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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

O QUE A ESQUERDA DEVERIA DIZER ÀS SUAS OVELHAS NEGRAS: FORA TUDO, FORA TODOS!!!".

O QUE A ESQUERDA DEVERIA DIZER ÀS SUAS OVELHAS NEGRAS, SEGUNDO O DALTON ROSADO: "FORA TUDO, FORA TODOS!".

O FACCIOSISMO COMO CRITÉRIO
 NEGATIVO DA CRÍTICA
.
"Às pessoas facciosas, depois de admoestá-las
severamente, evita-as, pois, senão, também
serás corrompido" (Bíblia, Livro de Tito)
.
Nestes dias nos quais se escancaram as provas da promiscuidade do todo o segmento político (só estão de fora os que ainda não tiveram força de acesso ao poder ou de interferência nele, mas logo, logo caminharão para tal comportamento, à medida que dele se aproximarem) com o empresariado, expressos pela grande mídia na cobertura da decretação da prisão do bilionário Eike Batista, nós podemos aferir quão facciosas e inconsequentes são as defesas dos corruptos de um lado e de outro. 

Globonews se apressa em demonstrar enfaticamente que os jatinhos do empresário Eike Batista serviram aos governantes petistas e seus aliados, omitindo o fato de que dito empresário, como sói acontecer, também servia aos políticos mais conservadores. Nisto não há nenhuma novidade.

O capital costuma corromper a todos os que exercem o poder político, o qual funciona como sua submissa linha reguladora auxiliar. Desta onda não escapa ninguém: os poucos que não se corrompem, perdem o jogo e são dele expulsos como um vírus estranho ao organismo. 
Aécio Neves, outro amigo desde criancinha do Eike Batista

Por seu turno, constato que os companheiros da esquerda, ao contestarem tal facciosismo midiático, verdadeiramente inaceitável, fazem-no no sentido de isentar de culpa os governantes que pertencem ao seu campo político.   

Aos revolucionários, que não compactuam com a promiscuidade, seja ela praticada por companheiros ou pelos corruptos históricos (os insensíveis, prepotentes e intolerantes governantes da direita), cabe a denúncia de todos os corruptos, indistintamente; e o apoio àqueles que, movidos por sentimento de neutralidade jurídica (difícil de ser mantida numa sociedade na qual predomina o poder do capital), norteiam a sua atuação jurisdicional para o combate à corrupção, provenha ela do agrupamento político que provier.. 

A eterna cantilena de que os membros do poder judiciário que combatem a corrupção estão a serviço das forças da direta ou do capital estrangeiro é inconsistente, ainda que eles estejam enquadrados por uma ordem jurídica opressora na sua essência. Mas nós precisamos distinguir as coisas, sob pena de condenarmos as boas ações, ainda que paliativas ou ingênuas. 

O combate, por parte do Judiciário, da corrupção derivada de práticas promíscuas do poder publico com o empresariado privado, equivale a enxugar gelo, na medida em que a grande corrupção sistêmica (aquela que subtrai do trabalhador parte do seu tempo de trabalho, não remunerando-o, via extração de mais-valia) é oficialmente permitida. 

Mas, isto não significa que a corrupção considerada oficialmente como criminosa não deva ser denunciada e combatida, com a punição de quem quer que a pratique, qualquer que seja o campo político do corrupto, e quaisquer que sejam as suas intenções. É o mínimo que se deve fazer. 

Admitir que a corrupção possa ser consentida desde que praticada por companheiros, supostamente servindo para alavancar boas causas, significa permitir o uso continuado de um mesmo cachimbo, acreditando que ele não vá entortar a boca. Tal concepção corresponde a um equívoco moral e a uma ética hipócrita, deturpada e facciosa, amoralista em sua essência.

O empresário Eike Batista construiu a sua meteórica fortuna a partir de maracutaias com o poder, praticadas em todos os níveis deste mesmo poder e em conluio com as siglas partidárias, tudo na base do é dando que se recebe

A corrupção associada ao poder público sempre envolve esferas diferenciadas de controle; de tão variada, não pode ser atribuída apenas a uma ou outra corrente política. Trata-se de um agir entranhado na ordem institucional sistêmica, no qual todos os agentes públicos dirigentes e privados saem ganhando e a imensa maioria do povo, que é quem paga os impostos, sai sempre perdendo.         
À esquerda seria indispensável que abandonasse a defesa de seus pares corruptos, readquirindo credibilidade para combater os seus adversários ideológicos igualmente corruptos. 

Aos revolucionários somente cabe uma frase, cada vez mais necessária: FORA TUDO, FORA TODOS! (*)
                                                       (por Dalton Rosado)
* "Fora tudo, fora todos!" é o refrão da música Coquetel molotov, de autoria de Dalton Rosado, que você pode escutar aqui..
https://naufrago-da-utopia.blogspot.com.br/2017/01/o-que-esquerda-deveria-dizer-as-suas.html

sábado, 28 de janeiro de 2017

O QUE A ESQUERDA DEVERIA DIZER ÀS SUAS OVELHAS NEGRAS, SEGUNDO O DALTON ROSADO: "FORA TUDO, FORA TODOS!".

O FACCIOSISMO COMO CRITÉRIO
 NEGATIVO DA CRÍTICA
.
"Às pessoas facciosas, depois de admoestá-las
severamente, evita-as, pois, senão, também
serás corrompido" (Bíblia, Livro de Tito)
.
Nestes dias nos quais se escancaram as provas da promiscuidade do todo o segmento político (só estão de fora os que ainda não tiveram força de acesso ao poder ou de interferência nele, mas logo, logo caminharão para tal comportamento, à medida que dele se aproximarem) com o empresariado, expressos pela grande mídia na cobertura da decretação da prisão do bilionário Eike Batista, nós podemos aferir quão facciosas e inconsequentes são as defesas dos corruptos de um lado e de outro. 

Globonews se apressa em demonstrar enfaticamente que os jatinhos do empresário Eike Batista serviram aos governantes petistas e seus aliados, omitindo o fato de que dito empresário, como sói acontecer, também servia aos políticos mais conservadores. Nisto não há nenhuma novidade.

O capital costuma corromper a todos os que exercem o poder político, o qual funciona como sua submissa linha reguladora auxiliar. Desta onda não escapa ninguém: os poucos que não se corrompem, perdem o jogo e são dele expulsos como um vírus estranho ao organismo. 
Aécio Neves, outro amigo desde criancinha do Eike Batista

Por seu turno, constato que os companheiros da esquerda, ao contestarem tal facciosismo midiático, verdadeiramente inaceitável, fazem-no no sentido de isentar de culpa os governantes que pertencem ao seu campo político.   

Aos revolucionários, que não compactuam com a promiscuidade, seja ela praticada por companheiros ou pelos corruptos históricos (os insensíveis, prepotentes e intolerantes governantes da direita), cabe a denúncia de todos os corruptos, indistintamente; e o apoio àqueles que, movidos por sentimento de neutralidade jurídica (difícil de ser mantida numa sociedade na qual predomina o poder do capital), norteiam a sua atuação jurisdicional para o combate à corrupção, provenha ela do agrupamento político que provier.. 

A eterna cantilena de que os membros do poder judiciário que combatem a corrupção estão a serviço das forças da direta ou do capital estrangeiro é inconsistente, ainda que eles estejam enquadrados por uma ordem jurídica opressora na sua essência. Mas nós precisamos distinguir as coisas, sob pena de condenarmos as boas ações, ainda que paliativas ou ingênuas. 

O combate, por parte do Judiciário, da corrupção derivada de práticas promíscuas do poder publico com o empresariado privado, equivale a enxugar gelo, na medida em que a grande corrupção sistêmica (aquela que subtrai do trabalhador parte do seu tempo de trabalho, não remunerando-o, via extração de mais-valia) é oficialmente permitida. 

Mas, isto não significa que a corrupção considerada oficialmente como criminosa não deva ser denunciada e combatida, com a punição de quem quer que a pratique, qualquer que seja o campo político do corrupto, e quaisquer que sejam as suas intenções. É o mínimo que se deve fazer. 

Admitir que a corrupção possa ser consentida desde que praticada por companheiros, supostamente servindo para alavancar boas causas, significa permitir o uso continuado de um mesmo cachimbo, acreditando que ele não vá entortar a boca. Tal concepção corresponde a um equívoco moral e a uma ética hipócrita, deturpada e facciosa, amoralista em sua essência.

O empresário Eike Batista construiu a sua meteórica fortuna a partir de maracutaias com o poder, praticadas em todos os níveis deste mesmo poder e em conluio com as siglas partidárias, tudo na base do é dando que se recebe

A corrupção associada ao poder público sempre envolve esferas diferenciadas de controle; de tão variada, não pode ser atribuída apenas a uma ou outra corrente política. Trata-se de um agir entranhado na ordem institucional sistêmica, no qual todos os agentes públicos dirigentes e privados saem ganhando e a imensa maioria do povo, que é quem paga os impostos, sai sempre perdendo.         
À esquerda seria indispensável que abandonasse a defesa de seus pares corruptos, readquirindo credibilidade para combater os seus adversários ideológicos igualmente corruptos. 

Aos revolucionários somente cabe uma frase, cada vez mais necessária: FORA TUDO, FORA TODOS! (*)    
 (por Dalton Rosado) - https://naufrago-da-utopia.blogspot.com.br/2017/01/o-que-esquerda-deveria-dizer-as-suas.html

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

As lições da queda de Eike Batista

Resultado de imagem para Eike Batista

Por Juliano Medeiros, via Correio da Cidadania

Em lista divulgada no mês de março de 2012, Eike Batista era considerado o 8º homem mais rico do mundo, com um patrimônio estimado em R$ 34,5 bilhões de reais. Nos últimos meses, porém, tem estampado os jornais devido à decadência de seu império. As empresas do grupo EBX somam prejuízos de quase R$ 25 bilhões. Apesar disso, as abordagens mais comuns na grande imprensa atribuem à “personalidade” de Eike as razões de sua derrocada: excesso de confiança decorrente do sucesso, a busca desenfreada por mais lucros e a falta de cautela diante investimentos arriscados...

Seria muito simples se o fracasso do maior grupo econômico privado do Brasil pudesse ser atribuído apenas à personalidade de seu principal executivo. A questão, porém, é que essa explicação não corresponde à verdade do fenômeno.

No controle do grupo EBX, Eike entrou de corpo e alma no mercado de capitais, um mercado sempre considerado de risco. Enfrentou uma brutal crise econômica expandindo e diversificando investimentos. Nessa empreitada encontrou apoio de players de peso na bolsa de valores, além, claro, de generosos financiamentos públicos.

Segundo matéria publicada pela revista Exame, apenas entre 2005 e 2012, Eike Batista captou investimentos de 26 bilhões de dólares para as empresas que levou à bolsa. Também financiou o conglomerado com empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que chegam a R$ 10,4 bilhões.

Há muitas versões sobre as razões da queda de Eike, mas poucas delas chegam ao “X” da questão (com o perdão do trocadilho, já que o empresário tem um livro com esse nome). A verdade é que Eike aproveitou-se da absurda dinâmica que comanda o mercado de ações e que permite que uma empresa recém-criada acumule “valor” equivalente ao de grupos tradicionais com décadas no mercado. Um bilionário da especulação, com um império pouquíssimo produtivo, com exceção da MMX, mineradora vendida recentemente.

Além disso, a remuneração de seus executivos seguia uma lógica insana: enquanto outras multinacionais oferecem bônus atrelados ao crescimento de longo prazo das companhias, Eike distribuía dividendos atrelados ao preço das ações no curto prazo. O resultado é que vários executivos da EBX ficaram milionários antes mesmo que a empresa tivesse extraído uma gota de petróleo. Tudo graças à valorização artificial – isto é, especulativa – das ações das empresas de Eike.

Alguns dirão que “essas são as regras do jogo”, que Eike está colhendo os frutos de uma estratégia arriscada. Acontece, porém, que neste “jogo” estão envolvidos milhões de empregos e enormes quantidades de recursos públicos oferecidos através de empréstimos (recursos que poderiam ser direcionados à infraestrutura nacional ou à ampliação de direitos como saúde e educação). Por isso é necessário discutir se este é um “jogo” interessante para o Brasil e o mundo.
N
o início, Eike foi financiado por grandes fundos privados. Não demorou muito para que fosse impulsionado também pelo BNDES. Isso porque os governos petistas apostaram na estratégia dos “campeões nacionais”, preconizada pelo ex-presidente da instituição, Luciano Coutinho, que visava privilegiar grandes grupos econômicos privados que deveriam ser fortalecidos com a anunciada intenção de conter a internacionalização da economia brasileira. Uma estratégia aparentemente bem-intencionada, mas com trágicas repercussões sobre o conjunto das cadeias produtivas nacionais.

Isto porque, diferente de outros países que adotaram a mesma estratégia com suas empresas de ponta, o governo investiu nos gigantes do setor primário-exportador (a JBS Friboi, na exportação de carnes, ou Vale, na exportação de minério, por exemplo), aprofundando a monopolização – vide a quebra de diversos pequenos frigoríficos pelo país afora – e a fragilidade externa, já que, quanto maior o grupo, mais dependente do mercado de ações, e, assim, das flutuações do mercado internacional.

Claro que, diante da explosão do preço das commodities no mercado internacional, a partir de 2005, era de se prever que os financiamentos seriam concentrados em empresas que exportassem esses bens (grãos, carne, minério de ferro, petróleo, etc.). Além disso, esperava-se que o boom das commodities pudesse acelerar os investimentos em infraestrutura, o que acabou não acontecendo – nesse caso, a solução de Dilma foi a privatização de portos, aeroportos e rodovias.

Além disso, essa estratégia veio acompanhada de desindustrialização e fortalecimento do setor primário-exportador, um péssimo negócio para o Brasil. Um país da periferia do sistema deveria investir no fortalecimento de cadeias produtivas capazes de aumentar a competitividade externa, diminuir a vulnerabilidade de nossa economia e ampliar o investimento produtivo, único gerador de empregos.

A queda de Eike, portanto, não se explica apenas pelas opções equivocadas do empresário. Ela é também expressão do fracasso de uma estratégia na qual estavam todos envolvidos, governo, acionistas e executivos de grandes grupos econômicos: a estratégia de apostar nuns poucos grupos econômicos, que, apesar de concentrarem boa parte dos investimentos públicos e privados, não têm dado o retorno esperado.

Num tempo em que o mundo todo – de Piketty a Obama – considera necessárias profundas mudanças nas “regras do jogo”, o Brasil vai na contramão da história. Como lembrou um intelectual de esquerda, o lulismo fez seus milionários: alguns deram certo – na JBS Friboi, TAM, Ambev etc. – e outros não. Essa história toda ainda precisará vir à tona. Que a debacle de Eike Batista sirva como alerta àqueles que ainda acreditam que apostar em “poucos e bons” é o melhor caminho.

Juliano Medeiros, historiador, é secretário de Comunicação da Executiva Nacional do PSOL
http://blogdoitarcio.blogspot.com.br/2015/02/as-licoes-da-queda-de-eike-batista.html

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Eike Batista quer investir em energia espiritual e faz proposta para comprar Universal


O empresário Eike Batista quer investir em novos tipos de energias, limpas e renováveis, pois está cansado de ser acusado de poluir o meio-ambiente com matrizes energéticas consideradas ultrapassadas e vai investir em energia espiritual, que não polui o ambiente, a não ser nossos ouvidos, e é extremamente renovável e lucrativa, além de isenta de impostos.
O empresário vai fazer uma proposta bilionária para comprar a Igreja Universal do Reino de Deus, se conseguir seu intento o modesto investidor vai mudar o nome da lucrativa empresa para Igreja Universal do Reino do Eike- que, segundo ele, é sinônimo de Deus.
Então tá!
by: interrogações

quarta-feira, 16 de março de 2011

Desconectando o Manhattan Connection

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Power Brazil

2003 ele recebe o país com a 2ª maior dívida externa do planeta (185 bilhões de dólares negativos) e com uma taxa de desemprego beirando os 12% e com QUASE 12 MILHÕES de Brasileiros DESEMPREGADOS, em menos de 8 anos de governo Lula transforma nosso país na 7ª maior econômia da terra com aprox. US$ 300 BILHÕES em reservas, Lula criou 15 MILHÕES de empregos formais e que só nesse ano já ultrapassou 1,9 milhões (FHC criou apenas 780 mil empregos em oito anos) ou seja, O GOV. LULA CRIA EM 1 ANO APROXIMADAMENTE DUAS VEZES E MEIO MAIS EMPREGOS QUE FHC EM 8 ANOS =O. O salário mínimo quando Lula assumiu a Presidência da República, em 2003, estava em 64 dólares. Agora, está entre 290 e 300 dólares.
Mais de 28 milhões de brasileiros SAEM DA MISÉRIA ABSOLUTA e OUTROS 36 milhões ascendem à classe média ( Uma França) tranformam-se em "consumidores" que fazem as Indústrias, o comércio e bens&serviços baterem "RECORDS DE VENDAS E PRODUÇÃO" com isso regiões inteiras se desenvolvem num "círculo virtuoso" nunca antes visto (cadê o exodo rural?), ACREDITOU E INVESTIU EM BRASILEIROS e onde JAMAIS A INICIATIVA PRIVADA (neo-liberais) OUSARAM INVESTIR pois esses, não tem compromisso nem com pátria muito menos com o povo.. só tem interesse de lucros imediatos para uns poucos. Hoje o Brasil tem aprox. R$ 1.600.000.000.000,00 em linhas de crédito (UM TRILHÃO E SEISCENTOS BILHÕES - 48% do PIB, Record histórico x FHC 14% =O) Enquanto FHC extingue as escolas técnicas federais e não cria uma universidade ou extenção sequer, Lula cria 14 universidades federais, 126 extensões universitárias e 214 escolas téc. federais(Com um nível de ensino que formam estudantes que estão entre os dez melhores estudantes do mundo - Vladimir Safatle - professor de filosofia da USP) Mais de 750 mil bolsas de estudo pela ProUni, só em 2010 foram 180.000 bolsas (Em 3 anos de ProUni formou-se mais Brasileiros pobres e negros que em 500 anos) bem diferente de 8 anos atrás, hoje os nossos universitários vão sair com seus diplomas e trabalhar na profissão que escolheram e não vão ser o "Engenheiro que virou Suco" ou o "Dentista que virou Sanduiche", pois o Brasil esta "BOMBANDO" hoje sobram vagas e essa nova Geração de Universitários e Técnicos que ainda nem se formaram, Pasmem, já estão todos contratados... hidroelétricas, indústria naval, estradas, ferrovias, portos, aeroportos, siderúrgicas, petroquímicas, gasodutos, hospitais,SAMUS, UPAS, mais de 1.000.000 de residências pelo programa "Minha Casa, Minha Vida" financiando milhões de habitações, Petrobras com 5 vezes mais orçamento para pesquisa.. É PETRÓLEO PRA TODO LADO!! nossas Forças Armadas sendo valorizadas e reaparelhadas com o que há de mais moderno e nossas industrias de Defesa sendo ressuscitada, Programa Caminho da Escola com mais de 10.000 ônibus já entregues(Lanchas Escolares na Amazônia e Pantanal) INCLUSÃO DE MILHÕES DE CRIANÇAS BRASILEIRAS QUE MORAM NO CAMPO, mais de 2,6 milhões de famílias saem da "Idade das Trevas" com o programa Luz para todos, a melhor TV digital do mundo e gratuita e que mais de 6 países da ameríca do Sul já aderiram a nossa tecnologia e passam a comprar TUDO das nossas indústrias (zona franca de Manaus) e muito mais.. enfim, NUNCA NA HISTORIA DESSE PAÍS SE FEZ TANTO EM TÃO POUCO TEMPO!!! e é por isso que eu sou fã desse "CARA" Muito Obrigado meu querido PRESIDENTE LUIS INÁCIO LULA DA SILVA.