Para investigar possíveis fraudes, esses técnicos e terceiros eram usavam vários aparatos como escutas clandestinas, tortura psicológica, coação e principalmente GRAMPOS TELEFÔNICOS.
Dezenas desses grampos telefônicos ilegais e escutas clandestinas foram juntadas pelo Sr Mauro no Processo 02407200903402004 TRT-SP, demonstrando claramente quais os métodos que a empresa usava para investigar funcionários e treceiros, não respeitando as leis brasileiras, nem a individualidade alheia.
Tal situação leva a crer que se a Procomp tinha o poder de grampear funcionários, ex funcionários e terceiros, poderia muito bem ter grampeado deputados, senadores, Presidente da República, vereadores, governadores, donos de empresas concorrentes, empresas terceirizadas, ou seja, quem ela quisesse, partindo do princípio de que conseguia ilegalmente grampear telefones, já que as provas estão no processo trabalhista acima, e em depoimentos de ex-funcionários que trabalharam no SETOR DE INVESTIGAÇÕES. Inclusive uma das pessoas ouvidas em inquérito, afirmou categoricamente que ouviu vários grampos telefônicos ilegais.