Mostrando postagens com marcador FIFA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FIFA. Mostrar todas as postagens

sábado, 28 de janeiro de 2017

PARA A FIFA, SÓ 3 CLUBES BRASILEIROS SÃO CAMPEÕES MUNDIAIS: CORINTHIANS, SÃO PAULO E INTER.


nó tático de Tite e os milagres de Cássio garantiram a última conquista brasileira
A Fifa acaba de esclarecer que só considera campeãs mundiais de clubes as equipes que venceram os certames por ela organizados a partir do ano 2000. Com isto, o universo ficou reduzido a apenas 9 clubes, que acumularam 13 conquistas:
Muller e a taça desvalorizada
  • o Barcelona, com 3 títulos (2009, 2011 e 2015);
  • o Corinthians, com 2 (2000 e 2012);
  • o Real Madrid, com 2 (2014 e 2016);
  • e, com 1 título cada, o São Paulo (2005), o Internacional de Porto Alegre (2006), o Milan (2007), o Manchester United (2008), a Internazionale de Milano (2010) e o Bayern Munchen (2013).
Santos arrasou o poderoso Benfica em plena Lisboa
Apesar das décadas de insistência, o Palmeiras viu definitivamente rejeitada sua pretensão de que a Copa Rio de 1951 equivalesse a um Mundial de Clubes. 

Motivos bem maiores para se queixarem têm o Santos, que viu desvalorizadas suas gloriosas conquistas de 1962 e 1963; e o São Paulo, cujos títulos de 1992 e 1993 perderam o status de mundiais.

Outros que saem no prejuízo são o Flamengo (1981) e o Grêmio (1983).

https://naufrago-da-utopia.blogspot.com.br/2017/01/para-fifa-so-3-clubes-brasileiros-sao.html

quinta-feira, 28 de maio de 2015

O "padrão Fifa" e o time do Eliezer


Há pouco tempo, todos se lembram, muita gente exibiu cartazes nas ruas pedindo "padrão Fifa" para a educação, a saúde, o pãozinho francês...

A Fifa parecia, para essa gente, o suprassumo da eficiência, a maior garantia de qualidade para qualquer coisa, isso porque a manda-chuva do futebol mundial estabelece, para os estádios em que se joga a Copa do Mundo, padrões mínimos de conforto, segurança e infraestrutura de comunicações.

Pois bem, hoje, o que era apenas uma desconfiança para muitos, se torna quase uma certeza - o tal "padrão Fifa" não passa de um conjunto de maracutaias, crimes fiscais, corrupção da grossa, coisa típica de gângsteres dos filmes hollywoodianos.

Qualquer um que um dia frequentou ou teve contato com o mundo do futebol sabe como fede o seu subterrâneo.

Anos atrás, no Estadão, quando editava o finado Caderno de Esportes, levávamos jogadores, cartolas e treinadores para almoçar no restaurante da diretoria, para um bate-papo informal.

Numa dessas ocasiões, um dos técnicos mais badalados daquele momento afirmou, claro que em off, ou seja, para não ser publicado, que todo treinador brasileiro levava grana na contratação dos "reforços" para seu time. 

Todos, disse - inclusive ele próprio.

Foi a partir dessa e de outras revelações de personagens do mundo futebolístico que qualquer ilusão que tinha sobre a honestidade desse esporte foi para o ralo.

Aquilo que poderia parecer, antes do terremoto que abala a Fifa, uma simples teoria da conspiração - árbitros "arranjando" resultados, jogadores e até sedes de torneios importantes comprados - passou a ser uma realidade palpável, algo perfeitamente crível.

O tema futebol é apaixonante - e inesgotável.

Mas uma historinha, dos tempos do saudoso jornal "Jundiaí Hoje", pode resumir o que é esse mundo do futebol.

Ela foi contada pelo seu protagonista, o "dono" de um time da cidade, que chegou a disputar competições profissionais.

Se não me engano - lá se vão uns 30 anos - essa figura se chamava Eliezer e o time, Jundiaí Futebol Clube ou algo do gênero.

Pois bem. 

Esse Eliezer ia com frequência à redação do jornal, levar as notícias de seu time, que geralmente perdia - disputava uma das divisões inferiores do campeonato paulista, em estádios de clubes amadores de Jundiaí.

Num belo dia, ele estava inspirado.

Para provocá-lo, perguntamos como era possível que um clube sem sede própria, sem torcida, sem estádio, podia estar jogando num campeonato promovido pela Federação Paulista de Futebol.

- Vou contar para vocês - disse. O mais difícil é conseguir a liberação do estádio. Pois bem, no dia em que o cara da federação veio fazer a vistoria, fiz questão de recebê-lo. Fomos então almoçar, e aí eu o enchi de vinho. Ele bebeu um bocado. Foi uma festa. Saiu do restaurante tropeçando. Aí, o levei para o estádio do Paulista e ele achou lindo o lugar.

O Paulista, para quem não sabe, é um dos clubes de futebol mais tradicionais do Estado de São Paulo e até já ganhou uma Copa do Brasil.

O time do Eliezer não existe, pelo que sei, há muitos anos. 

E até hoje não sei quanto do que ele falava era verdade, quanto era mentira.

Mas ele chegou até a confessar que vender jogos era coisa corriqueira.

E assim, ele sobrevivia - lembro muito bem de um Fusca que ficou exposto um tempão na praça Governador Pedro de Toledo, prêmio de uma rifa que nunca saía...

É, o Jundiaí FC pode não mais entrar nos campos esburacados do interior paulista, mas a maneira como ele era administrado ainda deve ser a regra de muitos outros clubes brasileiros.
http://cronicasdomotta.blogspot.com.br/2015/05/o-padrao-fifa-e-o-time-do-eliezer.html

terça-feira, 2 de julho de 2013

Rede Globo envolvida no suborno a Teixeira e Havelange?


Coincidência: Globo e ISL tinham operações nas ilhas Virgens britânicas

A reportagem abaixo foi publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo em julho de 2012. O motivo de reproduzirmos agora é que alguns detalhes do texto chamam atenção. Jamil Chade, o autor, trata das investigações na Suiça que levaram ao afastamento da FIFA de João Havelange e Ricardo Teixeira. Menciona que uma emissora de TV — qual? — brasileira teve participação no pagamento de suborno aos cartolas. Eram as negociações pelos direitos das copas de 2002 e 2006. Foi justamente no período em que, segundo a Receita Federal, a TV Globo abriu uma empresa de fachada nas ilhas Virgens britânicas. Onde operava, também, a International Sports and Leisure (ISL), empresa de marketing que esteve no centro do escândalo que ainda abala o futebol internacional.
Fiquem com o texto de Jamil Chade, sugerido pelo Luis Carlos Gaspar, que viu trecho no blog do Paulinho

Justiça mostra suborno milionário

Ricardo Teixeira e João Havelange receberam, segundo a investigação suíça, mais de R$ 45 milhões para fechar acordos, desviando o dinheiro da Fifa
12 de julho de 2012 | 3h 04
João Havelange e Ricardo Teixeira receberam suborno no valor de pelo menos R$ 45 milhões, segundo a Justiça suíça. O escândalo do pagamento de propinas escancara 30 anos de um sistema de corrupção montado na Fifa. Os brasileiros cometeram “enriquecimento ilícito”, causaram prejuízo para a entidade e colocaram seus interesses pessoais acima dos interesses do futebol, diz a Justiça sobre o caso, que foi arquivado mas teve seus documentos divulgados ontem.
A ação promete ter amplas repercussões: Havelange pode deixar de ser presidente de honra da Fifa e as informações poderão ser usadas no Brasil para uma eventual ação contra Teixeira. A declaração dos advogados da entidade insinuando que sul-americanos são em geral corruptos também promete causar mal-estar entre a Fifa e o governo.
Documentos oficiais da Justiça suíça apontam para pagamento de comissões no valor de US$ 122,5 milhões (R$ 225 milhões) por parte da empresa de marketing ISL a cartolas pelo mundo. A Justiça também acusou a Fifa de “omissão” ao não conseguir controlar os subornos. Num dos pagamentos de US$ 1 milhão (R$ 2 milhões) a Havelange, o dinheiro foi erroneamente depositado numa conta da Fifa.
Como regra geral, segundo a Justiça, a propina teria sido paga a Teixeira e Havelange para que influenciassem a Fifa na decisão de quem ficaria com os direitos de transmissão das Copas de 2002 e 2006, incluindo o mercado brasileiro. Uma empresa transmissora com atuação no Brasil é citada como uma das envolvidas no suborno, ainda que seu nome esteja sendo mantido em sigilo. Para os suíços, o serviço dos dois foi “comprado” por empresas que queriam manter relações com a Fifa.
A publicação do documento ocorreu depois que o Tribunal Federal da Suíça entendeu que o assunto era de “interesse público”. O documento de 42 páginas mapeia um esquema de corrupção que tomou conta da Fifa. Tudo começou quando o Tribunal de Zug decidiu investigar a quebra da empresa de marketing da Fifa, a ISL. O que descobriu foi uma ampla rede de suborno.
Em 2010, porém, o caso envolvendo Teixeira e Havelange foi encerrado depois de um acordo entre os dois e o procurador suíço. Eles devolveram US$ 2,5 milhões (R$ 5 milhões) à Fifa.
O documento revela uma movimentação milionária na conta desses cartolas. Teixeira e Havelange receberam subornos num valor total de pelo menos 21,5 milhões de francos suíços (cerca de R$ 45 milhões) em contas em paraísos fiscais.
Os pagamentos ocorreram entre 1992 e 2004 e o tribunal havia decidido processar os brasileiros por “atos criminosos em detrimento da Fifa”. “Eles causaram prejuízos para a Fifa por seu comportamento e enriqueceram ilicitamente.”
Parte substancial da denúncia é dirigida a Havelange, acusado de não repassar pagamentos aos cofres da Fifa. Havelange é ainda acusado de “administração desleal”.
“Havelange usou ilegalmente ativos confiados a ele para seu próprio enriquecimento em várias ocasiões”, aponta o documento.
O cartola agiu para garantir o contrato de empresas para a transmissão da Copa de 2002 e recebeu propinas de uma empresa para garantir o contrato para a transmissão do Mundial no mercado brasileiro naquele ano.
Havelange, que já teve de abandonar o COI por conta do escândalo, “embolsava o dinheiro” e empresas o pagavam para usar sua influência como presidente da Fifa para garantir contratos.
Andorra
Teixeira também foi alvo das propinas, especialmente por conta do interesse de empresas de usar seus serviços. Segundo a Justiça, ele presidia a federação de futebol “mais poderosa” do mundo. Com um pagamento, a empresa conseguia dois objetivos: influência na Fifa e garantia de contratos no Brasil.
O pagamento ao ex-presidente da CBF ocorria por meio de uma empresa que ele teria estabelecido em Andorra, outro paraíso fiscal. Um intermediário era usado para transferir, em nome do brasileiro, o dinheiro para suas contas. O agente retirava os ativos em espécie e alimentava contas de Teixeira.
Antes da Copa de 2002, o Brasil fez uma parada em Andorra para jogar um amistoso contra a seleção local. Pessoas que faziam parte daquela comissão técnica confirmaram ao Estado que o jogo foi uma forma de Teixeira agradecer aos atravessadores locais pelo serviço de suposta lavagem de dinheiro. O uso de Andorra pelo ex-dirigente teria perdurado até 2004.
“Teixeira usou ilegalmente ativos confiados a ele para seu próprio enriquecimento em várias ocasiões”, apontou o documento, indicando como ele agia em nome da Fifa, mas acabava embolsando o dinheiro. Só entre 1992 e 1997, recebeu US$ 12,7 milhões (R$ 25,4 milhões). O dinheiro viria de comissões de acordos entre empresas e a Fifa, para o uso do nome da Copa do Mundo, assim como para “a transmissão da Copa de 2002 no Brasil”.
A investigação conduzida pelo procurador Thomas Hildbrand ainda evidenciou um esquema de corrupção que fazia parte da Fifa desde os anos 70, quando Havelange assumiu o poder.
Testemunhas contam que a ISL foi usada como verdadeiro caixa 2. Abriu contas em paraísos fiscais como Liechtenstein e Ilhas Virgens Britânicas para receber e pagar propinas.
O dinheiro vinha em grande parte de empresas de transmissão das imagens da Copa de 2002 e 2006. No caso do Brasil, o valor do contrato era de US$ 220 milhões. Outros contratos chegavam a US$ 750 milhões.
Segundo a defesa de Teixeira, nunca houve uma condenação e o acordo impediu até mesmo que o processo fosse adiante.
A defesa do ex-dirigente brasileiro também apontou que não houve nem mesmo confissão de culpa. Em Zug, o tribunal admitiu ao Estado que foram os advogados de Teixeira e de Havelange que bloquearam a publicação do documento por dois anos.
No Amoral Nato, o blogodita

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Mostra, mostra, mostra!!!




O jornalista investigativo britânico Andrew Jennings fez nesta quarta-feira (26), durante audiência pública da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), uma recomendação ao governo brasileiro: a de solicitar ao presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, que torne público o relatório final da Justiça da Suíça no qual constaria uma confissão do dirigente de que teria recebido propinas em contratos de marketing relacionados ao futebol....

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Com escândalo, Fifa e CBF pretendem isolar Orlando Silva

Envolvimento do ministro em caso de corrupção chegou a ser comemorado

Orlando Silva e Ricardo Teixeira: escanteado pelo governo, presidente da CBF agora quer dar o troco
(André Coelho/Agência O Globo)
Na Fifa, Orlando Silva é visto como
um obstáculo aos interesses
da entidade. Jerome Valcke
já vinha evitando ter 
de negociar com ele
A Fifa e a CBF usam a crise que assola o Ministério dos Esportes por conta das suspeitas que pesam contra o ministro Orlando Silva para reconquistar o espaço que havia sido ocupado pelo governo na definição de leis da Copa do Mundo de 2014 - e, assim, impor suas exigências, que vinham sendo combatidas por setores do governo.
Na semana considerada como a mais crítica para a definição do Mundial no Brasil, o governo não foi sequer convidado a participar dos encontros em Zurique, que começam nesta segunda-feira. O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, ainda levará propostas que driblam a posição do governo. A situação fragilizada de Orlando Silva já abre espaço para que as ideias defendidas pelo Planalto enfrentem uma dura resistência....

domingo, 2 de outubro de 2011

Economist: Os gols contra do Senhor Futebol

O Brasil espera que a Copa do Mundo de 2014 promova sua imagem, mas a federação de futebol do país está envolta em sujeira

É o único país que jogou todas as fases finais da Copa do Mundo e ganhou cinco vezes, mais que qualquer outro. E assim o Brasil se sente meio dono do torneio, que vai sediar em 2014. Outra vitória, bom futebol e uma atmosfera de festa satisfariam as demandas dos fãs locais, assim como de muitos dos esperados 600 mil turistas de fora. Mas, para o governo brasileiro, o período que antecede o torneio não está indo bem...

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Incompetência tucana pode tirar a Copa de São Paulo


São Paulo corre risco de ficar fora da Copa do Mundo de 2014
Que a CBF não queria a Copa em São Paulo estava claro desde que vetou o Morumbi. O que faltou ali foi atitude de estadista para quem governava o Estado então. Faltou dizer que ou seria no Morumbi ou São Paulo declinava da Copa.
E a suja Fifa, que obviamente nada tem a ver com as picuinhas da CBF, que resolvesse e engolisse que a região mais preparada do país estava fora de seu convescote.
Os paulistas veriam felizes a Copa pela TV e se divertiriam com as lambanças de Cuiabá, Brasília, Natal, Recife etc., do Rio, inclusive, embora a Cidade Maravilhosa seja mesmo a mais adequada para receber a Olimpíada, a abertura da Copa, o centro de imprensa e tudo o mais que disser respeito a turismo com T maiúsculo no Brasil......

sábado, 4 de junho de 2011

Mino e a bandalheira no futebol. Havelange e apaniguados

O genro e o sogro. Viva a família !
Extraído da Carta Capital: 
O futebol da bandalheira 
por Mino Carta 

Já enxerguei no futebol o ópio do povo brasileiro, embora na adolescência chutasse com gosto não somente a bola, mas também tudo aquilo que se postava diante dos meus pés, inclusive pedras e latas, para desespero dos sapatos e da minha mãe. Que o futebol se prestou e se presta aos jogos da política e favoreceu e favorece o sossego dos herdeiros da casa-grande é inegável. Se Corinthians ou Flamengo ganham, a senzala exulta e esquece seus males.....

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Festa de 100 anos do Corinthians torna-se uma festa do Lula


Lula diz que é corintiano desde 1954, quando tinha 10 anos

A NBR mostrou imagens do presidente Lula com faixa e a camisa número 13 ao lado do presidente do Corinthians, Andrés Sanchez.
Lá embaixo a galera eufórica.
Foi no Parque São Jorge, que provisoriamente é a sede do Corinthians, que o presidente Lula recebeu o título de Chanceler Honorário do Futebol Brasileiro e candidata-se a dar ao novo estádio do Corinthians em Itaquera o nome de “Lulão”.
Lula e D. Marisa receberam também o “passaporte” corintianos, que dá direito, segundo Lula, a trafegar livremente pela “nação corintiana”.
Lula demonstrou que é um torcedor fanático que entende de futebol.
Lembrou de quando o Corinthians ganhou do Fluminense com Rivelino, da “Academia” do Palmeiras, que tinha Dudu e Ademir da Guia, de quando ia à “Fazendinha” torcer na arquibancada.
Lula aproveitou para tratar de três pontos centrais da indústria do futebol.
Primeiro, a necessidade de o clube receber uma compensação adequada pelo que gastou na formação de um craque.
Segundo, a necessidade de profissionalização.
Ele não entende como times populares como o Bahia e Santa Cruz sofram em divisões inferiores.
Ele não entende o por que o Corinthians não tem 150 mil sócios e possa sustentar-se como o Internacional de Porto Alegre.
Lula incumbiu o Ministro da Previdência, Carlos  Gabas, de apresentar um plano de previdência especial para o jogador de futebol.
E para acabar com os cambistas informou que a Caixa está pronta para vender ingressos em toda a rede lotérica.
Lula foi aplaudido de pé.
Bye bye Serra forever.
Clique aqui para ler: “Lula faz o que Serra não fez: Corinthians vai abrir a Copa”.
Paulo Henrique Amorim