirceu ficaria encarregado da "trama" que levou Noé a interpretar como sinal divino o não comparecimento do casal de dinossauros para o embarque, minutos antes do Grande Dilúvio.

José Dirceu rapitou o casal de dinossauros na manhã que antecedeu o Grande Dilúvio, subornando, com a ajuda de Genoíno, um dos filhos de Noé. O casal de dinossauros foi transportado no Land Rover do secretário do Núcleo Mole do PT, Silvio Pereira.  O carro foi  presente da empreiteira GDK. A empresa tinha contratos com a Petrossauro, então notória área de influência do grupo de José Dirceu, do qual Silvinho, como é conhecido, fazia parte.

Noé não poderia mais esperar os ANIMAIZINHOS, pois o GRANDE DILÚVIO já se aproximava e entendeu que aquilo era um sinal divino, quando recebeu em suas mãos a FATURAS QUITADAS de tudo o que gastara com a GRANDE NAU.

A revista VEJA procurou os responsáveis ( ou o que sobrou deles) pela venda do material  usado na construção da GRANDE NAU e descobriu que estão TODOS MORTOS. Acredita-se que morreram antes do GRANDE DILÚVIO, num ato perfeitamente calculado pelo PT, como forma de não deixar rastros.
  
blogdoonipresente

Sobre o retorno de Marcos Valério


Até quando será tolerado no Brasil que a mídia publique acusações graves sem nenhuma prova?

E lá vem ele de novo
E lá vem ele de novo, Marcos Valério.
Pobre leitor.
Mais uma vez, o que é apresentado – a título de “revelações” – é um blablablá conspiratório e repetitivo em que não existe uma única e escassa evidência.
Tudo se resume às palavras de Marcos Valério. Jornalisticamente, isso é suficiente para você publicar acusações graves?
Lula, no Planeta Veja, já não é apenas o maior corrupto da história da humanidade. Está também, de alguma forma, envolvido num assassinato. Chamemos Hercule Poirot.
Se você pode publicar acusações graves sem provas, a maior vítima é a sociedade. Não se trata de proteger alguém especificamente. Mas sim de oferecer proteção à sociedade como um todo.
Imagine, apenas por hipótese, que Marcos Valério, ou quem for, acusasse você, leitor. Sem provas. Numa sociedade avançada, você está defendido pela legislação. A palavra de Valério, ou de quem for, vale exatamente o que palavras valem, nada – a não ser que haja provas.
Já falei algumas vezes de um caso que demonstra isso brilhantemente. Paulo Francis acusou diretores da Petrobras de corrupção. Como as acusações – não “revelações” – foram feitas em solo americano, no programa Manhattan Connection, a Petrobras pôde processar Francis nos Estados Unidos.
No Brasil, o processo daria em nada, evidentemente. Mas nos Estados Unidos a justiça pediu a Francis provas. Ele tinha apenas palavras. Não era suficiente. Francis teria morrido do pavor de ser condenado a pagar uma indenização que o quebraria financeira e moralmente.
Os amigos de Francis ficaram com raiva da Petrobras. Mas evidentemente Francis foi vítima de si mesmo e de seu jornalismo inconsequente.
Francis foi vítima de Francis
Por que nos Estados Unidos você tem que apresentar provas quando faz acusações graves, e no Brasil bastam palavras?
Por uma razão simples: a justiça brasileira é atrasada e facilmente influenciável pela mídia. Se Francis fosse processado no Brasil, haveria uma série interminável de artigos dizendo que a liberdade de imprensa estava em jogo e outras pataquadas do gênero.
Nos Estados Unidos, simplesmente pediram provas a Paulo Francis.
Uma justiça mais moderna forçaria, no Brasil, a imprensa a ser mais responsável na publicação de escândalos atrás dos quais muitas vezes a razão primária é a necessidade de vender mais e repercutir mais.
Provas são fundamentais em acusações. Quando isso estiver consolidado na rotina do jornalismo e da justiça brasileira, a sociedade estará mais bem defendida do que está hoje.
Paulo Nogueira 

domingo, 4 de dezembro de 2011

A IMPRENSA QUE ENVERGONHA - O GLOBO E A "INFORMAÇÃO" TENDENCIOSA E INCOMPLETA.


O jornal O Globo segue firme na sua linha de desinformar e atuar como braço midiático do partido tucano, o PSDB. Na capa de sua edição de sábado (03/12) o jornal traz a notícia da prisão de Marcos Valério, a quem classifica como lobista e operador do Mensalão, no maior "escândalo" do governo Lula e do PT.

Uma pena que os editores, redatores e jornalistas de O Globo tenham omitido a denúncia de que Marcos Valério começou sua "carreira" de lobista, desviando verbas publicitárias para políticos fazerem caixa 2, lá em Minas Gerais, na campanha do TUCANO Eduardo Azeredo. Uma pena que sobre esse caso, que também tramita na Justiça, o MENSALÃO TUCANO, o jornal não diga uma linha, uma vírgula.

Manipulando a informação, omitindo fatos e casos de corrupção que atingem certos partidos e políticos, seletiva em suas denúncias e agindo de forma tendenciosa, a parte da imprensa que age assim, é uma das maiores fontes de alimentação da corrupção. Os maus políticos e governantes que rezam pela cartilha dos monopólios da comunicação, sabem que terão seus "mal feitos" encobertos, ou na pior das hipóteses, atenuados, pouco destacados e logo esquecidos.

Agora, quem não é "da casa dos jornalões", será tratado com letras garrafais, apontado, pré-julgado e sofrerá toda sorte de campanhas e matérias difamatórias e desabonadoras, ainda que não tenha culpa provada. 

DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS, UMA VERGONHA.

by: oo7Bondblog