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sábado, 22 de dezembro de 2012

CIA, elites, setores do judiciário e oposição preparam golpe na Argentina e no Brasil

Amigos (as) vejam o amálgama do golpe em curso na Argentina e por tabela no Brasil. A mídia, especialmente a Globo da Argentina (Clarín), aposta no caos econômico-social na América do Sul.

No Brasil está em curso o golpe, perpetrado por setores da mídia (Rede Globo, Veja, Folha, Estadão) em sintonia com setores da PF, MPF, STF. O primeiro passo é a criminalização da política e mostra uma falência das instituições e do caos político no Brasil. E por isso, devemos estar vigilantes. 
Vejam abaixo o modus operandi do golpe que se avizinha na Argentina. A luta será encarniçada. E mais uma vez os EUA estão por trás, dando a logística necessária para o golpe nesta parte de cá das Américas.

Saques terminam com 2 mortos na Argentina


STRINGER: People carry boxes taken from the
A polícia usou gás lacrimogêneo e balas de borracha para frear dezenas de pessoas que tentavam entrar à força em um hipermercado da rede francesa Carrefour na populosa periferia norte de Buenos Aires. A presidente Cristina Kirchner acusa a oposição, os meios de comunicação e os empresários de tentar desestabilizar seu governo
BUENOS AIRES, 21 Dez (Reuters) - Duas pessoas morreram na sexta-feira durante saques a supermercados em uma populosa cidade argentina, enquanto agentes de segurança tentavam evitar mais ataques em outras localidades, numa onda de violência atribuída pelo governo a sindicatos da oposição.
A polícia usou gás lacrimogêneo e balas de borracha para frear dezenas de pessoas que tentavam entrar à força em um hipermercado da rede francesa Carrefour na populosa periferia norte de Buenos Aires.
Imagens de TV mostraram dezenas de jovens atirando pedras nos policiais que cercavam o supermercado localizado em San Fernando, cidade cerca de 30 quilômetros ao norte de Buenos Aires, onde há vários bairros pobres.
Os saques a supermercados começaram na quinta-feira em Bariloche, pólo turístico no sul da Argentina, e depois se estenderam a outras localidades das províncias de Buenos Aires, Santa Fé e Chaco.
"Quando se vê que levaram (TVs de) plasma, não é fome", disse à jornalistas o governador da província de Buenos Aires, Daniel Scioli, garantindo que os saques não foram protagonizados por pessoas com queixas sociais.
As imagens evocam o triste Natal que os argentinos viveram em 2001, quando o então presidente Fernando de la Rúa renunciou em meio a uma onda de violência e uma grave crise econômica e social, que jogou metade da população na pobreza.
A presidente Cristina Kirchner acusou em várias ocasiões a oposição, os meios de comunicação e os empresários de tentarem desestabilizar seu governo para frear reformas economias e sociais que seus críticos qualificam de populistas.
Cerca de 250 pessoas foram detidas nos saques. Em Rosário, principal cidade da província de Santa Fé, duas pessoas morreram baleadas em meio à onda de ataques a supermercados.
O governo mobilizou 400 policiais para reforçar a segurança em Bariloche, onde centenas de pessoas com os rostos escondidos saquearam um loja da rede norte-americana Wal-mart.
"Há um setor na Argentina que quer levar o caos, à violência e tingir de sangue nossas festas", disse a uma rádio o vice-ministro da Segurança, Sergio Berni, que estava em Bariloche. "Esta não é a mesma Argentina de 2001", acrescentou.
Mas a economia, que vinha se recuperando desde 2003, estancou neste ano, a situação fiscal e o ambiente para negócios se deterioraram, e a elevada inflação golpeia os bolsos da classe média e de setores com menores recursos.
Berni disse que a violência registrada na localidade portuária de Campana, cerca de 80 quilômetros ao norte de Buenos Aires, foi orquestrada por grupos vinculados a um sindicato de caminhoneiros dirigido por Hugo Moyano, que também dirige a central sindical oposicionista CGT.
"Talvez isso seja fruto da necessidade que muita gente está passando. Não posso imaginar que isso possa ser organizado por alguém", disse Moyano a uma rádio, sem responder às acusações do governo.
(Reportagem de Guido Nejamkis e Alejandro Lifschitz)
No Olhos do Sertão

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Licença para matar: Os mercenários no Imperialismo

Os exércitos de mercenários desempenham um papel crescente na estratégia do imperialismo. O que há de novo não é esta atividade, que tem tradição milenar. É a privatização das funções de repressão anteriormente detidas pelos Estados, as mãos livres para ações criminosas pelas quais deixa de ser assumida a responsabilidade moral e política direta.
A proliferação de multinacionais da morte verificada na última década representa um negócio de milhões à custa da repressão dos povos, da guerra e da violência armada.
São eles que sujam as mãos. Fazem o que as forças armadas nem sempre podem fazer. Têm carta branca para assassinar e torturar indiscriminadamente. A maioria é composta por ex-militares e polícias. Mas também há traficantes e fanáticos de extrema-direita. Ou as duas coisas ao mesmo tempo....

sábado, 29 de janeiro de 2011

Acusan a la CIA de estar tras las revueltas sociales en Túnez, Egipto y Yemen

Las revueltas y protestas populares que se han escenificado en Egipto, Túnez y Yemen a juicio del periodista estadounidense, Webster Tarpley, tiene una misma raíz, la nueva revolución de los colores de la CIA (Agencia Central de Inteligencia por sus siglas en inglés).

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

WikiLeaks, CIA & Veja

Julian Assange entregou as provas do financiador ideológico-mor da revista Veja. Documentos a serem divulgados hoje, 04/01/2011, explicam a coincidência entre os interesses eleitorais de Álvaro Uribe, o exílio do padre colombiano Francisco Antonio Cadena Collazos, conhecido como Padre Olivério Medina, e a matéria da revista Veja acusando o PT de participação nas FARC.
Segundo matéria assinada pela correspondente daWikiLeaks no Brasil,Natália Viana, em 2005 a Colômbia pediu a extradição e a embaixada americana prontamente se aliou. Daí a razão pela qual a Veja e seus aliados no Congresso, fomentados pela CIA, pa$$aram ao ataque. O incentivo da CIA vem agora comprovado pelo esforço diplomático em benefício da política eleitoral de Uribe, aliado incondicional dos EUA.
No documento fica particularmente evidente o empenho da tríplice aliança, Álvaro Uribe, EUA e VEJA, quando o “ embaixador aconselha que o governo americano ajude a Colômbia a montar um argumento “o mais forte e mais detalhado possível contra Cadena”: “Associar isso com quaisquer novas informações ou inteligência que os serviços do governo colombiano ou americano possam obter sobre a história de Cadena nas ações militares das Farc também seria útil”. E a Veja cumpriu seu papel! Mandou e todos seus colonistas pa$$aram a tratar do tema diuturnamente.
Assim como as campanhas eleitorais são financiadas visando um benefício futuro, as matérias celulares (pré-pagas) da VEJA também escondem, ou revelam, que intere$$es escondem ou revelam…
Uma mão lava a outra
E as duas, a bunda. O assunto envolvendo o PT e as FARC voltou à tona nas eleições do ano passado. Como ficou provado em documento anterior vazado pela Wikileaks, houve dobradinha durante a campanha. Dobradinha servida pelo Índio da Costa que Serra engoliu sem mastigar. Ou, pelas provas de agora, saboreou. Para defender os interesses americanos o vice de José Serra trouxe a baila novamente o tema da ligação do PT com as FARC (e o TSE deu direito de resposta ao PT), e, com isso, a Chevron ganhou de Serra a promessa que, se eleito, mudaria as regras do Pré-sal em benefício das empresas americanas. Saiba mais sobre as relações do candidato José Serra com os interesses dos EUA, lendo: Nos bastidores, o lobby pelo pré-sal.
PSDB, independência dependente
José Serra esteve “exilado” nos EUA, exatamente o país que apoiava a ditadura. Fernando Henrique foi financiado pela Fundação Ford com o único intuito de criar a doutrina segundo a qual o Brasil só seria independente se dependesse dos EUA. Uma independência tutelada…
Como se vê, nos tempos atuais urge uma WikiLeaks que trate da movimentação financeira entre a CIA e a VEJA. Seria a prova do que já sabemos!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Wikileaks revela informe confidencial de EE.UU un mes después del golpe en Honduras


EE.UU fue el país que más se tardó en aplicar sanciones
tras el derrocamiento de Zelaya
Un informe confidencial de la embajada de Washington en Honduras revelado este domingo por Wikileaks muestra que Washington no tiene duda de que en Honduras hubo golpe de Estado contra el entonces presidente, Manuel Zelaya, y agrega que "los militares, la Corte suprema y el Congreso Nacional conspiraron el 28 de junio en lo que constituyó un golpe ilegal e inconstucional contra el Ejecutivo".

WikiLeaks revela o que os Estados Unidos pensam dos líderes mundiais

Capa do espanhol El País mostra comentários sobre líderes mundiais
Os diplomatas são conhecidos pelo tom politicamente correto de suas declarações públicas, mas documentos secretos americanos divulgados este domingo (28) pelo site WikiLeaks revelam o que os funcionários de Washington pensam a portas fechadas.
As centenas de milhares de documentos diplomáticos secretos, divulgados pelo WikiLeaks a vários jornais do mundo revelam descrições pouco amistosas de líderes mundiais.
A seguir, veja as de maior destaque:

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Fundação denuncia esquema golpista patrocinado pela CIA no Brasil

É preciso estar atento e forte, o Brasil é dos brasileiros, e os EUA que levem o tucano para ser o presidente de lá. Nós agradeceremos.

Não bastasse o governador eleito do Rio Grande do Sul e ex-ministro da Justiça, Tarso Genro, denunciar “uma campanha de golpismo político só semelhante aos eventos que ocorreram em 1964 para preparar as ofensivas” contra o então governo estabelecido, o jornal da Strategic Culture Foundation – a partir de sua seção norte-americana, especializada em geopolítica – publicou, nesta semana, reflexão na qual avalia o esforço dos setores mais conservadores dos EUA para denegrir as “imaturas” democracias da América Latina e do Caribe.
A Estrategic Cultural Foundation aborda a questão geopolítica mundial
No artigo intitulado “Elections in Brazil and the US Intelligence Community” (Eleições no Brasil e a comunidade de inteligência dos EUA), assinado pelo analista Nil Nikandrov, a instituição lembra que “o Brasil nunca pediu permissão para afirmar o seu direito à soberania e à posição de independência na política internacional em causa ao longo dos oito anos da presidência de Luiz Inácio Lula da Silva, e era amplamente esperado que G. Bush acabaria por perder a paciência e tentar domar o líder brasileiro. Nada disso aconteceu, embora, evidentemente, porque os EUA se sentiram sobrecarregados demais com problemas com a Venezuela para ficar trancado em um conflito adicional na América Latina”.
Leia os principais trechos do artigo:
“Falando aos diplomatas e agentes de inteligência na Embaixada dos EUA no Brasil em março de 2010, a Secretária de Estado, Hillary Clinton enfatizou: ‘na administração Obama, estamos tentando aprofundar e alargar as nossas relações com um certo número de países estratégicos e o Brasil está no topo da lista. Este é um país que realmente importa. E é um país que está tentando muito duro para cumprir a sua promessa ao seu povo de um futuro melhor. E assim, juntos, os Estados Unidos e o Brasil tem que liderar o caminho para os povos deste hemisfério”.
“Vale ressaltar que H. Clinton credita ao Brasil nada menos do que o direito de mostrar o caminho para outras nações, embora de mãos dadas com Washington. Para este último, o caminho é o de suprimir as iniciativas socialistas em todo o continente, de se abster de juntar projetos de integração regional a menos que sejam patrocinados pelos EUA, para se opor aos esforços dos populistas que visam formar um bloco latino-americano de defesa, e para impedir a crescente expansão econômica chinesa.
“Os EUA nomeou o ex-chefe do Departamento de Estado de Assuntos do Hemisfério Ocidental e um passaporte diplomático, com uma reputação dúbia Thomas A. Shannon como novo embaixador para o Brasil às vésperas das eleições no país. Ele se esforçou para convencer o presidente do Brasil para alinhar o país com os EUA e a adotar políticas internacionais menos independentes. Washington ofereceu vantagens ao Brasil como maior cooperação na produção de combustíveis renováveis, consentiram em que estabelece uma divisão da Boeing no país, e assinou uma série de acordos com as indústrias de defesa brasileira, incluindo a comissão de 200 aviões Tucano para a Força Aérea dos EUA.
“O presidente Lula não aceitou. Ele teimosamente manteve a parceria com a H. Chavez e Morales J. esteve em Havana e Teerã, condenou o golpe pró-EUA em Honduras, e até mesmo se comprometeu a desenvolver um setor nacional de energia nuclear. Ele propôs Dilma Rousseff – uma candidata séria, para esperar para orientar um curso da mesma forma independente – como seu sucessor. É alarmante para Washington, Dilma era membro do Partido Comunista e integrou a Vanguarda Armada Revolucionária – nomeadamente, com o pseudônimo de Joana d’Arc, na década de 1970. Ela foi traída por um agente do governo, depois presa, torturada sob os métodos que a CIA ensinou na Escola das Américas, e teve que passar três anos na cadeia. Por isso, mesmo décadas depois Rousseff não é a pessoa da qual se possa esperar que seja um grande fã dos EUA.
“A campanha de Dilma ganhou força gradualmente e as sondagens começaram a dar-lhe um lugar na corrida à frente do candidato de direita, José Serra. Jornalistas ‘amigos-da-américa (do norte)’ e agentes da CIA sondaram a sua disponibilidade para forjar um acordo secreto com Washington e então descobriu-se que o plano não teve chance porque Rousseff firmemente prometera fidelidade ao curso do presidente Lula. A CIA reagiu a tentativa de manchar Rousseff, e os meios de comunicação de imediato lançaram o mito sobre o seu extremismo. Encontraram informantes da polícia, que posaram como “testemunhas” de seu envolvimento em assaltos a bancos para os quais pretendia pegar o dinheiro para apoiar o terrorismo no Brasil. A mídia conservadora travara uma guerra de classificações e elogios em coro pró-EUA, José Serra como o incontestado favorito e Dilma – como um rival puramente nominal. Estabilizada a situação, no entanto, Dilma Rousseff finalmente emergiu como a líder da campanha, graças a um apoio pessoal do presidente Lula.
“Ainda assim, a pontuação de Rousseff caiu de 3% a 4%, tirando a chance de vencer ainda no primeiro turno das eleições. O resultado do segundo turno dependerá em grande parte os defensores de Marina da Silva Vaz de Lima, do Partido Verde, que ocupou o terceiro lugar nas eleições, com 19% dos votos. A guerra entre os militantes do PV está declarada e Shannon irá tentar de todos os meios para quebrar uma aliança entre Serra e Silva.
“O time de Dilma visivelmente perdeu o tom triunfalista inicial – o segundo turno é um jogo difícil, e o adversário de seu candidato está implicitamente apoiado por um império poderoso e cheio de recursos que é conhecido por ter impulsionado rotineiramente candidatos à esperança para a vitória. A mídia no Brasil – O Globo, as editoras Abril, como Folha de S. Paulo e a revista Veja – estão ocupados em lavagem lavagem cerebral do eleitorado do país.
“A equipe de Shannon está enfrentando a missão de ajudar ‘novas forças’ menos propensas a desafiar Washington e ajudar a obter um controle sobre o poder no Brasil. A CIA emprega ex-policiais brasileiros demitidos de seus cargos por várias razões, para fazer o trabalho de campo como a vigilância, as invasões a apartamentos, roubos de dados de computador, e chantagem. Na maioria dos casos, estes são os indivíduos com tendências ultradireitistas que consideram Serra como seu candidato. Ministérios do Brasil, comunidades de inteligência e complexo militar-industrial estão fortemente infiltradas por agentes dos EUA. A embaixada dos EUA e do pessoal do consulado no Brasil inclui cerca de 40 dentre a CIA, DEA, FBI, agentes de inteligência e do exército, e têm planos para abrir dez novos consulados nas principais cidades do Brasil, como Manaus, na Amazônia.
“Embora o Departamento de Estado dos EUA esteja empenhado em reduzir o tamanho da representação diplomática no mundo, em um esforço para cortar despesas orçamentais, o Brasil continua sendo uma exceção à regra. O país tem um potencial para se estabelecer como uma força contrária na geopolítica para os EUA no Hemisfério Ocidental dentro dos próximos 15 a 20 anos e as administrações dos EUA – tanto republicanos quanto democratas – estão preocupados com a tarefa de impedi-la de assumir o papel”.
Tradução: CdB
By: Maria da Penha Neles!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Por que conhecer a história da L' Oreal ? Por que você merece

Do apoio ao regime nazi aos atuais negócios à custa dos territórios roubados na Palestina, podemos dizer que a grande especialidade deste gigante é mesmo a maquilhagem
Aparentemente está tudo calmo após o escândalo que denunciou as perigosas relações entre a mulher mais rica de França, Lilliane Bettencourt, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy.