Mostrando postagens com marcador Economia Brasileira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Economia Brasileira. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Brasil foi "muito afetado" pela crise econômica, mas reagiu fortemente



“Quando o tradicional banco americano Lehman Brothers anunciou sua falência em setembro de 2008 e, consequentemente promoveu o início da crise do Subprime, o Brasil vivia um momento de crescimento acelerado.

O aumento na oferta de crédito, associada às políticas de distribuição de renda e a austeridade fiscal fortaleceram o mercado interno. A expansão da classe-média promoveu um forte consumo e o PIB brasileiro já registrava taxas de crescimento de 7 a 8% nos primeiros meses do ano.

Mas a falência de outros bancos americanos expôs a fragilidade do mercado. A aposta dos grandes acionistas em transações arriscadas e o forte déficit sob o qual as potências europeias operavam colocou todo o sistema em risco. A bolha imobiliária americana desencadeou a crise. E as relações interbancárias mundiais, essenciais para um sistema financeiro saudável, alastraram o problema por toda a Europa, derrubando país por país.

No Brasil, os mercados operavam apreensivos. As conseqüências da crise pareciam irremediáveis. O então presidente Lula chegou a mencionar que a crise seria "apenas uma marolinha” no país. Porém, o impacto foi muito forte, afirma o professor Paulo Levy, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

“A produção industrial foi o setor que mais sofreu naquele momento. Com a crise, a produção caiu em 20% em apenas três meses, e os investimentos diminuíram muito”, afirma.

O motivo da retração, segundo o especialista, foi a contração do crédito e principalmente o aumento da incerteza em relação ao futuro.”
Matéria Completa, ::Aqui::

sábado, 19 de novembro de 2011

Por que os economistas midiáticos nunca admitem que erraram?


(Aqueles) economistas erraram de novo, de novo, de novo, de novo…
Paulo Moreira Leite

Ideia para zerar o déficit público: cobrar multa toda vez que determinados  economistas publicassem artigos tendenciosos e errados sobre a economia brasileira. Piadinhas pedantes seriam punidas com pagamentos adicionais.

Ia entrar tanto dinheiro que daria até para diminuir o impostometro, outra obsessão dessa turma. Em plena crise mundial, a agência de classificação Standard & Poor’s acaba de elevar a nota de risco soberano de longo prazo do Brasil de BBB- para BBB, e a nota de risco de longo prazo da moeda de BBB+ para A. Ao mesmo tempo, a S& P reafirmou as notas de curto prazo para país de A-3 para moeda estrangeira e A-2 para a moeda local. Conforme a agencia, a perspectiva do país é estável. Conclusão: ao contrário do que nossos sábios diziam, a economia brasileira não só está bem – relativamente – mas está sendo promovida na avaliação internacional....

terça-feira, 15 de novembro de 2011

"ANALISTAS DE MERCADO" SE DOBRAM FRENTE À POLÍTICA DO GOVERNO - CAI A INFLAÇÃO E A TAXA SELIC


A divulgação do Boletim FOCUS que contém as expectativas e "previsões" do "mercado" para itens da economia, como a TAXA SELIC e INFLAÇÃO, saiu na data de hoje mostrando que mais uma vez oBANCO CENTRAL e a política econômica do governo estão no caminho certo.

A INFLAÇÃO que foi alardeada como prestes a explodir, ficará dentro da meta, abaixo dos 6,5% que é o seu teto, e, a TAXA SELIC que vem sendo reduzida gradativamente, deverá fechar o ano em 11%.

O que dirá a jornalista e economista Míriam Leitão sobre isso, visto queela alardeou uma inflação galopante fora dos limites da meta, estourando em muito o teto, e disse que o BC estava errado em cortar os juros da Taxa Selic, que era uma temeridade essa atitude, e que o BC tinha perdido sua autonomia frente pressões exercidas pela presidente Dilma ?

Ela não dirá absolutamente nada, aliás, procede sempre assim, prega o caos e os erros do governo, e, quando o caos não acontece e fica claro que o governo adotou medidas corretas, DONA MÍRIAM simplesmente se cala e dedica sua coluna a escrever abobrinhas sobre outro assunto.

007 BondBlog

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Brasil atrai indústrias multinacionais com megaprojetos de infraestrutura

Seis multinacionais chegam ao país atraídas por megaprojetos 

Atraídas pelos megaprojetos de infraestrutura, seis multinacionais anunciaram nos últimos meses investimentos em fábricas de máquinas pesadas para construção civil no Brasil.

As asiáticas Sany, XCMG, Doosan e Hyundai e as americanas Caterpillar e John Deere deverão investir US$ 1 bilhão até 2013.

A aposta no Brasil está correta, diz a consultoria alemã Roland Berger. Estudo publicado neste mês aponta o país como o mercado mais atraente do mundo para o setor, com nota de 4,4 pontos numa escala até 5. Em segundo lugar está a China, com 4,1.

Os investimentos federais e privados em infraestrutura corroboram a avaliação.

A Abdib (Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base) estima que serão R$ 922 bilhões até 2015, o que deve manter a demanda em alta.

O Brasil tem sido visto como a porta de entrada para o mercado latino-americano, cujas taxas de crescimento atraem multinacionais
.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Economia brasileira pode superar todos os europeus até 2020

Daniel Marenco - Folhapress
SÍMBOLO DA EXPANSÃO: Vista de Suape
Brasil deve ser neste ano a 6ª maior economia mundial
Consultorias e FMI estimam que país vai ultrapassar o PIB do Reino Unido


ÉRICA FRAGA – FOLHA SP


A crise dos países desenvolvidos ajudará o Brasil a ganhar posições com mais rapidez no ranking de maiores economias do mundo. Em 2011, o Produto Interno Bruto brasileiro medido em dólares deverá ultrapassar o do Reino Unido, segundo projeções do Fundo Monetário Internacional e das consultorias EIU (Economist Intelligence Unit) e BMI (Business Monitor International)......

Consumidor mostra mais confiança na economia, aponta CNI





Folha.com

“A confiança  do consumidor brasileiro na economia do país melhorou pelo segundo mês consecutivo, mas segue abaixo dos patamares vistos no ano passado, conforme revela uma sondagem da CNI publicada nesta sexta-feira.

A partir de 2.002 entrevistas feitas em 141 municípios do país, a Confederação elabora um "índice de confiança" dos consumidores, que busca sintetizar suas expectativas a respeito de sua própria situação financeira, da inflação, do desemprego entre outros temas.

A leitura desse índice (o Inec) foi de 112,9 pontos em outubro, ante 112,4 em setembro e 112 em agosto. Em outubro do ano passado, a leitura do mesmo indicador havia apontado um patamar de 120,7 pontos ( um mês de excepcional otimismo, o melhor da série desse índice).

A sondagem deste mês, feita entre os dias 13 e 17, mostra que melhoraram as expectativas a respeito do desemprego, situação financeira e endividamento. Mas a pesquisa mostrou também que o consumidor está ainda pessimista em relação à trajetória da inflação e está menos confiante (em relação a setembro) a respeito de compras de bens de consumo mais caros.”

quinta-feira, 7 de abril de 2011

O pânico gerado pelo aumento no Bolsa Família


Blog do Sakamoto

A partir deste mês, os beneficiários do Bolsa Família receberão aumento médio de 19,8% nos repasses, podendo chegar a 45,5% – para quem tem filhos de até 15 anos. Isso significa um pagamento de R$ 32,00 a R$ 242,00, com valor médio de R$ 115,00 – que, como sabemos, é uma fortuna sem tamanho. Ao todo, cerca de 50 milhões de pessoas serão beneficiadas.