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sábado, 11 de outubro de 2014

Juiz Federal responsável pelo vazamento do caso Petrobras é ligado à deputado do PSDB

Não sei dos dois qual é o mais bandido.

 
O juiz Sérgio Fernando Moro que conduz as investigações Lava-Jato, ficou conhecido nacionalmente, como fenômeno dos furos coletivos, após sucessivos vazamentos nessa quarta-feira (8), aonde Paulo Roberto Costa disse que PP, PT e PMDB recebiam dinheiro de contratos superfaturados na Petrobras, e o doleiro afirmou que ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi pressionado por partidos aliados a aceitar a indicação de Costa para a Diretoria de Abastecimento da estatal.

O juiz Sérgio Moro e o fenômeno dos furos coletivos

Inacreditável o papel a que a Justiça Brasileira está se prestando.
Um vídeo (sem imagens, apenas o teto de uma sala) onde o o ex-diretor ladrão da Petrobras – que aliás, admite ter sido enfiado na companhia a contragosto de Lula, por pressão de outros partidos – diz, sem apresentar um mísero dado concreto, o que dirá uma prova, que “o comentário que pautava dentro da companhia” é que a diretoria das áreas de Gás e Energia, Serviços e Exploração e Produção, “os três por cento ficavam diretamente para o PT”.
É inexplicável o papel do Juiz Sérgio Moro, sobretudo depois de ver que surgiram versões clandestinas de outros depoimentos de Paulo Roberto Costa à Polícia, de permitir gravações editadas, com trechos do teor que citei, num processo que, pelos valores e gravidade que envolve, está sob sigilo, ou deveria estar.

O seu tribunal é uma “peneira” de furos seletivos.

Seria melhor que o juiz chamasse logo toda a imprensa para assistir e perguntar, pois talvez – só talvez – saísse alguma indagação sobre “que provas os senhores têm disso”?
Fernando Francischini (PSDB-PR)Fernando Francischini (PSDB-PR)

Moro e Francischini aliados desde 2007

Segundo levantamento da equipe de reportagem do i9, a dobradinha Moro e Francischini, começou a se formar após a Operação Fênix, lançada em 2007, o juiz decretou a prisão de 11 pessoas ligadas ao traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. Entre os presos estavam parentes de Beira-Mar e advogados suspeitos de fazer papel de pombos-correio. No processo, Beira-Mar era acusado de controlar o narcotráfico em morros do Rio a partir do presídio de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Na época da operação era Francischini o delegado da PF à frente das investigações contra Beira-Mar.
Francischini do PSDB é conhecido no Paraná, como "Rei dos Vazamentos". Com foco apenas em adversários políticos; rotina dos vazamentos era organizada, com sincronização entre Veja, Folha e Globo.**
Suspeita-se, entre os responsáveis pela Operação Lava Jato, que Francischini, ex-delegado da PF, seja o principal responsável pelo "vazoduto" que tem instrumentalizado as manchetes de jornais, capas de revistas e longas reportagens nas TVs, que visam desgastar o governo Dilma, a Petrobras e o PT. Isso porque, logo após as prisões da Operação Lava Jato, Francischini recebeu por sete horas advogados dos doleiros presos, que lhe pediram apoio e lhe entregaram todo o inquérito, até então desconhecido da imprensa. São quase 5 mil paginas em papel e outras 9 mil paginas digitalizadas.
Experiente no trato dessas informações, Francischini teria fatiado o inquérito, selecionando os "capítulos" mais importantes e distribuindo o material a veículos como Veja, Folha, jornal O Globo e TV Globo. O primeiro alvo foi o deputado André Vargas (PT-PR), que passou a balançar depois que um pedido de um jato emprestado ao doleiro Alberto Yousseff veio à tona. Francischini teria até montado uma lógica de distribuição de informações. Veja recebia o trecho do inquérito na quinta-feira, com o compromisso de não publicar na sua edição online. Folha e a TV Globo recebiam as informações na sexta-feira. Era a garantia de que todo os temas selecionados por ele renderiam também no fim de semana.

Coordenação

Foi assim que, Veja e Folha saíram com a tabela de Paulo Roberto Costa sobre "soluções" de empreiteiras para operações de compras da Petrobras. Ou as insinuações em todos os jornais de que haveria indícios de relação de Alberto Yousseff com o ministro Paulo Bernardo, das Comunicações, e a senadora Gleisi Hoffmann, ambos adversários de Francischini no Paraná.
Foi também assim, através do "vazoduto" montado por Francischini que, ontem, minutos depois de a Justiça ter quebrado o sigilo do processo, as edições online de Veja, Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo vieram com as insinuações de envolvimento do ex-ministro Alexandre Padilha com o doleiro. Todos juntos, em menos de 30 minutos, conseguiram localizar a citação a Padilha no inquérito – o que demonstra a organização dos vazamentos.

Ligação


Fonte:19

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

IMAGINE O ESCARCÉU DA MÍDIA SE FOSSE A PETROBRAS!


EMPRESA NORTE-AMERICANA CHEVRON VAZA ÓLEO NA BACIA DE CAMPOS

Os dados disponibilizados pela ANP mostram que, dos 20 maiores campos produtores de petróleo no país, três são operados por empresas estrangeiras (Frade-Chevron, Ostra-Shell e Peregrino-Statoil), beneficiadas pela Lei do Petróleo nº 9478/97, do Governo FHC/PSDB. 

Segundo divulgado na mídia, há poucos meses, com fonte nos documentos confidenciais da Embaixada dos EUA desvendados pelo 'Wikileaks', José Serra prometera, caso eleito, favorecer a norte-americana Chevron na exploração do pré-sal em detrimento da Petrobras (ver postagem deste ‘democracia&política’, de sexta-feira, 1 de julho de 2011, intitulada:  “WIKILEAKS REVELA MAIS UM ATO DE TRAIÇÃO DE SERRA”). 

 Sábado (12), “O Globo” noticiou: “Operado pela petrolífera multinacional Chevron [o jornal, cuidadosamente, não explicitou que a empresa é dos EUA], o Campo do Frade continua apresentando vazamento de óleo, na Bacia de Campos. A mancha já chega a 60km2 e os ventos [tucanos?] estão jogando o óleo para alto-mar, reduzindo o risco de chegar à costa.” (págs. 1 e 25). Além de minimizar o problema, todos os jornais tentam enrolar a empresa norte-americana na bandeira brasileira, destacando o seu nome como Chevron "Brasil".

De modo geral, os noticiários da TV e os jornais deram nenhum ou pequeno destaque à notícia do vazamento, sempre diminuindo sua importância e, raramente, mencionando que foi causado pela Chevron, empresa norte-americana (jamais a mídia tocaria no assunto de que a Chevron recebeu promessas de favorecimento por José Serra, caso eleito). 

Imagine o escarcéu da mídia se fosse a Petrobras! Certamente, como em episódios anteriores, estaria criticando, em todos os noticiários e entrevistas, a empresa como 'incompetente', 'poluidora do mundo', 'cabide de empregos' clamando pela sua 'privatização' (na linguagem tucana significa 'venda a preço baixo para estrangeiros')]
A seguir, transcrevo nota divulgada pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República”:

Por meio de nota da Secretaria de Imprensa, a Presidência da República se manifestou a respeito do derramamento de óleo ocorrido no campo de Frade, na Bacia de Campos. Segundo o texto, o governo “está acompanhando e apoiando todas as providências de responsabilidade da empresa Chevron Brasil para interromper o vazamento”.

Leia abaixo a íntegra da nota:
"Sexta-feira, 11 de novembro de 2011


O governo tomou conhecimento do derramamento de óleo ocorrido no campo de Frade, na Bacia de Campos, em um novo poço que estava sendo perfurado pela empresa Chevron Brasil.

O governo, por meio do Ministério de Minas e Energia, da Agência Nacional de Petróleo (ANP) e da Marinha do Brasil, está acompanhando e apoiando todas as providências de responsabilidade da empresa Chevron Brasil para interromper o vazamento.

A presidenta Dilma Rousseff determinou atenção redobrada e rigorosa apuração das causas do acidente, bem como de suas responsabilidades. Independentemente do tamanho do vazamento, o fato deve ser rigorosamente apurado.

Secretaria de Imprensa da Presidência da República” 

FONTE: Blog do Planalto  (http://blog.planalto.gov.br/em-nota-governo-diz-que-esta-apoiando-todas-as-providencias-para-interromper-o-vazamento/) [imagens do google e trecho inicial entre colchetes adicionados por este blog ‘democracia&política’].