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quinta-feira, 15 de maio de 2014

O Futebol de esquerda e o de direita


No início da noite desta sexta-feira, topei sem querer, mais uma vez, com o ator Dan Stulbach, corinthianíssimo. Desta vez, ele saía do Teatro Eva Herz para a confusão da Livraria Cultura.

Conversa de um minuto e meio. Ele assegura que o livro que carrego é muito bom.

- Você já leu? - pergunto, surpreso.

- Não, mas sei que é bom. Vou comprar.

Então lhe conto rapidamente sobre o pedaço de capítulo que li, o quarto, cujo título é "Luz e trevas". Ele se interessa mais ainda. Creio que vai ler mesmo. Tchau. Até logo.


Enfim, repito aqui a dica. A obra é "Os números do jogo - Por que tudo que você sabe sobre futebol está errado", de Chris Anderson e David Sally.
O tal capítulo se abre com uma frase de Pep Guardiola, ainda no Barça:

- Nós jogamos futebol de esquerda. Tudo mundo faz tudo.

Na sequência, oferece-se uma degustação da pedagogia de um dos mais politizados e controversos dos técnicos de futebol.

""A rica e ilustre história do futebol está repleta de filósofos, pregadores e prosélitos, mas poucos tinham um físico tão adequado para o papel de visionário quanto César Luis Menotti, o fumante inveterado de cabelos desgrenhados que treinou a seleção argentina de 1978.

Menotti, conhecido como "El Flaco", "O Magro", tinha uma personalidade impressionante que combinava com sua aparência singular.

Comunista inveterado, ele assumiu a seleção argentina no momento em que o país era governado por uma brutal junta militar de direita.

Menotti era, no que diz respeito à carreira, um pragmático a sua maneira. Ele ficaria ofendido, porém, se essa definição fosse aplicada a suas ideias sobre futebol. No campo, Menotti era um purista.

A mensagem dele era simples: o futebol é uma questão de marcar um, dois ou três gols a mais que o adversário. Ele não estava preocupado em tomar a dianteira no placar e depois jogar fechado.

Já vimos que o futebol, o futebol moderno, é uma questão de equilíbrio. Mas, para Menotti, não havia tons de cinza. Havia o ataque, estonteante e empolgante, e havia a defesa, cínica e triste. Havia luz e havia trevas.

Menotti tratava essa diferença em termos ideológicos. Ele falava em futebol de esquerda e futebol de direita.

Para Menotti, o comunista, o futebol de esquerda era positivo, marcado pela criatividade e pela alegria. O futebol de direita era negativo, medroso, definido pela obsessão com o resultado.

- O futebol de direita insinua que a vida é uma batalha - afirmava. - Exige sacrifício; temos de nos tornar de aço e vencer do jeito que der, é obedecer e agir; é aquilo que os poderosos exigem dos jogadores; é assim que surgem os imbecis, os idiotas úteis que aceitam o sistema.""

Se em tudo há política, esse trecho do livro sugere uma reflexão importante, que faz sentido especialmente para alguns de nós, corinthianos de infantaria, já saturados do "conservadorismo" defensivista do técnico Tite.

Afinal, o time que saiu da várzea, no início do século passado, somente se tornou grande por conta da ousadia, por jogar para frente, por criar protagonismo, por representar a ira santa dos povos segregados e explorados.

O Corinthians somente virou Corinthians por ser, nessa categorização, um autêntico representante da esquerda, estufador implacável das redes adversárias, muitas vezes véus de metas guardadas pelos arrogantes filhos da elite.

Hoje, no milionário time do ataque quase inexistente, e do fanatismo pelos placares mínimos, somos o quê? Afinal, a esquadra de Tite honra a origem da casa?

Texto: Walter Falceta Jr. no 
http://resistenciacorinthiana.blogspot.com.br/2013/10/o-futebol-de-esquerda-e-o-de-direita.html

terça-feira, 22 de abril de 2014

Do nosso jeito bem sofrido. Bem-Vindo à Itaquera!




Não há nada na vida do Corinthians que não seja sofrido.
Com nossa casa própria não seria diferente.
Desde Pedro Álvares Cabral até os dias de hoje, todo mundo gozou a vida. Quando chega a nossa vez todo mundo resolveu ser moralista.
Os privilegiados de sempre, que historicamente se apropriaram das riquezas nacionais e jogaram algumas migalhas para o restante da nação, de um dia para o outro se tornaram arautos da correção e da preservação da coisa pública.
Pouco importa que o desenvolvimento econômico e social esteja concentrado em algumas poucas ruas e avenidas de um pedaço pequeno da cidade, frente a enorme periferia entregue ao flagelo.
Sim, ali onde estão os bons bairros da cidade os ricos se apropriaram dos investimentos do Estado. Viadutos, metrô, túneis, universidades, museus, estacionamentos, saneamento básico, praças floridas, calçadas bem cuidadas, faixas de pedestres bem pintadas, iluminação pública, postos da polícia, rondas ostensivas, segurança privada, tudo muito diferente do resto da cidade.
Tudo bem. Não somos contra as ruas bonitas e bem cuidadas. Deixa lá. Está bonito, então tudo bem. Afinal de contas, o povão também trabalha naquele eixo da Vila Olímpia, Brooklin, Itaim, Morumbi, Pinheiros, Paulista. O problema é que a cidade inteira tem que ir e voltar para lá todos os dias. Não por acaso temos um problema tão grande de deslocamento urbano em São Paulo.
Nos prédios modernos da Berrini ou da Faria Lima, trabalham milhares de pessoas. Meia dúzia mora ali nas redondezas. A parte mais privilegiada é claro. De resto, o povão se amontoa nos trens e ônibus lotados. Ou parados dentro do carro na Marginal Tietê, esperando a hora de chegar em casa para descansar um pouco e quem sabe encontrar o filho acordado. No outro dia é a mesma coisa. Bora acordar bem cedo para fazer tudo de novo. Saindo de casa rumo às ilhas de prosperidade. Para trabalhar é claro.
No fim de semana a gente dá um jeito de se divertir. Tá tudo tão caro. Os ônibus mal circulam. Na madrugada então, nem pensar. O jeito é ficar jogando sinuca no boteco da esquina, rezando para não receber a visita de nenhum esquadrão da morte.
Eita, cidade cruel.
Justo na vez do estádio do Coringão em Itaquera todo mundo resolveu bancar o ativista.
E sabe aquele ditado: “Todo mundo vê as pingas que eu tomo, mas ninguém vê os tombos que eu levo?”. É bem por aí. Só Deus sabe como vamos fazer para pagar esse financiamento que, aliás, foi liberado somente no mês passado. O estádio é de primeiro mundo, mas os juros são de terceiro. Cacetada!
Os críticos precisam se decidir. Antes as manchetes diziam que o estádio seria dado de presente. Agora as manchetes dizem que o Corinthians não vai conseguir pagar as prestações e que podemos ser despejados do próprio estádio.
Só falta dizer que quem compra casa financiada pela Caixa e com o dinheiro do Fundo de Garantia está recebendo presente do governo. Atrasa a prestação pra ver o que acontece...
E vai ser do nosso jeito. Sofrido. Tem ainda que dar um acabamento. Depois a gente resolve isso.
Funciona assim, a gente nunca teve porra nenhuma. Agora que conseguimos uma casinha mais ajeitada tem um montão de gente colocando defeito e menosprezando.
Quer saber? Chupa! Não entendeu direito? Então eu repito: CHUPA! Pronto.
Outro dia visitei um apartamento legal que meu amigo comprou. Ao entrar na sala me deparei com um espelho enorme. Ele me explicou que deixando um espelho na entrada o olho gordo também se reflete e volta para quem “lançou”.
Pois bem, poderíamos espelhar o estádio inteiro. Ou pelo menos a entrada.
Chama também uma mãe de santo, um padre e um pastor evangélico.
Faz um jardim bonito e manda plantar arruda e pimenta.
No nosso banheiro que ficou da hora, além do sabonetinho que sai automaticamente da torneira, manda deixar um pouco de sal grosso pra gente se lavar.
Fizemos uma puta casa legal no coração da periferia de São Paulo. Para escandalizar geral. Coisa de pobre? Como disse o Mano Brown, “a questão é que fartura alegra o sofredor”.
E pode chegar com o som alto porque não tem frescura. Se rolar algum show de vez em quando, ninguém vai ligar para o PSIU. A galera da COHAB vai gritar: “aumenta mais o som que é pra nois curtir!”. Esta é uma sociedade viva! Que está experimentado tudo e descobrindo a alegria de viver. Aqui é Corinthians!
Que delícia vai ser ver o meu Corinthians em Itaquera.
http://blogdorafaelcastilho.blogspot.com.br/

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Vai, Coríntia, ser Corinthians no mundo




“O campeão é como a periferia paulistana. Cansada de guerra, sabe defender-se. Vai ao ataque, mas não abre a guarda

Antonio Eleilson Leite, Outras Palavras

A conquista da Copa Libertadores da América pelo Corinthians não poderia vir em melhor hora. Não era para ser no ano do centenário; o Barcelona estava lá pra não deixar a festa completa. Sobrou para o Santos levar a pior. O destino sabe o que faz. Foi a redenção da Periferia. Itaquera está em festa! E o time do Parque São Jorge contrariou a máxima de que Deus escreve certo por linhas tortas. Não. Foi tudo retinho, linear. De 1 x 0 e 1 x 1, o Corinthians chegou lá. E para se consagrar, veio a goleada triunfante: 2 x 0. Vai, Coríntia!

Santista que sou, habituado à conquistas e glórias – a maior parte delas do passado, é verdade –, estava certo da vitória corintiana. Este time nos dá, primeiro, a segurança de que não vai perder; vencer, depende das circunstâncias. Mas atento aos erros do adversário, o Corinthians sempre acha um jeito de ganhar. E assim a Titelogia se impôs. A teoria do futebol prático. Nada mais prático do que uma teoria, já disse alguém. Vai, Coríntia!

O Corinthians é como a periferia paulistana. Cansada de guerra, o que mais sabe é se defender. Quando vai ao ataque, não abre a guarda. Põe a cara pra fora e volta rápido, se junta aos companheiros: 50 mil manos, um bando de loucos, que formam um bloco sólido e coeso na defesa do território. Subverteram a tática da padaria: atacar em massa e defender em bolo. Criou-se a tática da confeitaria: um bolo caudaloso e consistente na retaguarda e um gol, apenas um gol, como a cereja da guloseima. Vai, Coríntia!
Tite é um caretão. Gaúcho de Caxias, sujeito conservador e religioso, parece um padre. Sua indumentária é muito semelhante à batina de um sacerdote católico. Na quarta-feira do título, estava todo de preto. Sujeito chato, não faz preleção, faz pregação. Adora livro de auto-ajuda e convida o Padre Marcelo para celebrar missa na concentração. Mas o cara sabe das coisas. Isso, agora ninguém pode negar. Entrou para o panteão dos técnicos consagrados: Murici, Luxemburgo e Felipão. Vai, Coríntia!”

Mas o cara é o Emerson. Esse é malandro e bom de bola. Carioca, cresceu no morro. Para ele, pressão é medo de bala. Olhou para o zagueiro portenho e disse: “em rosto que mamãe beijou, vagabundo nenhum bate”. E o Caruso teve que engolir a marra do experiente atacante corintiano de 33 anos, apenas um a menos que o “velho” Riquelme que, andando em campo, sentiu inveja do pique do veterano do time alvinegro no segundo gol. Vai, Coríntia!
Dizem que o Corinthians é uma religião. É mais que isso. É fundamentalismo islâmico xiita. Tem muita gente que se diz religiosa e se omite numa conduta não praticante. O corintiano não tem dessas, não. É fanatismo renitente. O bom é que eles não fazem proselitismo. Respeitam a crença alheia. Corintiano não é convertido, já nasce corintiano. A informação genética tá lá no DNA. Aquele espermatozoide único, entre milhões, que carrega a missão de fecundar, grita (pode ver no microscópio), ao acoplar-se ao útero: Vai, Coríntia!
E o Corinthians enfim, representa a consagração da periferia. Em 2014, a periferia estará no centro do mundo na abertura da Copa, no Itaquerão, graças ao Corinthians e ao Lula, seu mais ilustre torcedor. O mundo em Itaquera e Itaquera no mundo. Depois de Ferréz, Sergio Vaz, Buzo, Criolo, Emicida, Quinteto em Branco e Preto e Racionais, vem o esquadrão do Parque São Jorge ganhar o planeta. E o Corinthians deixou de ser o time da Zona Leste. Vai para Tóquio e vai desbancar o Chelsea que já não tem mais o Drogbá, príncipe africano que colocou os ingleses na final. Ele foi para o Oriente ganhar dinheiro no fim de carreira – como fará o Riquelme. Então, vai, Corintia! Vai ser Corinthians no mundo.

Antonio Eleilson Leite é historiador, programador cultural e coordenador do Programa de Cultura da ONG Ação Educativa

sábado, 3 de dezembro de 2011

O Anticorinthianismo Ressentido!


Nestes últimos dias de 2011, terríveis forças mobilizam seus corpos, mentes e espíritos contra a concreta possibilidade do quinto título brasileiro do Corinthians.

Se esta mobilização estivesse limitada à urucubaca e olho gordo dos frustrados e ressentidos, bastaria invocarmos a espada de São Jorge para nos proteger do fogo do dragão.

Mas o que está em jogo é algo muito maior do que o futebol.

Desde sua fundação, na primeira década do século passado, o Corinthians provoca absoluto incômodo no establishment da sociedade paulistana.

Quando o futebol era somente um esporte da elite, o surgimento do primeiro clube assumidamente proletário desencadeou uma série de reações adversas dos mais notáveis cavalheiros da aristocracia paulista.

Para o Corinthians se estabelecer, teve de enfrentar as mais perversas forças escravocratas que tentaram de toda forma deixar o time do povo de fora da panela futebolística.

Nenhuma característica é mais marcante no time do Parque São Jorge do que a superação das adversidades. Embora nossa tarefa tenha sido árdua, nos multiplicamos e nos tornamos a maior torcida do país.

Quando o futebol virou um negócio e seu principal ativo se tornou o mercado consumidor, a fiel torcida pôde realizar o que tentou desde o início dos dias corinthianos, sustentar o seu clube e torná-lo grande.

A emancipação do Corinthians, a partir do potencial de consumo da sua torcida, possibilita dois objetivos aparentemente antagônicos: Elevar o Corinthians ao patamar dos grandes clubes de futebol do mundo, mas ao mesmo tempo não distanciá-lo da realidade dos milhões de maloqueiros. Por isso, a construção do nosso estádio justamente em Itaquera foi uma grande conquista. Teremos um dos estádios mais modernos do mundo, mas vamos permanecer no seio da Zona Leste operária. No meio da “corinthianada”.

Enquanto o Corinthians era uma espécie de “coitadinho” do futebol brasileiro (Marginal Tietê s/n), provocava apenas o escárnio dos adversários.

Mas agora, com a República Popular do Corinthians prestes a comemorar seu quinto título brasileiro e com as infinitas possibilidades futuras que se abrem para a nossa nação, o desprezo dos rivais se transformou rapidamente em ódio irracional e preconceito.

A realidade de que o Corinthians é o maior clube do Brasil é absolutamente insuportável para algumas pessoas. Como este crescimento é inaceitável, a ordem é desqualificar as vitórias corinthianas. Os rivais mais odiosos querem corromper a história e desmentir os grandes feitos alvinegros. Qualquer grande título corinthiano tornou-se objeto de difamação e boçalidade.

Os ressentidos se unem agora para evitar a insuportável nova conquista do Corinthians.

Pobres incautos!

Mal sabem vocês que a natureza do nosso poder e da nossa razão de existir está completamente desvinculada da ostentação de troféus alegóricos.

Somos uma república. Temos uma identidade social forjada no sofrimento e na superação.

O Corinthians será campeão no domingo. Vamos enfrentar esta peleja com muita honra e muita garra.

Mas ainda que não aconteça, não seria isso que desintegraria o que temos de mais valioso que é a nossa identidade.

Enquanto os falsos moralistas editam vídeos com supostos “favorecimentos” ao Corinthians, tentando fraudar a realidade e macular nossas vitórias, nossa gente sabe quantos roubos tivemos de enfrentar neste campeonato por conta da pressão que os anticorinthianos exerceram sobre árbitros.

Mas não somos do tipo que reclama da sorte chorando pelos cantos.

Nós vamos sempre à luta e vencemos nosso inimigo usando como único recurso a força dessa gente guerreira.

“Vocês” adotaram este discursinho anticorinthiano ressentido?

Invocam uma razoabilidade servil e oportunista para desqualificar o Corinthians?

Retorcem seus complexos de vira-latas que habitam em suas vísceras ao assistirem a glória do time do povo?

Pois nós não precisamos dessa frescura!

Nós vamos pra cima e enfrentamos a todos com as roupas e as armas de Jorge!

Aqui é Corinthians!

blog do Rafael castilho

sábado, 26 de novembro de 2011

Título antecipado do Corinthians também ajuda o meio ambiente

Se confirmar a conquista, o Corinthians também levará a taça de Campeão do Meio Ambiente, garantindo o plantio de mais três mil mudas de árvores.
 
O Sport Club Corinthians Paulista pode conquistar dois títulos amanhã. A equipe alvinegra luta pelo quinto Campeonato Brasileiro em 27 de novembro, diante do Figueirense. Se confirmar a conquista, também levará a taça de Campeão do Meio Ambiente, garantindo o plantio de mais três mil mudas pelo projeto Jogando pelo Meio Ambiente.
O Corinthians é um dos clubes participantes do projeto de educação socioambiental idealizado pelo Banco Cruzeiro do Sul, do qual também participa a Sociedade Esportiva Palmeiras. A ação “Campeão do Meio Ambiente” é uma das novidades do projeto, que nasceu em 2010 com o clube do Parque São Jorge e ganhou a adesão do time alviverde em 2011.
Corinthians e Palmeiras já garantiram o plantio de 37 mil árvores em 2011. A mecânica do projeto é simples: a cada partida de um dos dois clubes, cem mudas são plantadas. Os artilheiros também têm papel fundamental no projeto, já que cada gol equivale a mais cem árvores. Jogo sem sofrer gols também vale cem árvores e pênalti defendido, duzentas.
Na disputa entre Corinthians e Palmeiras para decidir quem é o clube líder no plantio das árvores, o Verdão está na frente com 18.800 mudas conquistadas. O Timão vem logo atrás, com 18.200, mas tem grandes chances de superar o rival com a conquista do Campeonato Brasileiro e o plantio extra das três mil mudas.
O Jogando pelo Meio Ambiente tem como objetivo promover a responsabilidade socioambiental por meio do futebol. Lançado em 2010 pelo Banco Cruzeiro do Sul, tem como parceiros o Sport Club Corinthians Paulista, a Sociedade Esportiva Palmeiras, a agência Nova Estratégia e o Instituto Ecoar. No ano do lançamento, 23 mil árvores foram plantadas em Salto de Pirapora, interior de São Paulo.
O Instituto Ecoar é responsável pelo plantio e pela manutenção das árvores. Todos os resultados e novidades do projeto podem ser visualizados no site www.jogandopelomeioambiente.com.br, onde os torcedores encontram um espaço de interação do projeto com os jogadores.
Ciclo Vivo

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Vasco, Corinthians e Fluminense. As chances matemáticas para conquista do Brasileiro


Corinthians tem 79% de chance de título. Vasco e Flu mantêm esperança

Cariocas secam o rival paulista, que tem pela frente Figueirense e Palmeiras

Corinthians, de Liedson, Vasco, do maestro Felipe, e Flu, de Fred, estão na briga (Foto: Montagem)

Após a 36ª rodada do Campeonato Brasileiro, apenas três equipes continuam com chances de conquistar o título. O líder Corinthians venceu...

o Atlético-MG de virada, por 2 a 1, no Pacaembu, e chegou aos 67 pontos, com 79% de probabilidade de ficar com a taça, segundo o matemático Tristão Garcia. Vice-líder com 65 pontos, o Vasco venceu o Avaí por 2 a 0, em São Januário, e tem 17% de chance de dar a volta olímpica, contra 4% do Fluminense, que goleou o Figueirense por 4 a 0, e continuou na terceira colocação, com 62 pontos.

PontosAproveitamentoChancesPróximos jogos
Corinthians6762%79%FIG (F), PAL (C)
Vasco6560,2%17%FLU (Neutro), FLA (N)
Fluminense6257,4%4%VAS (N), BOT (N)

Agora, os três times começam a fazer contas. Os dois jogos que restam ao Corinthians são contra o Figueirense, em Florianópolis, e contra o Palmeiras, no Pacaembu. O Vasco tem pela frente dois clássicos: contra Fluminense e Flamengo. O mesmo acontece com o Flu, que enfrenta o Botafogo, na última rodada, depois de encarar o próprio Vasco.

Na simulação dos resultados, o Corinthians poderá ser campeão já na próxima rodada, caso vença o Figueirense e o Vasco não derrote o Fluminense. Se o Corinthians empatar em Santa Catarina, segura a ponta mesmo com uma vitória do Vasco sobre o Flu, uma vez que ambos ficariam iguais em pontos, mas o Timão tem maior número de vitórias. Ao Vasco, resta secar o rival paulista para que aconteça uma derrota no Orlando Scarpelli, e consiga uma vitória no clássico. Assim, o time de São Januário assumiria a liderança.

A missão do Flu é a mais complicada, mas fácil de visualizar. Ao Tricolor, resta vencer Vasco e Botafogo e torcer por uma derrota e um empate do Corinthians nas duas últimas rodadas. Desta forma, o Fluminense empataria em pontos com o Timão, mas levaria a melhor no número de vitórias. [GLOBOESPORTE.COM]

Bernardo se irrita em dividida com argentino e abandona treino do Vasco
Bernardo desce para o vestiário após armar confusão no treino

Na briga direta pelo título do Campeonato Brasileiro e após ótima vitória sobre o Avaí, no sábado, o Vasco tinha tudo para começar a semana em clima de ansiedade, mas tranquilo. No entanto, foi a irritação que marcou a atividade no campo para os reservas ocorrida na manhã desta segunda-feira em São Januário, no Rio de Janeiro.

Bernardo irritou-se com o argentino Chaparro em uma dividida de bola, abandonou o trabalho na mesma hora e foi para os vestiários, de onde só retornou minutos depois para uma conversa com o técnico Cristóvão Borges. O jogador é uma espécie de curinga cruzmaltino, tantas as vezes que é utilizado vindo do banco de reservas.

Após trocar algumas palavras com o treinador, o meio-campista caminhou até um dos gols, sentou-se e por lá ficou. Não é a primeira vez que Bernardo se envolve em algum tipo de problema durante uma atividade no clube, tendo chegado a chorar em uma delas.

No mais, Diego Souza foi o único dos titulares a ir a campo, com o restante do grupo tendo trabalhado na academia fazendo fortalecimento muscular. O Vasco volta a campo nesta quarta-feira contra a Uniiversidad de Chile pelo jogo de ida das semifinais da Copa Sul-Americana.
Matéria: ESPN.com.

sábado, 2 de julho de 2011

Lula vira enredo de escola de samba da torcida do Corinthians

Lula recebe o Corinthians de 2009 após a conquista da Copa do Brasil
O ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, será o tema do enredo da Gaviões da Fiel no carnaval de 2012. A escola de samba da principal torcida organizada do Corinthians anunciou nesta sexta-feira que Lula, corintiano assumido, será o grande homenageado do ano que vem.



“A intenção deste enredo é prestar uma homenagem ao povo brasileiro, ao sertanejo sofrido e, especialmente, ao corintiano. Para contar essa história, o povo brasileiro será o protagonista e o personagem central será o corintiano, metalúrgico e ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva”, divulgou a escola.
A expectativa é que Lula participe do desfile no sambódromo do Anhembi. Neste ano, contudo, o ex-presidente se recusou a ser o destaque da Tom Maior, cujo enredo era São Bernardo, cidade onde ele cresceu politicamente e reside até hoje.
O título provisório do enredo é: “Verás que o filho fiel não foge à luta. Lula, o retrato de uma nação”.
Comentário do Contramaré:
 O MAIOR PRESIDENTE Q ESSE PAÍS JÁ TEVE, DESFILANDO NA ESCOLA DO MAIOR CLUBE DO BRASIL...MAIOR AUDIÊNCIA, MAIOR MIDIA, MAIOR TORCIDA, MAIS AMADO, MAIS ODIADO ,MAIS FALADO...BELA ESCOLHA..LULA ..VAI CORINTHIANS!!!
Uol



quarta-feira, 1 de junho de 2011

Construtora erra nome do Corinthians em placa no Itaquerão




A primeira gafe da construção do futuro estádio do Corinthians apareceu logo no primeiro dia de terraplenagem no terreno em Itaquera, na zona leste de São Paulo.

Um funcionário da Odebrecht instalou nesta segunda-feira a placa que marca o início das obras do Itaquerão com um erro na grafia do nome do clube.
Está escrito Sport Clube Corinthians Paulista, enquanto o correto seriaClub, em inglês. 
Leia mais aqui.