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domingo, 8 de maio de 2016

STF: Pela cassação de todo político que usar religião no desempenho da função

O ESTADO É LAICO! Evocar religião no desempenho de um mandato político vai de contra a Constituição e é um desrespeito a todos os brasileiros que seguem diferentes religiões ou nenhuma.
Se algum político balizar-se em religião durante seu mandato, que seja destituído de sua função!
O Brasil não é um Estado religioso!
Os Dez Mandamentos.
O primeiro deles: “Amar a Deus sobre todas as coisas”. O segundo mandamento: “Não invocar o Santo Nome de Deus em vão”, compreendendo a Lei de Deus e a importância de firmar a aliança de amor com o Pai Eterno.
“Não invocar o Santo Nome de Deus em vão”, pertence ao primeiro capítulo dos Dez Mandamentos conhecido como: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos” e é um mandamento que destaca a importância de honrar o Santo Nome de Deus, bendizendo -O, louvando -O e glorificando-O.
No Evangelho de Mateus encontra-se a oração do Pai Nosso. Ela se inicia assim: “Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o vosso nome…” (Mt 6,8-9). Observando o segundo trecho – “… santificado seja o vosso nome…” – e reconhecendo o significado e a grandiosidade dessa prece, é possível mensurar a importância de amar e bendizer o nome de Deus, cumprindo assim o segundo mandamento.
Para o missionário redentorista Joaquim Cavalcante, “Não invocar o Santo Nome de Deus em vão” implica em uma vivência concreta de amor com o Pai Eterno, uma vez que pronunciar em vão, supõe-se uma relação superficial com Ele. “O segundo mandamento sublinha a primazia de Deus em toda relação de fé. Dizer: ‘creio em Deus’ é dizer que Ele é o único bem e não pode ser banalizado. Deus é Santo e fonte de toda santidade, ninguém pode abusar da divina majestade. O nome é a pessoa”, explica.
No livro do Êxodo (Ex 20,7), a ordem imperativa para não pronunciar o nome de Deus em vão vem precedida de outros ‘nãos’ e termina dizendo que o Senhor ‘não deixará impune aquele que pronunciar Seu nome em vão’, mas o texto sagrado não menciona o tipo de punição.

https://andradetalis.wordpress.com/2016/05/07/stf-pela-cassacao-de-todo-politico-que-usar-religiao-no-desempenho-da-funcao/

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Religiões no nascimento da propaganda

Para se compreender a gênese do processo de propaganda e contrapropaganda é bom se entender um pouco da formação do novo testamento. Os judeus provavelmente tenham sido o povo que primeiro usaram o espírito da ideia de que "a propaganda é a alma do negócio".
A bíblia, ainda hoje, é a peça de propaganda de maior sucesso da história da humanidade, nem mesmo Hollywood foi tão eficaz em disseminar os valores, costumes e moral de um povo.
No estudo deste processo é preciso voltar ao século primeiro depois de cristo, uma época em que o poder militar do império romano sufocava todo mundo ocidental: oriente baixo (Síria e Turquia), gauleses, britânicos, gregos, egipicios e judeus. Aos romanos não bastava a conquista, era necessário submeter e humilhar os conquistados. Emblemático desta situação eram as estátuas erigidas pelos romanos nos centros de suas conquistas, como a clássica estátua de um poderoso guerreiro, representando Roma, submetendo uma fêmea frágil que representava o conquistado. Diante do avassalador poderio militar romano restava aos conquistados apenas o lento processo de propaganda anti-romana, e, provavelmente, os melhores propagandistas da época foram os judeus.
A maior peça de propaganda anti-romana foi o livro da revelação ou o livro do apocalipse de João (não o apóstolo). No ano de 66 d.c. houve uma sublevação na Judeia que foi reprimida com enorme crueldade e violência pelas tropas do imperador Nero. Entre os poucos judeus que escaparam do massacre estava o profeta João que se exilou no oriente baixo, provavelmente Turquia. Em conjunto com turcos, gregos e sírios, João iniciou a criação de documentos apócrifos que tinham como motivação a propaganda anti-romana.
O apocalipse surge de uma ideia radical. Os livros da revelação tinham origem egípcia e babilônica e a finalidade era fundamentar o divino na nova era, João, o profeta judeu, admite a impossibilidade dos povos conquistados em suplantar Roma no plano militar e passa a pregar o fim do mundo e o surgimento do reino de Cristo, numa alusão à queda do império romano. Simbolismos e arquétipos persistentes até os dias de hoje, como o número 666 o da "besta", tem origem no apocalipse e são alusão ao ano de 66 d.c. e a "besta" não seria outro senão Nero. Rogar pragas já fazia muito sucesso naquela época e há passagens particularmente terríveis no Apocalipse que dão uma noção da angústia e da vontade de vingança dos povos conquistados, como a passagem onde João anuncia o retorno de Cristo que acorrentaria a "besta" (Nero) e o aprisionaria num lago de angústias e aflições por milhares de anos.
O sucesso dos panfletos apócrifos é tamanho que por volta de 312 d.c. o imperador Constantino deixa de confrontar o cristianismo diretamente e inventa a contrapropaganda.
Assume o cristianismo como religião oficial do império, cria a igreja católica com sede em Roma. A igreja católica passa, então, a ser o órgão oficial de censura aos panfletos apócrifos. Com a edição de seus canônes, a igreja católica determina quais documentos apócrifos podem ser publicados. Não seria exagero imaginar que o novo testamento não passa de uma resenha dos documentos autorizados pelo império romano através da sua igreja, já que nem mesmo os próprios judeus jamais assumiram o cristianismo e a bíblia hebraica ainda é uma peça sectária do ortodoxismo judeu .
Aspectos deste processo de propaganda e contraproganda podem ser reconhecidos na mídia contemporânea. Um estudo detalhado tem sido realizado pela professora de religião da universidade de Priceton, Elaine Pagels. Neste site (em inglês), Elaine oferece uma panorâmica do livro da revelação do profeta João.
Marcelo Castro
No Advivo

domingo, 4 de setembro de 2011

Austrália mandar tirar dos livros didáticos as abreviaturas a.C. e d.C.




Dionísio calculou o Ano I,
a data do nascimento de Cristo.
Ele teria errado nas contas
O governo da Austrália mandou tirar dos livros didáticos as referências religiosas de tempo histórico a.C. (antes de Cristo) e d.C. (depois de Cristo).  

As abreviaturas serão substituídas por BCE (Before Common Era ou Antes da Era Contemporânea, em livre tradução), BP (Before Presentou Antes do Presente) e CE (Common Era ou Era Presente).

Um porta-voz do governo disse aoThe Sun Herald que as novas abreviaturas são mais adequadas para o ensino porque são neutras, sem nenhuma conotação de credo....

terça-feira, 12 de julho de 2011

Você sabe quantos deuses têm a história parecida com a de Jesus?

 As semelhanças dogmáticas com as religiões de mistério provariam que o cristianismo não é o resultado de uma revelação divina, mas o produto de um sincretismo religioso. 

 
A teoria do "Mito de Cristo" afirma que houve grande influência das religiões dos povos com as quais os judeus conviviam, ou seja, egípcios, persas, gregos e romanos.
  • Tamuz:.......

domingo, 17 de abril de 2011

Aula de Mitologia Cristã

Séculos a frente do nosso tempo, um professor de história está diante de sua turma de adolescentes ensinando sobre algumas religiões do passado, e após uma passagem pelos temperamentais deuses gregos, era hora do seu assunto favorito:
- O cristianismo, principalmente a igreja católica, foi a religião mais poderosa do mundo durante séculos, principalmente no ocidente, de modo que ela acabou ganhando muito poder político, uma vez que a influencia que mantinha sobre seus seguidores era muito importante para os mais diversos tipos de governantes através dos séculos, desde reis a presidentes e até ditadores.
- Os antigos seguidores dessa mitologia tinham umas crenças engraçadas, por exemplo: Nas reuniões dos adeptos, que eram chamadas de missas, (aliás, no centro da cidade até ainda tem algumas igrejas que eles usavam para fazer essas reuniões...) Enfim, nessas missas havia um ritual em que eles simbolicamente comiam o corpo e bebiam o sangue do seu messias, o Jesus Cristo – O professor sorri ao ver os sorrisos incrédulos dos alunos – É isso ai, eles supostamente faziam isso pra reencenar o que Cristo teria feito na sua última ceia antes de ser crucificado......

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Jesus não morreu na cruz.



A ressurreição de Jesus Cristo pode ser possível mas não a ressurreição do cristianismo. Na verdade,Jesus não morreu na cruz.
São precisas pelo menos quarenta e oito horas para uma pessoa morrer na cruz judaica; e tem havido casos conhecidos em que as pessoas estiveram quase seis dias na cruz sem morrer.
Porque Jesus foi tirado da cruz apenas seis horas depois, não é possível que ele tenha morrido na cruz.
Foi uma conspiração entre um rico simpatizante de Jesus e Pôncio Pilatos para crucificar Jesus o mais tarde possível nessa sexta-feira, porque no sábado os judeus param tudo; o sabá deles não permite qualquer ação. Na noite de sexta-feira tudo para.
O combinado foi que Jesus iria ser crucificado ao fim da tarde, para que antes do pôr-do-sol o baixassem da cruz. Ele pode ter estado inconsciente porque o seu corpo deitou muito sangue, mas ele não estava morto.
Depois ele seria posto numa gruta, e antes do fim do sabá e que os judeus o pendurassem de novo, o seu corpo seria roubado pelos seus seguidores.
A tumba foi encontrada vazia, e Jesus foi levado da Judéia o mais rápido possível. À medida que ele recuperava a saúde e se curava, ele mudou-se para a Índia e viveu uma vida longa de cento e vinte anosem Caxemira.
Osho, em "Beyond Psychology"

domingo, 16 de janeiro de 2011

Evangelhos gnósticos não reconhecem divindade de Cristo, nem milagres, nem ressurreição

É a história quem diz:"ainda não se conseguiu comprovar a existência do Cristo dos evangelhos". Corroborando em parte essa afirmação, um vídeo do Discovery Channel revela que em Nag Hammad, no sul do Egito, foi descoberta (1945) uma coleção de evangelhos gnósticos (considerados apócrifos e rejeitados pela igreja), onde não se atribui qualquer caráter divino à personalidade de um homem conhecido por Jesus Cristo.
Na coleção encontrada, o documento mais importante é o "Evangelho de Tomé" (sim, aquele mesmo que só acredita no que pode ver ou tocar), segundo o qual Jesus Cristo seria apenas mais um judeu sábio (era moda a existência de "sábios" judeus), de espírito revolucionário, mas apenas um ser humano um pouco incomum, não divino, não milagreiro, não imortal. Naquele evangelho não há qualquer referência à condenação e crucificação de Jesus e, conseqüentemente, à sua ressurreição, três dias após a sua suposta morte. Também não é citado nenhum milagre, o batismo, João Batista, a "via crucis" ou nada parecido.
Ora, um Jesus humano, sem a grandiosidade e a mística que lhe é atribuída nos 4 evangelhos sinóticos? Aceitá-lo apenas como um subversivo revolucionário que fracassou nos seus intentos? É claro que a Igreja não poderia aceitar e, por isso, mandou que os monges do mosteiro que analisavam os documentos queimassem todos os evangelhos que contrariassem a versão dos sinóticos. A sorte é que alguns, cerca de uma dúzia deles, ao invés de serem queimados, foram escondidos em pote e enterrados.
Parece que é mesmo a arqueologia quem irá revelar a verdade sobre Cristo. Mas uma coisa é certa: "O Cristo dos Evangelhos jamais existiu" e esta inferência, ao que tudo indica, ninguém mais pode mudar.
Acesse o vídeo aqui.
By: OniPresente