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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

O QUE VOCÊ TEM A VER COM A CORRUPÇÃO?


(*) Vídeo da campanha conjunta promovida pelo Ministério Público - SC e Tribunal de Contas - SC.

Custo da corrupção no Brasil chega a R$ 69 bi por ano

Segundo levantamento da Fiesp, renda per capita do País poderia ser de US$ 9 mil, 15,5% mais elevada que o nível atual

Um estudo realizado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp revelou os prejuízos econômicos e sociais que a corrupção causa ao País.

Segundo dados de 2008, a pesquisa aponta que o custo médio anual da corrupção no Brasil representa de 1,38% a 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, gira em torno de R$ R$ 41,5 bilhões a R$ 69,1 bilhões.

No período entre 1990 e 2008, a média do PIB per capita do País era de US$ 7.954. Contudo, o estudo constatou que se o Brasil estivesse entre os países menos corruptos este valor subiria para US$ 9.184, aumento de 15,5% na média do período, equivalente a 1,36% ao ano.

Entre 180 países, o Brasil está na 75ª colocação, no ranking da corrupção elaborado pela Transparência Internacional. Numa escala de zero a 10, sendo que números mais altos representam países menos corruptos, o Brasil tem nota 3,7. A média mundial é 4,03 pontos.

Nação prejudicada 
Além disso, o levantamento também traz simulações de quanto a União poderia investir, em diversas áreas econômicas e sociais, caso a corrupção fosse menos elevada.

Educação – O número de matriculados na rede pública do ensino fundamental saltaria de 34,5 milhões para 51 milhões de alunos. Um aumento de 47,%, que incluiria mais de 16 milhões de jovens e crianças.

Saúde – Nos hospitais públicos do SUS, a quantidade de leitos para internação, que hoje é de 367.397, poderia crescer 89%, que significariam 327.012 leitos a mais para os pacientes.

Habitação – O número de moradias populares cresceria consideravelmente. A perspectiva do PAC é atender 3.960.000 de famílias; sem a corrupção, outras 2.940.371 poderiam entrar nessa meta, ou seja, aumentaria 74,3%.

Saneamento – A quantidade de domicílios atendidos, segundo a estimativa atual do PAC, é de 22.500.00. O serviço poderia crescer em 103,8%, somando mais 23.347.547 casas com esgotos. Isso diminuiria os riscos de saúde na população e a mortalidade infantil.

Infraestrutura – Os 2.518 km de ferrovias, conforme as metas do PAC, seriam acrescidos de 13.230 km, aumento de 525% para escoamento de produção. Os portos também sentiriam a diferença, os 12 que o País possui poderiam saltar para 184, um incremento de 1537%. Além disso, o montante absorvido pela corrupção poderia ser utilizado para a construção de 277 novos aeroportos, um crescimento de 1383%.

Leia o estudo completo - AQUI

vi no blog do Paulinho

sábado, 3 de dezembro de 2011

A "INTELIGÊNCIA" DAS MUSAS POPOZUDAS




Por Alexandre Figueiredo


A situação das mulheres-objeto no Brasil está tão complicada que "ser inteligente", longe de ser uma vocação natural ou espontânea, agora está se tornando regra de mercado.

Recentemente, a DJ Sabrina Boing Boing, jurada do Miss Bumbum Brasil, disse que a concorrente precisa "ser inteligente", porque irá fazer entrevistas. O grande problema é em que sentido está a palavra "inteligência", não bastasse o fato de que este critério foi reduzido a uma mera exigência de mercado.....

sábado, 25 de junho de 2011

A Ética a partir da Solidariedade


por Mauro Santayana

A ética é o exercício radical de solidariedade. Essa solidariedade se exerce primeiro entre os da mesma nação, da mesma pátria. O mundo é dividido pelas fronteiras físicas, culturais e políticas. Por isso mesmo, a solidariedade começa na soberania nacional. Temos que ser solidários primeiro conosco: com nossa família, nossos amigos, nossos compatriotas, para depois ampliarmos essa solidariedade ao continente e ao mundo. Não basta aos governantes e seus agentes – como não basta aos cidadãos comuns – o exercício da solidariedade em medidas políticas coletivas. Ser solidário é também não desviar os recursos comuns da sociedade, mediante o peculato, a prodigalidade com os recursos públicos, o conluio entre a política e os negócios.

Para ter acesso a todo conteúdo, clique aqui.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Recall vote, ou melhor, voto de desconfiança

Texto de Marcos Coimbra, publicado no sítio da CartaCapital.

Entre as várias coisas que não constam do anteprojeto de reforma política elaborado pela Comissão Especial do Senado, uma das mais interessantes é o voto de desconfiança do eleitor. Se fosse proposto, em um gesto improvável de ousadia de seus ilustres membros, seria recebido com palmas pelo público.

Não por acaso, sequer há, em português, expressão equivalente ao que em inglês é chamado recall vote. Ela não existe em nosso vocabulário político, tão estranha a nossos costumes é a ideia. Mas é uma instituição simples, que a população brasileira aprenderia rapidamente a usar. Ela é, enfim, coerente com práticas cada vez mais comuns nas relações de mercado. Quem não ouviu falar no recall de algum produto? São automóveis, aparelhos eletrônicos, utilidades domésticas, que a toda hora têm de voltar para as fábricas, para reparo ou troca de peças. Até remédios já foram objeto derecall......

sábado, 16 de outubro de 2010

Ateu, comunista e comedor de criancinha

Colaborou o leitor Germano, de Campinas



Nada mais apropriado aos dias que correm...

Essas três características, postas assim mesmo num único fôlego, por muitas décadas formaram um casamento indissolúvel que representa tudo de ruim que deve ser temido e evitado pela sociedade. Mas duas delas praticamente desapareceram do nosso vocabulário. Hoje em dia o comunismo perdeu grande parte de sua força e seu apelo, tirando todo sentido do anticomunismo. E a expressão "comedores de criancinhas" (que alguns afirmam ter se originado em relatos de canibalismo devido à fome causada atrás da cortina de ferro) adquiriu nos últimos anos um novo e irônico significado que nenhum marxista-leninista poderia imaginar. Os ateus, no entanto, continuam bem no topo da lista de inimigos públicos.

De padres a pastores, de papas a pais-de-santo, jornalistas, políticos e taxistas, parece não ter fim a lista das pessoas que se sentem no direito de nos atribuir praticamente todos os males da humanidade, a despeito dos dados em contrário. No Brasil e em muitos outros países, ateísmo não é adjetivo, é acusação. É o que políticos dizem uns dos outros quando tentam desqualificá-los ao máximo. E o pior: funciona. Não desejo instigar a inimizade, mas é preciso esclarecer os fatos. Se as evidências apoiassem a má ideia generalizada que se faz dos ateus, teríamos que dar a mão à palmatória.

Mas ocorre o contrário, e é imprescindível que isso fique claro para ajudar a pôr fim a esse odioso preconceito contra os ateus. As prisões não estão cheias de ateus, e os hospitais também não. Os países menos religiosos e com maiores índices de ateísmo não estão entre os que têm piores indicadores de renda, igualdade social, criminalidade e tantos outros índices importantes (na verdade, acontece o oposto). Grandes e pequenos escândalos de todos os tipos -- sexuais, de corrupção e todos os outros -- não mostram qualquer tendência a revelar réus ateus.

Déspostas europeus, século após século, não estavam promovendo o ateísmo. Nem os senhores de escravos no Brasil ou qualquer outro lugar do mundo durante os milênios em que durou essa abjeta instituição. Não era uma saudação ao ateísmo que constava nas fivelas de cinto de todos os membros do Wehrmacht, as forças armadas nazistas. Não era o ateísmo a preferência de Hitler, Mussolini, Tiso, Franco, Hussein, Pinochet, os Duvaliers e seus tonton macoutes, Videla, Stroessner, e da imensa parte de seus fieis seguidores. Aqui no Brasil, também não era o ateísmo que promoviam as forças armadas durante a ditadura militar (ou qualquer uma das anteriores).

Não consta que fossem ateus os membros do DOPS ou que eles ornassem seus porões com símbolos diferentes dos afixados nas demais repartições públicas brasileiras. Para resumir em uma frase, com ou sem religião, há pessoas boas fazendo coisas boas, pessoas más fazendo coisas más, e não raro também pessoas más fazendo coisas boas (ninguém é completamente mau) e pessoas boas fazendo coisas más (ninguém é completamente bom).

Mas a lenda da maldade dos ateus persiste. Lamentavelmente, os livros sagrados das religiões mais populares do planeta, assim como grande parte dos seus líderes, são ricos em declarações que apoiam essa lenda e não promovem apenas a intolerância como também o ódio, a violência física e mesmo a morte dos descrentes. Daí a especial importância dos religiosos moderados, tanto sacerdotes como fieis, em trazer seus colegas para dentro do círculo da convivência respeitosa e democrática que inclui cidadãos não apenas de todas as cores e gêneros, como de todas as crenças e descrenças.

Edmund Burke foi um grande crítico do ateísmo, mas não me canso de citar um de seus pensamentos: "para que o mal triunfe, basta que os homens de bem nada façam". Enquanto muitos religiosos de bem se omitem, trazem péssimo nome a si e aos seus, e permitem que os males do ódio triunfem em seu meio. Que fique bem claro: nem o ateísmo nem o agnosticismo estão acima de crítica ou discordância. Muito pelo contrário. Desejamos estimular a dúvida, o livre-pensamento, o pensamento crítico, o método científico e o amplo debate de ideias.

Propomos exatamente os mesmos e rigorosos padrões de crítica tanto ao ateísmo como a todas as formas de teísmo e de princípios religiosos. Mas criticar ideias é completamente diferente de criticar pessoas.

Pessoas merecem respeito. Doutrinas, não. Não cabe apenas aos ateus denunciar o ódio que recai sobre nós e aqueles que o promovem. Combater o preconceito é obrigação moral de de todo cidadão.

Infelizmente, ainda prevalecem atitudes de concordância explícita ou de silêncio apoiador. Mas tenho a felicidade de conhecer alguns religiosos que destoam desse cenário e não têm medo de proclamar abertamente e com todas as letras a merecida dignidade dos ateus e o espaço que necessariamente devem ocupar em uma sociedade plural regida por um Estado laico. Espero que muitos mais sigam esse nobre exemplo, e que os outros se envergonhem por não segui-lo.
Daniel Sottomaior,
Presidente da Associação Brasileira de Agnósticos e Ateus.




Mônica Serra declarou que fez aborto nos anos 90 quando era professora da Unicamp

Enviado pelo "remador" Afonso Ricca, de Ubatuba e Izide, de Campinas




Não somos Deus para julgar quem faz aborto ou porquê o faz.
Mas somos eleitores e exigimos verdade e coerência de quem se dispõe a disputar a Presidência do país.
DUAS   CARAS  NÃO!
ABAIXO A  HIPOCRISIA!

 Izide, de Campinas




Monica Serra
Sylvia Monica Serra foi professora de dança na Unicamp
O desempenho do presidenciável tucano, José Serra, no debate do último domingo pela TV Bandeirantes, foi a gota d’água para uma eleitora brasileira. O silêncio do candidato diante da reclamação formulada pela adversária, Dilma Rousseff (PT) – de que fora acusada pela mulher dele, a ex-bailarina e psicoterapeuta Sylvia Monica Allende Serra, de “matar criancinhas” –, causou indignação em Sheila Canevacci Ribeiro, a ponto de levá-la até sua página em uma rede social, onde escreveu um desabafo que tende a abalar o argumento do postulante ao Palácio do Planalto acerca do tema que divide o país, no segundo turno das eleições. A coreógrafa Sheila Ribeiro relata, em um depoimento emocionado, que a ex-professora do Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Monica Serra relatou às alunas da turma de 1992, em sala de aula, que foi levada a fazer um aborto “no quarto mês de gravidez”.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Serra resgata os mineiros do Chile!

O tucano, acompanhado da mulher, Mônica, foi muito assediado e chegou a ser citado no início do sermão do cardeal arcebispo de Belo Horizonte, dom Serafim Fernandes Araújo, que celebrou a missa, acompanhada por cerca de 35 mil fieis, segundo a direção da basílica. Após a homilia, foi pedido que os fieis orassem “para que os eleitores votem com consciência e que os eleitos atendam os anseios de paz, justiça e desenvolvimento de todos os brasileiros”. Em seguida, Mônica Serra foi chamada ao altar para receber uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, que será levada por ela aos mineiros soterrados no Chile, cujo resgate deve começar hoje à noite.

Vamos ter Verônica Serra no programa do Serra, entregando a imagem!
Esta “nossa” Igreja católica !
viomundo

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Os abestados


Tiririca talvez seja a síntese do que foi esta eleição.
O palhaço analfabeto que driblou a legislação eleitoral e conquistou uma cadeira na Câmara dos Deputados com mais de 1 milhão de votos resume boa porção da alma brasileira: essa legião de "abestados" folgazões, ignorantes de seu papel de cidadãos, náufragos inconscientes dessa travessia que o país ousa fazer rumo à modernidade.
É sintomático também que o fenômeno Tiririca tenha explodido em São Paulo, a tal locomotiva do progresso do país, cujo lema, o non ducor duco, põe de joelhos todos os outros entes federativos, subjuga pela força bruta quem deveria tratar como igual.
Só que desta vez, o palhaço analfabeto, que zomba do cargo que almeja, que faz troça dos valores republicanos, que ofende seus eleitores, não só revelou os segredos mais íntimos e sujos da tradicional família que o acolheu, como foi recompensado por ela: São Paulo é isso, esse imenso mar de preconceito, de desigualdades, de ódio de classes, de fúria capitalista, bradou Francisco Everardo Oliveira Silva por detrás de sua máscara mal-feita de clown terceiro-mundista.
É isso. Tiririca um dia se olhou no espelho e viu refletida não a sua imagem, mas 1 milhão de pedacinhos coloridos de chita que formavam um rosto, uma face, um sorriso de palhaço.
E aí ele compreendeu que tinha achado seu lugar neste mundo.
crônicas do motta

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Fatos e versões

Nesse tipo de combate, não faz a menor diferença se algo é verdade ou não. Como é apenas uma guerra de versões, o que conta é falar alto

Nas eleições, como em tudo na vida, uma coisa são os fatos, outra as versões. E, nem sempre, aqueles são mais importantes. Na luta política, uma versão bem defendida vale mais que muitos fatos.

domingo, 18 de julho de 2010

Vice de Serra comete mais um crime

O iletrado ex-genro do Cacciola disse só isso:
"Todos sabem que o PT é ligado as Farcs, ao narcotráfico, a tudo o que há de pior. Não tenho dúvida nenhuma disso".
De todas as incontáveis idiotices que Serra fez nessa campanha a maior, de longe, foi aceitar esse lixo como vice.
Alguém com a intenção infeliz de votar em Serra não pode esquecer que o sujeito tem 68 anos e hábitos terríveis. A possibilidade dele morrer e deixar esse completo débil mental na presidência é um risco que nenhuma pessoa sã pode correr.
Uma coisa é ter blogueiros de esgoto fazendo campanha desse jeito, outra é a possibilidade real desse imbecil desqualificado assumir a presidência.
Comentário do Contexto:
Quem acusa tem o ônus da prova. Eduardo Dutra, presidente do PT, vai ficar calado?