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sexta-feira, 29 de maio de 2015

26 coisas sobre ISIS e Al-Qaeda que não querem que saibas

Via O Diário.info
Michel Chossudovsky
 
O Estado Islâmico, ISIS ou Daesh, foi criado pela CIA, a MOSSAD e o MI6 para rebentar com a Síria.… ¿Como é possível que prossiga a estratégia dos EUA no sentido de criar um estado policial mundial? Passando pela destruição de povos, culturas ancestrais e restos de antigas civilizações. A barbárie na sua máxima dimensão.
 
Coisas que não querem que saibas da Al-qaeda
1-Os EUA apoiaram a Al Qaeda e as suas organizações filiadas durante quase meio século, desde o apogeu da guerra afegã-soviética.
2-A CIA criou campos de treino para a al-Qaeda no Paquistão. Num período de dez anos, desde 1982 até 1992, uns 35.000 jihadistas procedentes de 43 países islâmicos foram recrutados pela CIA para lutar na jihad afegã contra a União Soviética.
3- Desde a época da Administração Reagan que Washington tem apoiado a rede terrorista islâmica. Ronald Reagan qualificou esses terroristas como “lutadores pela liberdade”.
Os EUA forneceram armas às brigadas islâmicas. Era tudo para “uma boa causa”: a luta contra a União Soviética e a mudança de regime, o que levou à desaparição de um governo secular no Afeganistão.
Apenas necessitamos de recordar filmes de propaganda da época, como o célebre Rambo III…
4-Os livros de texto jihadistas foram publicados pela Universidade de Nebrasca. Os EUA gastaram milhões de dólares para fornecer livros de texto repletos de imagens violentas e ensinamentos islâmicos militantes aos estudantes afgânis.
5- Osama bin Laden, fundador da Al Qaeda e homem mais odiado pelos EUA, foi recrutado pela CIA em 1979, mesmo no início da guerra jihadista no Afeganistão contra a União Soviética. Bin Laden tinha na altura 22 anos e foi treinado num campo de treino de guerrilha patrocinado pela CIA.
Segundo o Professor Chossudovsky, a Al Qaeda estava por detrás dos ataques do 11 de Setembro. De facto, o ataque terrorista de 2001 proporcionou uma justificação para desencadear uma guerra contra o Afeganistão, sob o argumento de que Afeganistão era um estado patrocinador do terrorismo da Al Qaeda.
6- O Estado Islâmico ou ISIS era originalmente uma entidade filiada na Al-Qaeda, criada pelos serviços de informações dos EUA com o apoio do MI6 Britânico, a Mossad Israelita, os serviços de informações do Paquistão e da Presidência Geral de Informações da Arabia Saudita (GIP ou Ri’āsat Al-Istikhbarat Al-‘Amah (رئاسة الاستخبارات العامة).
7- As brigadas de ISIS estiveram envolvidas no apoio à insurgência que os EUA e a NATO dirigiram contra o governo sírio de Bashar al Assad no decurso da guerra civil na Síria.
8 – A NATO o Estado-Maior da Turquia foram os responsáveis pela contratação de mercenários para ISIS e Al Nusrah desde os inícios da insurgência síria, em Março de 2011.
Segundo fontes dos serviços de informações israelitas, publicadas na web DEBKA, esta iniciativa consistiu em: “Uma campanha para recrutar milhares de voluntários muçulmanos em países do Médio Oriente e do mundo muçulmano para lutar juntamente com os rebeldes sírios. O exército turco aloja estes voluntários, treina-os e assegura a sua entrada na Síria”.
9- Há membros das forças especiais ocidentais e agentes dos serviços secretos ocidentais dentro das fileiras do ISIS. Membros das Forças Especiais Britânicas e do MI6 participaram no treino dos rebeldes jihadistas na Síria.
10- Especialistas militares ocidentais contratados pelo Pentágono treinaram os terroristas no uso de armas químicas.
“Os EUA e alguns aliados europeus estão utilizando agentes contratados para treinar os rebeldes sírios sobre como assegurar arsenais de armas químicas na Síria, segundo informaram à CNN um alto funcionário dos EUA e vários diplomatas de alto nível”.
11- As brutais decapitações realizadas pelos terroristas de ISIS integram os programas de treino patrocinados pela CIA em campos da Arabia Saudita e Qatar, cujo objectivo é causar pavor e comoção.
12- Muitos dos criminosos recrutados por ISIS são presidiários condenados libertados dos cárceres da Arabia Saudita, país aliado do Ocidente. Entre eles encontram-se cidadãos Sauditas condenados à morte que foram recrutados para se juntar às brigadas terroristas.
13- Na sua luta contra o governo de Al-Assad e as forças shiítas do Hezbollah, Israel tem apoiado as brigadas de ISIS e Al Nusrah dos Montes Golã.
Combatentes jihadistas têm-se reunido regularmente com oficiais das Forças de Defesa Israelitas (FDI), bem como com o primeiro-ministro Netanyahu.
O alto comando das FDI reconhece tacitamente que: “elementos da jihad global dentro da Síria, membros de ISIS e Al Nusrah, são apoiados por Israel”.
14- Os soldados de ISIS dentro da Síria trabalham às ordens da aliança militar ocidental. O seu mandato tácito é causar estragos e destruição na Síria e Iraque.
15- Uma prova disso é a foto seguinte, em que o senador estado-unidense John McCain se reúne com líderes terroristas jihadistas na Síria.
16- As milícias de ISIS, que actualmente são o proclamado alvo de uma campanha de bombardeamentos por parte dos EUA e da NATO sob o mandato da “luta contra o terrorismo”, continuam a ser secretamente apoiadas pelo Ocidente.
Forças shiitas que lutam contra ISIS no Iraque, tal como membros do próprio exército iraquiano, têm denunciado repetidamente as ajudas militares fornecidas pelos EUA aos terroristas de ISIS, ao mesmo tempo que combatem contra eles.
17- Os bombardeamentos estado-unidenses e aliados não estão apontados contra ISIS, mas têm sim o objectivo de bombardear a infra-estrutura económica de Iraque e Síria, incluindo as suas fábricas e refinarias de petróleo.
18- O projecto de ISIS de criar um califado faz parte de uma agenda de política externa dos EUA que pretende dividir Iraque e Síria em territórios separados: um califado islamita sunita, uma República Árabe shiíta e a República do Curdistão.
19- “A Guerra Global contra o Terrorismo” apresenta-se perante a opinião pública como um “choque de civilizações”, uma guerra entre valores e religiões, quando na realidade se trata de uma guerra de conquista, guiada por objectivos estratégicos e económicos.
20- Brigadas terroristas de Al-Qaeda, patrocinadas secretamente pelos serviços de informação ocidentais, instalaram-se já no Mali, Níger, Nigéria, República Centro-africana, Somália e Iémen para levar o caos a esses países e justificar uma intervenção militar ocidental.
21- Boko Haram na Nigéria, Al Shabab na Somália, o Grupo de Combate Islâmico da Líbia, (apoiado pela NATO em 2011), Al Qaeda no Magreb Islâmico e Jemaah Islamiya na Indonésia, entre outros, são grupos filiados na al-Qaeda que são secretamente apoiados pelos serviços de informações ocidentais.
22- Os EUA estão também a apoiar organizações terroristas filiadas com Al-Qaeda na região autónoma Uigure da China. O seu objectivo é desencadear a instabilidade política no oeste da China.
23- “Os terroristas “somos nós”: ao mesmo tempo que os EUA são o oculto arquitecto do Estado Islâmico, o sagrado mandato de Obama é de proteger os EUA dos ataques do ISIL.
24- A ameaça terrorista local, como a que temos visto nos EUA ou na Europa, é uma fabricação promovida pelos governos ocidentais e apoiada pelos meios de comunicação com o objectivo de criar uma atmosfera de medo e intimidação que leve a uma anulação das liberdades civis e favoreça a instalação de um estado policial.
Por seu lado, as prisões, julgamentos e condenações de “terroristas islâmicos” servem para sustentar a legitimidade do Estado de Segurança Interna dos EUA e a crescente militarização das suas forças de segurança.
O objectivo final é inculcar na mente de milhões de estado-unidenses que o inimigo é real e que a Administração dos EUA protegerá a vida dos seus cidadãos.
O mesmo podemos dizer de países como França, Reino Unido ou Austrália.
25- A campanha “antiterrorista” contra o Estado islâmico contribuiu para a demonização dos muçulmanos, que aos olhos da opinião pública ocidental se associam cada vez mais com os jihadistas, assentando desse modo as bases para um choque de religiões e civilizações.
26- Qualquer um que se atreva a questionar a validade da “Guerra Global contra o Terrorismo” é qualificado de terrorista vê-se sujeito às leis antiterroristas.
Imprensa obediente e entusiasta
Com isso estabelece-se um primeiro instrumento para perseguir qualquer tipo de dissidente ideológico, associando-o com o terrorismo. Esta ferramenta poderá ser posteriormente alargada a qualquer outro tipo de dissidência ideológica.
Como vemos, a administração Obama impôs finalmente um consenso diabólico com o apoio dos seus aliados e o papel cúmplice do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
A imprensa ocidental abraçou esse consenso de forma obediente e entusiasta; o Estado Islâmico é descrito como uma entidade independente, surgida do nada, um inimigo exterior que ameaça os valores “pacíficos e democráticos” do mundo ocidental.
Foi criado um inimigo que pode aparecer e actuar em qualquer momento, como um fantasma com o qual, quando for mais conveniente, se assusta a população impelindo-a a aceitar qualquer tipo de política repressiva das liberdades e qualquer tipo de acção militarista ao serviço dos grandes poderes ocidentais.
E, pelo visto, este drama ainda está no seu início…
via: http://gilsonsampaio.blogspot.com.br/2015/05/26-coisas-sobre-isis-e-al-qaeda-que-nao.html

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Geopolítica do petróleo: 8 razões pelas quais o preço do petróleo está voltando a subir

Via CartaMaior

Apesar da conspiração entre árabes e americanos para baratear o petróleo e pressionar economicamente a Rússia, Irã e Venezuela, os preços voltam a subir.


Nazanín Armanian
Horia Varlan / Flickr

Se ainda alguém não sabe, a Aramco – a empresa de petróleo da Arábia Saudita, e também a maior do mundo –, até bem pouco tempo, em 1977, se chamava Arabian American Oil Co., sendo de propriedade comum entre a família saudita e várias empresas da Califórnia e do Texas. Por isso, não se pode ficar surpreso se a dupla Washington-Riad tiver algo a ver com a queda brusca dos preços de 115 dólares o barril para 45 dólares entre junho e dezembro passados, levando em conta que o mercado de petróleo não é “livre”: ele é controlado por um cartel chamado OPEP e por grandes empresas petrolíferas ocidentais. E mais, o combustível gorduroso e malcheiroso, antes de tudo, é uma arma que nesse caso foi apontada contra a Rússia, o Irã e a Venezuela com a finalidade de conseguir mudanças em suas políticas via afundamento de suas economias, e ainda resgatar um falecido petrodólar – um dos pilares da hegemonia mundial dos EUA.

No entanto, a festa durou pouco e os promotores da “conspiração Aramco” se deram conta de que os prejuízos dessa queda de preços são maiores do que seus benefícios político-econômicos. Por isso, o preço de venda do petróleo para o mês de março teve uma notável melhora nos três mercados de Brent, dos EUA e da OPEN, oscilando por volta de 59 dólares o barril.

Aqui vão alguns motivos:
1. Os membros dos Brics, com exceção da Rússia, foram os principais agraciados pela compra de um petróleo barato.
a) China, o principal rival dos EUA e o segundo consumidor mundial de petróleo, bateu seu recorde de importações de petróleo, apesar de seu crescimento econômico ter sido o mais frouxo desde 1990 (mas registrou, no primeiro trimestre de 2014, um crescimento de 7,2%): começou a comprar 6,2 milhões de barris por dia, e acabou o mês de dezembro com 7,2 milhões de barris por dia, injetando-os em sua Reserva Estratégica de Petróleo (o armazenamento ocorre para afrontar as emergências, como a interrupção do abastecimento). Com isso, a China não só deixou os EUA nervosos, mas contribuiu para empurrar os preços para o alto, por dois outros fatores: tirar boa parte do excedente de petróleo que nadava no mercado e gerar incerteza sobre seu passo seguinte no mercado.
b) Beneficiou o Brasil, a principal potência rival dos EUA na América, e que agora está decidida a recuperar sua influência no seu “quintal”, e a África do Sul, o principal competidor de Washington na África. Os Brics decidiram abandonar o dólar em suas transações e criaram um banco com a finalidade de debilitar as instituições financeiras ocidentais.
2. Não conseguir mudar a postura de Moscou nos casos da Ucrânia, Crimeia e Síria. Pois se os setores belicistas ocidentais desferiram o primeiro ataque à Rússia, provocando um golpe de Estado na Ucrânia, levando à surpresa da integração da Crimeia à Federação Russa, eles pensaram que uma drástica queda nos preços do petróleo – triturando o rublo e a economia russa – fosse provocar a rendição do Kremlin. Estratégia ruim, já que o golpe à economia do país eslavo, assim como a dramática guerra da Ucrânia, deixou cerca de 6 mil mortos e milhões de desabrigados, e teve um efeito negativo sobre os países europeus aliados de Washington, que enfrentam uma ameaça de recessão: estão perdendo o mercado russo e também os investimentos, tanto dos magnatas russos como de seu Estado. Na Espanha, por exemplo, os milionários russos estavam comprando prédios inteiros herdados da era da especulação mobiliária. Além disso, é incompreensível que não previssem uma aproximação Moscou-Pequim (sem precedentes após a morte de Stalin) e Moscou-Teerã: os presidentes Vladimir Putin e Hassan Rouhani, que compartilham o sofrimento pelas sanções impostas pelos EUA e seus sócios, assim como pela “Conspiração Aramco”, tiveram quatro encontros em um ano, algo também sem precedentes na história dos dois vizinhos.
3. Quanto ao Irã, não conseguiram pressioná-lo para conseguir mais vantagem nas negociações nucleares em curso e subtrair suas forças na região porque:
a) Teerã não deixou de apoiar o governo de Bashar al-Assad (a Síria representa a profundidade estratégica do Irã enquanto ele está no poder), e inclusive já fala abertamente dos generais iranianos que trabalham em solo sírio;
b) nem aceitou o fechamento total de seu programa nuclear, e isso apesar de John Kerry ter lançado um ultimato a Teerã para assinar um acordo político global até o final de março – se não, não retomariam as negociações. O certo é que a administração Obama está muito consciente da luta pelo poder no seio da República Islâmica entre os setores militares – contrários a um acordo com os EUA – e o governo do presidente Rouhani, que tenta, por um lado, driblar as sanções que estão afogando a economia iraniana e, por outro, evitar um confronto bélico (tentou baixar a tensão depois que o míssil israelense matou um general iraniano na Síria, no último dia 20 de janeiro). Se Obama pretende impedir um Irã nuclear, um petróleo com preços no chão, aumentará a tensão social em um Irã monoprodutor e fortalecerá a posição dos céticos e dos setores que querem guerra (assim como EUA e Israel). As medidas de Rouhani diante da manobra da Aramco foram incentivar a exportação dos produtos não petrolíferos, investir no turismo, aumentar os impostos, manter os subsídios aos principais produtos de consumo e a ajuda às famílias desfavorecidas, além de uma política externa agressiva na região com um ramo de oliveira nas mãos – que inclui sobretudo os países árabes “inimigos” e membros da OPEP, como Kuwait ou Catar.

4. A perda de centenas de milhões de dólares por parte das grandes empresas petrolíferas ocidentais, como as que operam no Iraque, Líbia, Nigéria, entre outros.
5. O déficit orçamentário gerado pela queda do preço do petróleo criou dificuldades para os xeiques sauditas, em pelo menos estes três cenários:
a) No interior do país: seus orçamentos foram elaborados com base no barril de 72 dólares, e agora se enfrenta um aumento importante dos preços dos produtos básicos. Além disso, previu-se, desde a repressão da primavera de 2011, realizar uma série de projetos que melhorariam a vida dos cidadãos – como a construção de moradias, a criação de postos de trabalho, ou a chegada de água e luz a milhões de pessoas que vivem na pobreza absoluta – e que agora estão paralisados.
b) No Egito: a promessa feita em 2011 aos militares encabeçados pelo general Al-Sisi de receber 160 bilhões de dólares anuais acabam com a Irmandade Muçulmana do presidente Mohammed Mursi, preso após o golpe de Estado. O que acontecerá no Egito, seu grande aliado contra Irã, se não cumprir?

c) No Iraque e na Síria: dificuldade para pagar os honorários de milhares de jihadistas do Estado Islâmicos e grupos parecidos, cuja missão é acabar com os governos de Damasco e de Bagdá, ambos próximos a Teerã, e arrastar o Irã para uma guerra regional sectária. Desde 2011 até hoje, investiu bilhões de dólares nesses terroristas, com um êxito parcial: destruiu o Estado sírio, mas ainda não conseguiu levantar um novo e afim.
6. Nos EUA, dois fatos contribuíram para o aumento dos preços do barril:

a) Os cortes nos investimentos de capital por parte das multinacionais na extração do petróleo de xisto como resposta à queda dos preços. Pois cada barril lhes está custando entre 70 e 80 dólares (diante dos 15-20 dólares no Oriente Médio) e um petróleo por menos desse preço, obviamente, não é rentável. Com isso, nos EUA e no Canadá, cerca de 90 plataformas de exploração fecharam. BP perdeu bilhões de dólares em todo o mundo e planeja reduzir suas atividades de exploração à metade e os investimentos até 20%. A Chevron está em situação parecida.
b) A greve de cerca de 4 mil trabalhadores das empresas Royal Dutch Shell Oil e BP em nove refinarias em Ohio, Califórnia, Kentucky, Texas e Washington, iniciada em 1° de fevereiro. Exigem um convênio coletivo para o setor, a redução do número de trabalhadores não sindicalizados e melhorias nas condições de segurança e saúde, em uma greve que é a primeira dessa envergadura há várias décadas.

7. O aumento da tensão na Líbia e a perda de 800 mil barris em um incêndio.
8. O perigo de instabilidade social em países aliados aos EUA, como Iraque (incluindo seu Curdistão) ou Nigéria, pela queda dos petropreços.
O único e grande triunfo dos EUA e da Arábia Saudita nessa história até o momento foi transformar a OPEP em espectro do que foi entre 1960 e 1990, e não apenas porque sua cota de mercado caiu de 62% para os 30% de hoje, mas porque a Arábia, o Kuwait e os Emirados Árabes Unidos fizeram uma frente contra pesos pesados da organização, tais como Irã, Iraque, Argélia, Venezuela e Equador.
Os preços do petróleo tocaram fundo. É perfeitamente lógico que o “Naft” (seu nome em persa, e do qual vêm palavras como “naftalina”) não apenas recupere seu preço – que hoje é mais barato do que uma garrafa de bom vinho –, mas também seu valor: é o resultado de milhões de anos do esforço “não renovável” da natureza.
No: http://gilsonsampaio.blogspot.com.br/2015/02/geopolitica-do-petroleo-8-razoes-pelas.html