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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Mídia: manipulação, concentração, relações com o poder



Muito antes da preparação da 1ª Conferência Nacional de Comunicação, o papel dos meios de comunicação já havia entrado na pauta das redes sociais e também nos debates da sociedade civil. O tema também foi pauta do 1º Encontro de Blogueiros Progressistas ocorrido nos dias 21 e 22 de agosto, em São Paulo.

Não é de hoje que a sociedade se debruça sobre as denúncias de manipulação da informação, seja por profissionais, pelos detentores do poder e/ou pelos proprietários dos meios. Tudo isso tem sido tratado em filmes que mostram o dia-a-dia das redações e suas relações com o poder e com a sociedade.

Listamos alguns desses filmes para os leitores. Caso tenha sugestões, colabore. Os comentários estão abertos:...

sábado, 18 de junho de 2011

Genro aponta “o maior exemplo de manipulação midiática do Brasil”

Em entrevista concedida ao jornalista Marco Aurélio Weissheimer, da agência Carta Maior, o ex-ministro da Justiça do governo Lula e atual governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), fez uma avaliação sobre o desfecho e o significado do caso Battisti. Para Tarso, que concedeu refúgio político ao italiano, esse caso é “o maior exemplo de manipulação midiática que ocorreu no Brasil nos últimos tempos”.

A mídia hegemônica, que esconde seu reacionarismo sob a máscara do apartidarismo e da imparcialidade, omitiu informações essenciais, como a de que não há provas contra o militante italiano, ao mesmo tempo em que usou e abusou da desinformação.

O governador gaúcho também relaciona o caso à atual situação política na Itália e sustenta que Battisti acabou servindo de bode expiatório de uma aliança entre a extrema-direita italiana, a direita não democrática e a antiga esquerda italiana que “não só ficou isolada durante o reinado de Berlusconi, como também capitulou ideologicamente em questões de fundo”.....

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Para Globo, trabalhar no governo é crime


Claro que os raros que tiverem saco de ler as reportagens irão encontrar argumentos cabulosos que tentam pintar o "filho de ex-braço direito de Dilma" como alguém feio e mau, mas concentre-se apenas nessa manchete. Não tem algo de humor nela? Primeiro pela precariedade conceitual do título: trabalhar no governo não é crime, de maneira que a pessoa que ver a manchete na banca de um jornal não entenderá nada. Uma manchete tem que ser minimamente explicativa, mas as denúncias de Veja & cia se tornaram tão bizantinas e misteriosas que os editores perderam as poucas noções de linguística que pareciam possuir. Depois reclamam que a massa ignara não entende os escândalos. Ora, eu sou leitor de Faulkner e não entendo porra nenhuma do que esses caras estão falando.

sábado, 14 de agosto de 2010