O Instituto Millenium publicou em seu blog (hospedado na Editora Abril), um artigo lobista sob o título "Tentativa de retirada de Agnelli da Vale prejudica funcionários, acionistas minoritários e fornecedores", e a certa altura comete um ato falho estarrecedor, neste parágrafo deles:....
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segunda-feira, 28 de março de 2011
sábado, 13 de novembro de 2010
Choradeira no Instituto Millenium: Direção do PSDB tem de fazer um ‘mea culpa”
O Valor Econômico de sexta-feira, dia 12, publica um texto de Alberto Carlos Almeida espinafrando do PSDB e sua diretoria nacional por ter escolhido José Serra para presidente. No “minicurrículo” de Alberto, o Valor coloca: sociólogo e professor universitário, é autor de A cabeça do brasileiro e O dedo na ferida: menos imposto, mais consumo. O que o jornal esqueceu de dizer foi o seguinte: Alberto Carlos Almeida é colaborador do Instituto Millenium. Esquecimento bobo, né?! Leia a matéria abaixo.
O PSDB precisa ser renovado
Para ter sucesso em 2014, partido deveria eliminar os serristas e dar a direção a políticos jovens alinhados com Aécio Neves e Beto Richa.
Alberto Carlos Almeida
A derrota precisa ter consequências. É inacreditável a discussão corrente sobre quem é responsável pela terceira derrota consecutiva do PSDB para presidente e a segunda derrota de José Serra. Uns dizem que o responsável é Aécio Neves, outros dizem que não. Só não vê quem não quer: os responsáveis pela derrota são os dirigentes nacionais do PSDB, a executiva nacional do partido. Nada é mais simples do que essa constatação. Foi a direção nacional do partido que decidiu escolher Serra candidato a presidente, foi a mesma direção que decidiu dar carta branca para Serra e seu exército de Brancaleone fazer a campanha como melhor lhe conviessem. O tempo de TV é do partido, mas Serra o utilizou da forma que quis. O responsável por isso foi o partido.
O desempenho eleitoral de Serra foi pífio: ele teve somente 44% dos votos válidos, isto é, apenas 2,4% a mais de votos do que Geraldo Alckmin teve no primeiro turno de 2006 (41,6%). Alckmin disputou a eleição contra Lula, que disputava uma reeleição. No linguajar político tradicional, Serra perdeu para um poste, o poste que Lula resolveu apoiar. Em 2009 foram inúmeras as vezes que Aécio afirmou que estava à disposição do partido para ser candidato. O partido se dobrou a Serra e deixou o ex-governador de São Paulo anunciar a sua candidatura quando considerasse mais adequado.
O desempenho do PSDB em eleição nacional não foi fracassado apenas para presidente. Desde 2002, o partido só perde deputados federais. Em 1998, o PSDB elegeu 99 deputados; em 2002, esse número caiu para 71, continuou caindo nos anos seguintes, foi para 66 deputados federais em 2006 e somente 53 em 2010. Suponho que não seja possível colocar a responsabilidade de mais essa derrota nas costas de Aécio. Porém, o resultado negativo também se aplica ao Senado. A bancada do PSDB em 1998 era de 16 senadores, foi para 14 em 2002, aumentou um pouco em 2006 indo para 15 senadores e agora o PSDB sofreu um revés histórico: tem apenas 10 senadores. Aliás, destes 10, dois foram eleitos por Minas, ao passo que em São Paulo foi eleito só um senador. Suponho, mais uma vez, que Aécio não possa ser responsabilizado por isso.
Meu sonho, que, lamento de antemão, não será realizado, é ver publicada na próxima semana uma breve carta dos dirigentes nacionais do PSDB assim redigida: “Nós que defendemos a candidatura de Serra em 2010, nós que aprovamos a estratégia eleitoral do PSDB na última eleição estamos vindo a público para reconhecer que fomos derrotados. O desempenho de nosso partido ficou muito aquém do esperado. Diante desse fato, apresentamos aqui a renúncia de nossos cargos de direção partidária. Com isso esperamos que o partido se renove. Desejamos também que outros políticos possam ocupar os nossos lugares e levar o partido a voltar a crescer nas eleições de 2014. Reconhecemos que foi um erro não realizar prévias, assim como também foi um erro dar a legenda novamente para a candidatura Serra. Mais uma vez o partido perdeu a eleição presidencial e viu suas bancadas no Senado e na Câmara ser reduzidas. Desejamos aos futuros dirigentes de nosso partido boa sorte”.
Não adianta tapar o sol com a peneira. É assim que acontece em todo lugar: a derrota eleitoral tem consequências. É assim na Alemanha, na França, nos Estados Unidos e em muitos outros países. Existem responsáveis pela derrota. Se aqueles na direção nacional do PSDB que apoiaram a escolha de Serra não fizerem isso, eles deveriam aproveitar o ensejo e mudar o nome do órgão máximo do comando do partido de executiva nacional para oligarquia nacional. Somente a oligarquização de um partido pode explicar a falta de renovação diante de três derrotas nacionais consecutivas.
É preciso mudar de rumo. Para que isso seja feito, é preciso mudar os dirigentes, em particular os dirigentes serristas. Aliás, a derrota e o fracasso no Brasil têm consequências sempre que se trata da iniciativa privada, sempre que se trata das empresas. É justamente por isso que elas sobrevivem. Se o PSDB não se renovar profundamente agora, corre o sério risco de continuar perdendo terreno eleitoral em 2014.
Fico estarrecido quando vejo logo após a eleição vários deputados serristas de carteirinha falando na mídia com enorme desenvoltura, dizendo o que o partido deveria fazer ou deixar de fazer no futuro, como se eles não tivessem nada a ver com a terceira derrota consecutiva. Eles deveriam ter a mesma dignidade que teve Barack Obama no dia seguinte às eleições legislativas dos EUA e irem para a mídia dizer que fracassaram, se equivocaram, tomaram a decisão errada ao escolher Serra e dar a ele carta branca para fazer a campanha eleitoral que fez. Obama é presidente em meio de mandato, eles não são. Assim, deveriam abrir mão de seus cargos de dirigentes partidários e dar a vez para os mais jovens.
Aqueles que quiserem objetar os argumentos acima com o fato de Lula ter disputado e perdido três vezes a eleição presidencial eu contra-argumento afirmando que o PT não tinha outra opção naquelas eleições que não fosse Lula. Agora em 2010 o PSDB pode escolher entre Serra e Aécio. Além disso, nas três eleições em que Lula foi derrotado o PT cresceu na Câmara e no Senado.
Há ainda a objeção de que o PSDB tem agora mais governadores do que tinha há quatro anos. Mais uma vez se trata de uma objeção falaciosa: a direção nacional do partido não tem influência sobre as disputas regionais. Serra e seus dirigentes preferiam que Álvaro Dias tivesse sido o candidato no Paraná, Beto Richa se impôs e venceu (cabe aqui a observação que mesmo depois de o PSDB do Paraná não ter dado a candidatura a governo para Álvaro Dias, mesmo assim Serra o quis como seu candidato a vice). Geraldo Alckmin nunca foi do mesmo grupo político de Serra. Serra preferia ganhar com Kassab, como fez na eleição para prefeito de 2008. Alckmin se impôs e venceu. Em Minas nem se fala: a direção nacional do partido não teve nenhuma influência na estratégia de sucesso de Aécio, que foi coroada com a eleição de Antônio Anastasia com 28 pontos percentuais de vantagem sobre Hélio Costa, sem falar dos dois senadores.
Mudando de partido, duvido que alguém considere que o bom desempenho eleitoral do PSB ao eleger um número recorde de governadores possa ser atribuído à direção nacional do partido. Foi a lógica regional que regeu o sucesso dos governadores do PSB. A lógica partidária no Brasil respeita a lógica da federação, com exceção do PT. A estratégia nacional do PT foi abrir mão de candidaturas aos governos estaduais em troca de eleger senadores. Ao que tudo indica, funcionou. Os senadores eleitos agora serão candidatos ao governo de seu Estado daqui a quatro anos. Não há o que corrigir quando se vence, mas é preciso mudar a rota quando se perde.
Façamos uma caricatura e proponhamos que a direção nacional do PSDB seja a mesma que é hoje em 2014. Além disso, sugiro que Serra seja novamente candidato com o mesmo marqueteiro. Pode ser que assim o PSDB venha a vencer Dilma, Lula e um PT mais forte. Alguns dirão “nem tanto ao mar nem tanto à terra”. Ora, mas não vem sendo justamente essa, do nem tanto ao mar nem tanto à terra, a estratégia do PSDB nos últimos anos? Não me consta que ela tenha funcionado. A direção do PSDB não tem se renovado ou tem se renovado de maneira insuficiente. Passadas duas eleições, por exemplo, esta mesma direção que não se renova de forma adequada não se preparou para lidar com o tema das privatizações.
Pode ser que para a executiva nacional do PSDB tenha sido uma surpresa o fato de o PT ter utilizado o tema das privatizações na eleição de 2010. A propósito, vale aqui um aviso baseado no mais tosco senso comum: em 2014 o PT utilizará novamente o tema das privatizações na eleição presidencial. O PT fez isso uma vez no segundo turno de 2002, fez isso a segunda vez no segundo turno de 2006 e agora repetiu a fórmula de sucesso. Onde estavam os dirigentes nacionais do partido que não o prepararam para esse embate? Eles vão dizer que estavam dirigindo o partido. Hei de concordar: dirigindo o partido rumo a mais uma derrota eleitoral.
Lutar é preciso, diriam os militantes de esquerda. Navegar é preciso, diria Ulisses Guimarães. A necessidade depende das circunstâncias. Neste momento, renovar é preciso. É preciso coragem com C maiúsculo ao PSDB. A direção partidária não é patrimônio, em que pese nossa tradição patrimonialista, deste ou daquele dirigente. Aliás, quanto a isso, valeria a pena ver que dirigentes nunca perderam assento nos cargos de direção nos últimos oito anos de derrotas consecutivas. O PSDB precisa mostrar para a sociedade, precisa mostrar para aqueles que se preocupam com o seu destino, que ele não é dominado por uma oligarquia partidária. Precisa mostrar de fato e não ficar simplesmente falando que não é.
Vão se os nomes, ficam as instituições. Vão se os derrotados, ficam os vencedores. Em algum momento o PSDB derrotará o PT. Para tornar isso mais tangível, para antecipar no tempo esse desfecho, seria fundamental que o PSDB fizesse a mais profunda possível renovação em sua direção partidária, uma renovação que eliminasse todos os serristas e desse a direção do partido a políticos jovens alinhados com Aécio Neves e Beto Richa. Não custa repetir, Aécio não é o responsável pela derrota para presidente, para deputados e senadores. O grande responsável pela derrota é a direção nacional do PSDB, que deu a legenda a Serra e não utilizou uma estratégia adequada para enfrentar Lula, Dilma e o PT.
Alberto Carlos Almeida, sociólogo e professor universitário, é autor de A cabeça do brasileiro e O dedo na Ferida: menos imposto, mais consumo. E-mail: alberto.almeida@institutoanalise.com.
By: Blog Limpinho e Cheiroso
sábado, 25 de setembro de 2010
INSIGNIFICANTE MINORIA ARTICULA GOLPE
Colaborou o leitor Germano, de Campinas
Opinião mais que sensata e que deve ser levada em conta por todos aqueles que amam verdadeiramente este País.
Em 3 de outubro 135.804.433 eleitores estarão aptos a votar. Destes, apenas 4% (5.432.177) desaprovam o governo Lula
Pois é em nome desses 4%, que o Clube Militar, a ANJ, a Abert, o Instituto Millenium e alguns “amigos da mídia” (que calaram durante a ditadura) resolveram falar nas vésperas das eleições,tentando convencer aos outros 96% de brasileiros que os que se insurgem contra a mídia convencional são inimigos da Democracia.
Não estamos contra a Democracia. Pelo contrário, lutamos durante a ditadura, e continuamos lutando, ainda hoje, pelas verdadeiras Liberdade de Imprensa e Liberdade de Expressão desde que não sejam, apenas, as do patrão – os donos da mídia.
Queremos uma mídia plural, onde todas as opiniões estejam presentes. Não essa mídia concentrada nas mãos de uma meia dúzia de famílias que conseguiram manter seus meios de comunicação vivos, pela subserviência aos caprichos dos ditadores e dos que os patrocinavam.
Não há Liberdade de Imprensa, quando os jornalistas contratados são apenas os que pensam como o dono do jornal.
Não há Liberdade de Expressão quando os meios que a levam aos olhos e ouvidos da Nação, não têm a imparcialidade necessária. Isso precisa ser repensado! E é isso que se pretende:
REPENSAR A MANEIRA COMO A NAÇÃO DEVE CONHECER AS DIVERSAS OPINIÕES.
M. Pacheco – Jornalista
Pois é em nome desses 4%, que o Clube Militar, a ANJ, a Abert, o Instituto Millenium e alguns “amigos da mídia” (que calaram durante a ditadura) resolveram falar nas vésperas das eleições,tentando convencer aos outros 96% de brasileiros que os que se insurgem contra a mídia convencional são inimigos da Democracia.
Não estamos contra a Democracia. Pelo contrário, lutamos durante a ditadura, e continuamos lutando, ainda hoje, pelas verdadeiras Liberdade de Imprensa e Liberdade de Expressão desde que não sejam, apenas, as do patrão – os donos da mídia.
Queremos uma mídia plural, onde todas as opiniões estejam presentes. Não essa mídia concentrada nas mãos de uma meia dúzia de famílias que conseguiram manter seus meios de comunicação vivos, pela subserviência aos caprichos dos ditadores e dos que os patrocinavam.
Não há Liberdade de Imprensa, quando os jornalistas contratados são apenas os que pensam como o dono do jornal.
Não há Liberdade de Expressão quando os meios que a levam aos olhos e ouvidos da Nação, não têm a imparcialidade necessária. Isso precisa ser repensado! E é isso que se pretende:
REPENSAR A MANEIRA COMO A NAÇÃO DEVE CONHECER AS DIVERSAS OPINIÕES.
M. Pacheco – Jornalista
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Encontros imperdíveis

Antes dessa reunião memorável de tão doutas personalidades, o Clube Militar, autodenominado "A Casa da República", vai brindar seus associados com uma palestra do candidato ao governo do Estado pelo PV, Fernando Gabeira (quarta-feira, às 15 horas). Imperdível, também.
Os dois eventos devem ajudar o associado a escolher seus candidatos para esta eleição. A propósito, o general Clovis Bandeira, 1º vice-presidente do clube, fez um alerta a todos, em artigo escrito em homenagem ao "Dia Internacional da Democracia" (15 de setembro):
"No Brasil, às vésperas de eleições gerais para a Presidência da República, governo de estados, câmaras legislativas federal e estaduais e 2/3 do Senado, o momento é propício para nos indagarmos: o candidato que escolhemos é um democrata? Qual a sua história? Conhecemos seus compromissos práticos ou apenas a retórica que lhe é assoprada pelos marqueteiros nos pronunciamentos de palanques?
Estejamos atentos, também, para que democracia os candidatos prometem defender. É a democracia representativa, com liberdade de escolha, de opinião, de imprensa, de ir e vir, respeito à propriedade privada e às leis vigentes, livre mercado com garantia dos contratos e de investimentos? Ou é a democracia relativa, de feitio socialista e comunizante, restritiva de todas as liberdades individuais em nome de uma “justiça social” totalitária e de mão única, cujos parâmetros e critérios são decididos ao bel-prazer dos poderosos do dia?
Nossa escolha é crucial. O momento é grave, as forças antidemocráticas e estatizantes progridem assombrosamente, a resistência democrática resume-se a pequenos núcleos que não têm os recursos financeiros e de propaganda que sobram aos adversários, enquanto estes usam de todos os meios, legais e ilegais, para dominar as mentes e impor sua vontade à nação anestesiada.
A democracia é um bem que muitos têm como garantido, mas só lhe damos o devido valor quando a perdemos.
Alerta, companheiros!"
Nem tudo, porém, são ordens-do-dia na Casa da República. Para desestressar e esquecer, mesmo que por algumas poucas horas, a aflição de viver neste país em que a liberdade e a democracia correm tão sérios riscos, na sexta-feira todos estão convidados para o sensacional Baile da Primavera (sexta-feira, das 21 às 2 horas).
E um viva à Estação das Flores!
By: Crônicas do Motta , via com textolivre
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
PIG, está provado se pudesse dava o golpe
Evitava usar a expressão PIG, mas depois de hoje, o termo é este.
Troféu corvo para Merval, Tio Rei, Abert. Esses senhores deveriam ser proibidos por lei de usar o termo democracia.
‘A democracia ameaçada: restrições à liberdade de expressão’
16 de setembro de 2010, em Divulgação, por Galante
Ilmos. (as) Srs. (Sras)
16 de setembro de 2010, em Divulgação, por Galante
Ilmos. (as) Srs. (Sras)
O Clube Militar, preocupado com o panorama político brasileiro, nestes últimos anos vem realizando uma série de atividades voltadas para a preservação da unidade nacional e da democracia no nosso País. Assim, além de eventos que colocou em discussão a defesa da Amazônia, particularmente o problema em Roraima, também tratou de reunir grupos de civis e militares da reserva, de diferentes estados, em três “Encontros Pela Democracia”, sendo dois em 2009 e um em março do corrente ano. Neste último, realizou-se o painel denominado “PNDH-3: A Democracia Ameaçada”, com a participação do Jornalista Antonio Carlos Pereira, do Dr. Ives Gandra Martins e do Min. Waldemar Zveiter.
Agora, apesar de premidos pelo tempo, mas em face do previsto naquele PNDH-3 e da última reunião do “Foro de São Paulo”, que tornam clara a intenção de restringir a liberdade de expressão nos países latino-americanos, inclusive no nosso, realizaremos o Painel “A DEMOCRACIA AMEAÇADA: RESTRIÇÕES À LIBERDADE DE EXPRESSÃO”, no próximo dia 23 de setembro (5ª Feira), no horário das 15:00 às 17:00 horas, no Salão Nobre da Sede Principal do Clube Militar (Av. Rio Branco, Nº 251, Centro, RJ).
Considerando o trabalho sério, competente e de elevado profissionalismo que o evento exige, foram convidados três painelistas de alto gabarito e um mediador de reconhecida competência e experiência nesse mister. Assim, foram confirmadas as participações dos Jornalistas MERVAL PEREIRA e REINALDO AZEVEDO e do Diretor de Assuntos Legais da ABERT (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão), Dr. RODOLFO MACHADO MOURA, restando pendente a confirmação de apenas um dos quatro convidados.
Considerando o trabalho sério, competente e de elevado profissionalismo que o evento exige, foram convidados três painelistas de alto gabarito e um mediador de reconhecida competência e experiência nesse mister. Assim, foram confirmadas as participações dos Jornalistas MERVAL PEREIRA e REINALDO AZEVEDO e do Diretor de Assuntos Legais da ABERT (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão), Dr. RODOLFO MACHADO MOURA, restando pendente a confirmação de apenas um dos quatro convidados.
Em face do acima exposto, o Presidente do Clube Militar convida V.Exa/V.Sa. para o referido Painel, que contará com o apoio do “Instituto Millenium” e de “THEMAS” (Centro de Estudos Políticos, Estratégicos e de Relações Internacionais).
CLUBE MILITAR
“A Casa da República”
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