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sexta-feira, 1 de julho de 2011

A alienação da classe média de esquerda nas críticas ao PNBL

Quem da classe média de esquerda se habilita a desligar sua banda larga PRIVADA à espera de uma conexão estatal, em protesto, para exigir uma banda larga provida apenas pela Telebrás?
Refiro-me a esperar até que a Telebrás chegue a seu domicílio, esperando pelos trâmites no Orçamento da União, aprovação no Congresso, licitações e embargos na justiça, concursos para contração de pessoal na estatal, aumentos de capital e assembléia de acionistas de uma empresa estatal que tem ações em bolsa de valores, etc.
Acho que ninguém que já tem banda-larga PRIVADA está disposto a ficar sem, enquanto isso.
Pois esta mesma classe média de esquerda (que já tem a banda larga privada), está se comportando como alienada em suas críticas, querendo negar ao pobre o que ela já tem e usa. Para o pobre, que no Brasil sempre “tinha que esperar”, ter uma opção agora e já de banda-larga de 1Mbit a R$ 29,80 (ou R$ 35,00 com ICMS) resolve seu problema imediato.

Vejam o texto completo no blog OS AMIGOS DO BRASIL

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Banda larga é um direito seu

Reproduzo realese da campanha:



A banda larga no Brasil é cara, lenta e para poucos, e está na hora de pressionar o poder público e as empresas para essa situação mudar. O lançamento do Plano Nacional de Banda Larga em 2010 foi um passo importante na tarefa necessária de democratizar o acesso à internet, mas é insuficiente. O modelo de prestação do serviço no Brasil faz com que as empresas não tenham obrigações de universalização. Elas ofertam o serviço nas áreas lucrativas e cobram preços impeditivos para a população de baixa renda e de localidades fora dos grandes centros urbanos.
Enquanto isso, prefeituras que tentam ampliar o acesso em seus municípios esbarram nos altos custos de conexão às grandes redes. Provedores sem fins lucrativos que tentam prover o serviço são impedidos pela legislação. Cidadãos que compartilham sua conexão são multados pela Anatel.
É preciso pensar a banda larga como um serviço essencial. A internet é instrumento de efetivação de direitos fundamentais e de desenvolvimento, além de espaço da expressão das diferentes opiniões e manifestações culturais brasileiras por meio da rede.
Neste dia 25, vamos colocar o bloco na rua: juntar blogueiros, ativistas da cultura digital, entidades de defesa do consumidor, sindicatos e centrais sindicais, ONGs, coletivos, usuários com ou sem internet em casa, todos aqueles que acham que o acesso à internet deveria ser entendido como um direito fundamental. Nossa proposta é unir os cidadãos e cidadãs brasileiros em uma vigília permanente em defesa do interesse público na implementação do Plano Nacional de Banda Larga e da participação da sociedade civil nas decisões que estão sendo tomadas.
O lançamento nacional da Campanha "Banda Larga é um Direito Seu! Uma ação pela Internet barata, de qualidade e para todos" será feito em plenárias simultâneas em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Brasília, com transmissão pela Internet. O manifesto da campanha, a lista de participantes e o plano de ação estão no site: www.campanhabandalarga.org.br. Participe.
São Paulo SP) - 19h
Sindicato dos Engenheiros de São Paulo
Rua Genebra, 25, Centro (travessa da Rua Maria Paula)
Rio de Janeiro (RJ) - 20h30
Auditório do SindJor Rio
Rua Evaristo da Veiga, 16, 17º andar
Salvador (BA) - 19h
Auditório 2 da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia
Avenida Reitor Miguel Calmon, s/n, Campus Canela
Brasília (DF) - a confirmar
Balaio Café
CLN 201 Norte, Bloco B, lojas 19/31.

 blog do Gilson Sampaio, Sanguessugado do Miro

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Anatel dá licença para Telebrás atuar com banda larga

Sofia Fernandes, folha.com

“O Conselho Diretor da Anatel aprovou nesta quinta-feira a licença de comunicação multimídia para a Telebrás.

A autorização é indispensável para que a estatal venda internet banda larga para os provedores, dentro do PNBL (Plano Nacional de Banda Larga).

A Telebrás encaminhou o pedido à Anatel no início de outubro, quando ainda tinha a pretensão de inaugurar as primeiras conexões do plano em dezembro de 2010. Atrasos na licitação de equipamentos retardaram o início para abril, segundo as atuais projeções do governo.

Com a licença, chamada SCM (Serviço de Comunicação Multimídia), a Telebrás está habilitada a atuar no mercado, vendendo conexão com preços mais baixos no atacado. A licença também permite que a Telebrás venda internet ao consumidor diretamente.”
Matéria Completa, ::Aqui::

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Empresas telecom estão boicotando a democratização da banda larga


Diante do presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente, o presidente da estatal Telebrás, Rogério Santanna, acusou ontem as teles privadas de boicotar o Plano Nacional de Banda Larga do governo com ações judiciais.

Valente não revidou o ataque, mas se defendeu depois que o executivo da estatal se retirou. Disse que as teles "não são do mal", e que o problema é a Telebrás disputar o mercado com as empresas privadas sem se sujeitar às mesmas regras.

A "saia justa" entre os dois executivos aconteceu em seminário da revistaCartaCapital, no Rio.

Valente é também presidente do Sinditelebrasil, que representa as empresas de telefonia fixa e celular. A entidade questiona na Justiça a inclusão de metas para expansão da infraestrutura de banda larga nos contratos de concessão das teles, que estão em fase de revisão pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

Segundo Valente, o contrato de concessão só pode estabelecer metas de investimento para telefonia fixa, porque é o único serviço considerado público pela lei.

As operadoras privadas receiam perder R$ 20 bilhões anuais com a reativação da Telebrás. Isso equivale a todos os contratos do setor com a administração pública, que representou 20% do faturamento líquido do conjunto das teles fixas e celulares em 2009 (R$ 97,8 bilhões).

Rogério Santanna disse que as empresas fazem "litigância organizada" para manter domínio de mercado.

O presidente da Telebrás disse que 90% da oferta de banda larga no Brasil é feita por cinco grupos: Oi, Telefônica, Embratel/Net, GVT e CTBC, enquanto 2.125 pequenos provedores respondem por 5%. "Na prática, não há concorrência em banda larga", afirmou Santanna. A informação é da Folha

Diário Gauche

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Telebrás e Prefeitura de Campinas fornecerão banda larga aos órgãos públicos

A Telebrás e a empresa Informática de Municípios Associados (IMA), controlada pela Prefeitura de Campinas (SP), levarão banda larga aos órgãos públicos federais na cidade.

A prefeitura vai fazer a chamada "última milha", fornecendo os dutos de fibras óticas, para ligar os órgãos públicos federais à rede pública gerenciada pela Telebrás.

É o primeiro passo para a execução da primeira atribuição da nova Telebrás: interligar os órgãos públicos, uma das metas do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL).

O presidente da Telebrás, Rogério Santanna ressalva que a cooperação com a IMA se restringe aos órgãos públicos, uma vez que em Campinas há uma grande presença de provedores, que deverão levar a internet de alta velocidade à população, com preços acessíveis conforme estabelece o PNBL. 

A cidade foi incluída na lista das 100 primeiras a serem conectadas pela Telebrás. 

“Para nós é muito importante esse acordo porque ele encurta o tempo para todos, Telebrás, IMA e prefeitura, já que é um esforço conjunto para criar uma rede de acesso municipal”, frisou o presidente da estatal.

O prazo para a instalação nas 100 cidades foi revisto para abril de 2011, em função da pendência de alguns leilões para a compra de equipamentos e serviços necessários para a conexão dos anéis regionais da rede pública de fibras ópticas. (Com informações do Hora do Povo).
osamigosdapresidentedilma