Quando Getúlio Vargas tentou pagar um salário que matasse a fome do trabalhador teve que se suicidar.
Jango foi derrubado pelos militares, pela garantia do entreguismo, da privataria e do salário baixo que é lucro para as empresas estrangeiras, que só pensam em faturar.
Lula e Dilma melhoraram um pouco.
Se Dilma decretar um mínimo menos indigno terá o veto da Câmara dos Deputados e do Senado.
Já mandaram o recado: renúncia, golpe ou morte.
A imprensa brasileira paga salários de fome e medo. E defende o emprego terceirizado, temporário e precário. O Brasil nunca deixou de ser escravocrata.
A imprensa faz campanha pelo retorno da ditadura, que defendeu em 1964. E que fez a fortuna das seis famílias que dominam a mídia
vi no: https://andradetalis.wordpress.com/2015/09/02/quando-o-brasil-vai-pagar-um-salario-minimo-decente/
A miséria atinge a maioria do povo norte-americano, nas classes mais atingidas pela crise
Ex-funcionário norte-americano e coronel reformado do Exército dos EUA afirmou, neste sábado, que a política do seu país é determinada por 400 pessoas cujas fortunas são superiores a vários trilhões de dólares. Na entrevista à rádio lituana Baltkom, o coronel Lawrence Wilkerson, ex-chefe de gabinete do secretário de Estado norte-americano Colin Powell, afirmou que a linha política é estabelecida por cerca de 0,001% da população norte-americana.
– São os oligarcas que chefiam todos os processos ‘nos bastidores – disse Lawrence Wilkerson.
O coronel reformado Lawrence Wilkerson critica o sistema político-econômico norte-americano
O ex-funcionário do segundo escalão do governo norte-americano também mostrou a sua indignação com este cenário:
– Nos EUA há cerca de 400 pessoas, trilionários cujas fortunas ultrapassam a casa dos 15 zeros. Esta distribuição de riqueza no país é indecente, ofensiva. A desigualdade é enorme.
Assim, enquanto os EUA impõem a democracia ao resto do mundo, parece que, com tal sistema de administração, eles não sabem realmente o que significa o “governo do povo”, afirmou.
Miséria
Enquanto isso, notícia publicada em um site de notícias especializado em destacar as reportagens que não aparecem na grande mídia norte-americana, o Political Blindspot (PB) relata que na maior nação liberal do planeta, a terra das oportunidades, onde qualquer um pode construir sua riqueza, 80% de sua população viveram próximos a pobreza ou abaixo da linha da miséria (só nessa última condição, são 49,7 milhões de pessoas).
A reportagem fala ainda do aumento cada vez maior do abismo que separa ricos e pobres daquela nação e de como o governo estadunidense, em vez de aumentar a rede de proteção social dos 80% da população que sofre com os efeitos da pobreza, está discutindo os cortes dos poucos programas assistenciais que estão ajudando alguns estadunidenses a se manterem pouco acima da linha da pobreza.
“Se você vive nos Estados Unidos, há uma boa chance que você esteja agora vivendo na pobreza ou muito próximo a ela. Aproximadamente 50 milhões de estadunidenses, (49,7 milhões), estão vivendo abaixo da linha da pobreza com 80% de todos os habitantes dos Estados Unidos vivendo próximo a linha da pobreza ou abaixo dela”, afirma o Political Blindspot.
Essa estatística da “quase pobreza” é mais surpreendente do que os 50 milhões de estadunidenses vivendo abaixo da linha da pobreza, pois ela remete a um total de 80% da população lutando contra a falta de emprego, a quase pobreza ou a dependência de programas assistenciais do governo para ajudar a fazer face às despesas.
Número confiável
Em setembro de 2013, a Associated Press apontou para o levantamento de dados que falavam de uma lacuna cada vez mais crescente entre ricos e pobres, bem como a perda de empregos bem remunerados na área de manufatura que costumavam fornecer as oportunidades para a “classe trabalhadora” para explicar a crescente tendência em direção à pobreza nos EUA.
Mas os números daqueles que vivem abaixo da linha da pobreza não refletem apenas o número de estadunidenses desempregados. Ao contrário, de acordo com os números de um censo revisado lançado na última quarta-feira, o número – 3 milhões acima daquele imaginado pelas estatísticas oficiais do governo – também são devidos a despesas médicas imprevistas e gastos relacionados com o trabalho.
O novo número é geralmente “considerado mais confiável por cientistas sociais por que ele se baseia no custo de vida, bem como nos efeitos dos auxílios do governo, tais como selos de comida e créditos fiscais,” segundo o relatório da Hope Yen para a Associated Press.
Enquanto isso, o governo dos Estados Unidos parece pensar que a resposta é cortar mais daqueles serviços que estão ajudando a manter 80% da população minimamente acima da linha da pobreza, cortaram os selos de comida desde o começo do mês. Democratas e Republicanos estão negociando apenas quanto mais desses programas devem ser cortados, mas nenhum dos partidos estão discutindo que eles sequer deveriam ser tocados.
[Da série: "Cartilha Básica para Coxinhas que não ficarem pagando mico"]
O Bolsa Família vem se tornando há tempos um dos assuntos mais discutidos da política nacional. Em parte, porque (algumas) pessoas que não recebem o programa se revoltam por estar tendo de contribuir para a manutenção do programa. Mas, afinal, quanto custa o Bolsa Família para cada brasileiro.
O programa custa hoje cerca de R$ 2 bilhões por mês. Isso significa cerca de R$ 24 bilhões por ano. Considere que somos quase 200 milhões de habitantes no país. Fazendo a conta, isso significa um custo de aproximadamente R$ 120 por ano por pessoa. Ou, se você preferir, R$ 10 por mês.
Isso, no entanto, não significa que mesmo esses R$ 10 estejam saindo diretamente de seu bolso para a manutenção do programa. Primeiro, porque não existem só impostos sobre pessoas físicas no país. Existem tributos sobre pessoas jurídicas. Vamos supor que a arrecadação seja em média de dois para um. Quer dizer que cada pessoa física contribuiria com pouco menos de R$ 7.
Mas o Estado não tem só impostos como fonte de arrecadação. Tem também os títulos, os dividendos de estatais etc. Isso quer dizer que, para chutar alto, em média cada brasileiro gastaria R$ 5 por mês com o programa.
A contribuição não é igualitária. Se você estiver no alto da pirâmide, poderá pagar mais do que isso. Se estiver abaixo, contribuirá com menos do que os R$ 5 mensais.
E, é preciso lembrar: cobram-se impostos sobre esses R$ 24 bilhões, o que significa que boa parte volta para o caixa do governo, mantendo estradas, universidades, aeroportos e outros serviços que você também utiliza.
Ou seja: o dinheiro a fundo perdido que sai do seu bolso é bem pouco. Principalmente se você pensar nos benefícios que isso traz para o país e, inclusive, para você que vive num país menos desigual com isso.
no Blog Caixa Zero, via http://mariolobato.blogspot.com.br/2014/10/quanto-o-bolsa-familia-custa-para-o-seu.html
Quer se goste ou não, a guerra que os Estados Unidos e seus aliados travam contra o que eles chamam de "guerra ao terror" já tem dois vencedores. A indústria bélica e a Internacional Islâmica.
A indústria bélica porque está conseguindo várias nações para realizar novos testes e também para se livrar das armas obsoletas.
E a Internacional Islâmica porque, pela primeira vez na história, assiste-se a manifestação a lembrar a Guerra Civil Espanhola, quando internacionalistas de todo o mundo se uniram para enfrentar o fasci-nazismo.
O clima de intolerância, de racismo e de ódio contra os muçulmanos contou com a adesão imediata da mídia que ignorou seu papel de informar para se transformar em feroz propagandista.
O que a mídia do Ocidente faz por convicção, a mídia terceiro-mundista faz por ignorância, ou por desconhecimento total do mundo que a cerca.
No Alcorão está escrito que tudo o que há no céu e na terra pertence a Deus.
E o que pertence a Deus pertence a todos.
E que Deus não gosta dos mustakbirun (arrogantes).
E são esses mustakbirun que hoje governam a humanidade que, apesar dos avanços tecnológicos, matam pela fome e pela exclusão mais do que todas as guerras, desde a aurora da humanidade.
São eles os culpados pela jahiliya ( ignorância e barbárie).
Lutar contra a jahiliya é salvar a humanidade.
No Alcorão está escrito que quem salva uma vida salva a humanidade.
Os Estados Unidos e seus submissos respondem disparando milhares de misseis.
Cada míssil disparado daria para alimentar 50 mil seres humanos durante um mês.
Mas alguém se importa?
O sistema precisa de inimigos. Os muçulmanos de hoje são os comunistas de ontem.
Os números são alarmantes. Morrem de fome por dia no Mundo 56 MIL pessoas enquanto 1 BILHÃO de pessoas permanecem subalimentadas. No ano passado, 70 milhões de pessoas morreram no mundo, isso corresponde a 1% da população do Planeta. Dessas mortes, 18,2 milhões ocorreram por fome ou de suas consequências imediatas.
Em matéria publicada hoje no Caderno Prosa / O Globo - o sociólogo suíço Jean Ziegler fala sobre a fome no mundo e, sem meias palavras afirma que ela só acontece por uma ação perversa e direcionada dos que ESPECULAM NAS BOLSA DE COMMODITIES, com alimentos como ARROZ, TRIGO e MILHO. A ação desses especuladores é diretamente responsável pelo alto custo dos alimentos e pela impossibilidade de que os mais pobres possam adquiri-los. Segundo ZIEGLER, não faltam alimentos no mundo, e os que especulam com eles, deveriam ser colocados diante de um TRIBUNAL INTERNACIONAL por CRIME CONTRA A HUMANIDADE, visto que com sua ação criminosa são responsáveis pela morte de milhares de pessoas.
Indagado sobre o BOLSA FAMÍLIA ele diz que o Programa alcançou resultados formidáveis, que o Brasil avançou muito, mas, entende que só com REFORMAS ESTRUTURAIS, como a AGRÁRIA e o investimento na AGRICULTURA FAMILIAR será possível tirar os ainda 13 MILHÕES DE BRASILEIROS (ERAM 23 MILHÕES) que ainda sofrem com extrema dificuldade para se alimentar.
Em outra abordagem sobre o BOLSA FAMÍLIA, a economista SÔNIA ROCHA faz um relato da evolução dos programas de transferência de renda no Brasil,aponta o CARTÃO MAGNÉTICO do Bolsa Família como um dos maiores avanços visto que acaba com o clientelismo e os intermediários. Diz que o Programa acertou, sendo copiado mundo afora por: ESTATÍSTICAS CONFIÁVEIS - RECURSOS SUFICIENTES - RAZOÁVEL INFRAESTRUTURA SOCIAL - COBERTURA ESCOLAR QUASE UNIVERSAL. Diz que o programa /política social foi vitoriosa por reduzir consideravelmente a pobreza extrema, e indica que o próximo passo é gerar oportunidades para crianças e jovens que estão no programa.
Segundo a economista, a verdadeira porta de saída do programa, será o MERCADO DE TRABALHO e EDUCAÇÃO.
Há ainda uma matéria com os Professores Walquiria Leão Rego e Alessandro Pinzani, QUE CONTESTA a posição de que o Bolsa Família é Assistencialista ou Paternalista, e ressalta a sua importância para a emancipação das mulheres nos rincões mais pobres do Brasil.
Sem nenhuma conotação de cunho partidário ou eleitoral, a matéria mostra, além do gravíssimo problema da fome no MUNDO e ainda no Brasil, que nós, através dos Programas Sociais de transferência de Renda, que tiveram início em Campinas e no Distrito Federal nos anos 1990 condicionando os beneficiários a oferecerem contrapartida (BOLSA ESCOLA), trilhamos o caminho certo e que hoje o BOLSA FAMÍLIA, que reuniu e ampliou os diversos programas existentes, é uma ferramenta eficiente e indispensável para que se promova justiça social e combata os persistentes bolsões de miséria que ainda existem.
QUEM É CONTRÁRIO AO BOLSA FAMÍLIA, assim se posiciona por IGNORÂNCIA do que o PROGRAMA significa e como ele está estruturado, ou então, por pura MA-FÉ. No segundo caso, estão os que não aceitam que as riquezas do país sejam distribuídas entre todos os seus filhos ou os que desejam retirar dividendos políticos com as críticas que fazem.
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Destruição Em Massa - Geopolítica da Fome Autor: Ziegler, Jean Editora: Cortez Categoria: Ciências Humanas e Sociais / Sociologia
Este livro de Jean Ziegler é muito mais que um retrato fiel das condições de vida dos condenados da terra ou uma vigorosa denúncia do papel funesto desempenhado, em todo mundo, pelas corporações transnacionais no agro. Trata-se de uma obra rigorosa que demonstra o caráter destrutivo (em termos ambientais e socioeconômicos) do modelo de agricultura capitalista monopolista que está em curso em todo mundo e que, no Brasil, chamamos de agronegócio.
Obra da economista e pesquisadora Sônia Rocha será lançada nesta quinta-feira (6), no Rio. Autora diz que política de transferência de renda do país é bem-sucedida
Brasília, 6 – O sucesso do Bolsa Família se deve à progressão e ao constante aperfeiçoamento do programa desde a sua criação, em 2003. A constatação é da economista e pesquisadora do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (Iets) Sônia Rocha. Nesta quinta-feira (6), ela lança, no Rio de Janeiro, o livro Transferências de renda no Brasil. O Fim da Pobreza?
“Com o Bolsa Família, a política social deixou de ser paternalista. É uma coisa técnica e uma política de Estado”, destaca a economista.
Vozes do Bolsa Família - Autonomia, Dinheiro e Cidadania
Autor: Rego, Walquiria Leão; Pinzani, Alessandro
Editora: Unesp
Categoria: Ciências Humanas e Sociais / Política
Estudarmos a pobreza, os destituídos de voz, os “invisíveis”. Descobrimos, por meio de estudos diversos, que são milhões de brasileiros que estavam, e em muitos casos ainda estão, completamente fora das heranças mais básicas da civilização. Qual é o papel e quais são as conseqüências econômicas e sociais do programa Bolsa Família para a vida..
“Segundo a FAO, até 2050 serão os pequenos agricultores que fornecerão grande parte dos produtos necessários para alimentar mais de nove bilhões de habitantes no mundo”
No dia 16 de outubro, comemorou-se o Dia Mundial da Alimentação, criado pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) para conscientizar a opinião pública sobre a nutrição e a alimentação mundial, em especial a luta contra a fome que atinge diversas populações. Este ano, o tema definido pela FAO é “Cooperativas agrícolas alimentam o mundo”, como reconhecimento do papel que estas entidades desempenham na busca da melhoria da segurança alimentar e na erradicação da fome. Segundo a FAO, até 2050 serão os pequenos agricultores – e os produtos oriundos da agricultura familiar -, que fornecerão grande parte dos produtos necessários para alimentar mais de nove bilhões de habitantes no mundo. Para isso, uma das medidas necessárias para a obtenção da segurança alimentar e nutricional é apoiar e investir no trabalho que é desenvolvido pelas cooperativas, organizações e associações de produtores rurais, para que tenham condições de aumentar a produção de alimentos, comercializar seus produtos, criar empregos e, a partir daí, aumentar a segurança alimentar no mundo e reduzir a pobreza, principalmente no meio rural.
Muitos ainda são os desafios, entre eles acabar com as dificuldades de acesso aos meios de produção de boa qualidade, à assistência técnica e extensão rural e ao crédito para financiamento da produção, além de fornecer infraestrutura e meios de transportes adequados nas áreas rurais para levar os produtos aos mercados locais.
Sabemos que esses problemas ainda não tiveram solução almejada, mas seria injusto não reconhecer que, em épocas passadas, sua gravidade foi bem maior. Segundo recente relatório denominado “Estado da Insegurança Alimentar no Mundo 2012”, publicado pela FAO, pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA), o Brasil conseguiu reduzir o percentual de subnutridos de 14,9% entre 1990 e 1992, para 6,9%, entre 2010 e 2012.
No país, cerca de 13 milhões de pessoas ainda passam fome ou sofrem com desnutrição. Os programas sociais desenvolvidos pelo governo brasileiro, em parceria com governos estaduais e municipais, além da iniciativa privada e sociedade civil, foram elogiados neste documento. Ainda de acordo com o relatório, os diversos programas e políticas em andamento no Brasil têm permitido reduzir a fome no país. Assim, hoje, no Brasil, milhares de famílias têm motivo especial para celebrar esta data, pois muitas delas são beneficiárias dos diversos programas que asseguram o direito humano à alimentação para aquelas pessoas que realmente precisam, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que promove o acesso à alimentação e incentiva a agricultura familiar, destinado às pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional, além daquelas atendidas pelas redes socioassistenciais.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, este programa, nas suas diferentes modalidades, tem no Brasil um total de 62.031 agricultores familiares como fornecedores de diferentes produtos. Apresenta maior cobertura nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul e, no que se refere aos produtores, a participação de agricultores familiares mais pobres é maior principalmente na região Nordeste (sobretudo Ceará, Bahia, Pernambuco e Paraíba).
De janeiro a junho deste ano, a Bahia contemplou 4.726 agricultores familiares como fornecedores de produtos para este programa, o que gerou mais de R$ 9 milhões de renda para estes grupos. O que fora comercializado a partir deste programa totaliza mais de 9 milhões de quilos entre diversos produtos. Ainda é pouco, se considerarmos que a Bahia tem uma das maiores populações rurais do país, mas a partir de ações que começam a ser desenvolvidas, como a elaboração do Plano Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional, será possível consolidar a Política Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional e isso, sem dúvida, será de grande valia para a erradicação da fome e da pobreza rural no Estado.
Amanhã é natal e eu não entendo o por quê desse desespero todo em torno de uma data que perdeu todo seu sentido.
Vendo pais e filhos se estressando por conta de presentes a comprar, pessoas sendo mal educadas nas fila e no trânsito por causa da pressa ou da busca do presente deixado para a última hora, muita gente sonegando para poder consumir mais, consumidores comprando produtos piratas porque dizem que "não são ladrões do seu próprio dinheiro", esquecendo que para produzir aquele CD ou DVD (original) teve muita transpiração e inspiração por trás e que seus autores deveriam ser justamente remunerados (e não me venham com o papo de que poderia ser cobrado mais barato, porque se o problema é o preço, compre-se só o que puder comprar ou não compre).
Amanhã é natal e ninguém lembra das pessoas que passam fome ou sofrem dores lancinantes, ou se lembram, o fazem só nessa época, como uma expiação de seus próprios pecados.
Ninguém lembra - ou fazemos todos que fingimos não ver - das crianças com armas em punho, martelos em punho, drogas nas mãos, marcas no corpo, estômagos tão vazios que doem, por esse mundo afora.
Não lembramos sequer dos vizinhos que passam necessidades.
Uma festa pagã, onde o deus é o cifrão e os anjos são as marcas e o status.
Amanhã é natal e a data que a igreja criou para comemorar o aniversário de Jesus Cristo aproveitando de uma festa pagã (para facilitar a atração de fiéis) está voltando às origens, ou seja, voltando a ser uma festa pagã, onde o deus é o cifrão e os anjos são as marcas e o status.
E Jesus Cristo parece nem estar aí para tudo isso, eis que ninguém sabe mesmo quando ele nasceu ou quando ele morreu.
Amanhã é natal e depois da manhã tudo voltará a ser como sempre foi. A maioria pensando em como se safar nessa vida de "cada um por si". E com as lojas cheias de pessoas reclamando dos presentes que ganharam e não gostaram.
Apenas um aviso aos incautos: nenhuma loja é obrigada a trocar os produtos que não serviram ou não combinaram com o resto do guarda-roupa ou que vocês simplesmente não gostaram, se não houver defeito. E erro de escolha ou tamanho não é defeito. Se as lojas trocarem, o farão simplesmente para tratar bem o cliente, com a expectativa de que voltem no próximo evento comercial...
Um dos mitos mais comuns sobre a fome é que não há alimentos suficientes no mundo. Na realidade, há. A fome é muitas vezes uma questão de acesso. Não há comida o suficiente para alimentar o mundo, A maioria das pessoas com fome no mundo vivem na África, Deve-se sobretudo a secas e outros desastres naturais - Estas ideias falsas reflectem um conjunto de conceitos errados sobre a fome. A seguir 11 desses mitos mais comuns e a verdade que escondem. (Fonte: WFP)
Mito 1: Não há comida suficiente para alimentar a população mundial. Realidade: Existe comida suficiente no mundo de hoje para que todos possam ter a nutrição adequada para uma vida saudável e produtiva. Entretanto, é preciso que a produção e a distribuição de alimentos seja mais eficiente, sustentável e justa. Isso significa apoiar pequenos agricultores – que são maioria nos países em desenvolvimento – e assegurar que eles tenham acesso adequado aos mercados para que possam vender seus produtos.....
Johannesburgo, África do Sul, novembro/2011 – Durante os próximos mil dias, 75 milhões de crianças africanas entrarão no mais crítico período de suas vidas. A ciência demonstrou que a fase mais precoce do desenvolvimento tem um impacto fundamental no futuro de uma criança, de sua comunidade e de sua nação. Se sua mãe estiver bem alimentada, terá muitas melhores oportunidades de sobreviver em seus primeiros meses. Se for criado com leite materno nos primeiros seis meses e depois receber alimentos nutritivos contendo vitaminas e minerais essenciais para a idade de dois anos, é mais provável que possa completar sua educação, ter um coeficiente de inteligência mais alto e 46% mais de expectativa de vida.
De fato, a estatura de uma criança de dois anos é o melhor índice para prever seu capital humano. Incrivelmente, a metade do insuficiente crescimento de uma criança é gerada durante a gravidez. Por esta razão, o 6º Informe das Nações Unidas sobre a Situação da Nutrição Mundial defende a realização de um renovado esforço para investir na nutrição materna para romper o ciclo entre gerações de redução do crescimento.....
Está bem documentado que o baixo crescimento é transmitido através das gerações por meio da mãe. É mais provável que as mulheres adultas de baixa estatura tenham bebês com baixo peso ao nascerem. Por sua vez, as meninas nascidas com baixo peso mais provavelmente terão crescimento insuficiente durante a infância e se converterão em adultas de baixa estatura.
O ciclo pode ser rompido se for melhorado o acesso a uma nutrição de qualidade, especialmente se o esforço se concentrar em mulheres em idade reprodutiva. Ao melhorar suas reservas de elementos nutrientes cruciais – como ferro e ácido fólico – na preparação para a gravidez, se reduz o risco de mortalidade da mãe e se protege o bebê contra os debilitantes e frequentemente mortais defeitos de nascimento.
Estamos em uma situação sem precedentes na história na qual a escassez de recursos, o aumento da população e a subida de mercados emergentes se combinarão para criar uma ameaça sistêmica contra as antigas instituições e as relações internacionais que sustentam a segurança global.
O que se necessita para enfrentar esses desafios é de novas vias de colaboração entre os setores, com a sociedade civil na vanguarda, em demanda de uma eficaz liderança dos governos para criar uma sociedade justa, na qual toda mãe e seu filho tenham acesso a uma assistência sanitária de qualidade, nutrição adequada e leis que protejam seus direitos.
Para alcançar essas ambiciosas metas, necessitaremos que os setores público e privado trabalhem juntos para maximizar o impacto de nossos esforços e investimentos, e criar a muito necessária eficiência em nossos modelos de serviço público.
Na verdade, não bastam os fundos públicos para enfrentar os crescentes desafios de nosso sistema de saúde, como os ligados ao HIV/aids, à desnutrição, saúde materna e infantil ou às emergentes epidemias que afetam a saúde pública, o que inclui doenças crônicas como diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.
Um estudo recente de Harvard demonstra que a estatura alcançada é um determinante indicador do status socioeconômico de uma mulher e da saúde, do bem-estar e do potencial econômico de seus filhos. Dos 54 países incluídos no estudo, a estatura das mulheres diminuiu em 14, todos na África, e se manteve estável em 21. Os pesquisadores atribuem a queda ou a estabilidade à pobre nutrição, à exposição a infecções e outros fatores ambientais que podem impedir ou dificultar o crescimento das crianças.
Quando pensamos em 2030, e nas oportunidades que a África oferecerá às suas próximas gerações, devemos ter em mente as mães de 75 milhões de crianças que agora estão no período dos mil dias críticos para o desenvolvimento. Investir no futuro de nossa juventude com a segurança de que esteja adequadamente nutrida não só pode romper o ciclo da pobreza, como pode aumentar seu potencial para o bem do continente africano. Envolverde/IPS
* Jay Naidoo preside a Aliança Mundial para Melhorar a Nutrição (GAIN).
Brasília – O economista brasileiro Daniel Balaban, com mestrado em relações exteriores, será o diretor do Centro de Excelência contra a Fome no Brasil. O centro, em Brasília, servirá como um local de orientação para executar ações relacionadas à alimentação e educação. Balaban disse à Agência Brasil (ABr) que o país conquistou o respeito mundial pelos esforços no combate à pobreza e fome. “Temos de transformar o círculo vicioso em círculo virtuoso”, disse ele. A seguir, os principais trechos da entrevista.
ABr – O Programa Mundial de Alimentação das Nações Unidas (cuja sigla em inglês é WFP) diz que há 1 milhão de pessoas que passam fome no mundo, há como solucionar a questão?...
Ainda antes de se tornar presidente da República, Lula dizia em campanha que seu sonho era que os brasileiros pudessem fazer três refeições por dia. Lula já tinha experimentado a fome e quem a conhece jamais esquece.
O mundo ficou extremamente perigoso a partir do dia 11 de setembro de 2001, a xenofobia explodiu nos EUA e na Europa, qualquer cidadão árabe ou qualquer pessoa com sobrenome árabe passou a ser olhado com desconfiança. O ataque terrorista aos EUA, culminando com a queda das torres gêmeas e os sérios danos causados ao Pentágono, iniciou um período violento de combate ao terror por parte do governo de George W. Bush mundo afora.
Cerca de 3000 vidas inocentes pereceram naquele dia, em Nova Iorque e Washington, levarando o terror ao coração do Estado americano, pasmaram o mundo, pessoas sem saber o que havia de fato ocorrido.