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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Como se conectar à internet onde não há conexão


Equipe da BBC foi a deserto no Marrocos para testar conexões a internet
"Nos últimos anos, a tecnologia de satélite possibilitou a comunicação em áreas remotas mas, muitas vezes, o custo dos equipamentos e as taxas de chamadas tornavam a operação muito cara.
BBC Brasil  

Com o tempo e o avanço da tecnologia, estes custos foram reduzidos, embora ainda não estejam disponíveis para qualquer bolso.
Essas tecnologias podem atrair consumidores que passam muito tempo em áreas sem cobertura e pequenas ONGs que trabalham em áreas remotas e de desastre, já que permitem canais de comunicação e mobilidade de seus funcionários.

Uma equipe de fãs de tecnologia da BBC se perdeu num deserto do Marrocos para tentar se conectar à internet por menos de US$ 2.250 (cerca de R$ 6 mil). Veja o que eles descobriram.

Mini-antena de satélite - cerca de US$ 1.150

O iSavi, da Inmarsat, é, provavelmente, a menor antena parabólica do mundo. O equipamento não funciona bem em movimento, por isso deve ser colocado sobre uma superfície firme.

O iSavi é, provavelmente, a menor antena parabólica do mundo - mede 17,9 x 17 x 3 cm
O dispositivo se conectaao satélite da rede Inmarsat diretamente acima, permitindo o uso da internet através de um aplicativo no celular para enviar mensagens de texto e fazer chamadas usando qualquer smartphone. É possível também criar uma rede wi-fi, que atinje um raio de 30 m.

Nick Whitehead, líder de comunicações por satélite da Inmarsat, disse à BBC que este dispositivo fornece uma conexão de dados de 200 a 300 kilobytes, que não permite a reprodução de vídeos mas possibilita a navegação na internet.

Uma vez que o dispositivo esteja corretamente orientado, um aplicativo no telefone ajuda a estabelecer a ligação via satélite.

O custo deste equipamento está começando a baixar: falar por telefone custa cerca de US$ 0,90 (R$ 2,38) por minuto. Conectar-se à internet é muito mais caro, cerca de US$ 4,60 (R$ 12) por megabyte.

Apesar disso, pode ser muito mais barato do que o valor cobrado por algumas empresas de telefonia pelo roaming numa área com cobertura.

"Capa" de satélite - por US$ 1.050

Outra opção para se conectar à internet no meio do nada é a SATcase, uma capa protetora que torna qualquer telefone inteligente num "satélite". Custa cerca de US$ 1.050 - mas poupa ter que carregar dois telefones.

SATcase conta com botão de emergência que envia coordenadas GPS quando acionado
Funcionando como uma "capa" no telefone, você ainda tem acesso à maioria dos aplicativos, e-mails, contatos e outros apetrechos.

Esta "capa" permite que você, por exemplo, envie uma foto desde o topo do Everest. É possível usar a SATcase com um contrato anual ou um cartão pré-pago.

Outra vantagem deste dispositivo é que você pode alternar entre a conexão via satélite e de telefone, se estiver um lugar onde ela existe.

Telefones por satélite custam cerca de US$ 1 mil

O dispositivo também é útil numa situação de emergência, porque tem sua própria bateria e possui um botão vermelho de emergência que, quando pressionado, envia as coordenadas GPS a alguém que possa ajudar.

Se você mantê-lo pressionado, uma mensagem de apuros é enviada.

Telefone via satélite "tradicional"

Comprar um telefone "tradicional" via satélite, como o Iridium ou o Thuraya, custa em torno de US$ 1 mil (R$ 2.263).

Além disso, há os custos de um plano mensal de chamadas. O custo por minuto é de US$ 7,79 (R$ 20,75) para chamadas para outros telefones não-satélite."

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Privatização e privataria


Já que o assunto do momento é a privatização - ou privataria, como é mais apropriado falar -, fiz um esforço de memória para tentar lembrar do tempo em que não existiam essas empresas todas que hoje desfrutam deste imenso mercado consumidor por obra do milagre tucano de repartição das riquezas.
É o caso, por exemplo, da telefonia. Na cidade de São Paulo pré-privataria a gente era obrigado a esperar um bom tempo para conseguir uma linha telefônica. Havia bairros em que a espera era mínima, questão de dias, e outros em que a instalação demorava meses. Havia ainda um mercado paralelo, que se encarregava de suprir as deficiências da Telesp. A linha telefônica era cara, ao ponto de  algumas pessoas aplicarem seu dinheiro nelas. Muita gente lucrava um bocado nesse comércio.....

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Governo estuda criação de celular popular


Info Online / AE

“O governo tem discutido e até mesmo feito simulações junto a operadoras móveis de telefonia para a criação do telefone móvel popular por meio de um modelo semelhante ao do chamado Acesso Individual Classe Especial (Aice), que busca levar o telefone fixo a R$ 13 mensais à população de baixa renda.

Segundo o secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez, a intenção é alcançar as camadas mais carentes da população. O serviço seria oferecido às pessoas cadastradas no Cadastro Único para Programas Sociais, mais abrangente do que o próprio Bolsa Família.

"É uma ideia que pode passar pela simplicidade do aparelho, utilização da rede da Telebrás e também existe a perspectiva de redução tarifária, mas escalonada no tempo, com metas e com prazo para acabar", afirmou Alvarez.

De acordo com o secretário, o modelo de negócios do "Aice Móvel" está sendo discutido com duas grandes operadoras. "Uma delas já disse ter interesse", concluiu Alvarez, sem identificar as companhias.”

terça-feira, 24 de maio de 2011

Ligação em 560 cidades terá custo de chamada local a partir de sábado

A partir de sábado (28), 560 municípios ganharão o mesmo código de DDD (Discagem Direta à Distância) da região metropolitana mais próxima deles. Ao todo, usuários de telefonia fixa de 39 regiões metropolitanas do Brasil serão beneficiados. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (23) pela Anatel (Agência Nacional das Telecomunicações).

Com a medida, segundo a agência, até 68 milhões de pessoas se beneficiarão e poderão fazer ligações entre cidades próximas sem pagar taxas de DDD. A ligação terá o mesmo custo de uma chamada local comum. Segundo a Anatel, não haverá mudança no preço de ligações locais, em função do aumento de cidades que se ‘enquadram’ em um mesmo DDD.

Na região metropolitana de São Paulo, a integração da capital com as cidades limítrofes já ocorre há um tempo. Tanto é que moradores de Osasco, por exemplo, podem ligar para alguém que more na cidade de Diadema sem custos adicionais, pagando apenas o preço de uma ligação local. 
(Uol)
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terça-feira, 1 de março de 2011

Brasil já tem mais de 205 milhões de linhas de telefones celulares

27 Fevereiro, 2011 0

Agência Brasil

“Com 2,2 milhões de novas habilitações em janeiro, o Brasil chegou a 205,15 milhões de assinantes do serviço de telefonia móvel no fim do mês passado.

A teledensidade, que é a relação do número de celulares habilitados a cada 100 habitantes, ficou em 105,74 em janeiro. O maior índice continua sendo na Região Centro-Oeste, onde existem 126,3 celulares para cada 100 habitantes.


A maioria dos acessos em operação no país (82,32%) são referentes a linhas pré-pagas e 17,68% são pós-pagos. Os terminais 3G (banda larga móvel) totalizaram, em janeiro de 2011, 22,5 milhões de acessos.”