Bem, pelo que entendi dos defensores da inimputabilidade de “atrações” como Rafinha Bastos na televisão aberta, das piadas sobre “comer” mulher grávida e seu bebê, por exemplo, fiquei me perguntando: por que inocentes filmes-pornô (comparados com a sugestão até de pedofilia envolvida na mais recente obra do “pobre” e “invejado” Rafinha) não têm espaço nessas concessões públicas?
Pensem comigo: se em nome de “criações artísticas” vale tudo, por que não piadas sobre pedofilia se já estão tornando o estupro “engraçado”? E se podem dizer essas coisas, por que não podem mostrar? Qual é o freio que censura a imagem explícita de um homem e de uma mulher ou de pessoas do mesmo sexo fazendo apenas sexo que não censura fazer troça de sexo forçado com mulheres ou com crianças?

