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quinta-feira, 23 de julho de 2015

José Serra e a Veja aparecem nas anotações de Marcelo Odebrecht

capa-serra1
Jornal GGN – Dica do leitor André Nunes, pelo Twitter, permitiu identificar nomes escondidos por tarja preta, no relatório da Polícia Federal sobre as anotações encontradas no telefone de Marcelo Odebrecht.
Algumas iniciais eram facilmente identificáveis, como FP (Fernando Pimentel), JEC (José Eduardo Cardozo) ou GA (Geraldo Alckmin). A mais polêmica, no entanto, foi a de JS. Seguindo as instruções do twitteiro, no entanto, bastou copiar a tarja (CTRL C) e colar (CTCRL V) para aparecer o nome por trás da tarja.
Copiando e colando aparece o seguinte texto:
“Identificação de Jose Serra (JS) o telefone da secretária (11) 3087.1450 está registrado em nome de Jose Serra, o endereço da Joaquim Antunes, possui telefone (11) 2157.2104 registrado em nome de Jose Serra”.
Constavam da agenda de Marcelo telefones e endereço do escritório particular de Serra.
Não foi possível aplicar o mesmo método no retângulo coberto pela tarja.
A sigla JS aparece em outro trecho do relatório.
Novamente aparece o nome José Serra debaixo da tarja.
As menções a Serra, André Esteves (dono do BTG Pactual), a revista Veja e as siglas RA e EA (possivelmente Reinaldo Azevedo e Eurípides Alcântara), e Blairo Maggi, Michel Temer, Fernando Pimentel, entre outros, permitem supor uma estratégia similar ao relatório Bisol, na CPI das Empreiteiras.
Na época, Bisol e Aluizio Mercadnte tiveram acesso a dez caixas de documentos da Odebrecht. Acabaram se enrolando na apuração e relacionando organograma da diretoria com estruturas de corrupção. De qualquer modo, a expectativa de existência de centenas de nomes inibiu os trabalhos da CPI e a própria cobertura da mídia.
Veja não foi a única publicação visitada por executivos da Odebrecht após o estouro da Lava Jato.
Há dúvidas também em relação às iniciais GM, em trecho relacionado com tributos. Pode ser Guido Mantega, conforme apontado no relatório. Mas também são as iniciais do Ministro Gilmar Mendes, do STF.
De qualquer modo, o impacto do relatório, ao menos no primeiro dia deixou a mídia sem ação. Sequer houve a exploração às menções do ex-presidente Lula no relatório da PF.

sábado, 1 de novembro de 2014

A Tragédia de Shakespeare e a Intriga da Veja

                     Iago (Frank Finlay) intriga Othelo (Sir Laurence Olivier) . Filme de 1965.


Abordemos hoje a obra de Shakespeare "Othelo, O Mouro de Veneza" escrita há 410 anos.
Othelo, o mouro, é apaixonado por Desdêmona. Mas Othelo é profundamente emocional e por consequência, ciumento.
Iago, que deveria ser seu grande amigo, arma tamanha rede de intrigas e entre elas a de que a sua  amada Desdemona o está traindo.
Falsa informação, que tem por base a manipulação da verdade.
E num jogo pleno de falsidades e hipocrisia leva Othelo à tragédia, jogando-o contra amigos leais, e acabando por  assassinar a amada, asfixiando-a.
Ao publicar a capa da semana passada com o título "Eles sabiam de Tudo" anunciando que o doleiro Youssef havia denunciado Dilma e Lula a  revista  da Marginal agiu como Iago.
Com que objetivos não ouso afirmar, mas que foi pura intriga shakespeareana, isso foi. Claro que sem o talento do bardo, e que em poucos anos- ou meses -  ninguém se lembrará desta "obra" vista, ou melhor: revista.
A intriga é coisa antiga. Na maioria das vezes feitas sem bases verdadeiras, apenas em boatos ou falsas premissas.
Foi o que fez Iago.
A Presidenta, ora reeleita,  prometeu que não ficaria pedra sobre pedra nesta questão da falsa veiculação, já que o próprio advogado do doleiro desmentiu o tal "depoimento" dele.
Mas até agora , nada
Vai ficar barato? Vai ficar mesmno na tradição da tragédia , onde todos são impotentes diante dos fatos do Destino, ou vamos ter um desfecho dramático onde as personagens atuam sobre a realidade?
Pelo tempo da trama acho que a cortina já se fechou, e sem aplausos para todos que atuaram. Ou não?
http://blogdobemvindo.blogspot.com.br/2014/11/a-tragedia-de-shakespeare-e-intriga-da.html

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

CAIU A CASA DA VEJA - MAIS UMA VEZ OS FATOS DESMENTEM A REVISTECA


Comissão conclui que não houve vazamento de informação privilegiada na CPI da Petrobras
Da Redação - 12/09/2014

A comissão de sindicância instaurada no Senado para apurar denúncias de conduta inadequada de servidores no âmbito da CPI da Petrobras concluiu pelo arquivamento do processo. Os membros da comissão entenderam que "não houve qualquer indício de vazamento de informações privilegiadas, de documentos internos da CPI ou de minutas de questionamentos que seriam formulados aos depoentes".

A sindicância foi pedida pelo presidente da CPI, Vital do Rêgo (PMDB-PB), e determinada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, depois que a revista Veja sugeriu a existência de um esquema de combinação prévia de perguntas com pessoas chamadas a depor à comissão.

Veja a íntegra da nota:

"A Diretoria-Geral do Senado Federal recebeu, na tarde desta quinta-feira (11), o relatório da comissão de sindicância instaurada para investigar a denúncia publicada na imprensa quanto ao suposto vazamento de informações, em especial de perguntas, entre assessores parlamentares do Senado e a assessoria da Petrobras no âmbito da CPI da Petrobras.

A comissão de sindicância funcionou por 37 dias, tomou 14 depoimentos, investigou as caixas-postais de correio eletrônico dos envolvidos, verificou o controle de acesso aos arquivos eletrônicos confidenciais, examinou os documentos utilizados como subsídio das reuniões da CPI e analisou os vídeos dos depoimentos, por diferentes câmeras, bem como o vídeo que originalmente fundamentou a denúncia.

Ao término das investigações, a comissão, composta por servidores com notável formação acadêmica e experiência profissional, contando com um doutor em Direito Penal, um mestre em Direito Processual e um especialista em Direito Constitucional, concluiu que não houve qualquer indício de vazamento de informações privilegiadas, de documentos internos da CPI ou de minutas de questionamentos que seriam formulados aos depoentes e manifestou-se pelo arquivamento do processo."

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
sugado do: http://007bondeblog.blogspot.com.br/2014/09/caiu-casa-da-veja-mais-uma-vez-os-fatos.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+blogspot/NIKX+(007BONDeblog)

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Autoexplicativo: porcalista da Veja deve chefiar equipe de Aécio


247 - Um dos principais editores da revista Veja, o jornalista Otávio Cabral, deve assumir uma nova função nos próximos dias: a chefia da equipe de comunicação do senador Aécio Neves (PSDB-MG).

Cabral edita a coluna Holofote e é também autor de um polêmico livro sobre o ex-ministro José Dirceu, que, segundo especialistas, teria vários erros factuais. Ele é também casado com a jornalista Vera Magalhães, que edita o Painel, da Folha de S. Paulo.

Nas últimas semanas, o casal viajou de férias ao Japão. Cabral teria comunicado sua decisão ao diretor de Veja, Eurípedes Alcântara, na última sexta-feira. Sua página no Facebook informa que ele "trabalhou" na revista Veja, com o verbo no passado.
Via: http://esquerdopata.blogspot.com.br/

domingo, 29 de setembro de 2013

Por que tantos acreditam na revista Veja?

"Estarrece que larga porção da sociedade nativa, privilegiados e aspirantes ao privilégio, acredite nas interpretações de Veja e repita passagens dos seus pareceres mirabolantes.

O espetáculo midiático proporcionado na cobertura do chamado 'mensalão' é, em geral, estarrecedor ao revelar em toda a sua evidência o atraso intelectual e cultural dos tais cidadãos a que me referi, jornalistas e seus patrões, leitores, espectadores, ouvintes. Todos unidos na demonstração de uma parvoíce movida a raiva, ódio de classe, medo, preconceito, hipocrisia, inveja, abissal ausência de espírito crítico."



Uma capa resume tudo

Veja não surpreende. Espanta quem acredita nela entre privilegiados e aspirantes ao privilégio

Mino Carta

Reprodução

"Estarrece que larga porção da sociedade acredite nas interpretações 

de Veja e repita seus pareceres mirabolantes"

Berlusconi é o político mais bem-sucedido da Itália dos últimos 20 anos. Como se sabe, foi um desastre, e não espanta que tenha sido, com o condão de pagar agora pelas mazelas cometidas. Espanta, isto sim, que metade dos italianos tenha votado nele. Passo a falar de Brasil. A capa de Veja desta semana [semana passada] é o símbolo irretocável de um singular humor em que se misturam má-fé e estupidez. A revista da Abril mesmo assim não nos surpreende, já sabemos do que é capaz de longa data. Estarrece que larga porção da sociedade nativa, privilegiados e aspirantes ao privilégio, acredite nas interpretações de Veja e repita passagens dos seus pareceres mirabolantes.

O espetáculo midiático proporcionado na cobertura do chamado “mensalão” é, em geral, estarrecedor ao revelar em toda a sua evidência o atraso intelectual e cultural dos tais cidadãos a que me referi, jornalistas e seus patrões, leitores, espectadores, ouvintes. Todos unidos na demonstração de uma parvoíce movida a raiva, ódio de classe, medo, preconceito, hipocrisia, inveja, abissal ausência de espírito crítico.

A tigrada dita de classe média (média até agora não sei por quê) é, aliás, a própria, definitiva, irremediável prova da incapacidade de cumprir o papel que compete à burguesia. Aquele, digamos, de precipitar a Revolução Francesa. Pelo contrário, aí está a provar a ignorância, mau gosto, provincianismo, pavor da mudança. Dizia Lévi-Strauss ao definir os senhores paulistanos 80 anos atrás: “Eles se têm em alta conta e não sabem como são típicos”Illo tempore, os senhores viam em Paris o umbigo do mundo. A tipicidade aumentou, e hoje, ao comporem uma categoria muito mais vasta, substituem a Ville Lumière por Miami.

Pouparei os amáveis frequentadores deste espaço das minhas considerações a respeito das gravatas amarelo-ouro ou da descoberta do vinho que alguns carregam aos restaurantes em bolsas apropriadas. De couro cru, para o desconforto de quem sonha com estes luxos e ainda não chegou lá. Citarei a leitura escassa ou mesmo nula: há mais livrarias em Buenos Aires do que no Brasil todo. O estudo precário, a péssima lida com o vernáculo, a eterna expectativa do favor dos amigos ou do arreglo por baixo do pano.

Cabe evocar tudo aquilo que certifica a mediocridade da turma. O caos arquitetônico, isento de módulos e linhas mestras, frequentemente inspirado em Gotham City, quando não entregue à imitação de modelos de outros cantos do mundo, escolhidos conforme a veneta do dia, sem excluir telhados normandos na previsão da neve. Ou mesmo a certeza, tipicamente local, de que São Paulo é capital gastronômica do planeta, alimentada por quem até ontem mastigava espaguete regado a uísque.

Vezos burgueses, amparados em tradições seculares, ou em modismos momentâneos, carecem de maior importância, está claro. Resta o fato desta 
ferocidade desvairada, para não dizer demente, diante de um episódio, embargos infringentes justificados pelas leis, e que tanto podem abrandar as penas dos condenados quanto agravá-las, conforme esclareceu em vão o ministro Celso de Mello. Cresce, na moldura do evento, a desinformação generalizada, o desconhecimento do código e do quem é quem.

Ocorre-me um amigo que eu chamava de samurai, Luiz Gushiken, ministro de Lula no primeiro mandato, primeira vítima do “mensalão” sem qualquer culpa em cartório, de fato aquele que percebeu o papel devastadoramente daninho do banqueiro Daniel Dantas, visceralmente envolvido no processo e tão chegado a petistas de outro naipe, como Márcio Thomaz Bastos, José Dirceu, Luiz Eduardo Greenhalgh, sem contar o atual ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Gushiken morreu dia 13 passado, honrado e, receio, infeliz.

Outro injustiçado é José Genoíno, que, segundo Veja, gargalha com o voto de Celso de Mello. A malta não sabe que Genoíno é um herói brasileiro, esperançoso e iludido até as últimas consequências, acreditou que o Araguaia seria a Sierra Maestra brasileira, e, ao lado de 80 companheiros, lutou contra 10 mil soldados da ditadura. Torturado brutalmente, ressurgido das cinzas, ainda espera que o Brasil deixe de ser o país da casa-grande e da senzala. Ao contrário do que afirmam seus inquisidores a pretendê-lo “mensaleiro”, não sabe onde cair morto, se me permitem a linguagem rasteira.



domingo, 4 de novembro de 2012

Os segredos de Valério



 

 

 

 

REINALDO AZEVEDO

 

"A CAPA DE VEJA – TALVEZ A MATÉRIA MAIS EXPLOSIVA DEPOIS DA ENTREVISTA DE PEDRO COLLOR, DO BOB JEF E DO E.T DE VARGINHA".

 

 O que seria desse mundo se os designos de Deus fossem levados ao pé da letra, como ordenou nosso Senhor ao Profeta Noé? Ora, Deus, na sua infinita sabedoria, sabia o que estava fazendo, quando ordenou a Noé que construísse a arca e nela colocasse um casal de cada animal habitante desse planeta. Deus pretendia que o mundo fosse habitado por cada criatura que havia criado, mesmo os dinossauros e TUCANOS, quando o PT, sob o comando de LULA e Genoíno, ordenou que José Dirceu desencadeasse a "OPERAÇAO DINO" e sequestrasse o casal de dinossauros que Noé havia capturado e deixado amarrados no pé da mesa da varanda, no quintal, pouco antes do GRANDE DILÚVIO. Assim não foi possível embarcar os animaizinhos. As consequências todos já sabem: EXTINÇÃO COMPLETA DOS ANIMAIS.

Ao procurar a Revista Veja para colocar a boca no Trombone, Valério tinha em mente apenas cumprir seu dever como cidadão, pois não poderia quardar para si tamanha responsabilidade: a de revelar ao mundo a temeridade que é esse partido, o PT. Num ato de tamanha bravura e despojamento pessoal, procurou a REVISTA MAIS SÉRIA do UNIVERSO - A VEJA, para contar o que sabe sobre tudo isso que ficou por milhares de anos escondido. 

Segundo a revista VEJA, Valério contou (o áudio foi entregue ao Procurador Gurgel, uma cópia está com o Malafaia e outra com o Bispo de campinas):"Noé procurou o núcleo duro do PT, já que o núcleo mole estava articulando a morte de uma prefeito perto do mar Egeu, para propor o financiamento da construção da Arca. O PT então exigiu que 45% do valor fosse retornado em forma de BÔNUS DE VOLUME, que é calculado em virtude do tamanho e da finalidade da Arca. Noé concordou e disse que entregaria a planilha de cálculos a Genoíno, e indicou uma conta,onde depositaria o TAL BÔNUS DE VOLUME para o PT,  num banco no alto do farol da Alexandria, que era então o lugar mais alto da terra e onde GENOÍNO poderia facilmente pegar a grana após o GRANDE DILÚVIO. Assim então fez Noé: entregou A PLANILHA DE CÁLCULOS a Genoíno. Ao ver o tamanho da Arca, Genoíno ficou preocupado, pois os recursos seriam todos consumidos, em virtude do tamanho da Nau. Passou o caso para LULA, que foi consultar o DIRCEU. Este, ao refazer os cálculos, viu que se retirasse o compartimento dos DINOSSAUROS, a construção da arca poderia ficar mais em conta e sobraria mais dinheiro para o BÔNUS DE VOLUME. Foi falar com Noé que ficou irredutível, poi a ordem divina deveria ser cumprida na íntegra, a não ser que Deus desse sinais de que havia mudado de idéia".

A cúpula do PT (o núcleo DURO e o núcleo MOLE) se reuniram por sete dias e sete noites na sala anexa do terceiro andar do palácio do planalto. (foto)


 Ao final da reunião ficou decidido que José Dirceu ficaria encarregado da "trama" que levou Noé a interpretar como sinal divino o não comparecimento do casal de dinossauros para o embarque, minutos antes do Grande Dilúvio.

José Dirceu rapitou o casal de dinossauros na manhã que antecedeu o Grande Dilúvio, subornando, com a ajuda de Genoíno, um dos filhos de Noé. O casal de dinossauros foi transportado no Land Rover do secretário do Núcleo Mole do PT, Silvio Pereira.  O carro foi  presente da empreiteira GDK. A empresa tinha contratos com a Petrossauro, então notória área de influência do grupo de José Dirceu, do qual Silvinho, como é conhecido, fazia parte.

Noé não poderia mais esperar os ANIMAIZINHOS, pois o GRANDE DILÚVIO já se aproximava e entendeu que aquilo era um sinal divino, quando recebeu em suas mãos a FATURAS QUITADAS de tudo o que gastara com a GRANDE NAU.

A revista VEJA procurou os responsáveis ( ou o que sobrou deles) pela venda do material  usado na construção da GRANDE NAU e descobriu que estão TODOS MORTOS. Acredita-se que morreram antes do GRANDE DILÚVIO, num ato perfeitamente calculado pelo PT, como forma de não deixar rastros.
  
blogdoonipresente

sábado, 3 de novembro de 2012

HÁ UM CONLUIO ENTRE PROCURADORES DO MPF E A REVISTA VEJA ?



OU A REVISTA MENTE AO PUBLICAR MATÉRIA CONTENDO O TEOR SIGILOSO DE UM 'SUPOSTO' DEPOIMENTO ?


Segundo a Revista, Marcos Valério sabe de "tudo". Obviamente que esse "tudo" é o que possa ser usado contra Lula e o PT, pois isso é o que interessa a Revisteca. A Revista VEJA agoniza, consumida pela sua falta de credibilidade e jornalismo de esgoto que pratica. Seus proprietários estão apavorados com a perda de RECEITA proveniente da Prefeitura de São Paulo. Com Fernando Haddad, vai secar a fonte do fornecimento de exemplares de revistas e livros (sem concorrência) que garantiram até hoje "polpudos recursos públicos" que sempre 'retribuíram' as matérias favoráveis que a revisteca publicou para Kassab e para o tucanato. Daqui a DOIS ANOS, Veja vai perder também os recursos do governo do Estado de São Paulo, pois os tucanos serão derrotados na disputa em 2014. 

No FINADOS do ano de 2015, a REVISTECA já estará morta e enterrada. +

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Bolívia processará revista Veja por reportagem sobre drogas



O governo boliviano anunciou nesta segunda-feira que processará a revista Veja, que em uma de suas últimas publicações, reproduzida pela imprensa boliviana, apontou o envolvimento do ministro da Presidência, Juan Ramón Quintana, com um narcotraficante brasileiro.

Vermelho / Terra

"O governo anunciou a sua decisão de processar a revista Veja para que prove as afirmações contidas em um artigo que consideramos infamantes contra autoridades do governo", afirmou a ministra de Comunicação, Amanda Dávila, segundo o portal de notícias governamental.

O Ministério da Comunicação ressaltou que a Veja publicou um artigo que "envolve o ministro da Presidência boliviana, Juan Ramón Quintana, e a diretora da Agência para o Desenvolvimento das Macrorregiões e Zonas Fronteiriças (Ademaf) em Beni, Jessica Jordán, com o convicto narcotraficante brasileiro Maximiliano Dorado Munhoz Filho".

A revista brasileira indicou - baseada em supostos relatórios de inteligência da Polícia boliviana não identificados - que Dorado Munhoz Filho havia se reunido com Quintana em 2010 na cidade boliviana de Santa Cruz (leste) quando este era diretor da Ademaf, e com Jordán, diretora da Ademaf na região amazônica de Beni.

O ministério indicou que "o governo do presidente Evo Morales iniciou um processo judicial para que a Veja mostre as provas que a levaram a vincular Quintana e Jordán ao narcotráfico no Brasil".

Quintana, colaborador próximo do presidente Evo Morales, até agora não fez comentários a respeito. Segundo dados das Nações Unidas, a Bolívia é o terceiro produtor mundial de cocaína, depois de Peru e Colômbia, e boa parte de sua produção chega aos mercados brasileiros e europeus."

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Veja quer censurar a internet




A revista Veja tem medo do jogo da velha. O jogo da velha, no caso, são as hashtags, antecedidas pelo sinal #, para destacar vozes numa multidão de internautas – bobagens em alguns casos, mobilizações, em outros.
Para quem diz defender com a própria vida a liberdade de expressão, é preocupante. Nas 16 páginas desperdiçadas na edição do fim-de-semana em que tenta se defender, a semanal da editora Abril deixou claro: para ela, a liberdade de expressão não é um valor absoluto. Tem dono – ela e o reduzido grupo de meios de comunicação que se auto-qualificam de “imprensa livre”. Livre de quem? No caso da Veja, certamente eles não tratavam do bicheiro Carlos Cachoeira, espécie de sócio na elaboração de pautas da publicação.
Getúlio Vargas valia-se da expressão “aos amigos tudo, aos inimigos a lei”. A revista, em sua peça de realismo fantástico disfarçada de “reportagem”, a reformula: “aos amigos tudo (inclusive o direito de caluniar, manipular e distorcer), aos inimigos a censura. Ou não é isso, ao desferir um golpe contra as manifestações livres na rede e sugerir uma “governança” na internet, que os editores do semanário propõem? Eles tem urticária só de ouvir falar em um debate sobre a regulação dos meios de comunicação. Mas pimenta nos olhos dos outros…
Na própria peça de defesa, Veja distorce. Não foi a revista que derrubou Fernando Collor de Melo. É uma mistificação que só a ignorância permite perpetuar. A famosa entrevista do irmão do ex-presidente não teria resultado em nada. O que derrubou Collor foi o depoimento do motorista Eriberto França, personagem descoberto pela rival IstoÉ, na ocasião dirigida por Mino Carta.
Em termos de desonestidade intelectual, Veja se superou. Ao misturar aranhas, robôs e comunistas, a semanal de Roberto Civita produziu um conto de terror B. Nem se vivo fosse o falecido cineasta norte-americano Ed Wood, famoso por suas produções mambembes, toparia filmar um roteiro parecido. Além de tudo, a argumentação cheira a mofo, tem o tom dos anos da Guerra Fria. Quem tem medo de comunistas a esta altura? Nem na China.
PS: a lanterna na capa do semanário mostra outra coisa: calou fundo na editora o apelido Skuromatic, a lâmpada que provoca a escuridão ao meio-dia, dado a Roberto Civita por jornalistas da antiga redação de Veja.
Fonte: Carta Capital(via blog do Saraiva)

sábado, 28 de abril de 2012

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Dormindo com o inimigo


Agora que já se sabe que a revista Veja recorreu aos préstimos do crime organizado para publicar as "denúncias" contra o governo petista ao longo de todos esses anos, numa simbiose escandalosa, não é mais admissível que continue recebendo as gordas verbas publicitárias de estatais e órgãos da administração direta. Uma coisa é prezar a liberdade de imprensa, outra é ajudar os inimigos financeiramente, ainda mais quando já se sabe que eles se valem de práticas ilegais para municiar o noticiário.
Corporativismo?
O silêncio da imprensa em geral em relação ao caso Veja é mais que a demonstração de um "esprit de corps" inconveniente a essa altura dos acontecimentos. Parece que há um entendimento que, se a revista afundar, grande parte do arsenal oposicionista desaparecerá. A derrota teria consequências gravíssimas para a coalização empresarial/política que luta para tirar o poder dos petistas. Por isso a tampa do esgoto será mantida fechada o maior tempo possível e só será retirada quando o mau cheiro ficar insuportável.
Plim-plim
Não há dúvida que muita coisa vai mudar no Brasil depois que a CPI do bicheiro Carlinhos Cachoeira for instalada. Seria interessante que, aproveitando tudo o que necessariamente virá, todo o clamor popular pela moralização dos costumes públicos, o tema da regulação dos meios de comunicação volte à tona. Isso porque chega a ser indecente o poder exercido por uma Rede Globo, só para ficar no exemplo mais evidente. As pessoas têm de ser convencidas que rádio e televisão são concessões públicas, não meras empresas que visam tão somente o lucro, e, portanto, devem ser obrigadas a cumprir certos pré-requisitos para funcionar. É assim em todo o mundo dito civilizado, por que não seria no Brasil?
Ansiedade
Os ministros do Supremo Tribunal Federal, sempre tão cautelosos em suas ações, parecem ter sido acometidos de um repentino surto de ansiedade. É difícil entender essa pressa toda para julgar o que a imprensa corporativa chama de mensalão. Será porque haverá eleições no segundo semestre e uma eventual condenação de políticos conhecidos, como o ex-ministro José Dirceu, poderá servir de munição para as forças conservadoras? Será que o distinto STF dará a todos os réus do processo ampla possibilidade de defesa? Ou, como muitos esperam, fará um julgamento político, apenas um simulacro?
Embromação
Nem bem saía o resultado da reunião do Copom, que baixou o juro básico da economia, a taxa Selic, mais 0,75 ponto porcentual, para o menor nível em dois anos, a Força Sindical já distribuía seus releases às redações, condenando, claro, a decisão. Segundo a central, controlada pelo notório Paulinho, o corte de juros deveria ser mais amplo. O release não explicava, porém, os efeitos que uma derrubada drástica da Selic traria à economia em geral - e, em particular, aos trabalhadores. A palavra que existe para definir atitudes como essa da Força está meio em desuso, mas já foi amplamente utilizada  no pais em outros tempos: trata-se de "demagogia".
Novo mundo
Já existem no Brasil cerca de 99 milhões de computadores, o que dá uma máquina para cada duas pessoas, em média. O número explica as mudanças que se processam no mercado editorial e nos meios de comunicação, com os jornais tradicionais perdendo leitores, com a televisão perdendo audiência. Em pouco tempo o poder da internet vai aumentar ainda mais, com a difusão dos tablets e smartphones. É um mundo novo que chega, admirável.

cronicasdomotta.blogspot.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

As matérias que Cachoeira plantou na Veja

Em 2008 dei início à primeira batalha de um Blog contra uma grande publicação no Brasil.
Foi "O Caso de Veja", uma série de reportagens denunciando o jornalismo da revista Veja. Nela, selecionei um conjunto de escândalos inverossímeis, publicados pela revista. Eram matérias que se destacavam pela absoluta falta de discernimento, pela divulgação de fatos sem pé nem cabeça.
A partir dos "grampos" em Carlinhos Cachoeira foi possível identificar as matérias que montava em parceria com a revista. A maior parte delas tinha sido abordada na série, porque estavam justamente entre as mais ostensivamente falsas.
Com o auxílio de leitores, aí vai o mapeamento das matérias:
DO GRAMPO DA PF DIVULGADO PELA REVISTA VEJA ESTE FIM DE SEMANA:
Cachoeira: Jairo, põe um trem na sua cabeça. Esse cara aí não vai fazer favor pra você nunca isoladamente, sabe? A gente tem que trabalhar com ele em grupo. Porque os grande furos do Policarpo fomos nós que demos, rapaz. Todos eles fomos nós que demos (...).
Cachoeira: Eu fiquei puto porque ontem ele xingou o Dadá tudo pro Cláudio, entendeu? E você dando fita pra ele, entendeu? (...)
Cachoeira: Agora, vamos trabalhar em conjunto porque só entre nós, esse estouro aí que aconteceu foi a gente. Foi a gente. Quer dizer: mais um. O Jairo, conta quantos foram. Limpando esse Brasil, rapaz, fazendo um bem do caralho pro Brasil, essa corrupção aí. Quantos já foram, rapaz. E tudo via Policarpo.

Graças ao grampo, é possível mapear alguns dos “furos” mencionados pelo bicheiro na conversa entre o bicheiro Carlinhos Cachoeira com o PM-araponga Jairo Martins, um ex- agente da Abin que se vangloria de merecer um Prêmio Esso por sua colabiração com Veja em Brasília. Martins está preso, junto com seu superior na quadrilha de Cachoeira, o sargento aposentado da Aeronáutica Idalberto Matias, o Dadá, fonte contumaz de jornalistas - com os quais mantém relações de agente duplo, levando e trazendo informações do submundo da arapongagem.
O primeiro registro da associação entre Veja e Cachoeira está numa reportagem de 2004, que desmoralizou uma CPI em que o biicheiro era invetigado. Em janeiro daquele ano, Cachoeira foi a fonte da revista Época, concorrente de Veja, na matéria que mostrou Waldomiro Diniz, sub de José Dirceu, pedindo propina ao bicheiro quando era dirigente do governo do Rio (2002). Depois disso, Cachoeira virou assinante de Veja.
As digitais do bicheiro e seus associados, incluindo o senador Demostenes Torres, estão nos principais furos da Sucursal de Brasília ao longo do governo Lula: os dólares de Cuba, o dinheiro das FARC para o PT, a corrupção nos Correios, o espião de Renan Calheiros, o grampo sem áudio, o “grupo de inteligência” do PT.
O que essas matérias têm em comum:
1) A origem das denúncias é sempre nebulosa: “um agente da Abin”, “uma pessoa bem informada”, “um espião”, “um emissário próximo”.
2) As matérias sempre se apoiam em fitas, DVDs ou cópias de relatórios secretos – que nem sempre são apresentados aos leitores, se é que existem.
3) As matérias atingem adversários políticos ou concorrentes nos negócios de Cachoiera e Demostenes Torres (o PT, Lula, o grupo que dominava os Correios, o delegado Paulo Lacerda, Renan Calheiros, a campanha de Dilma Rousseff)
4) Nenhuma das denúncias divulgadas com estardalhaço se comprovou (única exceção para o pedido de propina de 3 mil reais no caso dos Correios).
5) Assim mesmo, todas tiveram ampla repercussão no resto da imprensa.
CONFIRA AQUI A CACHOEIRA DOS FUROS DA VEJA EM ASSOCIAÇÃO COM DEMÓSTENES, ARAPONGAS E CAPANGAS DO BICHEIRO PRESO:
1) O CASO DO BICHEIRO VITIMA DE EXTORSÃO
Revista Veja Edição 1.878 de 3 de novembro de 2004
http://veja.abril.com.br/031104/p_058.html

Trecho da matéria: Na semana passada, o deputado federal André Luiz, do PMDB
do Rio de Janeiro, não tinha amigos nem aliados, pelo menos em público. Seu
isolamento deveu-se à denúncia publicada por VEJA segundo a qual o deputado
tentou extorquir 4 milhões de reais do empresário de jogos Carlos Cachoeira. As
negociações da extorsão, todas gravadas por emissários de Cachoeira, sugerem
que André Luiz agia em nome de um grupo de deputados.
NOTA: A fonte da matéria são “emissários de Cachoeira”, o “empresário de jogos”
que Veja transformou de investigado em vítima na mesma CPI.
2) O CASO DO DINHEIRO DAS FARC
Capítulo 1 - Revista Veja Edição 1896 de 16 de março de 2005
http://veja.abril.com.br/160305/p_044.html
 

Trecho da Reportagem: Um agente da Abin, infiltrado na reunião, ouviu tudo, fez
um informe a seus chefes (...) Sob a condição de não reproduzi-los nas páginas da
revista, VEJA teve acesso a seis documentos da pasta que trata das relações entre
as Farc e petistas simpatizantes do movimento.
Capítulo 2 - Revista Veja Edição 1.899 de 6 de abril de 2005
http://veja.abril.com.br/060405/p_054.html

Trechos da matéria: Na semana passada, a comissão do Congresso encarregada
de fiscalizar o setor de inteligência do governo resolveu entrar no caso Farc-PT.

Na quinta-feira passada, a comissão do Congresso decidiu convocar o coronel e o
espião. Os membros da comissão também querem ouvir José Milton Campana, que
hoje ocupa o cargo de diretor adjunto da Abin e, na época, se envolveu com a
investigação dos supostos laços financeiros entre as Farc e o PT.

O senador Demostenes Torres, do PFL de Goiás, teme que a discussão sobre o
regimento sirva só para adiar os depoimentos. "Para ouvir a versão do governo e
tentar dar o caso por encerrado, ninguém precisou de regimento", diz ele.

3) O CASO MAURICIO MARINHO
Capítulo 1 - Revista Veja Edição 1.905 de 18 de maio de 2005
http://veja.abril.com.br/180505/p_054.html

Trecho da reportagem: Há um mês, dois empresários estiveram no prédio central
dos Correios, em Brasília. Queriam saber o que deveriam fazer para entrar no
seleto grupo de empresas que fornecem equipamentos de informática à estatal.
Foram à sala de Maurício Marinho, 52 anos, funcionário dos Correios há 28, que
desde o fim do ano passado chefia o departamento de contratação e administração
de material da empresa. Marinho foi objetivo na resposta à indagação dos
empresários. Disse que, para entrar no rol de fornecedores da estatal, era preciso
pagar propina. "Um acerto", na linguagem do servidor. Os empresários, sem que
Marinho soubesse, filmaram a conversa. A fita, à qual VEJA teve acesso, tem 1
hora e 54 minutos de duração.

NOTA: As investigações da PF e de uma CPI mostraram que o vídeo foi entregue à
revista pelo PM-araponga Jairo Martins, que “armou o cenário” da conversa com
Marinho a mando de concorrentes nas licitações dos Correios.
4) O CASO DOS DÓLARES DE CUBA
Revista Veja Edição 1.929 de 2 de novembro de 2005
http://veja.abril.com.br/021105/p_046.html
 

Trecho da reportagem: (Vladimir) Poleto, (principal fonte da reportagem) até
hoje, é um amigo muito próximo do irmão de (Ralf) Barquete, Ruy Barquete,
que trabalha na Procomp, uma grande fornecedora de terminais de loteria
para a Caixa Econômica Federal. Até a viúva de Barquete, Sueli Ribas Santos, já
comentou o assunto. Foi em um período em que se encontrava magoada com o PT
por entender que seu falecido marido estava sendo crucificado. A viúva desabafou:
"Eles pegavam dinheiro até de Cuba!"
NOTA: A empresa de Barquete venceu a concorrência da Caixa Econômica Federal
para explorar terminais de jogos em 2004, atravessando um acordo que estava
sendo negociado entre a americana Gtech (antiga concessionária) e Carlinhos
Cachoeira, com suposta intermediação de Waldomiro Diniz. O banqueiro teria
deixado de faturar R$ 30 milhões m cinco anos.
A armação era para pegar Antonio Palloci, padrinho de Barquete. Pegou Dirceu.
(Detalhes da relação Cachoeira-Gtech na matéria do Correio Braziliense de 26 de
setembro de 2005:
http://www.febrac.org.br/showClipping.php?clipping=30305&cod=7112)
5) O CASO FRANCISCO ESCÓRCIO
Revista Veja Edição 2.029 de 10 de outubro de 2007
http://veja.abril.com.br/101007/p_060.shtml
 
 Chamada no alto, à esquerda: RENAN AGORA ESPIONA OS ADVERSÁRIOS
 
Na semana passada, Demostenes Torres e Marconi Perillo foram procurados por
amigos em comum e avisados da trama dos arapongas de Renan. Os senadores se
reuniram na segunda-feira no gabinete do presidente do Tribunal de Contas de
Goiás, onde chegaram a discutir a possibilidade de procurar a polícia para tentar
flagrar os arapongas em ação. "Essa história é muito grave e, se confirmada, vai
ser alvo de uma nova representação do meu partido contra o senador Renan
Calheiros", disse o tucano Marconi Perillo. "Se alguém quiser saber os meus
itinerários, basta me perguntar. Tenho todos os comprovantes de vôos e os
respectivos pagamentos." Demostenes Torres disse que vai solicitar uma reunião
extraordinária das lideranças do DEM para decidir quais as providências que serão
tomadas contra Calheiros. "É intolerável sob qualquer critério que o presidente
utilize a estrutura funcional do Congresso para cometer crimes", afirma
Demóstenes.
Pedro Abrão, por sua vez, confirma que os senadores usam seu hangar, que
conhece os personagens citados, mas que não participou de nenhuma reunião. O
empresário, que já pesou mais de 120 quilos, fez uma cirurgia de redução de
estômago e está bem magrinho, como disse Escórcio. Renan Calheiros não quis
falar.Com reportagem de Alexandre Oltramari (que viria a ser assessor de Marconi Perillo)
NOTA: Demostenes é a única fonte que confirma a versão em que teria sido vítima.
6) O CASO DO GRAMPO SEM ÁUDIO
Capítulo 1 - Revista Veja, Edição 2022, 22 de agosto de 2007
http://veja.abril.com.br/220807/p_052.shtml

Capítulo 2 - Revista Veja Edição 2073 de 13 de agosto de 2008
http://veja.abril.com.br/130808/p_056.shtml


Capítulo 3 - Revista Veja Edição 2.076 de 3 de setembro 2008
http://veja.abril.com.br/030908/p_064.shtml
 
 Chamada acima do logotipo: “PODER PARALELO”
 

Trecho da matéria: O diálogo entre o senador e o ministro foi repassado à revista
por um servidor da própria Abin sob a condição de se manter anônimo.

Trecho da matéria: O senador Demóstenes Torres também protestou: "Essa
gravação mostra que há um monstro, um grupo de bandoleiros atuando dentro do
governo. É um escândalo que coloca em risco a harmonia entre os poderes". O
parlamentar informou que vai cobrar uma posição institucional do presidente do
Congresso, Garibaldi Alves, sobre o episódio, além de solicitar a convocação
imediata da Comissão de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso para
analisar o caso. "O governo precisa mostrar que não tem nada a ver e nem é
conivente com esse crime contra a democracia."

NOTA: O grampo sem áudio jamais foi exibido ou encontrado, mas a repercussão
da matéria levou à demissão do delegado Paulo Lacerda da chefia da Abiin.
7) O CASO DO “GRUPO DE INTELIGÊNCIA” DO PT
Capítulo 1 - Revista Veja Edição 2.167 de 2 de junho de 2010
http://veja.abril.com.br/020610/ordem-casa-lago-sul-p-076.shtml

Trecho da matéria: Não se sabe, mas as fontes de VEJA que presenciaram os
eventos mais de perto contam que, a certa altura...
Nota: a “fonte” não citada é o ex-sargento Idalberto Matias, o Dadá, funcionário de
Carlinhos Cachoeira, apresentado a Luiz Lanzetta como especialista em varreduras.
Capítulo 2 – Revista Veja Edição de julho de 2010
http://veja.abril.com.br/090610/era-levantar-tudo-inclusive-coisas-pessoais-p-
074.shtml

 Trecho de entrevista com o ex-delegado Onézimo de Souza:, que sustentou (e
depois voltou atrás) a história de que queriam contratá-lo para grampear Serra:

O senhor foi apontado como chefe de um grupo contratado para es-pionar
adversários e petistas rivais?
Fui convidado numa reunião da qual participaram o Lanzetta, o Amaury (Ribeiro), o
Benedito (de Oliveira, responsável pela parte financeira) e outro colega meu, mas
o negócio não se concretizou.

NOTA: O outro colega do delegado-araponga, que Veja não menciona em
nenhuma das reportagens sobre o caso, é o ex-sargento Idalberto Matias, o
Dadá, capanga de Cachoeira e contato do bicheiro com a revista Veja (o outro
contato é Jairo Martins, o policial associado a Policarpo Junior)
(Confira na entrevista da Folha de S. Paulo com Luiz Lanzetta:
http://m.folha.uol.com.br/poder/746071-jornalista-sai-da-campanha-de-dilma-
apos-polemica-sobre-dossie.html)