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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Nova lei de mobilidade urbana é “caixa de ferramentas” para sociedade, diz Ipea



O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) lançou, na última sexta-feira (6), oComunicado 128: A Nova Lei de Diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana. No texto, a entidade analisa a nova Política Nacional de Mobilidade Urbana, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff no dia 4 de janeiro. A apresentação foi feita pelo diretor de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia (Diest), Alexandre de Ávila Gomide.

Na avaliação dos técnicos do instituto, a lei traz uma série de novas ferramentas para enfrentar o problema do trânsito e melhorar a mobilidade nas cidades brasileiras, mas não é, por si só, suficiente para a tarefa. É fundamental que a sociedade civil organizada e o Ministério Público se apropriem destes instrumentos para pressionar os governos locais a implementar as medidas propostas.

“A sociedade tem um papel importante de divulgar a aprender a usar essa lei para contestar medidas do poder público que contrariem as diretrizes, questionar contratos. Isso vai depender muito dessa ação política da sociedade civil, do Ministério Público e de gestores mais ousados que queiram usar a lei”, avalia Gomide. “É como uma caixa de ferramentas, que muita gente tem em casa e não aprende a usar. Mas com certeza no médio prazo a lei vai apresentar resultados”, completa.

Para o Ipea, a lei consiste em “um importante marco na gestão das políticas públicas nas cidades brasileiras”, especialmente por dar uma abordagem mais ampla à questão do transporte. Ela vem para suprir uma lacuna nos deveres atribuídos pela Constituição de 1988 ao governo federal: instituir diretrizes para o desenvolvimento urbano, incluindo transportes urbanos. O processo de discussão sobre o tema se arrasta desde então.

Entre 1989 e 1995, quatro projetos de lei sobre o tema foram propostos, todos eles apensados ao PL 4.293/1989 e todos restritos ao transporte coletivo. Os quatro foram arquivados definitivamente em 1995, quando surgiu o PL 694, de autoria do então deputado Alberto Goldman, ainda com foco restrito. Outros dois projetos foram apensados a este ainda na década de 1990 e seguiram tramitando nas comissões até 2003, quando foi criada uma comissão especial na Câmara para apreciar e dar parecer ao projeto.
Mesmo assim, o PL ficou mais três anos parado na Câmara até que, em 2007, após discussões no Ministério das Cidades, o Executivo enviou o PL 1.697/2007, que dava pela primeira vez uma abordagem mais abrangente e completa ao tema.

Segundo o Ipea, a lei tem como princípios garantir a acessibilidade universal e o desenvolvimento sustentável das cidades; promover a equidade no uso do espaço público de circulação; garantir participação e controle social nas políticas de mobilidade urbana; justa distribuição dos benefícios e ônus do uso dos meios de transporte; e eficiência e eficácia na prestação dos serviços de transporte.

“Hoje 20% das pessoas que se deslocam nas cidades usam quase 80% do espaço viário, enquanto o transporte coletivo e o não motorizado, que beneficiam a maioria, ficam com apenas 20% do espaço”, afirma Alexandre Gomide.

Para atingir esses objetivos, a PNMU inclui diretrizes para as políticas municipais, como a integração da política de transportes com políticas de uso do solo e desenvolvimento urbano; prioridade dos modos de transporte não motorizados sobre os motorizados e dos coletivos sobre os individuais; complementação (e não competição) dos diferentes modos de transporte; mitigação dos custos ambientais dos deslocamentos e uso de energias renováveis e não poluentes.

Impactos no transporte coletivo

A maioria dos dispositivos da nova lei não é obrigatória para os municípios – entes responsáveis pelas políticas urbanas de transporte de acordo com a Constituição de 1988 –, sendo antes limites e diretrizes para balizar a ação das prefeituras. No entanto, algumas medidas têm caráter impositivo, como a exigência de que todos os municípios acima de 20 mil habitantes elaborem seus planos de mobilidade urbana.

Outras têm potencial para causar impactos mais diretos na vida das pessoas, como a mudança na forma de remuneração dos contratos com as empresas de ônibus urbanos – que resulta na passagem cobrada dos usuários. Hoje, o cálculo do valor é feito fundamentalmente a partir do rateio dos custos estimados pelo poder público.
“É um método que provoca muita ineficiência, pois é difícil para o poder público saber os custos reais do empresário e é interessante para este aumentar seus custos na planilha”, explica o diretor do Ipea. Com a nova lei, a contratação passará a ser feita obrigatoriamente por processo licitatório. “As empresas competem, apresentam seus preços e o poder público escolhe o melhor, com reajustes previstos em contrato. Isso é avanço que terá impacto no valor das passagens”, completa.

Além disso, as prefeituras ficam obrigadas a divulgar os impactos de benefícios tarifários concedidos (meia passagem para estudantes e gratuidade para carteiros, por exemplo) no valor final das tarifas. É um avanço na transparência da definição das tarifas, pois tais benefícios não são bancados por empresas ou poder público, mas rateados por todos os usuários por meio do preço da passagem. No entanto, a lei falha ao não definir quem irá financiar tais benefícios. Assim, é provável que na maioria das vezes a operação do transporte público continue a ser inteiramente financiada pelos recursos arrecadados na cobrança de tarifas. Fortalece-se, no entanto, a possibilidade de cobrança e discussão popular a respeito do tema.

O Código de defesa do consumidor passa a valer para o transporte público, estabelecendo direitos que não existem hoje. Assim, passa a ser obrigatório que os pontos de ônibus disponibilizem informações sobre itinerários, tarifas e horários. Além disso, o poder público terá que divulgar padrões de qualidade e quantidade para os transportes e disponibilizar meios para reclamações, com prazo definido para as respostas.

Outra mudança é a possibilidade de concorrência de preços entre os taxis nas cidades. Com a nova lei, as prefeituras terão a obrigação de determinar apenas o preço máximo cobrado pelos taxistas, possibilitando que estes pratiquem preços menores.

Uso sustentável do automóvel

Além de orientar a expansão do transporte coletivo, a lei traz também medidas de racionalização do uso do automóvel. Entre elas, estão dispositivos não econômicos ou econômicos. Assim, os municípios passam a poder aplicar taxas para a circulação de carros em determinadas regiões, o chamado pedágio urbano. O valor arrecadado será necessariamente vinculado com a ampliação do transporte coletivo. “É uma medida importante, pois possibilita a criação de um financiamento privado para o setor de transporte”, esclarece Gomide. Cabe destacar que a implantação ou não das taxas é uma decisão de cada prefeitura.

“A lei estabelece instrumentos para mudar aos poucos relação da sociedade brasileira com o carro. Ela assume que o uso intensivo de transporte individual causa mais custos que benefícios e que quem causa esses custos deve pagar por eles, e não jogar para a sociedade. Ao mesmo tempo, estabelece mecanismos de incentivo aos meios coletivos e mais sustentáveis. Mas isso vai depender muito mais da pressão da sociedade que de uma imposição”, afirma Alexandre Goimide. “A lei não é contra a posse do automóvel, mas coloca a maneira de usá-lo de forma mais inteligente e sustentável”, completa.

Fonte: Rede Brasil Atual

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Troque seu carro por um vale transporte vitalício

Troque seu carro (para sempre) Cidade espanhola oferece vale-transporte vitalício a troco de um automóvel
.Editora Globo
DIFÍCIL ACHAR VAGA?: Para divulgar a iniciativa, instalação em Múrcia (Espanha) lembra a dureza de estacionar nas ruas da cidade
Um bilhete de transporte público gratuito pela vida toda. Essa é a recompensa de um programa de trânsito da prefeitura da cidade de Múrcia, no sul da Espanha, que propõe aos moradores trocar seu carro por um passe de transporte público que nunca vai expirar. Trocar mesmo. O morador entrega seu veículo à prefeitura e recebe o vale-transporte.....

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Lembre-se de Chappaquiddick, Aécio

Quem não passa numa blitz também não sobe uma rampa

Na noite de 18 de julho de 1969, o senador Teddy Kennedy, tido como um dos mais brilhantes oradores da história dos Estados Unidos, dirigia seu Oldsmobile com uma amante de 28 anos, a bela Mary Jo Kopechne. Bêbado, Kennedy não conseguiu controlar o carro, que capotou na ilha de Chappaquiddick. Marie Jo morreu e Kennedy não lhe prestou socorro.
Galanteador como seus irmãos, John e Bob, ambos assassinados, um na presidência, outro em campanha, Teddy sempre foi lembrado como um potencial candidato democrata à presidência dos Estados Unidos. Mas ele sempre esbarrava no mesmo problema: Chappaquiddick. Durante anos, ele se penitenciou. Jamais admitiu que dirigiu alcoolizado. Mas várias vezes pediu perdão publicamente por não ter prestado socorro à secretária e amante.
Aécio Neves, boêmio, namorador e notívago, é também um eterno presidenciável. Mas se quiser, de fato, chegar lá, terá de administrar melhor sua vida pessoal e tomar cuidado para não viver seu momento Chappaquiddick. Quem não passa numa blitz, senador, também não sobe uma rampa.
Leonardo Attuch é jornalista e idealizador do Brasil 247, via Com texto livre

sábado, 23 de abril de 2011

Casas Bahia cancelam contrato com Aécio Neves

O PSDB ofereceu José Serra como substituto de Aécio Neves na campanha, mas executivos da rede de varejo vetaram o nome do tucano paulista.
SHOPPING MADUREIRA – O PSDB vai sofrer no bolso as consequências da blitz que flagrou Aécio Neves exercendo seu mandato sem habilitação no Leblon. As Casas Bahia anunciaram o cancelamento do contrato que haviam firmado com o partido para que o senador tucano fosse seu garoto-propaganda durante um ano, a partir da Páscoa. Pelo projeto, o senador se fantasiaria de coelhinho e, no Natal, de Papai Noel, de Rei Momo no Carnaval. A parceria seria tornada pública com um anúncio bombástico no programa do PSDB no horário nobre de hoje.
O cancelamento do contrato frustra o que os marqueteiros tucanos consideravam uma cartada genial para aproximar o partido da nova classe média brasileira.
O PSDB estuda atualmente outras medidas para chegar ao povo. O partido já requereu à Infraero o alvará para a instalação de quiosques do partido nos principais aeroportos brasileiros. “O aeroporto é a nova rodoviária”, justificou FHC. “Temos que ir aonde o povo está.” O novo presidente da Infraero, Gustavo do Vale, garantiu ao partido que a liberação para a instalação dos quiosques deve sair antes da Copa.
By: The i-Piauí Herald, via Com textolivre

quarta-feira, 20 de abril de 2011

A imprensa comeu esta mosca?

Aécio Neves mentiu ao país
A sua habilitação para dirigir foi renovada em 31/05/2010. Desta forma, a apreensão de sua carteira de motorista não se deu por estar vencida. Foi pela recusa em fazer o teste do bafômetro para medir seu nível de teor alcoólico
A imprensa comeu esta mosca?

HABILITAÇÃO
Consulta Situação da Emissão/Entrega da CNH
Terça - Feira, 19 de Abril de 2011 - 13 horas e 5 minutos
Registro RENACH:
007315220-30 (Nº CNH Nova - c/ Foto)
N.Prontuário: 23624685-2 (Nº CNH Antiga - s/ Foto)
Formulário RENACH: MG976859424
Nome do Condutor: AECIO NEVES DA CUNHA
Data Impressão: 31/05/2010
Av. João Pinheiro, 417 - Centro - Belo Horizonte/MG - CEP 30130-180
vi no, Com textolivre 

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O porre do Aécio

Capa do Estado de Minas desta segunda!

Em primeira mão no Quanto Tempo Dura
Peraí, onde o Aécio mora mesmo???
É, mas tem gente em BH que não fazia ideia.
Banner criado pelo @cleversonlima

E no Facebook

E no Twitter
@ Menos de 10 mil ? São 10 451 seguidores, inclusive eu . #aeciodevassa
@Aecio_Devassa
Eu bebo sim
@ @ E como 1o programa social o "Minha Praia, minha Vida". AMPLIANDO MAIS ainda esse programa social dele em Angra.
@frulanis
Monica Fortes
PSDBÊBADO não tem dono! #AecioDevassa
@renata__garcia
Renata Garcia
Com #AecioDevassa bêbado e sem carteira, FHC volta a dirigir P$DB kkkkkkkkkkkkkk
@gnueverton
gnueverton
Sou a favor do #aeciodevassa, pelo menos em 2014 teremos o "Cerveja para todos", novo programa social do governo...
@rodrigo_saar
Rodrigo Saar Gomes
Aécio Neves gosta de clássicos. http://qr.net/ZH7
@midiarte
Marcelo Idiarte
RT @: RT @: RT @: Aécio se defende: “Minha vida é um litro aberto.” #aeciodevassa
@cintiabl
Cintia BL
@ PSDB = Partido do Senador Dirigindo Bêbado
@andersoncs_
Anderson Santos
RT @: Aécio provou que está preparado para dirigir o Brasil. #aeciodevassa
@Figurinando
Nazarethamaral
RT @: Vai ser a piada do dia RT @: @ Em nota, Aécio diz que está 'zuzo bem'.
@danielebarizon
Daniele Barizon
Vote 51. Vote Senador Aécio Neves. Pela diminuição do preço do álcool.
@peruquefala
Peru que fala
Parece que o Aécio vai mudar o nome pra AÉCIO BEBES#aeciodevassa
@peruquefala
Peru que fala


By: Maria Frô

Será que este fato vai acabar com a carreira do Aécim?
Via, Com textolivre