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sábado, 20 de abril de 2013

“Não vou ser preso" " Roberto Jefferson diz que Joaquim Barbosa busca “aplauso de botequim”, fala que Lula não sabia do mensalão e afirma sua tese era “política” ...



Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG- Partido da Imprensa Golpista) não mostra!


Em entrevista, Roberto Jefferson diz que Joaquim Barbosa busca “aplauso de botequim”, fala que Lula não sabia do mensalão e afirma sua tese era “política”; na prática, revela-se um poço de contradições e assume seu lado fanfarrão

A poucos dias de ser julgamento na Ação Penal 470, a do mensalão, o ex-deputado Roberto Jefferson, delator do esquema, partiu para cima dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Em entrevista à Folha, ele disse que não aceita condenação e falou que o ministro Joaquim Barbosa busca “aplauso de botequim”.

Disse ainda que Lula não sabia, contradizendo seu próprio advogado. E afirmou que sua tese sobre o mensalão era “política” e foi vitoriosa no efeito que causou. Resumindo: ele assume seu lado fanfarrão.

Sobre Joaquim Barbosa
A meu ver, o ministro Joaquim Barbosa joga para a galera. Ele não sentencia no direito. O negócio dele é aplauso em botequim, ele gosta disso. O Joaquim devia se inscrever em partido político, daria um grande candidato. Eu o receberia no PTB de braços abertos.

Os demais ministros
Os outros não têm esse negócio. A tradição da casa não é essa. Vai ser todo mundo absolvido? Não acredito. Mas não será uma sentença política. O Ayres Brittoé amicíssimo do governador de Sergipe, Marcelo Déda. Foi feito ministro por ele e não é comprometido. O Marco Aurélio, o Gilmar Mendes... O Ricardo Lewandowski, apesar da relação com o PT, tem uma postura independente.

Sobre eventual condenação
Tenho certeza de que serei absolvido. Se é justo, não pode me condenar. Eu não aceito uma condenação. Não se aplica à minha conduta. Eu não me vendi. Não serei condenado e não serei preso. Não serei preso, escreve isso aí.

Os R$ 4,5 milhões que ele próprio recebeu
Nem tudo é mensalão. Não acredito que o João Paulo tenha se vendido, acho absurda a acusação. Ele não tem nada a ver com esse troço. Foi lá, pegou R$ 50 mil e resolveu um problema da vida dele, mas não vendeu voto.

Lula sabia?
O Lula custou a agir, custou a acreditar. Mas minha impressão é que ele não sabia. Tenho grande admiração por ele. É um grande político, não abandona os amigos. O Lula vai continuar sendo o Lula. Ele é povo, tem a catinga do povo.

A tese do mensalão
O Ministério Público apostou na minha tese, mas não estou preocupado que ela prevaleça. Minha denúncia era política, e eu sou vitorioso no efeito e na consequência que ela causou. A imprensa tratava o PT como se fosse o único partido bom, o filete de água limpa no cano de esgoto. Isso acabou. Mas não torço pela condenação de ninguém.

Sintonia Fina - com ContrapontoPIG, via ajusticeiradeesquerda

domingo, 12 de agosto de 2012

A confissão de Jefferson: mensalão foi coação ao PT



Na sua defesa, Roberto Jefferson prepara uma grande surpresa: a confissão de que seus R$ 4 milhões eram caixa dois e de que a palavra mensalão foi criada para coagir o PT, que pretendia derrubá-lo no início do governo Lula

Brasil 247

Nesta segunda-feira, com a retomada da apresentação das defesas na Ação Penal 470, haverá uma grande surpresa. O advogado Luiz Francisco Corrêa Barbosa, que defende Roberto Jefferson, dirá que os recursos entregues pelo PT ao PTB, R$ 4 milhões ao todo, diziam respeito a um acordo para financiamento de campanhas municipais em 2004. Ou seja: ele negará a tese do mensalão e da compra de votos de parlamentares, que havia sido denunciada pelo próprio Jefferson.

O ponto mais surpreendente foi antecipado pelo advogado de Jefferson, numa entrevista ao portal iG. Corrêa Barbosa afirmou que existem dois conceitos de mensalão. A mesada, supostamente paga a parlamentares, foi, segundo ele, um “objeto de coação”. Ou seja: Jefferson, que se dizia pressionado pelo partido, criou a palavra como figura retórica para se vingar de seus algozes. O segundo conceito é o caixa dois, como já admitido por réus, como Delúbio Soares.

Na semana passada, o presidente do PTB já fez essa revelação ao dizer “José Dirceu me derrubou, mas livrei o Brasil dele”. Essa “vingança” mobiliza o debate político no Brasil há sete anos e boa parte da acusação de compra de votos está ancorada no testemunho de um personagem que, agora, desdiz tudo o que havia dito.”
Foto: Daniel Marenco/Folhapress

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O Roberto Jefferson de cada um e a desigualdade do que é igual


Pela primeira vez neste século, há exposição na mídia da corrupção que tornou o Estado mais rico e desenvolvido da Federação em um dos que menos se desenvolvem. Contudo, a cobertura que a imprensa local vem fazendo das denúncias do deputado estadual Roque Barbieri (PTB-SP) de que o governo do Estado compra apoio legislativo liberando emendas ao orçamento não lembra, nem de longe, a cobertura do “mensalão do PT”....

sábado, 17 de setembro de 2011

Como sempre, faltam provas




Ministro Joaquim Barbosa
Foto: Carlos Humberto/Sco/STF
Foi encerrada, dia 8 de setembro, a penúltima etapa desse tortuoso episódio do esquema de compra de votos de parlamentares, batizado de “mensalão”, que, em 2005, deu munição à oposição para tentar o impeachment do então presidente Lula.
Após as alegações finais dos réus, apresentadas até a data-limite de 8 de setembro, resta agora o voto de Joaquim Barbosa, relator do processo, e a decisão do Supremo Tribunal Federal. Há previsão de que isso ocorra no primeiro semestre de 2012....

sábado, 19 de março de 2011

O “Bob Jeff” tucano-pefelê

Alguém sabe explicar qual é a diferença entre as acusações que o ex-deputado Roberto Jefferson fez ao PT em 2005, e que desencadearam o escândalo do mensalão, e as acusações que o ex-governador demo de Brasília, José Roberto Arruda, fez à cúpula do Democratas e a tucanos?

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Bob Jefferson dispara a metralhadora

Bob Jefferson, o arauto da moralidade, meteu o pau em Zé Trololó e afins.
Segundo o PiG, Bob escreveu no seu twitter:: "Serra é responsável pela nossa dispersão. Nunca nos reuniu. Eu encontrei com o Serra duas vezes. Uma na convenção do PTB. Outra na casa do Geraldo Alckmin. Eu apoio Serra a pedido do Geraldo Alckmin. Sou Geraldo, não conheço o Serra. Só de ouvir falar". E não perdoa nem o coordenador de comunicação tucana, o jornalista Luiz Gonzalez. "Se o Gonzalez ouvisse um pouco os políticos, não poria no ar uma favela fake, nem o bobajol do Zé."

Comentário do Contramaré: " ...eu apoio o Serra a pedido do Geraldo Alckmin. Sou Geraldo, não conheço o Serra". Hummm, quer dizer que o Presidente Nacional do PTB, participa de coligações "à pedido"? Pensei que fossem apoios Programáticos. Fala sério....PENA NÃO TER PASSADO A CLÁUSULA DE BARREIRA EM 2006. REFORMA POLÍTICA JÁ!!!!!!  

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Dividido, PTB inicia debandada da coligação demotucana

Dedico este post ao meu amigo Tato, de Ubatuba

Depois do PSC, que abandonou a candidatura demotucana para apoiar Dilma Rousseff, e do PP, que fechou “informalmente” com o PT em todo o Brasil, agora é a vez do PTB iniciar a debandada: “Quase todos (os petebistas), na verdade a grande maioria, está com a Dilma”. A declaração partiu do senador Romeu Tuma, candidato à reeleição pelo PTB, em visita acompanhada pela candidata ao Senado pelo PT, Marta Suplicy, à Prefeitura de Santo André, nesta quarta-feira (14/07). O município andreense é administrado por um petebista, Aidan Ravin, que também pende à petista.

De acordo com Tuma, a decisão do PTB de apoiar os demotucanos no Brasil e em São Paulo partiu apenas das cabeças de Campos Machado e Roberto Jefferson, que comandam a legenda. No entanto, os dois, agora, não conseguem segurar os petebistas de todo país, que partem para a campanha de Dilma.

“O Roberto Jefferson e a Executiva acreditam na ditadura no partido. Muitos tem outras opiniões. Eles tomaram as decisões, mas em Brasília e em todo o Brasil, a maioria do PTB é Dilma”, garantiu Tuma.

Se nacionalmente o PTB fechou com os demotucanos, em São Paulo o PTB se lançou sozinho, ou seja, não integra nenhuma coligação. Contam apenas com a candidatura majoritária de Tuma, que foi preterido de uma indicação para vaga de Senador na coligação encabeçada pelos tucanos paulistas.

O candidato a deputado federal e vice-prefeito de São Bernardo, Frank Aguiar, também disparou: “Muitos não gostam da definição. Hoje, 80% do PTB apóia, declaradamente, a Dilma”. Frank Aguiar faz parte da porcentagem que está com a petista.

Outro exemplo de adesão petebista à Dilma é o de Fernando Collor, em Alagoas. Já em Santo André, uma reunião entre o prefeito Aidan, do PTB, e Dilma será marcada, para debater o possível apoio.

Pouco antes das convenções partidárias, Campos Machado e Roberto Jefferson chegaram a afirmar que comandavam cerca de 70% da executiva estadual e nacional da legenda. Até o momento, ambos continuam com os demotucanos. Resta saber até quando os dois lutarão contra a orientação de outros caciques petebistas.
Júlio Gardesani – Especial para Carta Maior
By: Oni Presente

terça-feira, 27 de julho de 2010

Roberto Jefferson diz que campanha de Serra está sem recursos e desorganizada

O serrista Roberto Jefferson, o paladino da moralidade, presidente nacional do PTB, cobra falta de organização da campanha de Serra, e principalmente falta de recursos e material de campanha, ou seja, de dinheiro:

"Tem que colocar a campanha na rua. O que Serra quer que o PTB faça?...

... Tem que ter carro de som, adesivos, cartazes" - lembrando que faltam apenas 2 meses para as eleições.

O petebista reclamou que o conselho político anunciado pelos tucanos - no qual participariam os presidentes nacionais das legendas (PSDB, DEM, PPS, PTB), Serra, Aécio Neves e FHC -, não saiu do papel, nunca se reuniram.

Jefferson pediu uma reunião com José Serra (PSDB/SP), para estabelecerem as funções do PTB e dele próprio, Jefferson, na campanha do tucano ao Planalto. (Do Portal Terra)