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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Obama: uma versão soft de Bush


Apesar do verniz intelectual e da promessa de renovação, Barack Obama se revela igual aos antecessores no que tange à política internacional; quer sanções ao Irã e condena o Estado palestino; por trás disso, o apoio incondicional a Israel

Roberta Namour, Brasil 247

Quando os americanos escolheram Barack Obama e o partido dos democratas para assumir a presidência do país, eles apostaram na renovação. Ela não aconteceu tão rápido como eles gostariam. Mas, depois da morte de Osama Bin Laden, Obama passou a sofrer pressões de congressistas e da opinião pública para cumprir suas promessas de campanha e acelerar a retirada de soldados do Afeganistão e também do Iraque. Em plena crise econômica, o alto custo dos conflitos, tanto financeiros como em vidas perdidas, era o principal argumento dos críticos. O tão esperado anúncio foi feito este ano....

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

BOMBA: EUA cria Conselho dos 13. País se transformará em uma Alemanha nazista




No dia 02 de Agosto de 1934 Adolf Hitler se tornou o führer da Alemanha. [3º Reich]. 02 de Agosto de 2011 é o dia da criação do 4º Reich de Obama. Só coincidência?
No vídeo abaixo, Alex Jones explica como todo o alarde sobre a votação, no Congresso Americano, do aumento do limite de endividamento dos Estados Unidos, não passou de um acobertamento para esconder detalhes que seriam inseridos nesta lei que transformarão o país na futura Alemanha Nazista.
Neste projeto, foram inseridas mudanças que acabaram com o equilíbrio e a fiscalização entre os poderes da república americana. Será criado o Conselho dos 13, que será formado por 6 Deputados, 6 Senadores e pelo Presidente, os quais serão autonomeados.
Somente o Conselho dos 13 poderá apresentar novos projetos de lei para serem votados pelo Congresso. E se o Congresso votar contra um destes projetos, o conselho poderá aprová-lo da mesma forma. Está formada a 4ª instância de poder nos Estados Unidos, que concentrará os poderes de todas as outras instâncias numa tirania cada vez mais escancarada.
Este super comitê ficará encarregado de encontrar uma forma de reduzir o déficit em cerca de US$ 1,5 trilhão. Isso pode vir principalmente pela mudança em programas como Social Security e Medicare e de uma revisão ampla de impostos.
Se o Comitê não conseguir resolver este item, o plano prevê uma redução automática do déficit em US$ 1,2 trilhão, que poderia ser em parte com gastos na defesa e parte em outros gastos, incluindo pagamentos aos fornecedores do Medicare. Os cortes não afetariam programas para população de baixa renda, aposentadoria, Medicaid e outras áreas da saúde.
Veja o vídeo:
No Juízo Final Blog, via Com textolivre

terça-feira, 2 de agosto de 2011

A rendição do presidente Obama

Não se iludam: o que estamos presenciando aqui é uma catástrofe em múltiplos níveis.

Paul Krugman

Está sendo gestado um acordo para aumentar o teto da dívida federal. Se ele passar, muitos comentaristas dirão que se evitou o desastre. Mas eles estarão errados.

Porque o acordo mesmo, dada a informação disponível, é um desastre, e não apenas para o presidente Obama e seu partido. O acordo vai causar danos a uma economia já deprimida; provavelmente tornará o velho problema do déficit estadunidense pior, não melhor; e, mais importante, ao demonstrar que a pura extorsão funciona e não traz custos políticos, ele leva os EUA mais perto ainda do estatuto de ‘república bananeira’.....

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Palestino não se iludem com discurso de Obama, diz professor




"Os palestinos não têm nenhuma ilusão de que os israelenses se retirariam para a fronteira original de 1967. Qualquer palestino que declare isso como ponto de partida está fechando as portas para negociar. Isso vale tanto quanto a posição do Hamas de eliminar o Estado israelense".
A avaliação é de Samuel Feldberg. Cientista político da Universidade de Tel Aviv e doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo. É pesquisador do Núcleo de Pesquisa em Relações Internacionais da Universidade de São Paulo, onde se dedica às questões do Oriente Médio e do LEI - Laboratório de Estudos sobre a Intolerância.
Na entrevista abaixo, o professor faz uma análise do discurso do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Em longo discurso sobre o Oriente Médio, proferido nesta quinta-feira (19), o estadista americano afirmou pela primeira vez que as fronteiras entre Israel e um futuro Estado palestino devem se basear nas traçadas em 1967, "com trocas mútuas e acertadas de forma que fronteiras seguras e reconhecidas sejam estabelecidas nos dois Estados".
Para Feldberg, o discurso é vago e não aponta para nenhuma mudança num horizonte próximo. "Não acrescentou nada de concreto". No entanto, pode ser útil para países em conflito como Egito e Síria.
Confira:....

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Bomba! Bomba! Bomba! Obama acaba de defender estado palestino com base nas fronteiras de 1967

Só mesmo usando o antigo bordão do colunista Ibrahim Sued. Numa tremenda virada da posição dos Estados Unidos, o presidente Barack Obama fez um pronunciamento defendendo a criação do estado palestino com base nas fronteiras existentes em 1967, posição compartilhada por grande parte dos países do mundo - Brasil inclusive -, pela ONU, mas que nunca foi considerada por Israel.
Obama também defendeu a retirada total das forças de ocupação israelenses.
A medida fez com que o presidente palestino Mahmud Abbas convocasse uma reunião urgente.
[Fonte: The Telegraph]
Pelo visto, ninguém segura a revolução no mundo árabe. Até os Estados Unidos tiveram que aderir.
Israel vai ter que enfrentar um torcicolo de girafa para tentar defender sua posição. Com o risco de ficar isolado. E sem a grana e o apoio militar dos EUA.
É uma primeira grande esperança de paz na Palestina.
By: Blog do Mello, via Com textolivre

quarta-feira, 18 de maio de 2011

As mentiras do império

Alex Jones derruba a série de mentiras que está nas páginas que cobrem a estória da falsa Guerra contra o Terror. O número de MENTIRAS COMPROVADAS envolvendo somente o caso da morte de Bin Laden é estarrecedor.

Alex Jones dá outros exemplos históricos para ilustrar como o governo americano mente consistentemente como subterfúgio para cumprir a agenda maligna dos globalistas, da super-elite.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

A barbárie e a estupidez jornalística

Nenhuma palavra sobre quebra de soberania, sobre invasão ilegal, sobre o absurdo de um assassinato
Imaginem vocês se um pequeno operativo do exército cubano entrasse em Miami e atacasse a casa onde vive Posada Carriles, o terrorista responsável pela explosão de várias bombas em hotéis cubanos e pela derrubada de um avião que matou 73 pessoas. Imagine que esse operativo assassinasse o tal terrorista em terras estadunidenses. Que lhes parece que aconteceria?....

Obama é a Marta Suplicy dos EUA

O fracasso da administração de Barack Obama vem sendo fragoroso. Eleito no auge da crise do subprime (hipotecas sem fundos), em novembro de 2008, sua vitória bem pode ser comparada à de Marta Suplicy como prefeita de São Paulo, em 2000. Lá, como aqui, presidente e prefeita elegeram-se graças às administrações desastrosas que sucederam.
Apesar de Obama e Marta jamais terem sido realmente os preferidos da maioria de norte-americanos e paulistanos, os conservadores de lá e daqui, majoritários nos EUA e em Sampa, sabiam que o rouba-mas-faz que fundamentou as eleições de George Walker Bush e de Celso Pitta tinha ido longe demais e, assim, havia que pôr gente séria para governar, tampando o nariz para o “centro-esquerdismo” de ambos.....

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Como os socialistas construíram a América


Os Estados Unidos não seriam o que são hoje se não tivessem tido a influência positiva de revolucionários, radicais, socialistas, socialdemocratas e seus companheiros de viagem. Abraham Lincoln, Teddy Roosevelt, Franklin Roosevelt, Dwitht Eisenhower e John Kennedy não eram socialistas. Mas a nação se beneficiou de seus empréstimos às ideias socialistas e social democratas. Ideias como seguridade social, financiamento público da moradia, investimento público, proteção legal para direitos trabalhistas e outros atributos do Estado de Bem Estar”.
(*) Excerto da obra The “S” Word: A Short History of an American Tradition… Socialism, publicado em março, pela Verso.
Se há uma constante no discurso da elite [dos EUA] nacional nestes dias é a afirmação de que a América foi fundada como um país capitalista e que o socialismo é uma importação perigosa que, a despeito de nossa não autorizada fé no livre mercado, deve ser barrada na fronteira.
Essa “sabedoria” mais convencional – cada vez mais aceita ao menos até as recentes mobilizações de massa no Wisconsin, em Ohio, no Michigan e no Maine – tem defendido que tudo o que é público é inferior a tudo o que é privado, que as corporações são sempre boas e que os sindicatos sempre são ruins, que a tributação progressiva é intrinsecamente má e que o melhor modelo econômico é aquele que permite que os ricos fiquem cada vez mais ricos, assim como a República, que então distribuirá migalhas da sua riqueza para a imensa maioria dos estadunidenses. Rush Limbaugh informa-nos regularmente que as propostas de taxação de pessoas ricas como ele, com o objetivo de financiar assistência em saúde para crianças e empregos para os desempregados são “antiéticas” frente aos propósitos originais da nação e que as reformas de Barack Obama estão “destruindo o modo como este país foi fundado”......

domingo, 24 de abril de 2011

China está f… o mundo

No tengo plata para comprar a Brasil. Vuestros productos son solamente para los muy ricos”, disse-me, com ironia cortante, o cliente peruano, logo após examinar a lista de preços que lhe enviei na tentativa de retomar os negócios interrompidos desde o começo do ano passado, quando passou a importar de meu concorrente argentino.
Antes, com variações de estilo, ouvi a mesma piadinha comercial sem graça (para mim, pois quem conta parece estar se divertindo) de argentinos, bolivianos, chilenos, equatorianos, paraguaios, venezuelanos, angolanos, sul-africanos e até de um sírio......

quarta-feira, 23 de março de 2011

Conselho de Segurança da ONU serve pra quê?

Em vez de me preocupar com a possível batida de carteira que todos achavam que Barack Obama tinha vindo dar em nós, como sempre soeu os norte-americanos fazerem por aqui, o que me deu vergonha alheia (ou seria própria?) foi o noticiário sobre o significado até de um arquear de sobrancelhas do presidente ianque no que se refere à “aspiração” brasileira de integrar, permanentemente, o Conselho de Segurança da ONU.

terça-feira, 22 de março de 2011

O Brasil vencerá o complexo de vira lata?

Nilton Pinho - Objeto sem título

Técnica: Assemblage - Ano: 2001
Francamente, o que mais me espantou nessa visita de Obama ao Brasil foi assistir ao show de complexados xingando o Brasil, os brasileiros, o governo, os ministros. A postura paranóica do esquema de segurança do presidente americano é um problema deles, dos americanos. Somos um país amigo, com obrigação de tratá-los da melhor maneira possível. Ministros foram revistados? Foram. É um absurdo? É. Mas até onde eu sei foi um engano do segurança americano, de um sujeito ou da equipe toda. Não foi para ofender o Brasil. Não foi um atentado à soberania nacional. Os americanos estão preocupados em proteger seu presidente. É medo...

O desafio de Dilma Rousseff

O ineditismo da situação política no Brasil ainda não foi completamente avaliado. Entre os contentes e descontentes com a realpolitik de Dilma Rousseff que votaram nela e até trabalharam por sua eleição, resta cair a ficha: a política brasileira, com a distensão promovida pela presidenta, pode nunca mais ser a mesma.
Com o fim do governo Lula – e por obra e graça de sua sucessora –, encerrou-se uma guerra que durou décadas, entre a liderança maior do PT e os meios de comunicação de massa. Ontem, essa liderança era exercida pelo ex-operário; hoje, por mais que ele continue sendo um mito, a liderança efetiva do PT é exercida pela chefe da nação.
Dilma pôs a mídia no bolso. Até as rotativas de Folha, Globo, Estadão e Veja sabem que o caminho para o coração desses veículos é Fernando Henrique Cardoso. Amado pelos donos dos grandes meios de comunicação, os gestos de simpatia da presidenta para com ele a fizeram cair nas boas graças de Frias, Marinho, Civita e Mesquita.
O vídeo a seguir mostra o verdadeiro encantamento dos robôs da Globo com o gesto de Dilma de convidar FHC para almoçar com Obama. E a constatação furtiva que fazem de que a ausência de Lula no evento representaria alguma ruptura entre ele e a sucessora. Vale a pena assistir. Em seguida, a análise prossegue.
Entre a militância petista, as opiniões estão divididas. Há o grupo disposto a manter o apoio a qualquer medida que Dilma adote, inclusive as de aparente rendição ao grupo político derrotado nas eleições de 2010 e à imprensa que infernizou o governo Lula, e há o grupo que já mostra grande desconforto com a tal “realpolitik” da presidenta da República.

Um fato é inegável: é muito cedo para saber quem tem razão. A estratégia de Dilma de chegar ao coração da mídia afagando seu golden boy, FHC, pode permitir que seu governo avance muito mais do que o anterior. Sem estar convulsionado por escândalos semanais alardeados pela mídia e pelas infindáveis CPIs sobre nada, o país terá mais condições de progredir.
Por outro lado, a dúvida que assombra os setores descontentes da militância petista é sobre quanto custará o namoro entre Dilma, FHC e a mídia. Há algumas políticas do governo Lula que, se forem levadas em frente, fatalmente provocarão ruptura nesse namoro. Vejamos algumas dessas políticas:
Bolsa Família – Durante todo o primeiro mandato de Lula, houve feroz oposição ao uso de bilhões de reais no programa. Jamais houvera empenho de tal monta de recursos públicos para os pobres. O discurso do “bolsa-esmola” ainda está fresco nas memórias, ainda que Serra e companhia midiática o tenham abandonado após Lula surrá-los em 2006.
Cotas para negros e Prouni – A mídia e os partidos de oposição jamais irão aceitar os programas do governo federal para incluir pobres e sobretudo negros no ensino superior. Essa política permanece inaceitável devido ao fato de que retira maiores chances dos filhos da elite, dando-as àqueles que jamais tiveram expectativa de se formar.
Política externa – A independência dos países ricos através do estabelecimento de laços comerciais preferenciais com África, Ásia e Oriente Médio, em detrimento de Europa e Estados Unidos, foi um dos pontos de maior atrito e, a despeito do discurso mais brando e da postura mais discreta do governo Dilma, o que definirá tudo será a relação comercial com os blocos primeiro e terceiro-mundistas.
Câmbio – A ausência de medidas draconianas para desvalorizar o real, que exportadores e indústria desejam que seja através de controle cambial, é outro fator de discordância aparentemente insanável. O que querem, ao fim, é fixação de taxa de câmbio “competitiva”, o que teria efeitos diretos no feel good factor, pois reduziria o poder de compra do povo e produziria inflação. Mas faria a alegria da Fiesp, por exemplo.
Controle da mídia – Há uma expressão que resume o problema: propriedade cruzada, ou seja, posse de vários tipos de meio de comunicação e nível de audiência que em nenhuma parte do mundo são permitidos na medida em que são permitidos por aqui. Com a proibição da propriedade cruzada, a Globo deixaria de entrar em noventa por cento dos lares brasileiros, seja na mídia eletrônica ou na impressa.
São só alguns exemplos do que mantinha mídia e setores mais conservadores de um lado e o governo Lula de outro. Não haverá almoço, jantar ou desjejum com FHC que façam a Globo aceitar que Dilma ponha fim à imensa propriedade cruzada do império da família Marinho.
Neste momento, portanto, cabe avaliar que Dilma tem uma chance muito boa de fazer o melhor governo da história brasileira. Recebeu um país estabilizado, crescendo, com os cofres abarrotados de dólares, com a credibilidade internacional em alta – e crescendo – e, como se não bastasse, está recebendo da mídia um apoio que só FHC recebeu.
Contudo, como se sabe, apoio da mídia não garante apoio popular. Fosse assim, Lula não teria saído do governo com 87% de bom e ótimo. O ex-presidente arrancou sua popularidade estratosférica do bem-estar social imenso que promoveu. Nesse contexto, pesquisa Datafolha publicada hoje mostra que Dilma ainda terá que “fazer nome” entre o povo.
Com 47% de aprovação, um nível de popularidade que foi antecipado por este blog no mês passado em matéria sobre pesquisa de outro instituto que fora pouco divulgada, Dilma ainda terá que construir sua popularidade. Nesse aspecto, as comparações com a de Lula no começo do primeiro ou do segundo mandato, não cabem.
Por ser a herdeira legítima de Lula, e com o país em situação muito melhor do que em 2003 e 2007, não seria demais esperar que Dilma tivesse bem mais do que os 47% que o Datafolha mostra. Há, pois, que ler o recado da sociedade de que ainda falta a presidenta mostrar a que veio. E nem FHC, nem a mídia poderão ajudá-la nisso.
by: blog da cidadania

A biografia oculta dos Obama: Uma família ao serviço da CIA (II)

Na segunda parte de sua pesquisa, Wayne Madsen foca a mãe e o padrasto de Barack Obama. Ele segue seus passos como recursos da CIA desde a Universidade do Havaí, centro de alguns dos mais obscuros projetos da CIA, até suas atividades na Indonésia, onde se desdobrava um vasto massacre anticomunista patrocinado pelos EUA, que marcou o início da globalização na Ásia e no resto do mundo. Ao contrário da dinastia Bush, Barack Obama escondeu astutamente suas próprias conexões com a Agência e, em particular, as de seus ascendentes, até agora. Madsen conclui com uma pergunta: Será Barack Obama um "Manchurian Candidate"? [1]

Na Parte I deste relatório especial, revelamos as conexões entre Barack Obama Sênior e o projeto Ponte Aérea da África vinculado à CIA, com o objetivo de conferir graduação universitária e obter influência sobre um grupo de 280 estudantes da África do Sul e de nações da África Oriental na iminência de independência, de modo a se contraporem a programas similares desenvolvidos pela União Soviética e pela China. Barack Obama Sr foi o primeiro estudante africano a freqüentar a Universidade do Havaí. Obama Sr. e a mãe de Obama, Stanley Ann Dunham, conheceram-se numa aula de russo em 1959 e casaram-se em 1961.
O programa da Ponte Aérea Africana foi administrado pelo líder nacionalista queniano, mentor e amigo de Obama Sr da mesma tribo, os Luo. De acordo com os documentos da CIA descritos na Parte I, Mboya também atuou para a CIA na garantia de que nacionalistas africanos pró-soviéticos e pró-chineses tivessem obstruídas suas tentativas de dominar os movimentos políticos nacionalistas pan-africanos, estudantis e trabalhistas....

segunda-feira, 21 de março de 2011

A biografia oculta dos Obama: Uma família ao serviço da CIA (I)

O jornalista investigativo Wayne Madsen descobriu arquivos da CIA que documentam as conexões da agência com instituições e indivíduos que figuram com proeminência nas vidas de Barack Obama e sua mãe, pai, avó e padrasto. A primeira parte da sua reportagem destaca as conexões entre Barack Obama Senior e as operações patrocinadas pela CIA no Quênia para combater a ascensão da influência soviética e chinesa nos círculos estudantis, criando ao mesmo tempo condições que impedissem o surgimento de líderes africanos independentes.
O próprio trabalho do presidente Obama em 1983 para a Business International Corporation, uma fachada da CIA que promovia seminários com os mais poderosos líderes do mundo e usava jornalistas como agentes de influência [NT] no exterior, encaixa-se perfeitamente com as atividades de espionagem para a CIA realizadas por sua mãe, Stanley Ann Dunham, na década de 60, após o golpe na Indonésia, por conta de um certo número de operações de fachada da CIA, incluindo o Centro Leste-Oeste na Universidade do Havaí, a USAID (US Agency for International Development). Dunham conheceu e se casou com Lolo Soetoro, padrasto de Obama, no Centro Leste-Oeste em 1965. Soetoro foi chamado à indonésia em 1965 para atuar como oficial sênior do exército e assistir o general Suharto e a CIA na sangrenta derrubada do presidente Sukarno.
Barack Obama Senior, que conheceu Dunham em 1959 numa aula de russo na Universidade do Havaí, foi parte do que se descreveu como uma ponte aérea de 280 estudantes da África Oriental para os EUA para estudar em vários colégios – simplesmente "ajudados" por uma subvenção da Fundação Joseph P. Kennedy, de acordo com um relato da Reuters, feito de Londres em 12 de setembro de 1960. A ponte aérea foi uma operação da CIA para treinar e doutrinar futuros agentes de influência na África, que se estava tornando um campo de batalha entre os EUA e a União Soviética e a China pela influência entre os países recém independentes ou na iminência de se declararem independentes no continente.
A ponte aérea foi condenada pelo vice-líder do partido de oposição KADU (Kenyan African Democratic Union – União Democrática Afro-queniana) por ter favorecido certas tribos – a maioria Kikuyu e a minoria Luo – contra outras tribos, para favorecer a KANU (Kenyan African National Union - União Nacional Afro-queniana), cujo líder era Tom Mboya, o líder queniano nacionalista e trabalhista que escolheu Obama Senior para uma bolsa de estudos na Universidade do Havaí. Obama Senior, que já estava casado, com um filho pequeno e uma esposa grávida no Quênia, casou-se com Dunham no Mauí em 2 de fevereiro de 1961, e foi também o primeiro estudante africano da universidade. Dunham estava no terceiro mês de gravidez de Barack Obama Junior quando se casou com Obama Senior.

Ministros se recusam a tirar os sapatos

Desde o começo da manhã, aqui em Brasília, chegavam relatos de empresários brasileiros irritados pelo fato de passarem por revista conduzida por funcionários dos EUA. Isso ocorreu no Centro de Convenções Brasil 21 – onde ocorria a cúpula de negócios Brasil/EUA, com a presença de mais de 300 executivos dos dois países.
À tarde, Obama foi ao local, para fazer um rápido discurso. Ministros brasileiros também se deslocaram pra lá. E teriam que se submeter ao mesmo esquema de revista. Indignados, vários ministros brasileiros deram meia volta e foram embora. Confirmamos agora há pouco, com assessor de um deles, que os seguintes ministros recusaram-se a participar do encontro diante da insistência dos agentes dos EUA: Mantega, Pimentel, Mercadante e Tombini (do BC)....

sexta-feira, 18 de março de 2011

Obama não é o cara




A eleição de Barack Obama foi importante para os Estados Unidos e para o mundo após a ressaca dos anos Bush e como contraponto a movimentos conservadores perigosos, estilo Tea Party, mas sua figura, por enquanto, é para consumo interno e não para discurso na Cinelândia.
Obama tem feito esforços louváveis, como ampliar a cobertura de saúde aos americanos, mas na política externa deixa a desejar. Durante sua campanha à presidência dos EUA, prometeu fechar a prisão de Guantánamo, em território cubano, e não só não cumpriu, como proibiu a transferência de suspeitos de terrorismo presos lá para julgamento nos EUA. Centenas de pessoas continuam presas em Guantánamo sem acusação formal, acesso a advogados e a julgamento.
O seu governo foi uma barreira na tentativa de resolução da questão nuclear iraniana, promovida pelo Brasil e pela Turquia, e pressionou constantemente o Brasil a condenar o Irã na ONU, enquanto não levantava uma objeção sequer aos governos da Tunísia, Egito, Líbia ou Bahrein, só para citar os mais convulsionados recentemente por revoltas populares contra dominações despóticas. Obama manteve o mesmo critério seletivo sempre adotado pelos EUA para suas condenações a outros governos.
Na relação comercial, os produtos brasileiros são altamente taxados, enquanto os EUA subsidiam sua produção agrícola de forma lesiva à concorrência internacional. Não raro é preciso ir à Organização Mundial de Comércio, onde o Brasil obteve condenações importantes à política protecionista dos EUA.
O que justifica, então, um discurso público de Obama no Rio, em plena Cinelândia, palco de grandes manifestações políticas de nossa história? Nada, além do interesse norte-americano de vender mais produtos ao Brasil e mostrar que dá alguma importância ao país e à América Latina, além da quarta frota que nos ameaça.
Para atrair público haverá show musical, e “espelhinhos” já estão sendo distribuídos aos “índios”, como iPads ofertados pela embaixada dos EUA. É tudo jogo de cena, com o deslumbramento da mídia tupiniquim, que aproveita para reforçar seu discurso do que seria uma mudança de orientação da política externa brasileira com a substituição de Lula por Dilma.
Nos últimos anos, o Brasil passou a ter uma política externa soberana, que elevou sua importância no cenário internacional e incomodou os Estados Unidos. As questões que realmente importam entre Brasil e EUA serão debatidas por seus diplomatas. Obama não tem nada a dizer ao povo brasileiro. Seria bom que a UNE e outros setores organizados aproveitassem a irreverência do Carnaval recém-encerrado para protestos bem humorados. Afinal, a praça ainda é do povo, apesar do forte esquema de segurança que está sendo montado na Cinelândia.
Mair Pena Neto. Jornalista carioca. Trabalhou em O Globo, Jornal do Brasil, Agência Estado e Agência Reuters. No JB foi editor de política e repórter especial de economia
By: Contraponto PIG

quinta-feira, 17 de março de 2011

O que acha de Obama vir ao Brasil?

 Apesar de já ter a minha opinião formada, quero saber a sua. Quero escrever sobre a visita de Obama ao Brasil, mas quero, também, opinar sobre as diversas opiniões que vêem desta ou daquela forma o que, seja como for, será um evento internacional que atrairá os olhares do mundo.
Você acha que Dilma faz bem em receber Obama? Você acha que ela deve lhe passar um pito pelo governo tão questionado que vem fazendo? Você acha que é preciso protestar? Ou você acha que é preciso recebê-lo bem? Enfim, o seu ponto de vista é importantíssimo. A sociedade tem que opinar, pois a visita do presidente americano pode ter conseqüências.
O leitor terá minha gratidão eterna (enquanto dure) se me ajudar a traçar um perfil dos ânimos. E ganhará com isso, pois acredito que o que tenho a dizer sobre o assunto deverá lhe interessar. Se puder contar com bons argumentos (contra e a favor) que não conheço, a análise ficará mais rica. E é bom que seja, porque o tema merece.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Obama é "persona nom grata", para os movimentos sociais

Os movimentos sociais brasileiros consideram o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, persona non grata no Brasil e repudiam a sua presença no país. Durante sua primeira visita ao Brasil, Obama fará um discurso na Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro, no próximo domingo (20). O evento terá início a partir das 11h30. O discurso do presidente americano será traduzido.

terça-feira, 15 de março de 2011

Dilma e Obama




Mesmo com a crises financeira, EUA ainda são a maior potencial mundial. Porém, não quer dizer que teremos que ser subservientes. 
Paulo Daniel, CartaCapital

A visita de Obama ao Brasil será de grande importância, não somente ao país, mas também, ao continente latino-americano.

Mesmo com as crises financeiras e econômicas, os EUA ainda são a maior potencial mundial, por conta de deterem o equivalente geral mundial, o dólar, armas, territórios espalhados pelo mundo e uma população razoável.

Entretanto, não quer dizer que teremos que ser subservientes a maior potencia do mundo, atualmente, estamos condições de negociar e falar com altivez.

Essa altivez deriva da intensa relação com outros países, em particular a China, do crescimento do nosso mercado interno devido ao aumento da renda e do emprego e de não estar tão exposto com a dívida externa, como por exemplo, na década de 80.

Outro ponto importante que demonstra a nossa altivez é o fortalecimento do MERCOSUL e a criação da UNASUL, a partir de então, os países não negociam somente unilateralmente, mas em bloco, fortalecendo-os e o Brasil é um dos grandes, se não o maior líder, desta iniciativa.

Portanto, Dilma falará como Brasil, mas Obama saberá que além de Brasil também estará por trás todo um continente, com muitos recursos naturais que interessa diretamente aos EUA.”