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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

A história se repetiu, como farsa

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Eis que, de repente, o crash mundial das bolsas faz a crise política brasileira ficar em segundo plano.
coluna de Ricardo Melo, na Folha, soterra os três patéticos (Aécio, Gilmar e Cunha) sob sete palmos de argumentos furiosamente racionais.
A opinião de Melo, progressista solitário na grande imprensa, converge para o mesmo lugar para onde se dirigem todas as vozes do bom senso nacional, enfim unidas num só grito ao mesmo cansado e impaciente: não vai ter golpe!
Bom senso que passou a reunir sindicalistas, industriais, movimentos sociais, militares e banqueiros.
Claro que este é o único ponto em comum entre setores que, em todo o resto, defendem bandeiras opostas.
Mas ao menos o Brasil parece ter encontrado algo a que se agarrar em meio às turbulências. Um ponto de apoio, a partir do qual será possível superar, finalmente, a crise política e garantir um mínimo de estabilidade até o fim deste segundo mandato de Dilma Rousseff.
O ponto de apoio é o "não vai ter golpe".
Até mesmo a "black monday", a queda acentuada de quase todas as bolsas do mundo, nesta segunda-feira, pode ajudar o Brasil a dar um ponto final no famigerado terceiro turno.
Os prognósticos para a economia brasileira são cada vez piores, e tudo isso num momento em que a Lava Jato, em seu afã para "higienizar" o Brasil, continua promovendo destruição em massa de empregos no setor da construção civil, na área de energia e por aí vai.
O anúncio de que a Lava Jato "recuperaria" perto de 1 bilhão de reais soa como piada de mau gosto, uma tática de propaganda para pintar o diabo com tintas de bom moço, visto que a mesma Lava Jato, ao deixar várias grandes empresas à beira da falência e atrasar o cronograma de obras estratégicas, já causou prejuízos incalculáveis ao país. A Odebrecht pode perder obras no mundo inteiro. O Brasil pode jogar fora o esforço de décadas de penetração gradual em países africanos.
O procurador da Lava Jato iniciou, por sua vez, uma cuidadosa operação midiática para defender a operação. Já esteve em inúmeros programas de TV e deu entrevistas a diversos jornais. Eles preparam mais uma bateria de ataques, mas para isso precisavam recuperar a imagem da operação, um pouco chamuscada pelos arbítrios de sempre, em especial a prisão do almirante Othon Pinheiro.
A Lava Jato ainda tem cartuchos importantes para queimar, a partir das delações premiadas de Nestor Cerveró, Renato Baiano e Marcelo Odebrecht.
As ações da Petrobrás voltaram a cair, só que dessa vez será ridículo culpar a corrupção. Até porque elas caíram bem menos do que outras companhias.
Em NY, as ações da Petrobrás estão registrando perdas de 2% até agora. Aqui no Brasil, a Petrobrás apresenta queda de 1,81%, até o momento. Na Bolsa de Londres, que fecha mais cedo, a Shell caiu hoje mais de 6%.
Vivemos tempos estranhos, em que temos a sensação de que todo mundo está errado, à esquerda e à direita.
Banqueiros, empreiteiros, PSDB, PT, PSOL, governo, Judiciário, congresso, ministério público, oposição, mídia, mercado financeiro, China, oriente médio, parece que estamos rodeados de malucos, covardes, irresponsáveis, golpistas, corruptos, incompetentes, imperialistas, fundamentalistas.
O indivíduo se sente desamparado diante de um mundo às avessas!
O noticiário diz que o Estado Islâmico começou a espalhar Aids na Síria, deliberadamente. Isso após uma fatwa incentivando a mutilação genital de milhões de mulheres em áreas muçulmanas.
O pior é que não sabemos mais o que é verdade, o que é mentira, visto que existe uma guerra de informação sofisticada, que já vimos funcionar antes, para justificar a guerra ao Iraque, à Líbia, a própria Síria.
Esse ultra fundamentalismo islâmico surgido nos último anos, ironicamente (se for possível ironia diante de fatos dessa natureza), foi criado justamente a partir de guerras baseadas em falsos motivos.
Até as belas manifestações da Primavera Árabe nos parecem agora tristemente equivocadas. Milhões de pessoas se reuniram na principal praça do Cairo para derrubar presidentes, e o resultado foi a ascensão de uma ditadura ainda pior que a anterior.
O Syriza, a nova esquerda grega que trouxe tanta esperança ao mundo, parece ter esgotado suas forças em poucos meses de governo.
O jornal O Dia publicou hoje reportagem sobre encontro ocorrido no Clube Militar do Rio de Janeiro, que merece menção, por duas razões. Primeiro, pela postura garantista democrática dos oficiais, negando peremptoriamente qualquer intenção do exército de promover uma intervenção militar para derrubar o governo. São todos contra o governo, contra o PT, contra Dilma, mas isso é lugar comum hoje. O destaque é esse garantismo democrático. Outro destaque é menos positivo: a postura golpista, psicótica e até mesmo assassina das pessoas que compareceram ao encontro. O atento repórter Leandro Resende captou frases assustadoras, como a de um civil que, após abraçar o general Heleno, sussurrou-lhe ao ouvido que “todos deveriam ter sido fuzilados em 1964”.
A reportagem prova que o cartazete de uma senhora paulista, na manifestação do dia 16 de agosto, falando coisa parecida, não retrata uma opinião isolada. De fato, nos últimos tempos, houve um assustador avanço fascista no Brasil.
Hoje é o dia mais fatal de agosto, 24, aniversário de 61 anos do suicídio de Getúlio Vargas, após uma agressiva campanha midiática, acompanhada de movimentações golpistas muito parecidas com a que vemos hoje.
No lugar da República do Galeão, a República do Paraná.
No lugar de Carlos Lacerda, a TV Globo.
Nossa Getúlio de saias, contudo, resistiu.
Ferida, mas viva.
Manca, mas ainda podendo se mover.
A história confirmou Marx e se repetiu. 1954 foi uma tragédia. 2015, uma farsa.
http://www.ocafezinho.com/2015/08/24/a-historia-se-repetiu-como-farsa/

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Hipocrisia, impeachment e autismo político



Antes, meus parabéns ao Ministério Público Federal pelo excelente portal de corrupção que acaba de lançar.

Tenho duras críticas ao MPF, acho que a instituição tornou-se, há tempos, um instrumento da reação.

Casos que envolvem tucanos são sempre esquecidos em gavetas erradas, ou demoram tantos anos que prescrevem.

Banestado, mensalão tucano, trensalão, etc… A postura do MPF para investigar qualquer coisa que envolva o PSDB é de uma admirável incompetência.

Entretanto, tenho que admitir que a comunicação do MPF dá de dez a zero no Executivo e na Petrobrás.

O portal é bonito e arrojado. Conforme você rola a página, aparecem personalidades falando ao internauta.

No alto da página, descubro que foi criado também um portal apenas para a Operação Lava Jato.

Evidentemente, jamais se cogitou em fazer nada parecido para o trensalão, ou para qualquer escândalo tucano.

Bobagem imaginar que o MPF se preocuparia em transmitir uma imagem mínima de isenção…

Os nomes escolhidos pelo MP para a força tarefa da Lava Jato são os mais brilhantes cérebros do MPF, incluindo aí Vladimir Aras, responsável por um excelente blog jurídico, que foi uma das principais plataformas de defesa da Ação Penal 470.

Aras era o protegée de Roberto Gurgel, o PGR que escreveu aquela outra belíssima peça de ficção, que foi a acusação da AP 470, introduzindo a teoria do domínio do fato, afirmando que o dinheiro da Visanet era público, e culpando Pizzolato por uma responsabilidade que era de outros servidores do BB.

Aliás, também foi ele, Aras, um dos que assumiram a linha de frente do MP para trazer de volta Pizzolato.

Temos que admitir.

Os caras são inteligentes e obstinados.

Quando pensamos nos dirigentes sindicais, na maioria das lideranças partidárias da centro-esquerda, é como se fossem um bando de camponeses rudes, diante dos jovens, cultos e brilhantes cosmopolitas que dominam o MP e o Judiciário.

Sergio Moro, o juiz que hoje aterroriza as hostes governistas com sua tática de “mata-esfola”, foi o mesmo escreveu a decisão de Rosa Weber no âmbito da AP 470, aquela deliciosa peça de fascismo judicial, sintetizada na frase: “não tenho provas para condenar Dirceu, mas a literatura me permite fazê-lo”.

Um gênio!

Por coincidência, estavam todos juntos na investigação do Banestado: Sergio Moro era o juiz, Vladimir Aras um dos promotores, e Alberto Youssef, o delator.

Apesar dos documentos vazados citarem Sérgio Motta, José Serra, e uma conta em Nova York intitulada (ó, criatividade) Conta Tucano, nenhum deles conseguiu convencer Youssef a delatar ninguém importante do partido.

No caso do Banestado, Youssef delatou peixes pequenos e foi solto. Voltou a delinquir de novo, mas como é de DNA tucano, e conhecido de longa data de Sergio Moro, foi novamente tratado com generosidade. Pelo mesmo Sergio Moro.

Qual tinha sido a linha de defesa de Youssef, quando acusado de operar contas clandestinas do Banestado?

Doação para campanhas demotucanas do Paraná.

Deixa para lá. Não deu em nada mesmo. Também estou cansado de ficar repetindo um monte de coisas.

Já escrevi dois longos posts sobre Youssef. Um sobre o seu longo passado tucano, e outro sobre a estratégia que ele montou com seu advogado.

Fazer a disputa política com a grande mídia é como jogar xadrez com um super computador. A gente pode usar toda a nossa criatividade, e até ganhar algumas jogadas, mas o adversário é uma máquina: não pára, não cansa.

Como alguns blogs poderão fazer frente à mais poderosa e mais concentrada mídia do planeta?

A mídia vai repetindo a mesma ladainha, as mesmas mentiras e manipulações, indefinidamente. A gente não pode se distrair um minuto, senão acaba entrando no jogo dela.

É preciso entender que os erros que denunciamos na Ação Penal 470 vieram sobretudo do Ministério Público.

Fizeram exatamente o que estão fazendo hoje. Uniram os principais cérebros jurídicos, esses caras que são muito mais inteligentes que a gente, e produziram uma brilhante peça de acusação.

Ficcional, mentirosa, brilhante.

Agora repetem a dose.

Podem ter a certeza que o farão com mais brilhantismo ainda, fortalecidos pela vitória que obtiveram na AP 470.

Dá até pena do PT e do governo, com seu “blog do Planalto” tosco, sem variar o visual desde que foi criado por Lula.

Estão lascados.

O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, foi acusado por um dos delatores, Pedro Barusco, de receber de 150 a 200 milhões de dólares. Em nome do PT.

A denúncia foi para a primeira página de todos os jornalões, todas as revistas, tvs, rádios.

O Jornal Nacional deu 20 minutos.

Aí fui na página do PT, para ver se o partido faz alguma defesa de seu tesoureiro.

Nada.

Na festa de 35 anos, em Belo Horizonte, Lula disse para acreditar nele. Dilma falou genericamente em golpismo.

Mais nada.

Não defendem, nem demitem o cara.

Ora, temos que encarar a realidade.

Se o Vaccari recebeu 200 milhões de dólares “em nome do PT”, então o partido está literalmente ferrado.

Ninguém vai defender o partido.

Não é questão de acreditar ou não em Vaccari ou no PT.

Isso é uma disputa política! É preciso enfrentar os fatos!

É preciso batalhar pelo convencimento!

O PT virou um partido autista?

Tem que botar o Vaccari na capa do site do PT, com uma longa entrevista, em texto, em vídeo, em áudio, explorando as contradições da acusação de Barusco.

As pessoas tem de saber quem é Vaccari. Qual é a sua história.

É preciso articular um contra-ataque, baseado em defesa e ataque.

O site do PSDB está cheio de entrevistas, ataques, charges, contra o PT.

O site do PT não vai polarizar?

Dilma, quando fala em golpismo nos 35 anos de PT, precisa explicar o que isso quer dizer.

Ora, a oposição faz oposição.

Estão fazendo o que se espera deles, cada vez mais motivados.

E o blog do Planalto, não vai falar nunca de política?

Eu queria saber: é proibido?

Sabe quantas “curtidas” tem os posts do blog do Planalto?

Duas, três curtidas.

E por que?

Porque é um desastre completo. Não fala de política. Como se fosse proibido, à presidenta, participar do debate.

É um blog protocolar, completamente destrambelhado. O título do último post:

“Governo divulga prevenção à aids nos aplicativos de relacionamento Tinder e Hornet”.

Zero de política, zero de arte, zero de tudo.

E depois ela vem dizer aos ministros para fazer a batalha da comunicação?

Por que não contrata chargistas, escritores, cientistas políticos, videoastas, memistas, para ajudar no blog do Planalto, produzindo material político de primeira qualidade?

Se ela não gosta de falar (o que é um absurdo, mas tudo bem), então contrata alguém para falar no blog.

Todo dia.

Isso não seria uma contribuição para a cultura política?

(A mesma coisa vale para o blog da Petrobrás, mas já cansei de falar isso).

Hoje, um senador do PSDB, Cassio Cunha Lima, falou abertamente em impeachment no plenário. A mídia lhe deu amplo destaque.

Por que a presidenta não reage em seu blog?

O que está em jogo não é o mandato dela, é a democracia, é o Brasil, é a cultura política de 200 milhões de brasileiros, hoje reféns de uma mídia que pratica um golpismo cada vez mais traiçoeiro e sofisticado.

*

O senador em questão foi cassado por compra de voto em 2008! Ficou inelegível por 3 anos. Voltou para a política no ano passado, como senador. Olha a ficha do cara no Wikipédia:

*

Casso Cunha Lima

Problemas judiciais:

TRE-PB – Representação nº 215/2006 – Teve o mandato de governador cassado em ação de investigação judicial por conduta vedada a agente público.e pagamento de multa. Recorreu, mas decisão foi mantida no TSE e no STF: TSE – Processo nº 3173419.2007.600.0000 e STF – Agravo de Instrumento nº 760103/2009.

TRE-PB – Representação nº 251/2006 – Foi condenado a pagamento de multa em ação de investigação judicial por abuso de poder político e conduta vedada a agente público. O parlamentar recorre da decisão: TSE – Processo nº 4716474.2008.600.0000

TRE-PB – Processo nº 557204.2006.615.0000 – Teve rejeitada prestação de contas referente às eleições de 2006.

STF – Inquérito nº 3393/2012 – É alvo de inquérito que apura crimes da Lei de Licitações.

*

Esse é o nível da hipocrisia reinante hoje na política brasileira.

Não haverá reação?

Miguel do Rosário
No O Cafezinho, via http://www.contextolivre.com.br/2015/02/hipocrisia-impeachment-e-autismo.html

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Globo quer transformar Lava Jato em golpe contra o PT



Agora não há margem de dúvida.

A Globo resolveu centrar todo o seu poder de fogo contra o PT.

As “delações premiadas” tem sido inteiramente manipuladas com este objetivo.

Observe o quadro acima.

A informação sobre os 3% do PT, informadas por Paulo Roberto Costa, é baseada em “rádio corredor”, segundo seu próprio depoimento. Acusação muito mais direta de Costa menciona senadores tucanos, como Sergio Guerra, de receber R$ 10 milhões, Aécio Neves, de receber para fazer circo na CPI da Petrobrás, e Eduardo Campos, de receber R$ 20 milhões. Os 3% para o PT, no depoimento de Costa, foram ditos na base do “ouvi falar”.

Não interessa, a Globo só fala em PT.

Alberto Youssef é defendido por um advogado que tinha sinecura de luxo no governo tucano do Paraná e tem feito dobradinha descarada com a Globo.

Um dos testas de ferro de Youssef, por exemplo, o senhor Leonardo Meirelles, declarou que o doleiro tinha negócios com o PSDB e que Youssef tinha, como padrinho, um senador do Paraná (praticamente nomeando Álvaro Dias). Há um vídeode seu depoimento. A mídia imediatamente tentou abafá-lo e neutralizá-lo.

As ligações de Youssef com o tucanato são antigas. Ele operou para quase todos os tucanos graúdos. Participou dos esquemas da privataria tucana e dos caixa 2 do partido em todas as suas eleições presidenciais. Há inúmeras matérias e documentos sobre isso. A mídia esconde tudo.

É um caso até parecido com o de Marcos Valério. Operam para tucanos durante anos, e são presos por operar para o PT. O PSDB usa e joga fora.

Os outros dois delatores “homologados” também têm longa relação com o tucanato. Augusto Mendonça é primo de Marcos Mendonça, tucano de alta plumagem, atual presidente da Fundação Anchieta, que controla a TV Cultura.  Augusto é envolvido até o pescoço no trensalão e tem interesse em detonar o PT.

É o mesmo caso do outro delator da Toyo Setal, porque o envolvimento com o trensalão é da empresa.

Abaixo, outros delatores, ainda não “homologados”:

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Pedro Barusco já confessou que participa de esquemas na Petrobrás há pelo menos 18 anos, ou seja, bem antes da chegada do PT ao poder.

Estão criando toda uma trama para envolver o PT, repetindo a estratégia bem sucedida da Ação Penal 470.

Não estou dizendo que o PT seja santo ou não tenha culpa no cartório. Estou dizendo que eles manipulam a informação, exageram os fatos, tiram outros partidos do foco, e, com isso, não fazem justiça, mas justiçamento partidário.

O procurador-geral começou a sofrer pressão da mídia e já piou. A sua declaração, agressiva, de que a diretoria da Petrobrás deveria ser substituída, equivaleu a um bater de continência para o quarto poder.

A mídia, que o vinha atacando, imediatamente passou a blindá-lo.

E agora ficamos sabendo que os julgamentos da Lava Jato serão feitos não pelo plenário do STF, mas pela Segunda Turma do tribunal. E quem terá cadeira cativa?

Ele mesmo, Gilmar Mendes.

A Segunda Turma será formada por Teori Zavaski, Carmen Lucia, Gilmar Mendes, Celso de Mello, mais o novato a ser nomeado por Dilma.

Cabe a Dilma agir rápido e nomear um ministro vacinado contra pressões, para que faça um julgamento limpo, imune às eternas tentativas de golpe branco patrocinadas por nossa direita midiática e golpista.

Cabe ao PT, sobretudo, fazer um enfrentamento político à altura, porque a mídia já deixou bem claro que partiu para a guerra total.

E a principal vítima nunca é o PT e sim a democracia e o interesse soberano do povo brasileiro.

Miguel do Rosário
No Tijolaço, viahttp://www.contextolivre.com.br/2014/12/globo-quer-transformar-lava-jato-em.html