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quinta-feira, 25 de junho de 2015

Para velhos jornais, crime de sonegação não é notícia

O escândalo do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais — Carf –, que pode superar 19 bilhões de reais, recebe uma cobertura muito acanhada da imprensa brasileira, apesar de sua magnitude e implicações de toda ordem.

Por que a mídia dá tão pouco destaque à Operação Zelotes, que flagrou fraudes fiscais de mega-empresas? Que interesses levam editores, em certos casos, a não cobrar Judiciário?


O escândalo do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais — Carf –, que pode superar 19 bilhões de reais, recebe uma cobertura muito acanhada da imprensa brasileira, apesar de sua magnitude e implicações de toda ordem. Dentro do ponto de vista jornalístico, não há nada que justifique um tratamento tão desinteressado e desatento por parte das redações. Ao contrário, os vultosos desvios de recursos da Receita, com a participação de personagens graúdos do PIB nacional (bancos e empresas, boa parte, grandes anunciantes), fundamentam os princípios do que é notícia, pelo menos em veículos que praticam jornalismo em sua mais ampla definição — corajoso e isento, dedicado a informar a população.

Inúmeros fatos novos, que merecem uma investigação jornalística profunda, recebem, ao contrário, coberturas episódicas. A imprensa ignora que há o risco de a investigação não chegar a um resultado efetivo. Em operações de caráter semelhante, essa fase já teria resultado em prisões preventivas, por exemplo. A mídia ignora também a inexplicável morosidade do Poder Judiciário, que não autoriza medidas invasivas, a fim de levantar provas contra a corrupção. Dentro dos critérios puramente jornalísticos e de interesse da sociedade, o que diferem os escândalos de corrupção envolvendo políticos, como a Operação Lava Jato, daqueles que atingem apenas empresas, como a Operação Zelotes?
Por Luís Humberto Rocha Carrijo - Outras Palavras - 22/06/2015 , via http://causameespecie.blogspot.com.br/2015/06/o-escandalo-do-conselho-administrativo.html

segunda-feira, 15 de junho de 2015

O maior roubo de todos os tempos


A minoria roubando a maioriaSe você quer de verdade lutar por um Brasil mais justo, leia com muita atenção as informações deste post.

Para as pessoas honestas é assustador constatar a condição atual do órgão público responsável pelas cobranças de tributos devidos.

Leiam o que diz Heráclio Mendes de Camargo Neto, presidente do Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional - SIMPROFAZ:

Ele conta que existem 300 vagas de procurador abertas há pelo menos seis anos esperando serem preenchidas.

"Nós não temos carreira de apoio, por exemplo. Há menos de um servidor de apoio para cada procurador. Os juízes, por exemplo, têm de 15 a 20 servidores de apoio. Nós temos 6,8 milhões de processos para cobrar e quase nenhum auxílio", denuncia.

Para completar, a sonegação de impostos prescreve em cinco anos, o que aprofunda o favorecimento dos sonegadores e sonegadoras. "É muito fácil se livrar com todas essas condições", lamenta.

FONTE: Rede Brasil Atual

*

Instrução Normativa 1183 dificulta o combate à sonegação e à lavagem de dinheiro

Você sabia da existência da Instrução Normativa 1183, ela não exige a identificação dos verdadeiros donos de empresas domiciliadas no exterior.

Essa instrução facilita a ação de corruptos e sonegadores através de “laranjas” e “offshores”, além de dificultar a recuperação de créditos tributários pelos Procuradores da Fazenda Nacional.

Ao citar os números do Sonegômetro, o presidente do SINPROFAZ alertou que 80% de todo o dinheiro sonegado passa por esquemas de lavagem de dinheiro, superando em muitas vezes os valores revelados pela Operação Lava Jato ou pela recente Operação Zelotes.
FONTE: SINPROFAZ (clique aqui)

A incrível sonegação

FONTE DAS INFORMAÇÕES

Sonegação no Brasil – Uma Estimativa do Desvio da Arrecadação do Exercício de 2014

PGFN EM NÚMEROS

Saiba quanto foi roubado até o momento visitando o SONEGÔMETRO
sugado do: http://chebolas.blogspot.com.br/

quinta-feira, 9 de abril de 2015

A maior lição que se extrai da Operação Zelotes


Os brasileiros ignoravam a existência do CARF
A verdade, a dura verdade é a seguinte.

O Brasil não teria que promover uma revolução tributária que — finalmente — fizesse os ricos darem sua justa contribuição.

Bastaria cobrar o devido.

É talvez a maior lição que se extrai da Operação Zelotes.

Não pode ser tão fácil sonegar. Isso destrói qualquer economia, mesmo as mais sólidas. Foi a grande mensagem do governo alemão quando pegou um cidadão tido como exemplar — então presidente do Bayern — com uma conta secreta de cerca de 20 milhões de euros na Suíça.

Isso ocorreu há cerca de dois anos, e o sonegador, publicamente arrependido aliás, já está na cadeia, numa sentença de cinco anos.

É uma questão cultural e, também, policial. Cultural porque a sociedade tem que ter clareza sobre a importância vital dos impostos. Policial porque os sonegadores, especialmente os grandes, têm que ser severamente punidos.

Sonegar no Brasil virtualmente não traz riscos — e isso tem que acabar se quisermos nos tornar uma sociedade avançada.

O caso Zelotes traz muitas reflexões. Como se atribui tanto poder econômico a um grupo de pessoas — o Carf, tribunal que pode anular dívidas bilionárias com a Receita — sem uma fiscalização intensa?

Isso não existe.

É um lugar comum dizer que a transparência é o melhor detergente, e na Zelotes isto é chocantemente real.

Os brasileiros desconhecíamos, até a semana passada, a mera existência do Carf.

O Carf tem que ser conhecido. Seus dirigentes também. Suas grandes decisões, mais ainda.

Transparência, transparência e ainda transparência.

image

A Receita Federal é a negação disso. Ninguém sabe como funciona. O que se depreende, dados os fatos, é que a plutocracia encontrou maneiras de controlá-la.

Me perguntei sempre, no caso da sonegação da Globo, como a Receita simplesmente não se manifestava. Na internet, o assunto pegava fogo. Nas manifestações de junho de 2013, também.

Nunca a Receita se pronunciou sobre um caso tão expressivo. Era como se o interesse da Globo se sobrepusesse ao do país.

O escândalo do Carf me fez entender. Um mistério enfim se encerrou em minha mente.

A Receita vem operando, estes anos todos, na sombra, quando a luz do sol é imperiosa para que a sociedade veja suas ações.

Dentro desse quadro, coisas simplesmente inaceitáveis se tornam aceitas, ou toleradas.

Algumas vezes escrevi que não conseguia entender como, com o Bradesco tão flagrantemente metido em estratégias de evasão de impostos, Dilma pudesse ter convidado o presidente do banco para ser seu principal ministro.

Com a recusa, ela foi buscar um segundo nome no mesmo Bradesco, Levy.

Qual a mensagem para a sociedade? Sonegue, se puder.

Fazia pouco tempo, na época do duplo convite, que o Bradesco aparecera num caso de sonegação num paraíso fiscal.

Não chega a ser surpresa que o banco de Levy figure, também, na Zelotes.

O pior veio hoje, quando se soube, pelo Estadão, que Levy se empenhou para nomear uma advogada do Bradesco para a vice-presidência do Carf.

É mais que um conflito de interesses: é uma guerra nuclear.

Desprezível, como sempre, é a reação da mídia. Como o Bradesco é um grande anunciante, ninguém repercute o assunto.

Entre a sociedade e um grande anunciante, a opção das companhias jornalísticas é óbvia.

O PT colocou os pobres na agenda nacional, o que não é pouco. Mas, nestes doze anos, não fez mudanças estruturais.

Na Receita Federal, isso ficou patente.

Repito: não era — não é — necessário sequer criar taxas para grandes fortunas.

Basta cobrar o que determina a legislação, e punir quem sonegar.

Paulo Nogueira
No DCM

sexta-feira, 27 de março de 2015

Existe uma corrupção que vale mais e outra que vale menos?



Os dois únicos  apontados até agora nos jornais como envolvidos no esquema de corrupção no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, os de Paulo Roberto Cortez e Edison Pereira Rodrigues, são auditores-fiscais da Receita Federal.

Não dá, por isso, para imaginar que todos os auditores sejam corruptos, não é?

Se é assim com servidores de carreira, concursados, porque deve ser diferente quando se trata de ocupantes de cargo em comissão, como se faz hoje?

Não era grana pouca: dizem estar confirmados R$ 5 bilhões e o valor levantado pode chegar a R$ 19 bilhões.

Dez vezes mais que a Lava-Jato, segundo os números do MP do Paraná.

E igualmente dinheiro público, mais ainda que o da Petrobras, que é semi-estatal.

Processos de nove empresas as “aliviaram” de R$ 5 bilhões lançados em impostos e multas.

R$ 1,3 milhão foram apreendidos, em espécie.

Não se dá o nomes das empresas nem ninguém preso, ao que se saiba. Apenas apreensão de documentos e computadores. E dinheiro, muito dinheiro. Há um video com um cofre cheio dele, sem indicação de onde ou de quem.



Que diferença com o espalhafato de Sérgio Moro!

O Globo não chama na capa do site. A Folha, uma notinha minúscula.

Apesar do volume de dinheiro, só o Estadão dá destaque.

chamando para o fato do pai do líder do PP — que anda mais sujo do que pau de galinheiro – , Eduardo da Fonte de Albuquerque Silva, ser um dos integrantes do Conselho externos à Receita.

Se seu pai Francisco, tiver algum envolvimento, vai ser outro “podemos tirar, se achar melhor”, porque ele é Conselheiro pelo menos desde 2001, como registra o Diário Oficial.

Ambos são nojentos, praticado por pessoas que deveriam defender o dinheiro público, mas agora me digam: “o maior escândalo de corrupção da história do Brasil”, qual é?

O que a mídia quer que seja.

Fernando Brito
No Tijolaço,via http://www.contextolivre.com.br/2015/03/existe-uma-corrupcao-que-vale-mais-e.html

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Contribuintes com uma fonte de renda não precisarão declarar imposto de renda em 2014


Daniel Lima, Agência Brasil

“Os contribuintes com uma única fonte de renda que optarem pelo desconto padrão deverão deixar de entregar a declaração do imposto de renda em 2014, ano-calendário 2013, informou à Agência Brasil o Secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto. A medida vale para pessoas físicas

Pelo projeto, a declaração será preenchida previamente pela Receita Federal e apresentada a esses contribuintes que confirmaria ou não os dados contidos no documento, como os valores recebidos do empregador. Para os demais contribuintes a declaração permanecerá da forma que já é hoje, com alguns aperfeiçoamentos.

“O projeto de simplificação está em curso na Receita Federal. Existem modelos como esse em outros países. O Chile, por exemplo, tem um modelo parecido. Em breve estaremos caminhando para essa solução”, disse Barreto.”
Matéria Completa, ::Aqui::

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Arrecadação de impostos acompanha crescimento da economia

Stênio Ribeiro, Agência Brasil

“A arrecadação de impostos e de contribuições federais, no mês de novembro, teve queda nominal de 12,28% em relação ao mesmo mês do ano passado e redução de 10,99% comparado a outubro deste ano, conforme divulgou hoje (14) o subsecretário de Tributação e Contencioso da Receita Federal do Brasil (RFB), Sandro de Vargas Serpa.
Ele ressaltou, no entanto, que o resultado não indica tendência. “Ao contrário, o aumento da arrecadação acompanha o crescimento da economia”. O descompasso, segundo ele, decorre do fato de em novembro de 2009 ter havido depósitos judiciais e recolhimentos de parcelamentos do Refis da crise no total de R4 13,8 bilhões. Sem essa arrecadação adicional, disse ele, o recolhimento de impostos no último mês teria crescido 7,73%.

A queda em relação a outubro se explica mais facilmente por causa do recolhimento trimestral do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), que ocorre sempre nos meses de abril, julho, outubro e janeiro. Fora desses picos, o mês passado teve a melhor arrecadação mensal do ano, ao recolher R$ 65,509 bilhões a preços correntes, com aumento de 5,26% ante setembro e de 7% sobre agosto.

Um exemplo mais significativo é dado pela arrecadação acumulada de janeiro a novembro, que somou R$ 714,826 bilhões, com acréscimo de R$ 90,406 bilhões sobre a arrecadação do ano passado. Um aumento de 14,48% em termos nominais, ou de 9,12% de aumento real, descontada a inflação do período, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é o parâmetro para as correções oficiais.

A arrecadação cresce, portanto, acima das estimativas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) - soma das riquezas e serviços produzidos no país -. que variam entre 7,5% e 8% neste ano. O aumento da arrecadação condiz mais com os indicadores macroeconômicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que aponta crescimentos de 12,41% para a produção industrial; de 13,93% para as vendas de bens e serviços; e de 13,05% para a massa salarial.”

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O vazamento da investigação do vazamento, ou o tiro no pé dos tucanos

Quem é o Judas: o da direita ou o da esquerda ?
O Aécio está para O Estado de Minas como Serra para o PiG

Conversa Afiada sabe que a Polícia Federal está indignada com a armação da Folha de São Paulo:Folha entrevista advogada de EJ.
Não fosse o vazoduto, do EJ, a Polícia Federal não divulgaria o resultado da sua investigação sobre o livro do Amaury antes da eleição.
A Polícia Federal, que morre de medo do PiG, e muitas vezes para ele trabalha, temia ser acusada de ajudar a candidatura da Dilma.
O que a Polícia Federal pretende fazer agora é convocar uma coletiva para hoje ou amanhã e desmentir a Folha.
A PF já sabe que são sólidos os vínculos de Amaury Jr. e sua investigação como um trabalho que desenvolvia no jornal O Estado de Minas.
A PF suspeita seriamente que por trás do livro do Amaury esteja o governador Aécio Neves ou alguém a ele umbilicalmente ligado.
Aécio Neves está para O Estado de Minas como José Serra para o PiG.
A suspeita da Polícia Federal é que a reportagem de Amaury serviria como “argumento” para convencer José Serra a realizar prévias para escolher o candidato tucano à Presidência da República.
A “reportagem” da Folha seria o Golpe dentro do Golpe.
Clique aqui para ler no blog do Nassif.
Ou seja, botar o livro do Amaury nas costas da Dilma.
E não chegar à ligação de Amaury com o Estado de Minas e, provavelmente, com Aécio Neves.
Há mais verdades entre o céu e a terra do que imagina a vã filosofia da Folha.
As impressões digitais do livro do Amaury não são da Dilma.
O Conversa Afiada encaminha nesse momento ao Ministro da Justiça que, supostamente, manda no Luiz Fernando Corrêa da Polícia Federal, as seguintes perguntas:
o Amaury pagou para obter o sigilo fiscal?
Quem pagou pelo Amaury?
Foi O Estado de Minas?
Quem encomendou ao Estado de Minas?
Foi o Aécio?
Cordialmente, este ordinário blogueiro,
Paulo Henrique Amorim
Em tempo: o Conversa Afiada encaminhou este post para o assessor da Polícia Federal, Anderson Souza, telefone (61) 2024 8142 pelo email dsc@dpf.gov.br que prometeu encaminhá-lo para o Luiz Fernando Corrêa, Diretor-Geral da Polícia Federal.
Este post também foi enviado para a assessora Cristina Abelha do Ministério da Justiça, telefone (61) 2025 3025, pelo email christina.abelha@mj.gov.br que será encaminhado ao Ministro da Justiça, Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto.
O livro do Amaury seria resposta ao “pó pará, governador?”
A grande famiglia
Me liga o Vasco, de sólida família mineira, para, como diria a Folha, fazer uma “ligação” entre o livro do Amaury e o famoso artigo “Pó pará, governador?”
O Conversa Afiada suspeita: “A PF Federal vai dizer que o Aécio tem a ver com o livro do Amaury?”
O Nassif já não suspeita, assegura: clique aqui para ler “PF sabe que foi o Aécio”.
Tudo isso por causa do Golpe dentro do Golpe, que, provavelmente, o Eduardo Jorge, ilibado Grão-Tucano, montou com a mão de gato da Folha: clique aqui para ler “Advogada de Eduardo Jorge produz manchete da Folha para o Serra usar no horário eleitoral”.
Seria uma “Carta Brandi” moderna.
carta falsa para prejudicar o Jango, pouco antes da eleição para vice do JK.
Mas, quem nasceu para José Serra jamais chega a Carlos Lacerda (ou, no caso do EJ, a Amaral Neto).
Então, como agora, o Golpe deu com os burros n’água.
O interessante, observa o Vasco, é que a encomenda ao Amaury deve ser contemporânea a um famoso artigo publicado pelo "colonista" Mauro Chaves, no Estadão, dia 28 de fevereiro de 2009.
Diz o Vasco: fica difícil saber o que nasceu primeiro – se o ovo ou a galinha.
O que provocou o fogo amigo: se o artigo do Mauro Chaves ou o livro do Amaury.
Agora, que é tudo da mesma época, não há duvida, diz o Vasco.
Estávamos em plena guerra para realizar uma convenção que escolhesse o candidato tucano.
Como se sabe, ganhou o "jenio".
Talvez porque o fogo amigo dele fosse mais amigo que o do Aécio.
Acompanhe, amigo navegante, o que este ordinário blog escreveu sobre o artigo – notável, por sinal – do Mauro Chaves (um desses jornalistas que chamam o Serra de “Serra”):
Saiu no Nassif:
Contrato: 15/1165/08/04 – Empresa: Fundação Victor Civita
- Objeto: Aquisição pela FDE, de 220.000 (duzentos e vinte mil) assinaturas da Revista NOVA ESCOLA, com 10 (dez) edições anuais, para Unidades Escolares da Rede Estadual de Ensino.
- Prazo: 300 dias
– Valor: R$ 3.740.000,00
– Data de Assinatura: 01/10/2008.
A Secretaria pegou R$ 3,7 milhões e deu para a Editora Abril e mandou que ela me mandasse a revista, eu e mais 219.999 professores. À primeira vista parece um ato de bondade do Governador Serra para com a Educação. Mas será mesmo que ele está interessado nisso?
Leia a íntegra do texto no blog do Nassif
Por que o palmeirense Zé Pedágio, amigo do presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, sócio da Carta Capital, não pega também dinheiro do povo de São Paulo e compra, numa concorrência aberta e transparente, a Carta na Escola, muito melhor do que qualquer coisa que a empresa de Robert(o) Civita publique?
A Carta na Escola tem 70 mil exemplares, com dez edições por ano.
Jamais um diretor da Carta foi convidado para participar de concorrência na Secretaria de Educação do Governo do falso economista Zé Pedágio.
Jamais um funcionário da Carta Escola foi recebido por um funcionário da Secretaria de Educação.
Se ele não gosta de concorrência, de transparência, de luz do sol, por que não pega essa grana e aumenta o salário dos professores de São Paulo?
O PSDB de São Paulo, como se sabe, paga o Pior Salário Do Brasil, PSDB.
O Zé Pedágio encontrou uma forma de salvar a Abril que, como se sabe, agoniza.
Como, aliás, agoniza todo o PiG.
Amigo navegante, você já tentou cancelar uma assinatura da Veja?
Ou de qualquer outro veículo do PiG?
É impossível. Eles te mandam de graça …
É assim que o Pedágio funciona: com o controle total do PiG.
Alguma dúvida, caro amigo navegante?
Leia a colona do editorialista do Estadão Mauro Chaves sobre as prévias do PSDB (pág. 2 do Estadão de hoje).
É tudo o que o Zé Pedágio pensa sobre a matéria.
Especialmente o trocadilho do título: “Pó pará, governador?”
Ele é assim: não fala nada.
Tem quem fale por ele.
Nas revistas da Abril, por exemplo.
Imagine o Zé Pedágio Presidente do Brasil: ele fecha a Carta Capital.
Paulo Henrique Amorim
PF divulga nota sobre caso de violação de sigilo
"NOTA À IMPRENSA
Brasília/DF - Sobre as investigações para apurar suposta quebra de sigilo de dados da Receita Federal, a Polícia Federal esclarece que:
1- O fato motivador da instauração de inquérito nesta instituição, quebra de sigilo fiscal, já está esclarecido e os responsáveis identificados. O inquérito policial encontra-se em sua fase final e, depois de concluídas as diligências, será encaminhado à 12ª Vara Federal do Distrito Federal;
2- Em 120 dias de investigação, foram realizadas diversas diligências e ouvidas 37 pessoas em mais de 50 depoimentos, que resultaram, até o momento, em 7 indiciamentos;
3- A investigação identificou que a quebra de sigilo ocorreu entre setembro e outubro de 2009 e envolveu servidores da Receita Federal, despachantes e clientes que encomendavam os dados, entre eles um jornalista;
4- As provas colhidas apontam que o jornalista utilizou os serviços de levantamento de informações de empresas e pessoas físicas desde o final de 2008 no interesse de investigações próprias;
5- Os dados violados foram utilizados para a confecção de relatórios, mas não foi comprovada sua utilização em campanha política;
6- A Polícia Federal refuta qualquer tentativa de utilização de seu trabalho para fins eleitoreiros com distorção de fatos ou atribuindo a esta instituição conclusões que não correspondam aos dados da investigação".

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

A quem interessa tornar Carta Capital invisível?

Ah, se o teu nome fosse Erenice!

Desde o fim de semana passado, tenho recebido uma dezena de e-mails por dia que, invariavelmente, me perguntam sobre a razão de ninguém repercutir, na chamada “grande imprensa”, a matéria da CartaCapitalsobre a monumental quebra de sigilo bancário promovida, em 2001, pela empresa Decidir.com, das sócias Verônica Serra (filha de José Serra, candidato do PSDB à Presidência da República) e Verônica Dantas (irmã de Daniel Dantas, banqueiro condenado por subornar um delegado federal). Juntas, as Verônicas quebraram o sigilo bancário de estimados 60 milhões de correntistas brasileiros graças a um acordo obscuro fechado, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, entre a Decidir.com e o Banco do Brasil, sob os auspícios do Banco Central.
 Nada foi feito, desde então, para se apurar esse fato gravíssimo, apesar de o então presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), ter oficiado o BC a respeito. Nada, nenhuma providência. Impunidade total.

Filha de Serra quer investigação "paralela"

Não precisa. O Leandro já investigou
As Verônicas Dantas e Serra. O Leandro já investigou tudo
O jornal nacional destacou o depoimento da filha do "jenio" e o marido à Polícia Federal sobre o Golpe do sigilo.
Globo registrou.
O advogado Sérgio Rosenthal acrescentou ainda que vai iniciar uma investigação “muito minuciosa” paralela ao inquérito da PF para identificar o destino dos dados fiscais levantados na Receita.
- É muito difícil dizer que se trata de um crime político. (disse Rosenthal). O fato de terem sido violados os sigilos da filha e do genro de um candidato à Presidência da República, assim como de outras pessoas ligadas a um partido político, que por sinal é o maior partido de oposição, parece que é possível inferir que há sim uma conotação política nesses fatos. Além disso, acho que seria precipitado fazer qualquer conclusão.
Como a filha do Serra fará uma investigação “paralela”?
O Dr Rosenthal disse ao jornal nacional que vai examinar tudo o que o PiG já publicou sobre o Golpe.
Muito bom!
Excelente advogado, o Dr Rosenthal.
Ele poderia começar a investigação “paralela” pelas razões do ataque do "jenio" à Márcia Peltier – clique aqui para ouvir o piti.
A Márcia quis saber por que o Zé Baixaria soube da violação no ano passado e só desfechou o Golpe agora, no fim de 2010, na véspera da eleição.
Interessante pergunta.
Aí, o Zé Baixaria se desarranjou (parece que ele teve um problema estomacal).
Outra investigação “paralela” do Dr Rosenthal seria ler a reportagem que Leandro Fortes e a Carta Capital publicaram: a filha de Serra e a sócia, irmã de Dantas, bateram o record mundial da violação de sigilo.
Essa leitura não precisa ser “paralela”.
Basta comprar uma Carta Capital, ler o artigo de fundo do Mino Carta – excelente, como sempre – , e acompanhar a impecável reportagem do Leandro.
O PiG não toca na reportagem do Leandro.
O Governo também não.
Eis aí uma boa oportunidade de o Dr Rosenthal servir à causa da Justiça.
Agora, Dr Rosenthal, aqui para nós, como vai ser esse “paralelismo”?
O senhor vai entrar na Policia Federal?
Vai entrar na Receita?
Vai entrar no Ministério Público?
Por que a filha do Serra e o marido podem “entrar”, fazer uma “paralela”, e o Zé das Couves não pode?
Boa pergunta, não, amigo navegante?
Esses tucanos se acham …
Agora, Dr Rosenthal, cuidado.
Seus clientes podem estar na iminência de entrar numa gelada: “O que pode acontecer com os personagens do livro do Amaury”.
É bom estar atento.
Em tempo: clique aqui para ler mais sobre esses tucanos que se acham: “FHC: política é comunicação”.
Paulo Henrique Amorim, via com textolivre

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Novas informações sobre a empresa da filha do Serra


As duas, juntas, bateram o record mundial da violação de sigilo
Conversa Afiada reproduz e-mail que recebeu do amigo navegante Charles:
Assunto: PHA veja o que achei da Decidir.com
PHA: olha o que encontrei. Deve ter coisa interessante por ai.
Aqui a ficha da empresa de Veronica Serra e V.Dantas – clique aqui para ver.
A tela inicial do que as dondocas (a filha do Serra e a irmã do Daniel Dantas) vendiam – veja aqui.
Aqui todo o arquivo da atividade da empresa http://web.archive.org/web/*/http://www.decidir.com
Clique aqui para ler “Carta e Leandro: empresa da filha do Serra bateu o record mundial da abertura de sigilo”.