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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Preconceito faz desaprender até aritmética



Folha de S. Paulo publicou uma “análise” sobre o aumento do prazo de aviso prévio aprovado pela Câmara para a demissão de trabalhadores.
Diz que isso representará “novo acréscimo aos já elevados encargos trabalhistas” e que, “diante disso, muito provavelmente isso os custos serão repassados aos preços dos produtos e serviços”. Portanto “os mesmos trabalhadores beneficiados é que pagarão a conta”.
Vejam vocês: os custos de quantos avisos prévios? Imagine uma empresa que tenha 100 funcionários e dispense, a cada mês, dois deles. Um número, portanto, pra lá de razoável em matéria de rotatividade no trabalho.

domingo, 26 de junho de 2011

O escândalo do aviso prévio

Deixei de trabalhar para os outros em 1989. Há quase um quarto de século, dei-me conta de que não fora feito para o jogo de puxadas de tapete e bajulação a que trabalhar em uma empresa obriga o funcionário. Cansei-me de ver gente incompetente e sem ética superar quem, ingenuamente, acreditava na competência como meio de galgar posições.

Como sempre, portanto, o que faço neste texto é defender a coletividade sem interesses pessoais no assunto que será abordado, ou seja, a recente manifestação do STF de que o aviso prévio aos trabalhadores não é de 30 dias, segundo a Constituição; 30 dias é um piso a partir do qual deve ser calculado o custo para uma empresa demitir alguém.....