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terça-feira, 25 de novembro de 2014

A resposta do TCU ao assassinato de reputação envolvendo o pai de Padilha


"Tribunal de Contas da União conclui que contratos firmados entre a ONG do pai de Alexandre Padilha e o governo federal foram cumpridos adequadamente

Jornal GGN 

No início deste ano, quando o ex-ministro Alexandre Padilha (PT) já era cotado para disputar a eleição em São Paulo contra o governador Geraldo Alckmin (PSDB), a imprensa tradicional se debruçou sobre a vida do titular, em busca de capas de jornais negativas para o petista. Em uma delas, a Folha cravou: Padilha, antes de deixar a Pasta de Saúde, assinou contrato com a ONG do próprio pai, a Koinonia. Luis Nassif escreveu sobre o assassinato da reputação de Anivaldo Padilha - sócio e fundador da entidade respeitada internacionalmente - em meio a uma disputa política (clique aquipara ter acesso).

Como se repete há décadas nesse país, a grande mídia levantou a bola para a oposição - no caso, o PSDB, com um pedido de investigação no Senado - cortar. Na época, o que mais se viu foi tucano explorando a "promiscuidade" na relação do governo federal com a ONG. A repercussão acabou forçando Padilha a suspender um contrato com a Koinonia, que já tinha dinheiro empenhado para atuar no combate à aids junto ao Ministério.

Nesta segunda-feira (24), Anivaldo Padilha escreveu ao Jornal GGN:

Caro Nassif,

Espero que este seja o endereço correto para comunicação com você.
Não sei se você sabe mas Aloisio Nunes Ferreira, logo após aquela matéria da Folha, no início do ano, conseguiu a aprovação no  Senado de um requerimento para que o TCU investigasse todos os contratratos da KOINONIA, a ONG fundada por mim, com o governo Federal. Parece que esse processo correu em segredo porque KOINONIA só tomou conhecimento dele na semana passada com a publicaçào do acórdão no DOU [Diário Oficial da União]. Como era de se esperar, KOINONIA tem ficha mais limpa do que de tucano golpista. Envio em anexo cópia do acórdão e também da certidão emitida pelo TCU. Como você foi o jornalista que reagiu imediatamente contra a matéria da Folha, acho que vale a pena um novo artigo.

Um grande abraço,
Anivaldo Padilha


O acórdão do Tribunal de Contas da União está em anexo ao final desta matéria. Nele, o ministro relator Raimundo Carreiro informa "à Presidência do Senado que este Tribunal com o objetivo de avaliar os termos celebrados entre governo federal e a ONG Koinonia – Presença Ecumênica e Serviço, desde o exercício de 2003, analisou a documentação encaminhada (...), e verificou, para os convênios e contratos abaixo discriminados, que, para as fases da despesa examinadas, houve a adequada observância aos princípios da legalidade e impessoalidade, bem como aos normativos pertinentes à matéria."

O TCU analisou pelo menos seis convênios firmados a partir do primeiro ano do governo Lula entre a ONG de Padilha e o governo federal (Ministérios da Justiça e do Desenvolvimento Agrário, Secretaria de Polícias de Promoção da Igualdade Racional, dos Direitos Humanos, entre outros). Ao todo, cerca de R$ 2,5 milhões estão envolvidos.

O Tribunal fez uma ressalva ao Senado, informando que o Ministério do Esporte ainda precisa disponibilizar os contratos firmados com a ONG para análise, assim como outros documentos ainda em execução e que aguardam análise de prestação de contas pelo órgão competente. Mas deliberou pelo arquivamento dos autos até então observados. A pedido da ONG, o TCU também emitiu uma certidão de nada consta no último dia 21.



Na mesma data, o jornal O Globo deu o seguinte informe sobre a decisão do TCU:

"O TCU decidiu que todos os convênios da ONG Koinonia são legais. O ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha está aliviado. O seu pai, Anivaldo, foi um dos fundadores da instituição. A investigação foi feita a pedido do PSDB paulista."

A notinha saiu na coluna do jornalista Ilimar Franco.

A Folha ainda não reparou a capa de janeiro de 2014."

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

ÓDIO CONTRA O PT EM SP É ASSUSTADOR


:
Segundo o colunista Ricardo Kotscho, o candidato ao governo de SP Alexandre Padilha é a maior vítima “deste verdadeiro ódio contra o PT, Lula e Dilma que grassa e se espalha por São Paulo, onde ficam as sedes de dois dos três maiores jornais do país, que há anos se comportam como os principais adversários políticos do partido, ao mesmo tempo em que se empenham para preservar e manter os tucanos no Palácio dos Bandeirantes, por eles dominado há duas décadas”

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Quem fez convênio com a Labogen foi Serra, no Governo FHC



Publico essa informação do título, que você vê retratada na ilustração e que pode ser confirmada no Portal da Transparência do Governo Federal apenas para que se veja como a leviandade pode dar margem à injustiça.

Não significa dizer que estes convênios sejam desonestos ou que, por eles, José Serra tenha recebido qualquer vantagem indevida.

Só uma apuração detalhada poderia dar margem a se pensar algo assim e é exatamente o contrário disso que se está fazendo com o ex-ministro Alexandre Padilha.

Uma acusação irresponsavelmente espalhada, sem um mínimo de checagem e, até, de lógica, se não existirem outros elementos além do quase nada que foi divulgado.

Conheço apenas de vista o ex-Ministro Alexandre Padilha e ele sequer sabe quem eu sou.

Portanto, não posso dar nenhum testemunho sobre ele, mas posso olhar fatos.

Mas esta história do “executivo” que ele teria indicado, segundo os jornais publicam irresponsavelmente,  a uma empresa do tal doleiro Alberto Yousseff não fecha.

O tal “executivo” ocupou um cargo de quinto escalão no Ministério, de fato, mas de sexto escalão (os cargos têm, após o Ministro, os códigos NE, DAS 101.6, 101.5, 101.4 e, depois, o que ele tinha 101.3, na área de eventos).

O tal Marcus foi nomeado Assessor de Eventos em 2011, quando a remuneração não chegava a R$ 4 mil (hoje são R$ 4300), a partir de 17 de maio de 2011. E exonerado no dia 1° de agosto do mesmo ano.

Mesmo neste inexpressivo cargo, portanto, ficou por dois meses e meio ou, como se diz, nem esquentou a cadeira.

O tal documento da PF que os jornais usam como base falam de uma suposta indicação em em 28 de novembro de 2013.

E que André Vargas passa o contato do cidadão a Yousseff dizendo que Padilha o indicou. Indicou a quem, se é que indicaria alguém a quem demitira há mais de dois anos.

Se Padilha indicou, porque é André Vargas passa o contato do cidadão a Yousseff?

Este André Vargas, a quem o próprio Estadão chama de “bocão”, estaria “vendendo” uma indicação?

A única coisa que esta acusação — ou a troca de mensagens — prova é a de que André Vargas não tinha uma simples amizade casual com Yousseff.

Aliás, o comportamento deste deputado, como já se viu, é péssimo. Quem não cuida de sua própria reputação, vai cuidar da alheia?

Fernando Brito
No Tijolaço

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Padilha, novo ‘poste’ de Lula, muda título para SP



“Ministro da Saúde já é a nova aposta do ex-presidente Lula para a política paulista; Alexandre Padilha vive em São Paulo, mas tem domicílio eleitoral em Santarém, no Pará; já disse a amigos que vai transferir título de eleitor para a capital paulista; será visto como pré-candidato ao governo pelo PT em 2014; Lula nega e lembra Luís Marinho; ia dizer o que?
Brasil 247

O novo 'poste' do ex-presidente Lula tem nome e sobrenome, com a data de outubro de 2004, na eleição para governador de São Paulo, para ser julgado pelo público. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, admitiu a amigos que está transferindo seu domicílio eleitoral para a capital paulista, o que o deixará em condições de concorrer pelo PT contra, muito provavelmente, o governador Geraldo Alckmin, que tentará sua segunda reeleição. Padilha já é reconhecido como a mais nova aposta de Lula frente ao eleitorado paulista, a ser acelerada a partir do ano que vem.

Padilha já é morador de São Paulo, onde acompanha de perto toda a movimentação de seu ex-colega Fernando Haddad e tem influência sobre o candidato. Ambos se dão bem. Lula negou que já tenha no ex-ministro da Saúde o seu candidato, comprometido que está com o prefeito reeleito de São Bernardo, Luís Marinho. O tino político de Padilha, além do próprio exercício do cargo – Haddad já anunciou que, se eleito, ampliará fortemente as parcerias com o governo federal no setor de saúde --, fazem dele um nome fortíssimo para repetir, dentro do PT, a jogada de Lula com o próprio Haddad. "Sou candidato a ser um bom ministro da Saúde no governo Dilma. Só isso", diz.

Abaixo, notícia do portal UOL sobre bate-boca entre Padilha e o candidato a prefeito pelo PSDB José Serra:

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), rebateu no início da noite deste sábado as declarações de José Serra (PSDB) de que, se eleito, o candidato do PT, Fernando Haddad, irá acabar com a parceria com as OSs (Organizações Sociais) no gerenciamento de unidades de saúde em São Paulo.”
Matéria Completa, ::AQUI::

domingo, 13 de março de 2011

“Saúde deve mostrar serviço com verba que tem”

Entrevista: Ministro da Saúde diz que fundações e CPMF não são prioridade de sua agenda no Congresso
Padilha: “O ressarcimento dos planos de saúde ao SUS é uma prioridade que o cartão vai poder acelerar”
Ruy Baron/Valor
Antes de pedir mais dinheiro para a saúde, o ministro Alexandre Padilha vai tentar gastar melhor o que tem. Só com isso – acredita – será possível convencer a sociedade a permitir novas formas de financiamento e levar a saúde a padrões de primeiro mundo. Segundo Padilha, o Brasil tem o programa – Sistema Unificado de Saúde (SUS) – que mais faz transplantes e hemodiálises do mundo, e, no entanto, gasta apenas R$ 660 per capita. Isso somados União, Estados e municípios. Só a União investe R$ 304 per capita. Inglaterra e Canadá gastam seis vezes mais. Há dois meses no Ministério da Saúde, Padilha diz que há uma revolução a caminho, que vai desde um novo modelo de construção de unidades de saúde, até a mudança da forma de remuneração dos hospitais. Ele quer regionalizar os atendimentos de saúde. Cobrar compensação dos planos por seus segurados atendidos na rede SUS é prioridade dele e da presidente. Não dá prazo, mas diz que já este mês concluirá a primeira etapa da implantação do Cartão SUS. A seguir, a entrevista concedida ao Valor: