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domingo, 22 de julho de 2018

Explicando a charlatanice capitalista para crianças


O livro “Comunismo para crianças”, de Bini Adamczak, tem um público-alvo muito definido. Mas sua didática também pode ajudar os mais velhos. Vejamos um exemplo:

O tabuleiro “ouija” consiste numa mesa com um copo emborcado no meio. As letras do alfabeto estão escritas no tampo. Várias pessoas sentam em volta da mesa e colocam o dedo no copo, que começa a se mover, lentamente, de uma letra para a outra, formando palavras ou frases. As pessoas não percebem que são elas que movem o copo, porque tremor individual de suas mãos não poderia provocar o movimento sozinho. Em vez disso, pensam que se trata de um espírito enviando alguma mensagem por meio delas. Esse “jogo” ilustra muito bem como a vida funciona sob o capitalismo. (...) O copo se move apenas porque os participantes agem juntos em vez de separadamente. Mas eles nem percebem que estão cooperando (...). Se esse coletivo se reunisse conscientemente para pensar sobre o que realmente pretendiam escrever, o resultado provavelmente seria muito diferente. Pelo menos, não haveria incerteza sobre quem escreveu a mensagem. Mas do jeito que foi feito, o texto parece ter sido escrito por uma mão invisível. E como ninguém pode explicar como isso aconteceu, predomina a crença em um poder sobrenatural, como um espírito ou espectro.

Na verdade, para Marx, a história humana sempre foi assim. “Os homens fazem a história, mas não sabem que a fazem”, disse ele. A grande diferença é que sob o capitalismo, já teríamos condições concretas para desmascarar muito desse charlatanismo místico. Incluindo a atual crença cega nas leis do mercado.

http://pilulas-diarias.blogspot.com/2018/07/explicando-charlatanice-capitalista.html

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Brasil forma geração de Adolfos


Uma das brincadeiras da criançada classe média de hoje é uma passeata anti-Dilma de faz de conta.

Isso mesmo - as crianças agora brincam dessa maneira, fiquei sabendo.

Não fiquei sabendo, porém, se os pais aprovam ou incentivam essa divertida atividade.

Ou se as crianças, para deixar o folguedo mais excitante, bradam as palavras de ordem preferidas dos adultos em seus protesto contra a presidenta (alguns preferem chamá-la de "presidanta") - "vaca", "arrombada", "Dilma, vai tomar no cu", e outras gracinhas do mesmo gênero.


O que sei é que as crianças costumam imitar seus pais, têm-nos como modelo, procuram ser como eles.

Sei ainda que na Alemanha nazista os petizes eram ensinados a odiar os judeus, a achar que eles não prestavam, que eram a escória da humanidade, que mereciam sofrer todo o tipo de violência, desde a psicológica até a física.

O resultado dessa lavagem cerebral imposta ao povo alemão não é segredo de ninguém.

No Brasil de hoje, os pais classe média inconformados com a "corrupção" que, no seu parco raciocínio, começou quando os petistas se instalaram no Palácio do Planalto, levam os filhos, crianças de sete, oito, dez anos, para as manifestações que se pretendem redentoras da moral e dos bons costumes nativos.

Essas em que, com a adrenalina à toda, dão um show de preconceito, ódio, intolerância, estupidez, desinformação, idiotia e imbecilidades a granel.

E fazem com que os filhos não sejam apenas meros espectadores de sua ignorância - praticamente obrigam-nos a compartilhar das baixarias.

A educação brasileira a gente sabe como é. 

A educação que muitos pais dão para os filhos, a gente fica sabendo aos poucos, graças à informação que a internet e as redes sociais proporcionam.

Talvez esses pais nem desconfiem, mas eles estão formando uma geração de Adolfos.

Um pouco mais morenos que os originais, mas nem por isso menos perigosos.
http://cronicasdomotta.blogspot.com.br/2015/04/brasil-cria-uma-geracao-de-adolfos.html

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Uso exagerado das 'telinhas' pode insensibilizar crianças


Estudo questiona uso excessivo de tablets e celulares por crianças
"Um estudo da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, indica que o uso exagerado de equipamentos digitais pode atrapalhar a capacidade de crianças em reconhecer emoções de outras pessoas.
BBC Brasil 

Pesquisadores do departamento de psicologia observaram 105 alunos de 11 e 12 anos, divididos em dois grupos, e perceberam que depois de cinco dias sem acesso às telas de celulares, tablets ou televisores, eles passaram a identificar emoções muito melhor.

No estudo publicado na revista especializada Computers in Human Behaviour os psicólogos afirmam que o efeito da mídia digital pode ser muito mais danoso que se imagina.

"Muitos olham para os benefícios da mídia digital na educação, mas não há muitos que estudam o custo disso", afirmou uma das autoras da pesquisa, Patricia Greenfield.

"Sensibilidade reduzida diante de sinais emocionais, ou uma certa perda da capacidade de entender as emoções dos outros, é um deles", disse.

Ela diz ainda que a troca da interação interpessoal pela interação via telas parece estar reduzindo o "traquejo social".

Os alunos da rede pública californiana foram separados em dois grupos: 51 passaram cinco dias no Instituto Pali, um acampamento para ciência e natureza cerca de 110km a leste de Los Angeles, enquanto os outros 54 continuaram em sua escola em Los Angeles (eles também passaram cinco dias no acampamento depois do estudo).

O acampamento não permite o uso de equipamentos eletrônicos, o que muitos alunos acharam difícil nos primeiros dias. No entanto, a maioria se adaptou à situação rapidamente.

No início do estudo, ambos os grupos tiveram avaliada a capacidade de reconhecer emoções em outras pessoas através de fotos e vídeos.
Depois de cinco dias no Instituto Pali, os 51 alunos apresentaram uma melhora significativa nesta capacidade.

Já os que continuaram imersos nas "telinhas" não tiveram grande melhora.
"Não se pode aprender a ler sinais não-verbais a partir de uma tela da mesma forma que se aprende na comunicação cara a cara. Sem essa prática, perde-se importantes habilidades sociais", disse outra autora do estudo, Yalda Uhls.

O conselheiro do governo britânico para questões de infância, Reg Bailey, também recentemente criticou o uso excessivo de equipamentos eletrônicos.
Para ele, os pais estão deixando as "telas assumirem o controle" e recomendou que as famílias passassem mais tempo conversando.

Bailey afirmou que as famílias deveriam considerar "refeições sem-telinhas" para estimular o contato pessoal."

terça-feira, 29 de julho de 2014

BCG MOSTRA O QUÊ QUE O LULO-PETISMO ESTÁ FAZENDO COM O BRASIL

Entre 150 países: Brasil usa crescimento e inclui mais em 5 anos


O Brasil foi o país que melhor utilizou o crescimento econômico alcançado nos últimos cinco anos para elevar o padrão de vida e o bem-estar da população. Se o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu a um ritmo médio anual de 5,1% entre 2006 e 2011, os ganhos sociais obtidos no período são equivalentes aos de um país que tivesse registrado expansão anual de 13% da economia.


A conclusão é de levantamento feito pela empresa internacional de consultoria Boston Consulting Group (BCG), que comparou indicadores econômicos e sociais de 150 países e criou o Índice de Desenvolvimento Econômico Sustentável (Seda, na sigla em inglês), com base em 51 indicadores coletados em diversas fontes, como Banco Mundial, FMI, ONU e OCDE.

O desempenho brasileiro nos últimos anos em relação à melhoria da qualidade de vida da população é devido principalmente à distribuição de renda. "O Brasil diminuiu consideravelmente as diferenças de rendimento entre ricos e pobres na década passada, o que permitiu reduzir a pobreza extrema pela metade. Ao mesmo tempo, o número de crianças na escola subiu de 90% para 97% desde os anos 90", diz o texto do relatório "Da riqueza para o bem-estar", que será oficialmente divulgado hoje. O estudo também faz referencia ao programa Bolsa Família, destacando que a ajuda do governo as famílias pobres está ligada à permanência da criança na escola.



Nessa comparação de progressos recentes alcançados, o Brasil lidera o índice com 100 pontos, pontuação atribuída ao país que melhor se saiu nesse critério de avaliação. Aparecem a seguir Angola (98), Albânia (97,9), Camboja (97,5) e Uruguai (96,9). A Argentina ficou na 26ª colocação, com 80, 4 pontos. Chile (48º) e México (127º) ficaram ainda mais atrás.

Foram usados dados disponíveis para todos os 150 países e que fossem capazes de traçar um panorama abrangente de dez diferentes áreas: renda, estabilidade econômica, emprego, distribuição de renda, sociedade civil, governança (estabilidade política, liberdade de expressão, direito de propriedade, baixo nível de corrupção, entre outros itens), educação, saúde, ambiente e infraestrutura.

O ranking-base gerou a elaboração de mais três indicadores, para permitir a comparação do desempenho, efetivo ou potencial, dos países em momentos diferentes: 1) atual nível socioeconômico do país; 2) progressos feitos nos últimos cinco anos; e 3) sustentabilidade no longo prazo das melhorias atingidas.

Como seria de se esperar, os países mais ricos estão entre os que pontuam mais alto no ranking que mostra o estágio atual de desenvolvimento. Nessa base de comparação, que dá conta do "estoque de bem-estar" existente, a lista é liderada por Suíça e Noruega, com 100 pontos, e inclui Austrália, Nova Zelândia, Canadá, EUA e Cingapura. Aí o Brasil aparece em posição intermediária, com 47,8 pontos.

Para Christian Orglmeister, diretor do escritório do BCG em São Paulo, o desempenho alcançado pelo Brasil é elogiável, mas deve ser visto com cautela. "Quando se parte de uma base mais baixa, é mais fácil registrar progresso. O Brasil está muito melhor do que há cinco anos em várias áreas, até mesmo em infraestrutura, mas é preciso ainda avançar muito mais."

Entre os países que ocupam os primeiros lugares nesse ranking de melhoria relativa dos padrões de vida da população nos últimos cinco anos, a renda per capita anual é muito diversificada, indo desde menos de US$ 1 mil em alguns países da África até os US$ 80 mil verificados na Suíça. Além do Brasil, mais dois países sul-americanos _ Peru e Uruguai _ aparecem na lista dos 20 primeiros. Também estão nela três países africanos que em décadas passadas estiveram envolvidos em guerras civis _ Angola, Etiópia e Ruanda _ e que nos anos recentes mostram fortes ganhos em relação a padrão de vida. Da Ásia, aparecem na relação Camboja, Indonésia e Vietnã.

Nova Zelândia e Polônia também integram esse grupo. O crescimento médio do PIB neozelandês foi de 1,5%, mas a melhora do bem-estar foi semelhante à de uma economia que estivesse crescendo 6% ao ano. Na Polônia e na Indonésia, que atingiram crescimento médio do PIB de 6,5% ano, o padrão de vida teve elevação digna de uma economia em expansão de 11%.

O estudo também compara o desempenho recente dos Brics - além do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul - na geração de mais bem-estar para os cidadãos. Se em relação à expansão da economia, o Brasil ficou atrás dos seus parceiros entre 2006 e 2011, o país superou a média obtida pelo bloco em áreas como ambiente, governança, renda, distribuição de renda, emprego e infraestrutura, diz Orglmeister. China, Rússia, Índia e África do Sul aparecem apenas em 55º, 77º, 78º e 130º, respectivamente, nessa base de comparação, que é liderada pelo Brasil.

O desafio brasileiro, agora, é manter esse ritmo no futuro, afirma o diretor do BCG. "O Brasil precisa avançar em quatro áreas principalmente", diz. "Na melhora da qualidade da educação, na infraestrutura, na flexibilização do mercado de trabalho e nas dificuldades burocráticas que ainda existem para fazer negócios no país."

Para Douglas Beal, um dos autores do trabalho e diretor do escritório do BCG em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, embora os indicadores reunidos para produzir o Seda pudessem ser utilizados para produzir um novo índice, esse não é o objetivo do levantamento. "A meta é criar uma ferramenta de benchmarking, que possa fornecer um quadro amplo. com base no qual os governos possam agir."


Fonte: Valor Econômico, via 
http://pafranco2005.blogspot.com.br/2012/11/o-que-que-o-lulo-petismo-esta-fazendo.html

terça-feira, 26 de novembro de 2013

TV corrói o cérebro das crianças, diz um novo estudo


No século passado, antes de as crianças ficarem reféns de games, smartphones e iPads, havia outro inimigo dos pais: a televisão. Acreditava-se que ela fazia mal para a visão, para a educação, para o comportamento. Logo se passou a acreditar que era lenda urbana.

Não era.

Uma nova pesquisa da Universidade de Ohio constatou que meninos em idade pré-escolar que tinham uma TV no quarto, ou cujos pais deixavam o aparelho ligado de maneira inercial, tiveram um desempenho pior nos níveis mental e emocional. Sua compreensão dos sentimentos de outras pessoas era superficial — crenças, desejos, intenções etc.

O estudo foi com 107 crianças na faixa entre 38 e 74 meses. A capacidade cognitiva estava prejudicada. A faculdade de “ler” os demais, dizem eles, um passo fundamental para a maturidade, estava comprometida.

“Tanto a TV ligada sem ninguém assistir quanto sua simples presença no quarto têm um impacto negativo”, afirma o relatório. “A TV expõe as crianças a personagens e situações sem profundidade e que requerem um processo superficial de entendimento”.

Isso acontece, entre outras razões, porque é uma mídia muito menos interativa do que, por exemplo, a Internet ou os videogames. É feita sob medida para o chamado couch potato.

A boa notícia é que ela está morrendo. De acordo com um levantamento do Citi Research, tanto as emissoras abertas quanto fechadas tiveram, em 2013, seu pior ano na história nos EUA. Todos os principais canais a cabo perderam pelo menos 113 mil assinantes no terceiro quadrimestre deste ano — é o fenômeno dos cord-cutters. No Brasil, a tendência não é diferente (o Ibope bate recordes negativos há 13 anos).

Sim, ainda é possível ver coisa boa por assinatura. Mas a situação se complica quando você tem a possibilidade de, com serviços de streaming na Internet, como o Netflix, assistir o que quiser, como quiser e na hora em que quiser.

Ou seja, quando seu filho estiver ali, em seu mundo, com o laptop e o iPad abertos, trocando mensagens ao mesmo tempo, não se desespere. Ele podia estar vendo o Big Brother, tornando-se um pequeno robô anti-social e comentando sobre o próximo capítulo da novela das 9.

(Por DCM)


sugado do:: http://comunicatudo.blogspot.com/2013/11/tv-corroi-o-cerebro-das-criancas-diz-um.html#ixzz2ln4d80zb
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives

terça-feira, 27 de março de 2012

Pedofilia mancha visita


Os abusos sexuais cometidos durante anos pelo já falecido sacerdote mexicano Marcial Maciel, líder da Legião de Cristo, ensombraram a visita que o Papa terminou ontem no México. Vítimas desses abusos criticaram Bento XVI por não aceitar recebê-los e a Igreja Católica por ter tolerado os crimes. Bento XVI já está em Cuba, naquela que já é considerada uma visita histórica do seu pontificado.



"O Vaticano ignorou sistematicamente a sua responsabilidade. Não só sabia, como também tolerou e protegeu Maciel. O Vaticano mentiu", declarou Bernardo Barranco, que investiga os crimes praticados por Maciel, durante uma conferência de imprensa com vítimas desses abusos em León, capital do estado de Guanajuato, onde Bento XVI pernoitou de sábado para domingo e onde recebeu vítimas e familiares da violência do narcotráfico no México. Bento XVI terminou a sua visita ao país com uma missa, ontem, em León, na qual participaram mais de 600 mil pessoas.
Do México, o Sumo Pontífice voou para Cuba, onde o governo de Raul Castro fez questão de receber o Chefe da Igreja Católica com pompa e circunstância, tendo decretado tolerância de ponto para que todos possam participar nos eventos públicos.
Apesar das críticas que o Papa teceu ao regime comunista, o governo cubano quer fazer da visita um marco histórico, mostrando ao Mundo que o país está a mudar e até as "Damas de Branco", mães e esposas de dissidentes desaparecidos, mortos ou presos, foram autorizadas a participar nos eventos religiosos e possivelmente serão recebidas por Bento XVI.




terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Ser criança




Que bonito é ser criança
ter o mundo à nossa frente
nos outros ter confiança
ver amigos em toda a gente…

Cada hora uma amizade
cada dia uma esperança
não conhecer a maldade
em todos ter confiança
que bonito é ser criança!...

Desconhecer a traição
viver feliz o presente
um brinquedo sempre à mão
ter o mundo à nossa frente
ver amigos em toda a gente…

Ter irmãos pais e avós
e sentir-se em segurança
haver quem gosto de nós
em todos ter confiança
que bonito é ser criança…

Conviver em harmonia
e uma paz permanente
entre o sonho e a fantasia
ter o mundo à nossa frente
ver amigos em toda a gente…

Sentir-se em quarto crescente
consoante o tempo avança
que bonito é ser criança…

Mas que triste é ser criança
quando muita coisa falta
quando a fome é uma herança
quando miséria ressalta…

Quando não existe amor
no meio em que é criada
quando o que tem ao dispor
consiste em apenas… Nada

Quando os homens guerreiam
e sem dó nem piedade
o sangue e o terror semeiam
e a dor, não escolhe idade…

Quando são abandonados
órfãs ou sem ninguém
ou quando são maltratadas
ás vezes indesejadas
mesmo olhadas com desdém…

E no meio de tal tristeza
inocentes e sem defesa
não querem mal a ninguém…

Que contraste o mundo tem.

Deodato Pires.

No reflexões e outras divagações.