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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

O que significa o último Ibope


Imagem de “pureza”
DCM
"O Ibope de hoje parece aclarar algumas coisas em relação às eleições.
A mais importante é que são enormes as chances de um segundo turno entre Dilma e Marina.

Aécio vai se tornando o que, até há pouco tempo, foi Eduardo Campos: um figurante, um candidato da segunda divisão.

Só um milagre parece capaz de levá-lo ao segundo turno.

Tem sido usada a expressão “assombrosa” para definir a escalada de Marina, mas a rigor tudo que está acontecendo era previsível.

Tivesse Marina conseguido formar a Rede, ela já estaria onde está há muito tempo, no encalço de Dilma.

Nos protestos de junho de 2013, ela foi – merecida ou imerecidamente não importa — o único grande nome da política que escapou da execração geral.
Os dividendos disso são colhidos agora.

Grande parte dos eleitores de Marina estavam nas ruas naqueles dias de junho.

Eles pediam mudanças – mas não o tipo de mudança associado ao envelhecido PSDB. Com os tucanos, não seria exatamente mudança e sim retrocesso.

Marina personificou então para os manifestantes a mudança, com sua imagem de alguém que não faz alianças com políticos tidos como símbolo do atraso, de Maluf a Sarney.

Marina, de alguma maneira, remetia naqueles dias de protestos ao Lula dos anos 1980. Como o Lula sindicalista, ela parecia “diferente de tudo que está aí”.

Também a origem humilde como a de Lula contribuiu para a formação de uma imagem de “pureza” que acabaria por compor seu perfil para muitos brasileiros em busca de “algo novo”.

A grande questão, a partir de agora, é aparentemente o segundo turno.
Marina conseguirá manter este momento mágico, em que tudo parece dar certo para ela?

Lula, com sua capacidade extraordinária de cabo eleitoral, conseguirá convencer eleitores em número suficiente de que Dilma merece um segundo mandato?

A esta altura, o maior desafio do PT de 2014 é mostrar que Marina não é uma espécie de reencarnação do PT da década de 1980, e nem ela um novo Lula.

Dilma enfrentará no segundo turno, mais que uma candidata forte, uma ilusão – a de que com Marina será feita uma faxina na política que temos no Brasil.

E ilusões costumam ser mais potentes, mais decisivas, mais encantadoras — e às vezes mais devastadoras também — do que ásperas realidades."

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Os meios de comunicação preferidos dos brasileiros

"Pesquisa ibope apresenta péssimo resultado para as revistas. Em último lugar na preferência do público, as revistas também são consideradas menos confiáveis do que os jornais. TV e internet lideram

Pragmatismo Político 

A velha pergunta sobre se a mídia impressa irá acabar diante do crescimento da internet tem agora uma resposta atualizada: as revistas estão morrendo aos olhos da multidão.

Das semanais de informação às ilustradas repletas de fotos, as revistas formam o segmento derrotado pelos números da pesquisa Ibope, divulgada pela Secretaria de Comunicação Social, sobre hábitos de consumo de mídia do público brasileiro.

Entre as preferências sobre meio de comunicação, as revistas ficam num humilhante último lugar, com apenas 0,3% de indicações e, fator vexatório, atrás até mesmo da difusa opção por outras (0,8%). O primeiro lugar no ranking das preferências é a televisão, com 76,4%, mas a grande vitoriosa na pesquisa é a internet. Caçula das mídias sociais, ela já ultrapassou o rádio (7,9%), de acordo com o levantamento, para instalar-se no segundo lugar com 13,1%. Os jornais, de muito, ficaram para trás, hoje com somente 1,5% de indicações como midia preferida do público. Repita-se: um e meio por cento.

Não houve críticas à pesquisa. Os barões da mídia tradicional e familiar preferiram capturar pedaços dela para interpretação em lugar de questionar os resultados. Melhor assim. Afinal, trata-se do mais profundo levantamento realizado sobre o tema. Entre outubro e novembro de 2013, 200 pesquisadores aplicaram 75 perguntas a 18.312 brasileiros em 848 municípios.

Os jornais de 1,5% de preferências destacaram que detêm a liderança em credibilidade. Além disso, 53% dos leitores de jornais afirmaram confiar nas notícias publicadas neles – e aparece aqui mais um ponto negativo para a revistas. É o rádio o veículo que fica em segundo posto em credibilidade, com 50% de indicações de confiança entre seus usuários, contra 49% para o televisão pelos que a assistem. Só então o índice de confiança de leitores do veículo analisado chega às revistas, com 40%.

Entre os meios pesquisados, a revista é o que tem a menor presença no dia-a-dia dos brasileiros. De acordo com os resultados sobre frequência de uso, apenas 1% dos entrevistados leem este meio todos os dias, enquanto 85% afirmam que não costumamler ou nunca leem revistas impressas. Se considerado o fato de que, em geral, as revistas impressas têm edições semanais, ainda assim a frequência se mantém baixa, pois apenas 7% dos entrevistados afirmam ler revista uma vez por semana ou mais.

A internet e o rádio são meios de comunicação muito presentes na vida das pessoas, ainda que em menor grau: 61% têm o costume de ouvir rádio e 47% têm o hábito de acessar a internet.

Nada menos que 97% dos entrevistados afirmaram ver TV, um hábito que une praticamente todos os brasileiros, com independência de gênero, idade, renda, nível educacional ou localização geográfica.

Já a leitura de jornais e revistas impressos é menos frequente e alcança, respectivamente, 25% e 15% dos entrevistados. Não há mesmo boas notícias para as revistas nesta pesquisa do Ibope – o que ajuda a entender a crise vivida por empresas como a Editora Abril."

sábado, 5 de janeiro de 2013

Por que público foge da TV aberta



Conforme notícia divulgada pela Folha de São Paulo nesta semana, a Rede Globo fechou o ano passado com a pior audiência de sua história. Segundo dados do Ibope, em 2012 ela teve, em média, 14,7 pontos (cada ponto equivale a 60 mil domicílios).
A emissora ainda amarga o pior índice em seu principal programa jornalístico, o Jornal Nacional, que, ano passado, teve média de 28,1 pontos contra o pico de audiência, que ocorreu em 2006, de 36,4 pontos.
Todavia, é equivocada a percepção de muitos de que se trata de um problema isolado da Globo. Houve queda de audiência de todas as TVs abertas no ano que passou em relação a 2011.
Apesar de a Globo ter fechado 2012 com 14,7 pontos contra 16,3 em 2011, a Record teve 6,2 pontos contra 7, 2, o SBT 5,6 pontos contra 5,7, a Band 2,5 pontos contra 2,5 e a Rede TV! liderou a queda, tendo perdido 37% de sua audiência no ano passado, tendo cravado 0,9 pontos contra 1,4 em 2011.
E não foi só. O número de aparelhos ligados em televisões abertas caiu perto de 5%.
O resultado negativo mais “vistoso”, claro, foi o da Globo, que, ao longo da última década, vem perdendo mais audiência do que as concorrentes, sobretudo devido ao avanço da Record e à forte perda de audiência do Jornal Nacional.
Sobre o ainda mais assistido telejornal do país, a perda de audiência acima da média  certamente se deve, em boa parte, à utilização do informativo como arma na incessante guerra da Globo contra o governo federal e o PT.
A cobertura do julgamento do mensalão, por exemplo, irritou profundamente até o público que não gosta do PT. Tentando influir a qualquer preço na eleição municipal do ano passado, sobretudo na de São Paulo, o núcleo de jornalismo da Globo, às vésperas do segundo turno, produziu um dos maiores absurdos que se viu na televisão brasileira.
Em 23 de outubro,  a uma semana do segundo turno, logo após o horário eleitoral gratuito, o Jornal Nacional levou ao ar uma matéria que teve duração só comparável às coberturas de grandes catástrofes como a de 11 de setembro de 2001 em Nova Iorque, nos Estados Unidos, quando terroristas derrubaram as Torres Gêmeas do World Trade Center
Dos 32 minutos de duração da edição do JN naquele dia, 18 minutos foram gastos com o julgamento. E o que é pior: não houvera absolutamente nada de especial, naquele dia. Assim, o telejornal se limitou a importunar o telespectador com “melhores momentos” do julgamento.
Aliás, o ineditismo do tempo gasto na reportagem foi de tal monta que virou até matéria de jornal no dia seguinte, na Folha de São Paulo, e ainda gerou representação da ONG Movimento dos Sem Mídia ao Ministério Público Eleitoral acusando a emissora de fazer uso político de uma concessão pública em período eleitoral, contrariando a legislação.
O julgamento do mensalão foi tão martelado por toda a programação da Globo que passou a ser comum ouvir pessoas comentando que não agüentavam mais o assunto. Contudo, a queda mais pronunciada de audiência da Globo e do JN se deve a um processo mais amplo.
Outras emissoras não se beneficiaram da queda de audiência da Globo porque também incorrem em manipulação de notícias, mas, acima de tudo, porque todas as emissoras abertas insistem em uma programação que qualificar de medíocre soa até benevolente.
O público que pode, foge para a televisão a cabo. Quem não pode, recorre à internet. Sobretudo para se informar.
Agora, por exemplo, está sendo anunciado que o Brasil voltará a ser assolado por nada mais, nada menos do que a DÉCIMA TERCEIRA edição do Big Brother Brasil, com bebedeiras, promiscuidade e mediocridade invadindo nossos domicílios.
Alternativa ao BBB? A Record apresenta algo ainda pior, uma cópia malfeita, mais brega, ainda que menos promíscua: o reality show A Fazenda.
Novelas? Apesar de Globo e Record, acima de todas, reunirem bons elencos, as tramas são sofríveis, repetitivas. As histórias são sempre as mesmas, com pequenas variações. Ainda que o público para essas porcarias ainda se mantenha, vem diminuindo percentualmente em relação ao conjunto da população.
O progressivo aumento do nível de escolarização e cultura do brasileiro vai provocando fuga de uma programação cuja produção chega a ser cara só para produzir lixo cultural em estado puro.
Para que se informar pelos telejornais se, pela internet, você fica sabendo antes das notícias e ainda pode ter acesso a diversos ângulos delas?
No Jornal Nacional, por exemplo, o espectador sofre tentativa de manipulação, com notícias distorcidas sob interesses políticos e econômicos e, em geral, não fica sabendo do outro lado da moeda.
Há cada vez mais gente, portanto, produzindo seus próprios informativos pela internet. Hoje você pode montar uma rede de sites e blogs nacionais e internacionais e se informar em muito maior profundidade.
Claro que ainda é restrito o contingente de pessoas que montam seu portfólio informativo com base em critérios mais racionais e via internet, mas esse contingente cresce de forma exponencial.
O que ocorre no Brasil é uma tendência mundial. Nos EUA, por exemplo, a televisão aberta tem baixa audiência, muito mais baixa do que no Brasil, percentualmente.
Agora, a cereja do bolo: nos próximos anos, as operadoras de telefonia deverão começar a produzir conteúdo para transmitirem via TV digital ou internet, inclusive em celulares. E sem uma regulação das comunicações eletrônicas, a Globo e congêneres estarão ferradas.
Explico: as teles vêm aí com arcas incontáveis de dinheiro para investir em conteúdo, com seus faturamentos dez vezes maiores do que das emissoras tradicionais, inclusive da Globo. Sem regulação do setor, até ela será engolida.
Talvez por conta disso vemos o governo Dilma impassível diante do clamor de setores da sociedade por uma “lei da mídia”, pois a tecnologia deverá levar Globo e companhia limitada a baterem na porta do governo pedindo regulação, por incrível que pareça.
Muitos – entre os quais me incluo – estão contrariados com a postura da presidente Dilma de renegar qualquer intenção de dar ao Brasil uma legislação moderna para esse setor tão crucial, até porque há medo de que os barões da mídia arranquem de um governo aparentemente acovardado uma regulação feita sob medida para os interesses deles.
Todavia, apesar de também ter essa preocupação, penso que a passividade do governo federal pode – apenas pode – ser uma estratégia para negociar em posição de força quando a própria família Marinho, entre outros, bater-lhe à porta pedindo uma “lei da mídia”.
A ver.
blogdacidadania

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Povo confia mais em Dilma que no STF, na mídia e no Congresso



Dilma, com aprovação de 73%, tem 19 pontos a mais que o STF, que ganhou holofotes graças ao mensalão (Foto: Roberto Stuckert Filho. STF)

Pesquisa Ibope mostra que quase metade dos brasileiros não confia nos ministros do Supremo, e que 65% não depositam confiança no trabalho do Legislativo 


Pesquisa do Ibope divulgada hoje (24) mostra que praticamente a metade dos brasileiros não confia no Supremo Tribunal Federal (STF), e 65% não depositam confiança no trabalho do Congresso. Os dois poderes envolvidos em um bate-boca político neste fim de ano mostram-se menos confiáveis aos olhos da população que a presidenta Dilma Rousseff, que em pesquisa divulgada no começo de dezembro obteve taxa de 73%.

Segundo dados publicados pelo jornal O Estado de S. Paulo, o índice de 54% obtido pelo STF fica bem abaixo da instituição mais confiável, o Corpo de Bombeiros, com 83%, e está nove pontos atrás da Presidência da República como um todo, que recebe voto de confiança de 63% dos entrevistados. 

Esta foi a primeira vez que a sondagem mediu o índice de confiança no Supremo, que ocupou toda sua agenda do segundo semestre com o julgamento da Ação Penal 470, o chamado mensalão. Nas últimas semanas, os magistrados acirraram o clima com o Legislativo ao definir pela cassação de mandato dos deputados condenados pelo caso – segundo a Constituição, apenas os próprios parlamentares podem definir este tipo de questão. Entre junho e dezembro, o respaldo ao trabalho do Judiciário como um todo foi de 53% para 47%.

Os que mais confiam no trabalho dos ministros do STF são os mais ricos (60%), os moradores das regiões Norte e Centro-oeste (60%) e os que têm mais de 50 anos de idade (56%). 

Em meio a pequenas variações no geral, a pesquisa do Ibope mostra que os brasileiros têm confiado cada vez menos nos meios de comunicação. Em quatro anos, o índice de aprovação do trabalho da imprensa em geral recuou de 71% para 60% – abaixo, portanto, do Planalto.

O Congresso, que despertava a confiança de 36% dos entrevistados em junho, foi agora a 35%, próximo do índice obtido pelos partidos políticos. Ambos figuram atrás da polícia, com 40%, e do sistema eleitoral, com 54%.”

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Serra e Taxa de Juros despencam



Copom corta juros para 7,5% ao ano, nova mínima histórica

Corte de meio ponto percentual foi o nono seguido na taxa Selic.
Taxa de 7,5% é novo patamar mínimo histórico.

Russomano vira líder isolado, Serra cai e Haddad sobe em SP

Crédito: Esquerdopata
José Serra, do PSDB, caiu cinco pontos percentuais e agora aparece em segundo lugar com 22%. Fernando Haddad, do PT, subiu seis pontos e ocupa a terceira posição com 14%. 
A pesquisa mostra que a rejeição a Serra subiu cinco pontos e alcançou o maior índice desde o início da campanha: 43% dos eleitores dizem que não pretendem votar nele "de jeito nenhum".
Nas últimas duas eleições paulistanas, em 2004 e 2008, só o ex-prefeito Paulo Maluf (PP) superou este patamar de rejeição.

domingo, 2 de outubro de 2011

S e SE gostam mais da Dilma que o NE. PSDB de SP definha


O ansioso blog não acredita em pesquisa no Brasil, porque o mercado é dominado por subsidiários do PiG – Globope e Datafalha.
Mas, não deixa de se divertir por conta de quem nelas acredita.
Clique aqui para votar na trepidante enquete “O que Cerra achou do IBOPE da Dilma?”.
Por exemplo: o PiG anuncia que no último IBOPE a popularidade da Presidenta é maior no Sul e Sudeste do que no Nordeste.
Ué, cadê o voto da miséria?, o voto do Bolsa Família, com que o PiG justificava a popularidade da Dilma no Nordeste?
Como explicar agora?
Será por que o Rio Grande do Sul, o Paraná e Santa Catarina são os estados mais miseráveis do Brasil e ninguém sabia?
Outro aspecto interessante do noticiário do PiG neste sabado é o definhamento acelerado dos tucanos de São Paulo.
Clique aqui para ler “PSDB – tudo menos Cerra e São Paulo”.
O senador Aloysio 300 mil protesta veementemente no twitter e na primeira página do Estadão: ele e o Cerra foram solenemente ignorados no programa do partido para a tevê.
São Paulo, pouco a pouco, volta ao que sempre foi: à subalternidade política.
Passado o efeito eleitoral do Plano Real e a incorporação do PiG ao partido, São Paulo volta a ser o que sempre foi na História política da República.
Segundo time.
Paulo Henrique Amorim
No Conversa Afiada

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Causas da queda da aprovação a Dilma



Após as pesquisas Vox Populi e Datafolha, agora é o Ibope que capta não apenas meros sinais de perda de aprovação ao governo Dilma, mas perda explícita. Apesar de leituras incorretas que vinham sendo feitas – sendo uma delas de autoria de ninguém mais, ninguém menos do que de Marcos Coimbra, diretor do primeiro instituto citado –, não fiquei surpreso.....

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Mitos sobre a aprovação a Dilma

O Datafolha é o único grande instituto que vem fazendo sondagens periódicas – e, portanto, comparáveis entre si – sobre a popularidade de Dilma Rousseff. Sua pesquisa divulgada pela Folha de São Paulo neste domingo (sem chamada na primeira página) já é a terceira em 2011, enquanto que outros institutos (Ibope e Vox Populi) têm divulgado pesquisas “soltas”, mas que concordam com os números do concorrente...

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Homofobia, Ibope e os avanços na opinião pública no Brasil




A pesquisa do Ibope Inteligência sobre atitudes da população brasileira em relação a lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), publicada no último dia 28 de julho, traz alguns dados muito reveladores sobre a evolução da opinião pública a este respeito.
Há 18 anos foi publicada outra pesquisa do Ibope em relação ao mesmo assunto. Em 1993, segundo aquela pesquisa, 44% não mudariam sua conduta com o colega se soubessem que era homossexual. Pesquisa de 2008, também do Ibope, indicou que 65% aceitariam. Já em 2011, 73% dos entrevistados não se afastariam se descobrisse que um amigo é gay. Em 1993, 55% não trocariam de médico se descobrissem que era gay. Hoje, 67% são totalmente a favor de médicos homossexuais no serviço público. No que diz respeito à revelação de um(a) amigo(a) ser gay ou lésbica, 80% das mulheres, 81% dos jovens de 16 a 24 anos e 85% das pessoas com nível superior de escolaridade não se afastariam.....

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Aprovação de Dilma deve subir no novo Ibope


“Recebi agora à tarde o retorno da ligação que fiz pela manhã para Carlos Augusto Montenegro, o presidente do Ibope. A nova pesquisa CNI-Ibope sobre a avaliação do governo Dilma Rousseff foi a campo na semana passada e deve ser divulgada nos próximos dias, talvez ainda esta semana.

Sem citar números, Montenegro confirmou as previsões que fiz no post publicado na manhã desta terça-feira.

Apesar de todos os problemas políticos das últimas semanas, com a queda de dois ministros, a avaliação positiva de Dilma deve até subir um pouco, em função da "faxina geral" com as demissões promovidas pelo governo no Ministério dos Transportes, medida que conta com amplo apoio popular.

Para Montenegro, Dilma manterá bons números nas pesquisas enquanto a crise americana não chegar aqui e os resultados na economia continuarem positivos, com os índices de emprego e renda melhorando para a maioria dos trabalhadores. 

A pesquisa trimestral CNI-Ibope desta vez será divulgada com 15 dias de atraso e não consegui informações sobre outros institutos."
 Balaio do Kotscho

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Audiência da Globo despenca 24%; Record cresce 44%

Apesar da boa fase no horário nobre, a TV Globo encerrou o primeiro semestre do ano perdendo público no país. Segundo PNT (Painel Nacional de Televisão) do Ibope, a Globo marcou, de janeiro a junho de 2006, média/ dia de 23,3 pontos.
Vermelho / Agências

No primeiro semestre deste ano, a emissora registrou 17,6 pontos — a queda foi de 24%. Cada ponto equivale a 185 mil domicílios no Brasil.

O SBT — que marcou no primeiro semestre de 2006 média de 7,4 pontos — caiu para 5,6 pontos em 2011. Também perdeu 24% de seu público. A Record passou de 5 pontos (2006) para 7,2 (2011). Cresceu 44%. Band e Rede TV! seguem com a mesma média.

Um dos impasses da audiência da Globo é o futebol. No sábado, Brasil x Paraguai marcou média de 20 pontos. No dia 3, Brasil x Venezuela teve 32 pontos. No domingo, Corinthians x Atlético-GO registrou um dos piores ibopes do Brasileirão na Globo: 15 pontos.

Na Band, a crise é com o jornalismo, que não consegue estancar a perda de público. Não são raros os dias em que o Primeiro Jornal dá traço de audiência. Já o Brasil Urgente, que marcava média na casa dos 7 pontos com Datena, caiu para 3 pontos nos últimos 15 dias. O Jornal da Band passou de 5 para 4 pontos.”
Brasil, BRasil

sábado, 2 de julho de 2011

Globo tem pior audiência desde 1970; é o efeito CONTRAmaré

A Rede Globo alcançou, no mês de junho, sua pior audiência desde que a medição começou a ser feita pelo Ibope, em 1970. Isso é o efeito CONTRAmaré, desde que estamos na internet arrebentamos com a audiência daquele povo pedante da Vênus Platinada, que breve virará Vênus Enferrujada.
Ontem conseguimos mais de 200 milhões de acessos aqui no blog, a turma da Globo está tendo acessos de raiva. Fodam-se!!!
A decadência global está aqui Jornal do Brasil

sexta-feira, 8 de abril de 2011

'‘Amor e Revolução’ instalará a Comissão da Verdade

Há uma horda organizada invadindo blogs e sites a fim de espalhar uma invenção sobre a nova – e explosiva – novela do SBT, Amor e Revolução: teria “fracassado” no primeiro capítulo (!) porque a audiência da emissora durante a sua exibição permaneceu onde sempre esteve naquele horário (22:15 hs.), no terceiro lugar (7 pontos no Ibope), atrás de Globo (20 pontos) e Record (12 pontos)......

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Haverá uma última bala de prata?



As campanhas eleitorais em todos os níveis estão a (praticamente) uma semana daquele momento único da democracia em que o povo dá o seu veredicto final sobre tudo o que foi dito pelos protagonistas da disputa política – sobre si e sobre os adversários. E, claro, do que disse a imprensa sobre esses contendores.
Apesar de ser praticamente impossível encontrar um eleitor de Dilma, de Serra, de Marina ou de algum candidato nanico – ou até de ninguém – que tenha a mínima dúvida de que a revista Veja, a Folha de São Paulo, a Globo ou até o Estado de São Paulo lançarão um último “escândalo” contra Dilma no undécimo momento da campanha eleitoral, tenho lá minhas dúvidas de que isso ocorrerá.

domingo, 5 de setembro de 2010

A vez da maioria silenciosa


A 29 dias da eleição em primeiro turno, ainda que seja cedo para comemorar o fracasso definitivo do último “plano infalível” da coalizão tucano-midiática para eleger José Serra, já é possível dizer que a encenação do script – que este blog antecipou com precisão cirúrgica – parece não estar agradando nada, nada a uma platéia que, silenciosa e impassível, assiste aos atores se esgoelando no palco midiático.
Não surpreendeu que as manchetes do Estadão e da Folha de São Paulo deste sábado (4/9) tenham sido formuladas com a intenção maldosa de enganar o público por afirmarem que “é filiado ao PT” um personagem que o país inteiro já sabia que surgiria para tentar induzir a população à crença de que a campanha de Dilma Rousseff perderia tempo em investigar o adversário tucano ilegalmente a fim de difamá-lo.

domingo, 29 de agosto de 2010

Montenegro pediu desculpas. E vocês Data folha?



Completaram-se exatos doze meses da imortal declaração de Carlos Augusto Montenegro, presidente do Ibope, à revista Veja, acerca da sucessão presidencial. Citemos, pois recordar é viver: O partido [PT] deu um passo a mais na direção do seu fim. . . A Dilma, em qualquer situação, teria 1% dos votos. Com o apoio de Lula, seu índice sobe para esse patamar já demonstrado pelas pesquisas, entre 15% e 20%. Esse talvez seja o teto dela. A transferência de votos ocorre apenas no eleitorado mais humilde. Mas isso não vai decidir a eleição. Foi-se o tempo em que um líder muito popular elegia um poste.
O gênio Montenegro, mais de um ano antes das eleições e diante do presidente mais popular da história do Brasil, decidira que o “poste” não seria eleito e que seu teto era 20%. 

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Só 11 ?

Ibope mostra Dilma com 43% e Serra com 32% na disputa pela Presidência
Detalhe de Serra
Marina Silva tem 8%. Margem de erro é de dois pontos percentuais.
Pesquisa ouviu 2.506 eleitores em 174 municípios de 12 a 15 de agosto.
A candidata Dilma Rousseff (PT) aparece na frente na corrida pela Presidência da República, segundo pesquisa Ibope ede intenção de voto divulgada nesta segunda (16).
A petista aparece com 43% das intenções de voto contra 32% do adversário José Serra (PSDB). De acordo com o Ibope, em terceiro lugar está Marina Silva (PV), com 8%. No  levantamento anterior do Ibope, divulgado no último dia 6, Dilma tinha 39%, Serra, 32%, e Marina, 8%.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou menos. Isso indica que Dilma pode ter entre 41% e 45% e Serra, entre 30% e 34%.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo". O Ibope ouviu 2.506 eleitores com mais de 16 anos em 174 municípios de quinta-feira (12) a domingo (15). Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 23548/2010.
Dos demais candidatos, Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU), nenhum alcançou 1% das intenções de voto.
Os eleitores que responderam que votarão em branco ou nulo somaram 7% e os que se disseram indecisos, 9%.
By: G1, via Com textolivre 

sábado, 7 de agosto de 2010

Pesquisadores concorrentes

Sensus, Ibope e Vox Populi pela voz do seus diretores avisam: sim, Dilma pode vencer no 1º turno

Os três mais importantes institutos de pesquisa do País acertaram os ponteiros: Dilma Rousseff está à frente na corrida presidencial e, mais que isso, projeta a possibili-dade- de resolver a eleição já no primeiro turno.

Nas últimas duas semanas, a intenção de voto projetada pelo Vox Populi, Ibope e Sensus indica o crescimento da candidata do PT e, por outro lado, mostra a estagnação ou queda nos índices do candidato do PSDB.