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sábado, 28 de janeiro de 2017

TRUMP, PAGANDO AS "CONTAS" DA CAMPANHA OU INOVANDO NA GEOPOLÍTICA?

Resultado de imagem para fotos de trump



Quando Bush invadiu o Iraque apenas dois anos após sua posse, era mais do que evidente que estava pagando dívida de campanha. Você olhava para o mapa do Iraque e logo enxergava nele a sombra do pentágono e da indústria da guerra. Quando vemos Trump anunciando a retomada de uma corrida armamentista, é natural fazer a analogia - e talvez pagar dívida de campanha seja mesmo a verdadeira razão de seu anúncio tresloucado.
Mas esses dias me veio à cabeça, lendo o texto de uma palestra do professor de Economia da UFRJ, Ronaldo Fiani (que o Fernando Brito me passou), que talvez houvesse algum pensamento esperto em sua equipe e que sua motivação seria outra. Ou melhor, agregaria outra motivo forte. Tudo começou a fazer sentido a partir daquele telefonema de Taiwan, que teria custado a bagatela de 140 mil dólares ao governo taiwanês (pago ao amigo de Trump, que teria intermediado a ligação). Foi o primeiro punch de Trump na China, que reagiu imediatamente e com bastante vigor.
Depois teve a história do planador americano que a China capturou no Mar da China Meridional. Trump esbravejou que a China poderia ficar com ele. E Trump ainda coroou sua equipe de Relações Exteriores com um inimigo ferrenho dos chineses.  De lá pra cá, a China, através do Global Times (Diário do Povo), mistura vigor com ironia em suas respostas. Mas a ironia maior é que Trump foi eleito com ajuda essencial de Putin - um aliado estratégico da China. Aliás essa aliança está na essência do texto de Fiani.
"A parceria Rússia-China, ao contrário do que a imprensa tenta sugerir, não é uma aliança de conveniência, é uma parceria estratégica. (...) Com potencial de alavancar um projeto de integração 'Eurásia' que os norte-americanos - do seu ponto de vista corretamente - percebem como uma ameaça à situação dos EUA, porque uma vez integrada economicamente essas duas regiões, eles e o Japão, só para citar alguns, serão naturalmente jogados para a margem do sistema" (Em tempo: a principal linha ferroviária de alta velocidade da China, ligando leste-oeste começou a operar hoje, 28 de dezembro de 2016).  Mais adiante: "Como é que ficam a América Latina e Caribe nisso? Primeira questão: petróleo na América Latina e no Caribe. Aí tem-se o primeiro mandamento do ponto de vista geopolítico:  negar o acesso ao petróleo para projeção de poder em escala global. (...) Dado esse papel geopolítico crucial do petróleo, qual tem sido a estratégia chinesa na América latina e no Caribe? Empréstimos em troca de petróleo".

Fiani continua com muita precisão mostrando a estratégia geopolítica chinesa envolvendo a América do Sul e o Caribe. E tudo que ele diz só faz fortalecer a possibilidade de Trump estar tentando impedir o avanço chinês nessas bandas de cá. Incluindo tentando enfiar uma cunha na aliança sino-russa.
no http://blogdogadelha.blogspot.com.br/2016/12/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html

domingo, 29 de maio de 2011

Obama: o Bush III


Noam Chomsky, em entrevista à revista Caros Amigos, em abril de 2011:

"Há poucos dias houve uma reunião que talvez não tenha sido relatada aqui, foi relatada nos Estados Unidos. Há poucos dias houve uma reunião do Tribunal Internacional de Justiça, em Haia, na Holanda, sobre Serra Leoa. Charles Taylor, que foi ditador da Libéria, está sendo acusado de cometer atrocidades em Serra Leoa. E a acusação declaroiu ter provas de que Kadafi também é, em parte, responsável por essas atrocidades. A Inglaterra e os Estados Unidos intervieram para impedir que isso acontecesse. Não queriam que Kadafi fosse acusado. E quando o promotor, um profesor de Direito estadunidense, perguntou-lhe o porquê, ele simplesmente disse: 'Bem-vindo ao mundo do petróleo'. Ponto. Isso aconteceu há apenas alguns dias."

Caros Amigos - Há alguma mudança na estratégia da política externa do Obama para a América Latina em comparação à do Bush?

"Não muita, quer dizer, eu não vejo nenhuma mudança. Há diferenças na retórica. O discurso de Bush era extremamente arrogante e isso irritava as pessoas. Obama segue basicamente as mesmas políticas, mas tem uma personalidade atraente, menos agressiva, o que faz com que os líderes gostem dele.
"
As Árvores são fáceis de achar

quarta-feira, 18 de maio de 2011

As mentiras do império

Alex Jones derruba a série de mentiras que está nas páginas que cobrem a estória da falsa Guerra contra o Terror. O número de MENTIRAS COMPROVADAS envolvendo somente o caso da morte de Bin Laden é estarrecedor.

Alex Jones dá outros exemplos históricos para ilustrar como o governo americano mente consistentemente como subterfúgio para cumprir a agenda maligna dos globalistas, da super-elite.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Obama é a Marta Suplicy dos EUA

O fracasso da administração de Barack Obama vem sendo fragoroso. Eleito no auge da crise do subprime (hipotecas sem fundos), em novembro de 2008, sua vitória bem pode ser comparada à de Marta Suplicy como prefeita de São Paulo, em 2000. Lá, como aqui, presidente e prefeita elegeram-se graças às administrações desastrosas que sucederam.
Apesar de Obama e Marta jamais terem sido realmente os preferidos da maioria de norte-americanos e paulistanos, os conservadores de lá e daqui, majoritários nos EUA e em Sampa, sabiam que o rouba-mas-faz que fundamentou as eleições de George Walker Bush e de Celso Pitta tinha ido longe demais e, assim, havia que pôr gente séria para governar, tampando o nariz para o “centro-esquerdismo” de ambos.....

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Puta falta de sacanagem!

ONGs de direitos humanos prometem não dar sossego ao ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush (2001-2009). Ativistas de vários países fizeram um acordo para perseguir o ex-líder americano, responsável pela invasão do Iraque, em suas viagens pelo mundo. Eles irão entrar com processos na Justiça dos países pedindo investigação sobre violações de direitos durante seu governo.
A atuação das ONGs já fez o ex-presidente cancelar uma viagem à Suíça na última semana, por temer uma ordem de prisão. Katherine Gallagher, advogada da ONG Centro para os Direitos Constitucionais disse ao jornal britânico The Guardian que as associações querem lançar mão das convenções internacionais sobre tortura.
Bush é responsabilizado, especificamente, por violações de direitos humanos na prisão de Guantánamo, para onde foram mandados acusados de terrorismo.
Katherine diz que “torturadores, mesmo que sejam ex-presidentes dos Estados Unidos, devem ser presos para serem processados”.
Embora o ex-presidente viaje pelo mundo desde que deixou a Casa Branca, em 2009, os ativistas agora usam declarações feitas por Bush em seu livro de memória, no qual ele diz que autorizou técnicas de depoimento que são consideradas tortura – como mergulhar a cabeça do preso em água.
By: Esquerdopata