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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Globo: Denúncias sobre Petrobrás justificariam privatização da empresa


Editorial da revista Época revela que há, também, uma agenda ideológica nas denúncias que têm sido feitas contra a Petrobras; nesta semana, revista das Organizações Globo defendeu abertamente a privatização da empresa, em razão do escândalo de corrupção que envolve Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef; "é absolutamente clara a força dos argumentos daqueles que a defendem", diz o texto; "eles se tornam ainda mais pertinentes num momento como este, em que fica a cada dia mais claro como o aparelhamento político resultou numa gestão corrupta, cujos efeitos sobre os cofres públicos poderão se revelar até maiores do que os do mensalão".
Editorial da revista Época revela que há, também, uma agenda ideológica nas denúncias que têm sido feitas contra a Petrobrás; nesta semana, revista das Organizações Globo defendeu abertamente a privatização da empresa, em razão do escândalo de corrupção que envolve Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef; “é absolutamente clara a força dos argumentos daqueles que a defendem”, diz o texto; “eles se tornam ainda mais pertinentes num momento como este, em que fica a cada dia mais claro como o aparelhamento político resultou numa gestão corrupta, cujos efeitos sobre os cofres públicos poderão se revelar até maiores do que os do mensalão”.
Por trás das denúncias de corrupção contra a Petrobrás, não há apenas uma agenda política imediata, que é retirar o PT do poder e impedir a reeleição da presidente Dilma Rousseff. Um objetivo secundário, mas não menos importante, é a privatização da Petrobras. Ao menos, para as Organizações Globo.
A defesa da venda da companhia ao setor privado foi feita de forma explícita, no editorial “O ‘Petrolão’ e a privatização”, da revista Época deste fim de semana. Assinado pelo jornalista Helio Gurovitz, o texto reflete a opinião dos irmãos Marinho sobre o tema. Eis um trecho:
“Nada mais oportuno, portanto, que aproveitar o período eleitoral para discutir este tema considerado tabu: a privatização da própria Petrobrás. Embora seja uma questão complexa e cheia de nuances, é absolutamente clara a força dos argumentos daqueles que a defendem. Eles se tornam ainda mais pertinentes num momento como este, em que fica a cada dia mais claro como o aparelhamento político resultou numa gestão corrupta, cujos efeitos sobre os cofres públicos poderão se revelar até maiores do que os do mensalão.”
Em sua campanha, justiça seja feita, o senador Aécio Neves nega a intenção de privatizar a Petrobrás. Ele fala, na verdade, em “desprivatizá-la”, tirando-a “das garras do PT”. Num eventual governo Aécio, a mudança esperada é a substituição do modelo de partilha, no pré-sal, pelo regime de concessões, semelhante ao adotado, por exemplo, no México.
A agenda da Globo, no entanto, é bem mais radical do que a do PSDB. Os Marinho, que sempre foram anti-Vargas e anti-nacionalistas, querem a privatização da Petrobrás. E usarão o chamado “petrolão” como argumento para a venda da maior empresa brasileira.
http://www.esmaelmorais.com.br/2014/10/globo-denuncias-sobre-petrobras-justificariam-privatizacao-da-empresa/

domingo, 2 de junho de 2013

Terrorismo barato - Revista Época instiga a revolta da classe média


 
Depois de atirar alimentos em Dilma no lobby do tomate, revista de João Roberto Marinho ataca a “inflação de serviços”, que reverteria a conta dos erros do governo para o público A/B; “O desenvolvimento nos últimos dez anos não contemplou a classe média tradicional, que está espremida, nervosa”, aponta no texto o economista Waldir Quadros, professor da Universidade de Campinas (Unicamp).
Na semana em que o Banco Central elevou a taxa de juros ao patamar de 8% e, assim, esfriou os estímulos de crescimento do governo ao encarecer custo do dinheiro para combater inflação, a revista Época alarma a classe média.
A publicação de João Roberto Marinho diz que a massa A/B, formada por 21,5 milhões de pessoas, o equivalente a 11,2% da população brasileira, está pagando pelos erros do governo. “O desenvolvimento nos últimos dez anos não contemplou a classe média tradicional”, disse no texto o economista Waldir Quadros, professor da Universidade de Campinas (Unicamp). “A classe média está espremida, nervosa.”
Leia trechos:
A classe média tradicional ainda representa cerca de um quarto do consumo nacional, de acordo com a Nielsen, uma empresa de pesquisa e análise de mercado – uma fatia estimada em cerca de R$ 800 bilhões por ano, equivalente a 35 vezes o custo do Bolsa Família para o governo em 2013.
Ao contrário do que ocorre com as faixas de renda mais baixa, o responsável pela alta no custo de vida dessa faixa da população não é a inflação do tomate ou de outros alimentos. O que mexe com o bolso da classe A/B é um fenômeno chamado pelos economistas de “inflação de serviços.
Essa inflação dos serviços não se reflete plenamente nos principais indicadores de inflação do país. No IPCA, o índice oficial, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os serviços representam apenas 20% do total, embora alcancem 60% ou até 70% dos gastos familiares nas faixas de renda mais alta, segundo Renato Meirelles, diretor do Instituto Data Popular.

sábado, 18 de maio de 2013

Veja e Época colocam a faca no pescoço de Zavascki


Preocupadas com a possível reversão do julgamento da Ação Penal 470, as revistas semanais da Abril e da Globo tentam intimidar o mais recente ministro do Supremo Tribunal Federal, cujo voto poderá ser decisivo para reduzir penas, inocentar alguns réus e até para preservar o mandato de parlamentares como João Paulo Cunha (PT/SP) e José Genoíno; se a mudança se confirmar, “seria escandaloso”, sacramenta Veja.
Brasil 247 – Pode estar nas mãos do ministro Teori Zavascki, o mais recente integrante do Supremo Tribunal Federal, o destino da Ação Penal 470. Por isso mesmo, ele é personagem de destaque em duas revistas semanais deste fim de semana, Veja e Época, que tentam convencê-lo, de maneira não muito sutil, a votar de acordo com seus interesses políticos no segundo tempo do julgamento.
Esta nova etapa deverá ser aberta na próxima semana, quando o plenário do STF se pronunciar sobre a admissibilidade ou não dos chamados embargos infringentes. O presidente da corte, Joaquim Barbosa, já se manifestou contrariamente à possibilidade de recursos, mas deve ser derrotado em plenário, uma vez que vários ministros que votaram contra a defesa, como Celso de Mello e Marco Aurélio Mello, já sinalizaram que defendem os embargos.
Nesse cenário, o voto de Zavascki poderá ser decisivo, já que diversas votações dividiram o plenário e tiveram placares bem apertados. Por isso, Veja e Época deram início à operação “faca no pescoço”, expressão usada pelo ministro Ricardo Lewandowski para retratar a pressão exercida pelos meios de comunicação sobre os ministros do STF.
Em Veja, diz-se textualmente o seguinte:
“A reabertura do julgamento e a revisão das penas terão como fiel da balança o ministro Teori Zavascki, nomeado pela presidente Dilma Rousseff. Na primeira vez em que foi cotado para o posto, Zavascki se recusou a assumir compromisso com a absolvição dos mensaleiros, e as forças trevosas boicotaram seu nome. Na segunda tentativa, assumiu o posto. Será que ele conseguiu afastar aquele impedimento? Seria escandaloso.”
Na prática, temendo que Zavascki vote contra seu posicionamento político (e não jurídico, uma vez que este não existe), Veja coloca o ministro sob suspeita.
Época, por sua vez, tenta ser mais factual, na reportagem “O fator Teori”. Trata-se de um perfil do ministro gaúcho, onde se afirma que ele não submete a pressões – sem deixar claro, no entanto, se isso se refere a pressões dos réus, do PT ou das Organizações Globo, que editam a revista.
No texto, a revista lembra que Zavascki já se posicionou de forma clara em relação a três pontos que dividiram o STF. Em relação à cassação dos mandatos de parlamentares, em que a defesa perdeu por 5 a 4 depois que Celso de Mello esqueceu o que ele próprio havia dito, Zavascki já disse com todas as letras que a prerrogativa é do Legislativo – e não do Judiciário. Sobre formação de quadrilha, o ministro também critica a banalização desse tipo de imputação. Em relação a lavagem de dinheiro, ele afirma que deve se provar que o beneficiado tinha ciência da origem ilícita do dinheiro – o que poderá até absolver o deputado João Paulo Cunha (PT/SP).
Claramente, nota-se que as forças políticas que movimentaram o tabuleiro do STF estão preocupadas com o segundo tempo do jogo. Fecharam o primeiro tempo em vantagem, mas já levaram algumas bolas na trave. E tentam agora intimidar o ministro Teori Zavascki.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Jornal Nacional: Santoro, Cachoeira e o interrogatório da madrugada

A partir do post Quem armou para arrancar Zé Dirceu do governo Lula?, uma leitora conseguiu, por meio de uma empresa de clipping, a edição de 30 de março do Jornal Nacional. Prestem atenção nos personagens envolvidos e em como essa história dos grampos que desencadearam na crise política de 2005 ainda tem muito a revelar.
Jornal Nacional do dia 20 de março, que revela depoimento de Cachoeira ao subprocurador da República José Roberto Santoro, antes de o caso se tornar um escândalo


No Blog do Rovai

domingo, 29 de maio de 2011

Época não merece desmentido. Merece processo




Os médicos Antônio Carlos Onofre de Lira, diretor técnico, e Paulo Ayroza Galvão, diretor clínico do Hospital Sírio-Libanês, por solicitação da Presidenta Dilma Roussef, emitiram agora à tarde um longo e detalhado relatório sobre os atendimentos prestados a ela. (veja abaixo).
Tratam em detalhes e com absoluta transparência todo os diagnósticos e terapêuticas relativos a eles.
O assunto de interesse público – a saúde da Presidenta – foi tratado com uma transparência ímpar. Aliás, sempre foi, mesmo quando ainda candidata.
Mas não foi transparência o que fez a Época. Foi violação de documentos médicos privados - e cuja divulgação só pode ser feita por autorização do paciente, segundo resolução nº1605/2000, do Conselho Federal de Medicina.
A revista teria todo o direito de formular perguntas sobre a saúde da presidente a ele ou a seus médicos. Mas está confesso nas próprias páginas da revista que “Época teve acesso a exames, a relatos médicos e à lista de medicamentos usados pela presidente da República”. Não foi, repito, informação sobre assuntos ou políticas públicas. Nem mesmo um diagnóstico ou prognóstico que, por sério, pudesse ter interesse para a sociedade. Foram detalhes personalíssimos, que a ninguém dizem respeito.....

terça-feira, 12 de abril de 2011

Gilmar foi advogado de Dantas ? Não, não é possível. Deve ser um erro






Gilmar Mendes era o Advogado Geral da União quando a AGU e ANATEL requereram a admissão como assistentes do Opportunity (ou seja, como advogados de Dantas – PHA)

1 – A matéria da revista Época sobre Daniel Dantas, diz que no dia 4 de abril de 2002, a Anatel e a Advocacia-Geral da União (AGU) deram entrada a uma petição, na 31a Vara Cível da Justiça Estadual do Rio. Na petição, a Anatel e a AGU requeriam a admissão como assistentes do Opportunity na questão. Ao ser admitidas no caso, o processo seria transferido automaticamente da Justiça Estadual do Rio para a Justiça Federal:
“O financista, o consultor e a “pessoa”
ÉPOCA revela os segredos dos e-mails de Roberto Amaral, o consultor que trabalhou para o Opportunity, de Daniel Dantas, durante o governo FHC

(…)...

domingo, 10 de abril de 2011

Carta desmente Época. Íntegra do relatório da PF incrimina Dantas


Como se sabe, a revista Época e o “notável” repórter Diego Escosteguy fizeram uma leitura caolha do relatório da Polícia Federal e decidiram derrubar o presidente Lula no momento em que ele é “inderrubável”, já que se tornou Doutor Honoris Causa......

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Ex-Procurador Geral da República corrige Esgotegu

O ex-procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza esclareceu que o “relatório final” da Polícia Federal, publicado pela imprensa (Revista Época) como se fosse referente à ação penal do chamado "mensalão", é parte de outro inquérito aberto em março de 2007, de número 2.474, que tem também como relator o ministro Joaquim Barbosa, e que tramita no STF em “segredo de justiça”. Não vai influir no julgamento do processo principal, que já está perto do fim. 


Com informaçõe do Jornal do Brasil

terça-feira, 5 de abril de 2011

Para entender a matéria da Época

Um dos princípios jornalísticos mais sagrados à velha mídia é o do gancho – ou seja, uma matéria sai quando tem algum fato novo que justifique sua publicação.
Com poucas novidades, trata-se de um "cozidão". O lide da matéria está no pé.
"As provas reunidas pela PF constituem a última esperança do ministro Joaquim Barbosa e da Procuradoria-Geral para que o Supremo condene os réus do mensalão. Nos últimos anos, as opiniões dos ministros do STF sobre o processo modularam-se ao ambiente político – que, sob a liderança simbólica e moral do ex-presidente Lula, fizeram o caso entrar num período de hibernação. Alguns ministros, que em 2007 votaram por acatar a denúncia do Ministério Público, agora comentam reservadamente que as condenações dependem de "mais provas". Hoje, portanto, o Supremo se dividiu. Não se sabe o desfecho do processo. Sabe-se apenas que, quanto mais tempo transcorrer, maior a chance de absolvição dos mensaleiros. Se isso acontecer, a previsão feita por Delúbio Soares, num passado não tão remoto, num país não tão distante, vai se materializar: o mensalão virará piada de salão. Será o retorno da ficção: era uma vez um país sério".
É aí que a matéria se entrega. O que a matéria tem de novo, não é relevante; o que tem de relevante, não é novo. E isto faz toda a diferença.
Segundo a revista, as informações constam do relatório adicional solicitado pelo Ministro Joaquim Barbosa à Polícia Federal.
Há que se conferir melhor, mas as informações novas são as seguintes:
1. O aparecimento de um filho de Marco Maciel na história.
2. A inclusão da filha de Joaquim Roriz.
3. A inclusão de Aécio Neves, em algo que não tem nenhum desdobramento maior: uma cota de patrocínio de um evento que existiu, aconteceu e foi pago. Um factóide.
Todos os demais fatos, anunciados bombasticamente pela Época, são antigos e provavelmente já constam do inquérito inicial, que serviu de base para instruir o relatório de Joaquim Barbosa. A saber:
1. O caso do segurança de Lula. Matéria de 2006, do Estadão.
2. Os assessores de Pimentel, demitidos por ele na época.
3. O financiamento da festa de posse de Lula e outras despesas de campanhas, admitidas publicamente por Delúbio Soares.
Ou seja, os fatos retumbantes são velhos; e os fatos novos são irrelevantes. Se todos os fatos relevantes já estavam no relatório de Joaquim Barbosa, qual a razão para o "cozidão"? O fato de, segundo o Estadão, a denúncia de Barbosa provavelmente ser rejeitada pelo STF, por inepta.
Dias atrás o Estadão publicou matéria dizendo que o julgamento do "mensalão" não daria em nada. A matéria é do repórter Felipe Recondo, do dia 27 de março passado.
Sob o título "Pressões no STF criaram ilusão de condenação", a matéria diz que na época a denúncia de Joaquim Barbosa foi aceita na íntegra, passando a impressão de que não tinha furo, devido à matéria do Globo, sobre a troca de mensagens entre os Ministros Ricardo Lewandowski e Cármen Lúcia. Ocorre que tinha muitos furos.
Diz a matéria do Estadão:
"Quando essa suspeita foi divulgada, houve um clima de constrangimento. O julgamento ficou pasteurizado. De acordo com integrantes da Corte, nenhum ministro sentiu-se à vontade para discutir à exaustão cada ponto da denúncia. O melhor a fazer, disse ao Estado outro integrante do STF, era acelerar a conclusão do julgamento em favor da abertura da ação.
Nesse cenário, o relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, teve o trabalho facilitado. A denúncia foi recebida praticamente na íntegra e criou a impressão de que a investigação não tinha furos. Hoje, ministros dizem que vários pontos do inquérito seriam derrubados facilmente se o julgamento tivesse transcorrido em clima de normalidade".
Na outra retranca – "Ônus de absolvição será maior para Barbosa" a matéria diz:
"É unanimidade entre os ministros do Supremo que, dos 38 réus que serão julgados, poucos serão os condenados. Como responsável pela ação penal, o ônus de absolver figuras-chave do esquema do mensalão poderá recair, em última instância, sobre Joaquim Barbosa.
Quando o processo chegar ao fim, será preciso lembrar, por exemplo, que o Ministério Público, responsável por produzir as provas necessárias para a condenação, pode ter falhado. Ou que o Supremo Tribunal Federal tem como fundamento a abnegada proteção do indivíduo ante os Poderes - o que no jargão jurídico é definido como garantismo. Assim exige provas cabais para condenar alguém e não aceita uma condenação mesmo que as evidências sejam claras. Ou ainda que a denúncia recebida em 2007 já podia esconder furos, mas que o STF preferiu não atacá-los naquele momento".
O que provavelmente aconteceu? Para requentar o tema, passaram-se algumas informações adicionais para Época que – seguindo o velho modelo de Veja – requentou o cozidão, procurando criar um fato novo. A intenção é criar novo constrangimento entre os ministros.
Luis Nassif

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A próxima calhordice do PIG: Cardeal é o namorado de Dilma?

Fernando Malafaia Cardoso vai excomungar o Cardeal

A Folha na primeira página e a revista Época fazem hoje denuncia estarrecedora.
Um diretor da Eletrobrás, Valter Cardeal, tem um irmão, o Edgard.
Ponto.
É tudo o que a Folha e a Época têm a oferecer a seus incautos leitores.
Mais nada.
São denúncias vazias.
Mas, amigo navegante, não se iluda.
Essas reportagens não demonstram, pela enésima vez, que o PiG é Golpista – e, sobretudo, incompetente.
O que pode estar por trás dessas duas “reportagens” é algo mais calhorda (essa virtude tucana que o Ciro recuperou para o vocabulário político brasileiro) do que o amigo navegante possa imaginar.
Como diria o Mino Carta, é do conhecimento do mundo mineral que, em Brasília, se diz que Valter Cardeal teve um affaire com Dilma Rousseff.
Um namoro.
Ou mais do que isso.
Não interessa a ninguém.
Mas interessa ao PiG e, portanto, ao Serra.
Ou como diz a Folha, de forma sibilina, “… há 20 anos Valter Cardeal é homem de confiança de Dilma Rousseff”.
Portanto, as duas reportagens seguiriam uma lógica cronológica.
Primeiro, botar o Valter no noticiário.
Pouco a pouco, os folhetos de Guarulhos começariam a ser distribuídos na igreja de Canindé, no Ceará, onde Serra beijou a santa e o Tasso “tenho jatinho porque posso” Jereissati desacatou o padre, em plena missa.
Os folhetos vão, voltam.
Se multiplicam.
O Bispo Malafaia, que deslocou o Fernando Henrique do papel de “Cérebro Máximo” dos tucanos, começa a dar indiretas: além do aborto … namorados corruptos … onde isso vai parar?
E o PiG, na véspera da eleição, cria uma nova “onda verde”: “amante de Dilma leva uma grana do Governo”.
O amigo navegante duvida?
Paulo Henrique Amorim, via com textolivre

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O caso do “sigilo” de Serra e a “bala de prata” final




Quero me posicionar claramente sobre dois assuntos que, desde o fim da semana passada, estão marcando o debate sobre a sucessão presidencial. Refiro-me, primeiro, ao caso do “sigilo” de José Serra e, depois, às especulações sobre qual será a “bala de prata” final que a estrutura extra oficial de marketing da campanha do ex-governador tucano – composta, essencialmente, mas não só, pelos Grupos Folha e Estado, pela Editora Abril e pelas Organizações Globo – irá disparar contra a adversária.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Ditadura nunca mais

Tortura nunca mais. Dilma e PT de novo com a força do Povo
Maria Frô

Não adianta Bonner e seu “Me perdoe, me perdoe” para Serra, protagonizando um dos maiores papelões da história da tevê brasileira. Não adianta Época requentar com seu revisionismo histórico a ditabranda da Folha e de suas viúvas da ditadura militar e de generais de pijama.

O Brasil mudou e pra melhor. Não preciso listar todas as grandes mudanças, é só abrir os olhos, não se constrói uma popularidade de 80% de aprovação na base de propaganda. A era Lula entrou para a história e Dilma dará continuidade às mudanças positivas.

Dilma é uma mulher com uma rica história de vida, terei orgulho de nós brasileiros e brasileiras já imunes diante desta fábrica de factóide de cerca de sete famílias que monopolizam os meios de comunicação no país.

Terei orgulho de escolher uma mulher que aos de 19 anos disse não ao horror da ditadura, ao horror do regime de exceção, ao horror da tortura. Terei orgulho de nossa nova presidenta.

Época, Veja, Folha e todos esses folhetins de quinta ou resolvem fazer jornalismo ou só chegarão em nossas casas no papel que embrulha peixe, banana.

domingo, 15 de agosto de 2010

O jornalismo ponográfico de Ali Kamel




Foto: cena do antológico filme "Solar das Taras Proibidas" (1984), dirigido por Roberto Mauro (o mesmo de As Cangaceiras Eróticas e Eu compro essa virgem), estrelado pelo carismático ator Ali Kamel, que anda meio sumido da frente das lentes. Suspeita-se que o astro continue destilando seu talento nos bastidores de uma poderosa indústria "cultural" brasileira.)

Este quadro, publicado na edição da revista Época que está nas bancas, deveria ser pendurado nas paredes das redações das Organizações Globo como exemplo do jornalismo pornográfico praticado por Ali Kamel.
Não há símbolo melhor e talvez nunca haverá.
O DNA é o mesmo que encontramos nas três perguntas feitas por William Bonner aos candidatos Dilma, Marina e Serra no Jornal Nacional, todas elas sobre o mensalão do PT (de 2005), sem nunca mencionar o mensalão do DEM de 2010 ou José Roberto Arruda, aquele que seria o vice de Serra.
By: Vi o Mundo, via Com textolivre
Edição do post, Contramaré

Sugestão do Contramaré, para a próxima capa da revista Isto é




A revista Época que está nas bancas traz uma capa requentada de uma tentativa da Folha que foi desmoralizada como sendo uma farsa e que, infelizmente, ficou por isso mesmo.
O que pretendia ser um estardalhaço, não traz nada de novo, a não ser o fato de que é uma tentativa de, pelo menos, segurar a disparada da candidata do PT nas próximas pesquisas.
O mais sinistro dessa tentativa de golpe das Organizações Globo, é um box da revista da famiglia Marinho que se pergunta: “as duvidas sobre o passado”.
As duvidas estão respondidas no corpo da própria matéria.
Aguarda-se numa próxima edição da revista da Globo reportagens sobre a ação de José Serra na Ação Popular (organização a que se atribui um atentado ao Aeroporto de Guararapes, em Recife); e os assaltos a banco de Aloysio Nunes Ferreira (Aloysio quem ?), candidato de Serra ao Senado, por São Paulo.
Até nisso foi incompetente, pois naquele dia 25 de julho de 1966, o “terrorista” Zé Serra, perdeu a chance de explodir, evaporar o candidato a Ditador do momento, o criador do repressivo e sanguinolentoAI-5General Costa e Silva que acabou morrendo (DIZEM!), de uma pacífica trombose.
Vejam o estrago que o "Terrorista" Serra fez no Recife:
Quem é o terrorista nesta história?
Se é que existe, pois estávamos em guerra contra a ilegalidade de um golpe de Estado que tirou um pesidente eleito constitucionalmente pelo povo.
E pra fechar, mais uma prova da intimidade que a Globo sempe teve com os generais golpistas, seus patrocinadores desde o nascedouro.
Na foto, o "Dr. Roberto" Marinho parece preocupado com a firmeza do general cavalariano João Batista Figueiredo em conduzir até o fim o processo de entrega do poder de volta aos legítimos donos: os civís.
By: JenipapoNews

O que resta à mídia tucana

Se pudesse dar um conselho a Dilma Rousseff, diria que não se preocupasse com o seu principal adversário. Ele não existe, simplesmente. É a roupa que não se sustenta em pé sem um cabide (a mídia). Poderia ter qualquer nome ou forma, é apenas o que estava à mão da direita, da qual a mídia corporativa é a manifestação mais poderosa, hoje em dia…
O problema de Dilma é a mídia – e continuará sendo inclusive se a petista vencer a eleição. E, para ser mais claro, dou nome aos bois que executarão a tarefa de tentar desmoralizar a candidata: Organizações Globo, Grupo Folha, Grupo Estado e Editora Abril, com as capilaridades todas desses impérios de comunicação.

'Época' mostra o passado que querem esquecer