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quinta-feira, 1 de março de 2012

Israel: Estado Racista e Terrorista

Dez crianças palestinas, com idades de 4 a 5 anos de idade, foram mortas em um acidente de trânsito perto de Jerusalém, em 16 de fevereiro de 2012. Outras quarenta criancinhas ficaram feridas, sendo oito em estado grave.
Alguns israelenses trataram o acidente assim...

Triste... Muito Triste!
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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Israel quer beduínos fora da Cisjordânia





Jillian Kestler-D’Amours, IPS / Envolverde

“Israel avança com seu plano de reassentar dezenas de milhares de beduínos do território palestino da Cisjordânia, o que implicará para a população autóctone perder sua moradia, e também seu estilo de vida tradicional. “Os beduínos dependem dos animais. Não podemos cuidar deles em um povoado ou em uma cidade”, disse Mohammad al Korshan, que mora em um acampamento com sua família e outras 90 pessoas, perto da localidade de Anata, nordeste de Jerusalém, na Cisjordânia.

“Nos matarão se nos levarem para uma cidade. Dentro de alguns anos não haverá mais beduínos na região. Queremos ficar em nossas casas. Se destruírem as casas ou nossas barracas, as reconstruiremos. Não partiremos. Mesmo se nos matarem, queremos ficar. Não temos para onde ir”, disse Korshan à IPS. A Administração Civil de Israel, encarregada da área C do território ocupado da Cisjordânia, prevê expulsar 27 mil beduínos de suas comunidades nessa área nos próximos três a seis anos. Israel tem o controle total, militar e administrativo, da área C....

terça-feira, 17 de maio de 2011

Mais de Israel e do mundo árabe

ImageEste ano, sob a inspiração da revolta árabe em vários países do Oriente Médio, a comemoração do aniversário de criação de Israel foi palco de intensos confrontes entre israelenses e palestinos. Eles se deram na faixa de Gaza, na Cisjordânia e nas fronteiras com Líbano e Síria. A tensão na região aumentou e jornais já contabilizam 13 mortos por tiros das forças israelenses.
O dia, comemorado em Israel, e tido por palestinos e pelo mundo árabe como “nakba” – catástrofe, em português –, é mais um indicador de que a região tem dificuldades para encontrar uma solução equilibrada e pacífica para o destino de 4,7 milhões de palestinos e seus descendentes.
O tema foi tratado com destaque na Al Jazeera, maior emissora de TV do Catar e referência no mundo árage. Suas reportagens apontam mortos e feridos em Gaza, colinas de Golan, Ras Maroun e Cisjordânia. A coluna de Nelson Sá, na Folha, chama a atenção para matéria no The New York Times sobre o mesmo assunto. O jornal norte-americano ressalta que soldados daquele estado atiraram em centenas de palestinos que tentavam atravessar as fronteiras.
Egípcios e a "causa palestina"
Os confrontos também tiveram a atenção da Al Jazeera e da France Presse, que divulgaram a morte de um palestino de 16 anos em Jerusalém Oriental. Os autores do disparo teriam sido seguranças de um assentamento israelense. Na véspera, a mesma TV do Catar havia noticiado que egípcios teriam feito um protesto na praça Tahrir  "em apoio à causa palestina".
Do outro lado do mundo, ressalta Nelson Sá, em Nova York, a comunidade judaica viveu uma controvérsia que chegou às páginas do The New York Times. O conselheiro Jeffrey Wiesenfeld teria conseguido vetar a homenagem da City University ao dramaturgo Tony Kushner, sob o argumento de que Kushner participara da "limpeza étnica" de palestinos depois da criação de Israel, em 1948.
via opensante

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Israel contra a reconciliação palestina

Num caso escandaloso de chantagem, Telavive sequestra fundos e tenta bloquear caminho para a paz. Mas, após décadas, árabes parecem prontos a reconquistar apoio internacional e ofensiva diplomática

Mel Frykberg, Envolverde / Outras Palavras

Israel atacou o acordo alcançado no Cairo pelos dois principais partidos palestinos após quatro anos de conflitos internos, e ameaçou impor mais sanções econômicas, além do congelamento de impostos arrecadados pelo Estado judeu em nome de seu vizinho. “Acordamos formar um governo composto por figuras independentes que comecem a preparar as eleições presidenciais e parlamentares”, disse na semana passada Azzam al-Ahmad, negociador-chefe do partido Fatah, de Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP).

“As eleições serão organizadas dentro de alguns meses”, disse Azzam, acrescentando que a Liga Árabe supervisionará a execução do acordo. “Nossa divisão é uma oportunidade para os israelenses. Hoje viramos a página”, disse Musa Abu Marzuk, autoridade do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas). O acordo assinado no dia 27 de abril tem cinco pontos e incluem forças de segurança combinadas e um governo com “figuras nacionalistas”, destacou Mahmoud al-Zahar, alto representante do Hamas que participou das conversações. Além disso, os dois partidos libertarão seus presos mutuamente.

As partes também acordaram sobre quem ocupará um assento no comitê central de eleições e quais estarão entre os 12 juízes que supervisionarão a votação. Além disso, um comitê de defesa conjunto controlará as forças de segurança palestinas. O governo interino estará integrado por tecnocratas sem filiação partidária e designados pelos dois partidos.

O governo de Israel utiliza esse acordo de unidade, que será ratificado esta semana no Cairo, para justificar medidas econômicas punitivas contra os palestinos. O ministro das Finanças israelense, Yuval Steinitz, negou-se a entregar US$ 88 milhões arrecadados com impostos aduaneiros e outros fundos palestinos, como deveria ter feito, segundo os Acordos de Oslo de 1993. O governo também disse que estuda impor sanções econômicas adicionais. Mais de 170 mil palestinos funcionários da ANP em Gaza e na Cisjordânia não receberão seus salários se o dinheiro não for liberado, o que criaria um caos.”

Artigo Completo, ::Aqui::

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Assim se vive em Gaza

A luta cotidiana dos habitantes de Gaza contradiz as informações israelenses de que a missão de ajuda da frota humanitária era desnecessária
É sexta-feira, o fim-de-semana muçulmano, e a família Sharif aguarda o momento culminante da sua semana: frango no almoço. Na vazia cozinha da sua casa, no superpovoado acampamento de refugiados Beach, Amal Sharif, de 45 anos, inclina-se sobre uma panela fumegante de maftoul –  frango desfiado com cuscuz – enquanto o mais novo de seus 10 filhos corre  ao redor de excitação.