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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Quem fez convênio com a Labogen foi Serra, no Governo FHC



Publico essa informação do título, que você vê retratada na ilustração e que pode ser confirmada no Portal da Transparência do Governo Federal apenas para que se veja como a leviandade pode dar margem à injustiça.

Não significa dizer que estes convênios sejam desonestos ou que, por eles, José Serra tenha recebido qualquer vantagem indevida.

Só uma apuração detalhada poderia dar margem a se pensar algo assim e é exatamente o contrário disso que se está fazendo com o ex-ministro Alexandre Padilha.

Uma acusação irresponsavelmente espalhada, sem um mínimo de checagem e, até, de lógica, se não existirem outros elementos além do quase nada que foi divulgado.

Conheço apenas de vista o ex-Ministro Alexandre Padilha e ele sequer sabe quem eu sou.

Portanto, não posso dar nenhum testemunho sobre ele, mas posso olhar fatos.

Mas esta história do “executivo” que ele teria indicado, segundo os jornais publicam irresponsavelmente,  a uma empresa do tal doleiro Alberto Yousseff não fecha.

O tal “executivo” ocupou um cargo de quinto escalão no Ministério, de fato, mas de sexto escalão (os cargos têm, após o Ministro, os códigos NE, DAS 101.6, 101.5, 101.4 e, depois, o que ele tinha 101.3, na área de eventos).

O tal Marcus foi nomeado Assessor de Eventos em 2011, quando a remuneração não chegava a R$ 4 mil (hoje são R$ 4300), a partir de 17 de maio de 2011. E exonerado no dia 1° de agosto do mesmo ano.

Mesmo neste inexpressivo cargo, portanto, ficou por dois meses e meio ou, como se diz, nem esquentou a cadeira.

O tal documento da PF que os jornais usam como base falam de uma suposta indicação em em 28 de novembro de 2013.

E que André Vargas passa o contato do cidadão a Yousseff dizendo que Padilha o indicou. Indicou a quem, se é que indicaria alguém a quem demitira há mais de dois anos.

Se Padilha indicou, porque é André Vargas passa o contato do cidadão a Yousseff?

Este André Vargas, a quem o próprio Estadão chama de “bocão”, estaria “vendendo” uma indicação?

A única coisa que esta acusação — ou a troca de mensagens — prova é a de que André Vargas não tinha uma simples amizade casual com Yousseff.

Aliás, o comportamento deste deputado, como já se viu, é péssimo. Quem não cuida de sua própria reputação, vai cuidar da alheia?

Fernando Brito
No Tijolaço

domingo, 5 de junho de 2011

Nutricionistas criticam Ministério da Saúde por parceria com McDonald’s




A adesão da rede de lanchonetes McDonald’s a campanhas do Ministério da Saúde e sua classificação como “empresa amiga da saúde” pela pasta gerou protestos de ONGs e de especialistasem nutrição. Professores universitários da área pedem a desvinculação da pasta de “produtos e campanhas” da empresa......

terça-feira, 3 de maio de 2011

Ministério da Saúde implanta cartão do SUS. Só falta integrar à nova carteira de identidade inteligente.

Projeto que vem desde a década de 90, o cartão do SUS (Sistema Único de Saúde) sai do papel. Cada cidadão brasileiro terá seu cartão do SUS, possibilitando melhor atendimento à saúde do cidadão e melhor organização de todo o sistema público de saúde.
As prefeituras e governos estaduais tem um ano para se adequarem ao sistema.


Mais do que o cartão de plástico, por trás está um sistema informatizado, que permitirá:
- aos médicos terem acesso do histórico passado dos pacientes, melhorando muito a qualidade dos diagnósticos e tratamentos (a privacidade dos dados está assegurada por lei e por tecnologia de segurança de dados, como já existente nos sistemas atuais);
- registro on-line de vacinação (como uma caderneta de vacinação eletrônica, evitando que alguém se vacine duas vezes, ou que não se lembre se já vacinou ou quando tomou determinada vacina);
- acompanhamento de regularidade de consultas e exames;
- melhor controle na distribuição de medicamentos necessários;
- maior controle contra fraudes;
- maior planejamento de políticas públicas, com registro de ocorrências e estatísticas mais precisas;
A regulamentação do cartão foi feita por Portaria do Ministério da Saúde.
Só falta integrar à Carteira de Identidade Inteligente
Para "colocar a cereja no bolo" só falta o Ministro Alexandre Padilha fazer um aditivo à Portaria permitindo que o novo Registro de Identidade Civil (RIC), possa também ser usado como cartão do SUS, evitando redundância administrativa, pelo menos nos estados que já estão emitindo e trocando as novas identidades.
O RIC, lançado pelo Ministério da Justiça no governo Lula é um documento com todos os recursos mais modernos do mundo, que contém até chip eletrônico inteligente, justamente para possibilitar unificar diversos cadastros e documentos e simplificar a vida dos cidadãos. 
OPenSante