O governo Lula gerou, em sete anos e oito meses, nada menos que 5,900 milhões de novos empregos de carteira assinada, nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, uma média anual de 770 mil. Em oito do neoliberalismo de FHC, a economia dos três principais estados do Sudeste foi destruída e a geração de empregos atingiu apenas 225 mil, uma média anual de 28 mil novos postos de trabalho por ano. O desempenho de Lula na geração de empregos de carteira assinada nos Estados comandados pelos tucanos Aécio Neves e José Serra é muito superior à média nacional.
José Prata Araújo (*)
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED da geração de empregos nos três principais estados do Sudeste – São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro – estão expressos na tabela abaixo. São dados impressionantes favoráveis ao governo Lula. Nesses três Estados, o governo Lula gerou, em sete anos e oito meses, nada menos que 5,900 milhões de novos empregos de carteira assinada, uma média anual de 770 mil. Em oito do neoliberalismo de FHC, a economia dos três principais estados do Sudeste foi destruída e a geração de empregos atingiu apenas 225 mil, uma média anual de 28 mil novos postos de trabalho por ano.