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sábado, 8 de outubro de 2011

Escravos alegres?





No papel de bandeja do McDonalds: “No Egito antigo, o pão era utilizado como pagamento de salário. Um dia de trabalho valia três pães e dois jarros de cerveja”.

Se as pirâmides foram construídas por escravos, que não tinham salários, eles só ganhavam os jarros de cerveja? Quantos litros foram na construção? Dá pra comparar com este estádio?


futepoca

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

O futuro do capitalismo


Durante o levante popular no Egito que culminou com a queda do ex-ditador Hosni Mubarak, uma das medidas adotadas pelo governo para tentar barrar o processo que o derrubaria foi censurar a internet de forma a cortar os canais de comunicação através dos quais as massas amotinadas se organizavam. Não funcionou, ou funcionou precariamente devido à capilaridade da rede mundial de computadores, e a ditadura caiu....

sábado, 12 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O influente nariz de Cleópatra

Tenho pesquisado muito sobre o Egito, e gostaria de trocar algumas ideias com vocês. Os jornais franceses publicam diariamente artigos sobre os acontecimentos da praça Tahrir, mas os articulistas perderam muito tempo se acusando mutuamente de manter posições moderadas ou radicais, em vez de se dedicarem a explorar as razões profundas da revolução na terra dos faraós. Deixei por fim os jornais de lado e enfiei o nariz na rede. Encontrei um excelente artigo sobre a blogosfera egípcia, que na verdade é quase uma monografia.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Governo de transição é única saída viável no Egito, dizem analistas

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A única solução viável para a crise no Egito seria a criação de um governo de transição que inclua a oposição e não coloque em risco a estabilidade do país, afirmam especialistas ouvidos pela BBC Brasil.

Tariq Saleh, BBC Brasil

Segundo o analista político egípcio Ziad Moussa, do Centro Al Ahram de Estudo Políticos e Estratégicos do Cairo, o país passa por um momento de indefinição sobre quem poderia assumir o poder no lugar do presidente Hosni Mubarak. Moussa também acredita que a oposição está claramente dividida entre as opções de uma transição gradual e outra imediata.

“As manifestações chegaram a um ponto em que não se sabe qual será o próximo passo. Se Mubarak sair, alguém com forte liderança teria que assumir para fazer essa transição e reformas políticas”, disse Moussa por telefone.

Para ele, o Egito não pode permanecer imerso em indefinição por muito tempo:

“Há obrigações internacionais, há a economia e a vida cotidiana. Os protestos precisam ter uma ideia clara de para onde irão e sore que passos tomar. E precisam definir logo o que exatamente querem.”
O ativista e analista político Basem Fathy, diretor da Academia de Democracia Egípcia no Cairo, salientou que um levante pró-democracia é direito da população, mas deve ser feito com responsabilidade.

“O diálogo não deve ser abandonado, deve haver uma negociação para fazer uma transição gradual sob pena de vermos um endurecimento do atual governo e oposição.”
Matéria Completa, ::Aqui::

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Por que temer o espírito revolucionário árabe?

A reação ocidental aos levantes no Egito e na Tunísia frequentemente demonstra hipocrisia e cinismo. A hipocrisia dos liberais ocidentais é de tirar o fôlego: eles publicamente defendem a democracia e agora, quando o povo se rebela contra os tiranos em nome de liberdade e justiça seculares, não em nome da religião, eles estão todos profundamente preocupados. Por que aflição, por que não alegria pelo fato de que se está dando uma chance à liberdade? Hoje, mais do que nunca, o antigo lema de Mao Tsé-Tung é pertinente: "Existe um grande caos abaixo do céu - a situação é excelente".
O que não pode deixar de saltar aos olhos nas revoltas Tunísia e Egito é a notável ausência do fundamentalismo islâmico. Na melhor tradição democrática secular, as pessoas simplesmente se revoltaram contra um regime opressivo, sua corrupção e pobreza, e demandaram liberdade e esperança econômica. A sabedoria cínica dos liberais ocidentais - de acordo com os quais, nos países árabes, o genuíno senso democrático é limitado a estreitas elites liberais enquanto que a vasta maioria só pode ser mobilizada através do fundamentalismo religioso ou do nacionalismo - se provou errada.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Pico petrolífero, o pano de fundo da crise egípcia




Gail Tverberg



Todos nós lemos nos jornais acerca do Egipto e perguntamo-nos o que estará por trás dos seus problemas. Deixe-me apresentar algumas percepções.

Pelo menos uma parte dos problemas do Egipto está no facto de que no passado o governo ameaçou reduzir subsídios alimentares. Agora está a planear manter o nível dos subsídios alimentares e elevar os subsídios da energia, mas não está claro que a quantia em dólares do subsídio venha a ser suficiente. O governo está a dar passos para tornar os alimentos e a energia acessíveis à maior parte, mas há a preocupação de que o passos dados não sejam suficientes. 

Israel teme o futuro


Para quem ainda tinha alguma dúvida sobre o papel que Israel exerce no Oriente Médio, uma reportagem publicada pelo jornal "Haaretz" é bem esclarecedora. Segundo a publicação, Israel teria enviado uma mensagem confidencial aos Estados Unidos e aos países europeus solicitando que apoiem a estabilidade do regime do presidente egípcio, Hosni Mubarak, no contexto da onda de protestos.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Tragédia no Cairo


esquerdopata

FOLHA DEFENDE OS EUA. DE NOVO

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Dando uma passada nos noticiosos de hoje, pra ver o que falavam sobre a questão do Egito, me chamou a atenção da capa da sempre solícita Folha, sobre as questões da democracia mundial e especialmente, a brasileira. Afinal, não é demais lembrar que segundo o livro de Beatriz Kushnir, o jornalão emprestava veículos para o regime militar nacional transportar pessoas para serem torturadas, sem dar bandeira ao público geral. Para todos os efeitos, o carrro que estava parado na frente da casa de fulano, era só um de entrega de jornais e não de seus algozes.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Por que os Estados Unidos temem democracia no mundo árabe

por Luiz Carlos Azenha

Vamos começar deixando de lado a ideia de que o que se passa no mundo árabe é uma revolução do twitter, do facebook, da Al Jazeera ou das mídias sociais.
O Vinicius Torres Freire acertou, na Folha. “De acordo com esses correspondentes, não seria possível haver Revolução Francesa, Russa, maio de 1968, Diretas-Já ou as revoluções que derrubaram as ditaduras comunistas, dado que na maioria dessas revoluções não havia nem telefones”, escreveu ele.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Acusan a la CIA de estar tras las revueltas sociales en Túnez, Egipto y Yemen

Las revueltas y protestas populares que se han escenificado en Egipto, Túnez y Yemen a juicio del periodista estadounidense, Webster Tarpley, tiene una misma raíz, la nueva revolución de los colores de la CIA (Agencia Central de Inteligencia por sus siglas en inglés).