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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

ProUni bate recorde, em 2014. Concedeu mais de 300 mil bolsas de estudo

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O Programa Universidade para Todos (Prouni) ofertou, somente em 2014, 306.726 bolsas, das quais 205,2 mil foram integrais. Após quase 10 anos em vigor, esta é a maior oferta de bolsas por ano contabilizada pelo programa. Criado em janeiro de 2005, pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Prouni colocou, naquele ano, 112,2 mil estudantes na graduação.

De acordo com o Ministério da Educação, entre 2005 e 2013, foram 1,2 milhão de estudantes beneficiados. O Prouni é um programa de concessão de bolsas de estudo integrais e parciais para cursos de graduação e formação em instituições de ensino superior privadas. O benefício é concedido pelas faculdades e universidades em troca de incentivos fiscais.

As bolsas são oferecidas a estudantes do ensino médio da rede pública ou da rede particular, desde que também tenham estudado com bolsas. Para participar do programa é preciso ter renda familiar per capita máxima de três salários mínimos mensais.

Dados do Sistema do Prouni (SisProuni) apontam que, entre 2005 e 2013, 69% das bolsas concedidas foram integrais, o correspondente a 873.648 estudantes. Além disso, foram oferecidas mais de 400 mil bolsas parciais neste mesmo período.

Ainda segundo o SisProuni, 52% das vagas no programa foram ocupadas por mulheres. Os brancos representam 46,6% dos bolsistas, seguidos pelos pardos, com 37,3%, e pretos, com 12,5%, de acordo com classificação do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).

Além disso, no mesmo período, 10,6 mil professores das redes públicas da educação básica foram beneficiados pelo Prouni.

A modalidade de ensino presencial foi a preferida pelos estudantes e escolhida por 86% deles. O turno noturno é predominante entre os cursos presenciais e representa 74% dos bolsistas. Em seguida, fica o turno matutino, com 19%, o integral, com 4%, e o vespertino, com 3%.

Entre as regiões, os estudantes do Sudeste ocuparam 51% das bolsas e os do Sul, 19%. O Nordeste representa 15% dos beneficiários, o Centro-Oeste, 10%, e o Norte, 6%.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Educação: Balanço dos investimentos nos governos Lula e Dilma



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Os governos Lula e Dilma marcaram uma mudança importante na maneira de tratar a educação no Brasil, ampliando e democratizando o acesso em todos os níveis.

O Brasil comemora em 2013 uma década de governo democrático e popular. No dia 15 de abril, aconteceu em Belo Horizonte um seminário para debater os avanços e desafios da educação nesses dez anos, com a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidenta Dilma Rousseff. O Instituto Lula convidou o infografista Ilustre Bob e transformou alguns desses destaques em infográficos simples, mas com números impressionantes, e que mostram como a educação foi tratada de forma diferente nesses dez anos. Convidamos você a conhecer e compartilhar essas informações.
O governo Lula marcou o início de uma mudança importante na maneira de tratar a educação no Brasil, ampliando e democratizando o acesso à educação em todos os níveis, uma preocupação que vem se consolidando com o governo da presidenta Dilma Rousseff. A educação deixou de ser segmentada artificialmente, de acordo com a conveniência administrativa ou fiscal, e passou a ser vista como uma unidade, da creche à pós-graduação. A educação tratada como prioridade revelou-se, por exemplo, no orçamento do MEC, que passou de R$33,1 bilhões em 2002, para 86,2 bilhões em 2012.
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Graças ao Programa Universidade para Todos (Prouni), mais de um milhão de bolsas integrais e parciais já foram oferecidas a estudantes de baixa renda. Além disso, o Reuni ampliou para mais de 240 mil as vagas em universidades federais, o que representa mais do que o dobro das vagas existentes há 10 anos. Em 2012, outros 370 mil estudantes se beneficiaram do Fies, Programa de Financiamento Estudantil, que em 2003 tinha apenas 50 mil contratos fechados.
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Ensino profissional e técnico

Lula criou 214 novas escolas federais, número maior do que o de todas as escolas já criadas na história do Brasil. Dilma prevê a criação de outras 208 até 2014. Graças a um acordo com o Sistema S (explicar o que é), já foram ofertadas mais de um milhão de vagas gratuitas desde 2009.
Ensino básico
No ensino básico, o complemento da União investido no Fundeb – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, passou de R$500 mil reais, em 2003, para R$10,5 bilhões, em 2012, um aumento de mais de 20 vezes.
Outros destaques desses dez anos de governo democrático e popular.
● O orçamento do MEC passou de 33,1 bilhões de reais para 86,2 bilhões de reais (valores corrigidos)
● Gasto público passa de 4,8% do PIB para 6,1% do PIB. A meta é alcançar 7% do PIB
● Foram criadas 14 novas universidades, com 126 novas extensões dos campi
● Duplicou número de vagas nas universidades federais
● 1,1 milhão de bolsas para estudantes de baixa renda nas faculdades particulares (Prouni)
● 6,7 milhões de universitários atualmente – eram 3,5 milhões em 2002
● FIES – 25 bilhões de reais emprestados a 760 mil universitários
● 290 novas escolas técnicas, com 1 milhão de alunos
● Pronatec – 2 milhões de alunos matriculados
● Ensino básico – 116 bilhões de reais para Fundeb 2013
● Evasão escolar nos primeiros anos do ensino fundamental caiu de 8,2% para 1,6
● 50% dos recursos do pré-sal assegurados em Lei para a Educação
● Valorização do magistério, com a formação inicial e continuada de professores e a regulamentação do piso salarial

Clique aqui para ler o balanço de governo e saber mais sobre as iniciativas da educação no governo Lula.

http://novobloglimpinhoecheiroso.wordpress.com/2013/04/18/educacao-balanco-dos-investimentos-nos-governos-lula-e-dilma/
Via Instituto Lula

domingo, 20 de janeiro de 2013

Pesquisa mostra que estudantes do ProUni ampliaram perspectivas profissionais e garantiram melhores salários



Mariana Tokarnia, Agência Brasil 
 
“O nível educacional no Brasil não determina maior renda, mas está ligado à satisfação pessoal e à abertura de novas perspectivas profissionais. O Programa Universidade para Todos (ProUni) tem sido fundamental para o acesso ao ensino superior e embora o nível educacional não determine maior renda, está ligado à satisfação pessoal e à abertura de novas perspectivas profissionais, conforme conclusões da pesquisa O ProUni e seus egressos: uma articulação entre educação, trabalho e juventude, da doutora em educação Fabiana Costa, apresentado pela primeira vez no 14º Conselho Nacional de Entidades de Base (Coneb) da União Nacional de Estudantes (UNE).
Em 2012 a pesquisadora consultou 150 egressos do ProUni na cidade de São Paulo. Para a maioria dos profissionais consultados (91,9%), a formação universitária possibilitada pelo programa ampliou os horizontes e facilitou a articulação na área profissional. Os entrevistados apontaram as várias dificultdades que tiveram durante o curso: 85% já trabalhavam e continuaram trabalhandodurante a graduação.

“Esses estudantes superaram não apenas as dificuldades ao longo da graduação, mas de toda a formação. São problemas que vêm desde a escola. Eles já trabalhavam antes. Muitos como eles tiveram que escolher entre estudo e trabalho e acabaram deixando os estudos”, disse Fabiana.

Os entrevistados tiveram uma melhora na carreira e mais de um terço aumentou de 71% a 100% o salário que ganhava. Isso não significa que os rendimentos sejam altos: 33,9% recebe entre um e dois salários mínimos mensais, 27,1% recebem entre dois e três salários mínimos, 15,3% entre três e quatro e apenas 8,5% ganham mais de cinco salários mínimos por mês. Esses profissionais, no entanto, ganharam mais estabilidade com a formação – 85% estão empregados e 64,4% têm a carteira assinada.

Outro dado que chamou atenção da pesquisadora foi que 72,6% trabalham na área que estudaram. “Isso mostra que o programa está funcionando, que as pessoas estão colocando em prática o que aprendem e estão melhorando a carreira que escolheram."

O Programa Universidade para Todos (ProUni) concede bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e sequenciais de formação específica em instituições privadas de educação superior. Neste primeiro semestre estão sendo oferecidas 162.329 bolsas, distribuídas em 12.159 cursos de 1.078 instituições de todo o país. Até sexta-feira (18) o Ministério da Educação havia registrado mais de 620 mil inscritos.

O presidente da Comissão Nacional de Acompanhamento do ProUni (Conap), Valmor Bolan, acrescentou que os estudantes do programa têm aproveitamento semelhante ou superior aos demais estudantes. Em uma pesquisa feita na Universidade Católica de Brasília, em Taguatinga, no Distrito Federal, os estudantes do ProUni tiveram média de nota quase um ponto superior em relação aos outros.

“É comum que alunos em condições desfavoráveis tenham mais garra para vencer. Se você der uma chance a esses alunos, eles vão demonstrar que conseguem superar na caminhada aqueles que partem de uma situação mais favorável”, explicou Bolan.
O 14º Coneb da UNE acontece em Recife (PE) até segunda-feira (21). Este ano foram mais de 3,5 mil inscrições de entidades de todas as regiões do país. Sob o tema “A Luta pela Reforma Universitária: do Manifesto de Córdoba aos Nossos Dias”, o Coneb oferece debates e grupos de discussão sobre temas ligados às universidades e ao Brasil. Ao final, os delegados vão decidir os rumos e posicionamentos da UNE para 2013. O evento antecede a Bienal da UNE, espaço de diálogo de estudantes e movimentos culturais que, este ano, está em sua 8ª edição.”

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Crime organizado X Prouni -" Quer ir para a faculdade?"

Xeque - Marcelo Bancalero

Existem três maneiras de pessoas pobres chegarem à faculdade.
A mais comum, porém mais difícil é tentar uma vaga na faculdade federal através do vestibular numa concorrência injusta com estudantes de cursinhos particulares.
A segunda maneira é uma conquista recente do povo brasileiro através do programa PróUni.
Agora, a mais trágica delas infelizmente uma realidade que ninguém noticia embora se confirme a cada dia, seria através do crime organizado.
Podemos ver na ação da policia no Rio de janeiro nesses dias e em muitas outras ações, a apreensão de muitos materiais para trabalhos químicos de refino de drogas, uma logística  invejável, objetos para trabalhos cirúrgicos usados por médicos. Além disso, muitos advogados sempre estão à disposição do crime.
O que pensar, senão que existe sim um financiamento do crime para que possam ter esse tipo de assistência. E por que não haver uma investigação da inteligência da policia para que sejam verificadas estas possibilidades?
O crime organizado para se manter organizado precisa sim de advogados, médicos, enfermeiros, contadores, químicos, etc.
E é claro que não é difícil aliciar o povo com ofertas de financiamento de cursos técnicos, universitários. Mesmo que depois fiquem reféns do crime.
É isso!
 blog xeque-mate