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domingo, 11 de dezembro de 2011

As vacas poluem tanto quanto os carros?

A agricultura é responsável por aproximados 14% dos gases estufa do mundo. Uma porção significativa dessas emissões vem do metano, que em termos de sua contribuição para o aquecimento global, é 23 vezes mais poderoso do que o dióxido de carbono. A Organização da Agricultura e Alimentos dos EUA informa que a produção de metano na agricultura pode aumentar em 60% por volta de 2030 [Fonte: Times Online (site em inglês)]. Cerca de 1,5 bilhão de vacas e bilhões de outros animais de pastagens existentes no mundo emitem dúzias de gases poluentes, incluindo uma grande quantidade de metano. Dois terços de toda a amônia vem das vacas.
                                                                          Fotógrafo: Joe Gough | Agência: Dreamstime.com

As grandes quantidades de metano produzido pelas vacas são agoracausa de preocupação e assunto para muitas pesquisas científicas.....

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Mudanças climáticas reflectem-se no tamanho de animais e plantas

Estudo de investigadores da Universidade de Singapura publicada na «Nature Climate Change»

Várias espécies foram ficando mais pequenas com o aumento da temperatura.Devido ao aumento das temperaturas e à falta de água o tamanho dos animais e das plantas está a diminuir. É o que defende um grupo de investigadores da Universidade de Singapura que publicou agora um estudo na «Nature Climate Change». As mudanças, advertem, podem ter profundas implicações na produção de alimentos nos próximos anos.

David Bickford e Jennifer Sheridan analisaram registos fósseis e dezenas de estudos que mostram que muitas espécies de plantas e animais como aranhas, escaravelhos, abelhas, cigarras e formigas foram ficando mais pequenas com o passar do tempo devido às mudanças climáticas.

Citaram uma experiência que mostra como os frutos de uma grande variedade de plantas são 3 a 17 por cento mais pequenos por cada grau célsius. Cada grau de aquecimento reduz também entre 0,5 e 4 por cento do corpo dos invertebrados marinhos e entre 6 e 22 por centos dos peixes.

Os peixes mais pequenos podem ver aumentar a sua capacidade de sobrevivência com as temperaturas mais quentes. Mas as condições de seca podem dar lugar a descendentes mais pequenos, baixando a média do tamanho, afirmam os autores.

Os impactos podem ir de uma maior limitação de recursos alimentares (menor quantidada de alimentos produzidos na mesma quantidade de terra) até uma perda maior da biodiversidade.

Artigo: Shrinking body size as an ecological response to climate change
http://www.cienciahoje.pt