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sábado, 6 de junho de 2015

9 maneiras que algumas pessoas utilizam para se aproveitar de você


Quando nos colocaram na mesma equipe para um projeto da faculdade, Sheila nos impressionou com sua aparente confiança e expertise. Mas foi Terri, Dan, e eu quem acabou fazendo todo o trabalho, enquanto ela contribuiu apenas com promessas vazias e um mundo de desculpas.

Nossa equipe concordou em se encontrar a cada semana durante uma hora antes da aula para trabalhar no projeto, mas Sheila se manteve ausente das reuniões. Em vez disso, a cada semana, ela aparecia na aula alegando que não tínhamos dito a ela, ou que não tinha conseguido ler os nossos e-mails, ou que ela tinha ficado presa no trânsito, ou que ela teve uma enxaqueca…
O projeto valia mais da metade da nossa nota do curso e estávamos ficando preocupados. Continuamos a nos reunir regularmente, preparando os artigos de pesquisa para o nosso projeto. Quando Sheila finalmente apareceu com um artigo, estava todo errado. Então Terri, Dan e eu escrevemos e concluímos o trabalho de grupo juntos. No dia da nossa apresentação, Sheila apareceu na sala de aula, e ficou cheia de sorrisos quando o nosso grupo recebeu nota 10.
Usando charme, negação, mentiras e se fazendo de vítima, Sheila demonstrou o que o psicólogo George Simon chamou de comportamento “agressivo encoberto”. Enquanto algumas pessoas descreveriam este comportamento como “passivo-agressivo”, como Simon aponta, não há nada de passivo nele.
Enganando e manipulando para conseguir o que querem, agressores secretos ativamente tentam controlar outras pessoas.
Aqui estão algumas das táticas que Simon descreve em seu livro, Em pele de cordeiro:
Sedução. Manipulam você com charme e bajulação, jogando com a sua necessidade de aprovação.
Mentindo. Contam mentiras descaradas, deturpando a verdade, ou sendo deliberadamente vagos.
Negação. Recusam-se a admitir que disseram ou fizeram algo, o que pode fazer com que você comece a duvidar de si mesmo.
Desatenção seletiva. Quando conseguem o que querem, deliberadamente tiram você do jogo e ignoram ativamente os seus pedidos ou e-mails.
Distração. Quando você faz uma pergunta, mudam de assunto para desviar o rumo da conversa.
Culpa. Usam a sua consciência e desejo de ser uma boa pessoa para lhe controlar e manipular.
Vergonha. Colocam você para baixo e usam o sarcasmo e comentários críticos para fazer você se sentir tão inadequado a ponto de ceder para eles.
Se fazem de vítimas. Se utilizam de queixas exageradas sobre suas dificuldades para fazerem você sentir pena e fazer o que eles querem que você faça.
Fingem ignorância ou confusão. Se ´´fazem de loucos´´, ou agem como se não soubessem do que você está falando, o que pode tirá-lo de equilíbrio e fazer você duvidar de si mesmo.
Alguma dessas táticas soam familiar? Alguma vez você já foi emocionalmente emboscado por um amigo, colega de trabalho ou membro da família? Saber é poder. Reconhecer esses truques podem ajudá-lo a se manter prevenido de ser emboscado.
Fonte: PsychologyToday traduzido e adaptado por Psiconlinews

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

O beijo é um bom termômetro, quando o casal deixa de beijar, a relação já era

(foto: reprodução)

No início, as relações são mais quentes. Entretanto, é normal que, depois da fase da paixão, o casal estabeleça um ritmo e divida sua atenção com outras atividades, além do sexo. “Voltados para outros interesses, alguns têm a impressão de que os estímulos sexuais diminuem", diz o terapeuta sexual Oswaldo Martins Rodrigues Jr., diretor do Instituto Paulista de Sexualidade (Inpasex). O desejo pode diminuir, pois o relacionamento é tomado pelo conforto de que a pessoa estará ali, ao lado, quando a vontade de transar surgir.
De acordo com a terapeuta sexual Maria Luiza Cruvinel, de São Paulo, uma das crises previsíveis em qualquer relação que se torne estável é o “luto da paixão”. “Há um conflito entre diminuição do desejo sexual e o aumento da afeição, proximidade, companheirismo e ternura”, diz. O arrefecimento da paixão, na verdade, fortalece o vínculo afetivo.
A estabilidade permite a satisfação de outras necessidades, fora o sexo. “O sentimento de pertencer, o companheirismo e a segurança de ter alguém podem superar a necessidade sexual. Isso permite que o casal mantenha-se junto, indefinidamente”, explica Oswaldo Rodrigues, cuja opinião é a de que o prazer sexual não é suficiente para manter um casal unido. “Muitas pessoas que consideram ter uma vida sexual incrível tendem a se separar quando o cotidiano, a segurança e a confiança não existem ou não são buscados pelo  casal."
Para alguns especialistas, raros são os casais que não experimentam temporadas de sexo morno ou de abstinência. E um dos mitos mais destrutivos é o de que casais saudáveis emocionalmente têm uma vida sexual consistente. "Não é verdade que bons relacionamentos sejam sinônimo de sexo. Proximidade e desejo erótico não são a mesma coisa, ainda que interativas. A relação amorosa sexual com a mesma pessoa por um tempo prolongado pode levar à falta de estimulo. Alguns casais ficam tão próximos que a química entre eles é neutralizada”, explica Maria Luiza Cruvinel, que ressalta que, nem por isso, a relação se esvai.
Outras demandas
O sexo perde importância quando homens e mulheres passam a priorizar outras preocupações ou demandas. O nascimento do primeiro filho costuma ser uma prova de fogo, que leva à diminuição da valorização e do tempo disponível para transar. Mas não se transforma em uma relação de irmãos. Os casais contam com outros fatores que os mantêm juntos, como planos de vida e a manutenção da família. "Tais aspectos passam a ser mais importantes do que o sexo, muitas vezes”, diz Oswaldo Rodrigues.
Seguindo a mesma linha de raciocínio de Maria Luiza Cruvinel, Cristina Romualdo, coordenadora do Instituto Kaplan de tratamento terapêutico, em São Paulo, diz que é essencial considerar as diferentes fases do relacionamento conjugal. “Muitas vezes, o investimento em outros projetos do casal -filhos, bens materiais, carreira, viagens- tiram a energia da vida sexual, mas mantém a qualidade do relacionamento em alta, com muito prazer”, diz. “Assim que conquista seus objetivos, o casal volta a investir no sexo, de forma diferente, mas satisfatória.”
Ainda segundo Cristina, um erro comum é achar possível retomar o sexo vivido no início da paixão. “Os casais precisam, juntos, desenvolver outras formas de interação sexual, aprender a inovar”, diz. Além disso, devem saber como lidar com o excesso de compromissos, profissionais e sociais, as infindáveis cobranças, o estresse e a ansiedade -característicos da vida atual e grandes vilões do divertimento, lazer e prazer.

Se a falta de sexo te faz infeliz
 

Cada casal encontra um jeito próprio de se relacionar, e não há nada de errado em sublimar uma vida sexual desestimulante se acharem o bom convívio e a cumplicidade suficientes. No entanto, se a ausência de sexo é reflexo do desinteresse pelo outro ou a nova rotina sexual não faz o casal (um dos dois ou os dois) feliz, há um problema.
Há especialistas que defendem que o sexo ruim pode, sim, degringolar a mais saudável das relações amorosas, principalmente quando é resultado de uma vida a dois frustrante. “O beijo é um bom termômetro. Quando o casal deixa de dar um bom beijo, a relação já era”, diz a terapeuta sexual Carla Cecarello, de São Paulo. Outros sinais: abandonar as carícias e carinhos ao longo do dia e se a intimidade, quando há, é somente para o sexo. Aí, a relação vai mal.

Algumas pessoas nem percebem que o relacionamento está estagnado por causa do sexo, na opinião de Carla. São casais que vivem bem, não brigam, mas na cama agem sempre do mesmo jeito. “Ficam acomodados". É bom lembrar que o sexo envolve muito mais do que o ato. Uma vida sexual feliz inclui beijo na boca, vontade de despertar o desejo um no outro e troca de afetos fora da cama.

Há homens e mulheres que só percebem a crise diante de um comentário de alguém ou com indícios de uma traição. Segundo Maria Luiza Cruvinel, erotismo em casa exige envolvimento e atenção. “Queixar-se do tédio sexual é fácil e convencional. Alimentar o erotismo no lar é um ato de desafio declarado. Casais eróticos compartilham uma habilidade especial: são capazes de se adaptar a novos desafios, são versáteis e criativos. Esses casais fazem o sexo acontecer."

Fonte: UOL

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

"Minha mulher é muito bem resolvida"



- Rapaz, eu não aguento mais minha mulher, indecisa, insegura, não sabe o  que quer, eu é que tenho de resolver tudo. Estou de saco cheio!
- Pois a minha é muito bem resolvida, não me cria problema algum.
- Verdade?! Você é um homem de sorte!
- Mais ou menos, às vezes é chato ter tudo resolvido: a hora de chegar em casa, a hora de transar, a hora de dormir, a hora de ver televisão, a hora de entrar na internet, ela resolve tudo e ainda reclama que sou passivo, mas se protesto ela me dá um esporro de umas duas horas, segundo ela estamos discutindo a relação, depois me expulsa do quarto dizendo que sou insensível, grosso e não a compreendo. Ah, e diz que não é geniosa, apenas bem resolvida e sabe o que quer.
- É, acho que vou para de reclamar da minha. Vamos beber  a saideira?
- Não posso, tenho de estar em casa às nove, hoje é quarta, dia de sexo.

do interrogações

sábado, 17 de setembro de 2011

Os quatro erros mais comuns no relacionamento

fotos-belos-casais-19
         

Erro 1:  Permanecer muito tempo em um relacionamento
(mesmo sabendo que não te faz feliz) …
 
Ao permanecer em um relacionamento que não está bom, você gasta toda sua energia em algo que não está totalmente relacionado com você. Infelizmente, ao permanecer em um relacionamento errado e que você não quer, todas as suas ações te levam a outro caminho.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Jogue fora o Masoquismo



Conversando hoje com uma amiga, comentamos sobre o vasto número de pessoas que não vive um bom relacionamento e insiste em mantê-lo por não ter coragem de encarar a realidade tal qual se apresenta, tem medo de investir em si próprio(a) e acabar se arrependendo em nome do que sente. É inseguro(a) para romper com uma rotina medíocre e insossa por ter esperança de que as coisas melhorem. Quem sabe um dia ele(a) se apaixona por encanto, não é? Para essas pessoas, tenho uma única pergunta: - Um bom relacionamento depende de quem?