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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

FHC e Sérgio Guerra também acabaram de malufar

Na foto FHC enquanto dormia...
O ex-presidente FHC rompeu o silêncio à "la Maluf", negando até batom na cueca.
FHC quer comparar o livro "A Privataria Tucana" com o dossiê Cayman. O argumento é "tão bom" quanto o de Fernandinho Beira-Mar, ao se dizer pecuarista quando foi preso.
"A Privataria Tucana" reproduz documentos oficiais e autênticos da Junta Comercial de São Paulo, disponível para qualquer um confirmar até pela internet. Assim como documentos oficiais e públicos do Governo da Flórida, do Tribunal de Justiça, da CPI do Banestado, parecer oficial do Banco Central, etc.
Nada a ver com documentos falsificados. Aliás, se fossem falsos, então por que o PSDB não assina em peso a CPI da Privataria para provar que são falsos e desmoralizar os adversários? Ora, por que sabem que são 100% autênticos e qualquer internauta pode comprovar, no caso da Junta Comercial e do governo da Flórida.
"A Privataria Tucana" é um livro editado e assinado. O dossiê Cayman era apócrifo. Por isso, nem Lula, nem o PT deram crédito ao dossiê Cayman na época que apareceu, mas todo mundo está sendo obrigado a dar crédito ao livro de Amaury, a ponto de passarem quase uma semana abafando, em vez de tentar desmentir.
O presidente do PSDB, Sérgio Guerra também malufou em seguida, emitindo uma nota nota semelhante negando o inegável. É o fim do PSDB. Até quando quem não é corrupto dentro do ninho tucano vai ficar defendendo a corrupção alheia de seus correligionários da cúpula?
No Amigos do Presidente Lula
via Com textolivre

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Pandora inesgotável

As investigações do esquema do governo Arruda no Distrito Federal prosseguem. Na mira da PF, os senadores Agripino Maia (esquerda) e Sérgio Guerra (direita). Por Leandro Fortes. Fotos: Ana Amara/DN e William Volcov/ AE

Em 27 de novembro de 2009, o delegado Wellington Soares Gonçalves, da Diretoria de Inteligência da Polícia Federal, deu uma batida no gabinete de Fábio Simão, então chefe de gabinete do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, do DEM. A ação, autorizada pelo ministro Fernando Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), fazia parte da Operação Caixa de Pandora, realizada em conjunto com o Ministério Público Federal, responsável pela desarti-culação de uma quadrilha montada no governo local movida a corrupção pesada e farta distribuição de propinas.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Estou ficando louco?

Acho que estou sofrendo de alucinações.
Hoje saiu em um dos jornalões a história de que o Nelson Barbosa, Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, estaria preparando uma reforma da Previdência para apresentar logo após as eleições.
Nem li, tal o enfado. Quem tem um mínimo de informação sabe que não há nenhuma urgência na reforma da Previdência. Há uma ampla discussão em curso e a constatação unânime de que é um problema de longo prazo, que será resolvido sem pressa.
A troco de quê, então, uma reforma de afogadilho, assim que acabar as eleições?
É evidente que se tratava de mais um episódio besta, de criação de factóides, no qual a campanha de Serra entra com o boato para pegar leitor desinformado, o jornal que participa da jogada empenha sua credibilidade (já escassa) e o assunto morre dois dias depois, sem maiores consequências.
Passei o dia no Seminário da FGV. No almoço, o Nelson me contou rindo a besteira do jornal.
Termina o Seminário, pego um táxi, com o rádio ligado na CBN. E o repórter informa que o impossível Sérgio Guerra, presidente do PSDB, iria entrar com uma representação no Ministério Público, para apurar a "denúncia" do jornal sobre a reforma da Previdência. O argumento é que a Dilma estaria usando a máquina pública, hoje, para preparar seu plano de governo do ano que vem.
Essas eleições bateram o recorde. Como diziam na minha terra, se cercar vira hospício; se cobrir, vira circo.
By: Nassif, via Com textolivre