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terça-feira, 2 de junho de 2015

Fusão PTB-DEM melou no oportunismo


O site de fofocas da revista "Época" postou na semana passada que a união entre o matreiro PTB e o falido DEM pode melar. Segundo o colunista Leonel Rocha, cinco pontos dificultam a tal fusão — na verdade, a morte não declarada dos demos. "A negociação entre o Partido Trabalhista Brasileiro e o Democratas emperrou por causa de cinco divergências entre deputados, senadores e dirigentes dos dois partidos. A cada encontro entre os representantes das duas siglas as diferenças se acentuam".

Segundo a sua listagem, "o DEM quer que as decisões da executiva do futuro partido sejam tomadas por pelo menos três quintos dos seus membros e o fim do voto de minerva do presidente... A segunda divergência é sobre o número da legenda que sairá da união. Os petebistas querem manter o número 14 e o DEM insiste em continuar com o 25. Os trabalhistas são contra a flexibilização da legislação trabalhista, defendido pelo DEM, que é contra a taxação das grandes fortunas, como quer o PTB. A quinta divergência é sobre quem vai dirigir a futura sigla nos estados e nacionalmente. Uma nova rodada de negociação vai ser aberta, mas a fusão está cada vez mais distante".

No mesmo rumo, a Folha revelou na sexta-feira (29) que "os dirigentes do PTB e do DEM decidiram suspender as negociações para uma fusão das siglas" e acrescentou um sexto ponto de divergência: "a divisão do dinheiro do fundo partidário". Segundo relato de Bernardo Mello Franco, "o divórcio entre os partidos foi discutido no casamento do ex-deputado Roberto Jefferson, que continua a ser a voz mais forte no PTB. O secretário-geral da sigla, Campos Machado, atacou a cúpula do DEM e disse que a tentativa de fusão já pode ser vista como 'página virada'. 'Isso deixou de ser fusão e passou para o Código Penal. Virou estelionato, tentativa de apropriação indébita. A culpa é dos fenícios, que inventaram a moeda', ironizou, referindo-se à disputa pelo fundo partidário".

Diante do frustrante resultado da negociação, os demos correm o sério risco de desaparecer do mapa político sem o recurso da fusão. Principalmente após o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovar que os cargos majoritários não pertencem aos partidos, cresceram os boatos de que o senador Ronaldo Caiado, de Goiás, e o prefeito ACM Neto, de Salvador, podem deixar o DEM. Com isto, a legenda, que já sofreu um duro retrocesso nas eleições de outubro passado — não elegeu nenhum governador e teve sua bancada federal drasticamente reduzida — ficará totalmente inviável. O diabo que se prepare — com todos os cuidados necessários — para receber os demos no inferno!

Altamiro Borges, via http://www.contextolivre.com.br/2015/06/fusao-ptb-dem-melou-no-oportunismo.html

sábado, 16 de abril de 2011

Ex-secretário de Aécio Neves diz à PF que movimenta R$ 70 mil em seu gabinete de deputado, todo dia

Na quarta-feira, a Polícia Federal deflagrou a Operação Convite Certo, e apreendeu R$ 70 mil no gabinete do deputado estadual Dilzon Melo (PTB/MG), na Assembléia Legislativa.

O parlamentar negou seu envolvimento e disse que os R$ 70 mil faziam parte de sua movimentação diária!!!
Ôpa! Qual a justificativa para um deputado estadual movimentar diariamente R$ 70 mil em dinheiro vivo, dentro de seu gabinete na Assembléia Legislativa?
Gabinete não é caixa de supermercado, para ficar movimentando esse montante de dinheiro vivo diariamente.
Dois servidores de seu gabinete são acusados de tráfico de influência no esquema de fraude em licitações de prefeituras do interior.
A operação da PF foi para combater fraudes em licitações em prefeituras de Minas Gerais. É desdobramento da Operação Pasárgada. Escritórios de advocacia eram contratados para prestar consultoria jurídica por meio de licitações fraudadas. As modalidades mais utilizadas eram a Carta Convite e o Pregão Presencial. As buscas e apreensões ocorreram nas prefeituras de Alfenas, Boa Esperança, Campanha, Campos Gerais, Coqueiral, Carmo do Paranaíba, Dores do Indaiá, Nepomuceno e Três Pontas. Oito envolvidos foram presos.
Com informações do Hoje em Dia, via Com textolivre

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Bob Jefferson dispara a metralhadora

Bob Jefferson, o arauto da moralidade, meteu o pau em Zé Trololó e afins.
Segundo o PiG, Bob escreveu no seu twitter:: "Serra é responsável pela nossa dispersão. Nunca nos reuniu. Eu encontrei com o Serra duas vezes. Uma na convenção do PTB. Outra na casa do Geraldo Alckmin. Eu apoio Serra a pedido do Geraldo Alckmin. Sou Geraldo, não conheço o Serra. Só de ouvir falar". E não perdoa nem o coordenador de comunicação tucana, o jornalista Luiz Gonzalez. "Se o Gonzalez ouvisse um pouco os políticos, não poria no ar uma favela fake, nem o bobajol do Zé."

Comentário do Contramaré: " ...eu apoio o Serra a pedido do Geraldo Alckmin. Sou Geraldo, não conheço o Serra". Hummm, quer dizer que o Presidente Nacional do PTB, participa de coligações "à pedido"? Pensei que fossem apoios Programáticos. Fala sério....PENA NÃO TER PASSADO A CLÁUSULA DE BARREIRA EM 2006. REFORMA POLÍTICA JÁ!!!!!!  

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Dividido, PTB inicia debandada da coligação demotucana

Dedico este post ao meu amigo Tato, de Ubatuba

Depois do PSC, que abandonou a candidatura demotucana para apoiar Dilma Rousseff, e do PP, que fechou “informalmente” com o PT em todo o Brasil, agora é a vez do PTB iniciar a debandada: “Quase todos (os petebistas), na verdade a grande maioria, está com a Dilma”. A declaração partiu do senador Romeu Tuma, candidato à reeleição pelo PTB, em visita acompanhada pela candidata ao Senado pelo PT, Marta Suplicy, à Prefeitura de Santo André, nesta quarta-feira (14/07). O município andreense é administrado por um petebista, Aidan Ravin, que também pende à petista.

De acordo com Tuma, a decisão do PTB de apoiar os demotucanos no Brasil e em São Paulo partiu apenas das cabeças de Campos Machado e Roberto Jefferson, que comandam a legenda. No entanto, os dois, agora, não conseguem segurar os petebistas de todo país, que partem para a campanha de Dilma.

“O Roberto Jefferson e a Executiva acreditam na ditadura no partido. Muitos tem outras opiniões. Eles tomaram as decisões, mas em Brasília e em todo o Brasil, a maioria do PTB é Dilma”, garantiu Tuma.

Se nacionalmente o PTB fechou com os demotucanos, em São Paulo o PTB se lançou sozinho, ou seja, não integra nenhuma coligação. Contam apenas com a candidatura majoritária de Tuma, que foi preterido de uma indicação para vaga de Senador na coligação encabeçada pelos tucanos paulistas.

O candidato a deputado federal e vice-prefeito de São Bernardo, Frank Aguiar, também disparou: “Muitos não gostam da definição. Hoje, 80% do PTB apóia, declaradamente, a Dilma”. Frank Aguiar faz parte da porcentagem que está com a petista.

Outro exemplo de adesão petebista à Dilma é o de Fernando Collor, em Alagoas. Já em Santo André, uma reunião entre o prefeito Aidan, do PTB, e Dilma será marcada, para debater o possível apoio.

Pouco antes das convenções partidárias, Campos Machado e Roberto Jefferson chegaram a afirmar que comandavam cerca de 70% da executiva estadual e nacional da legenda. Até o momento, ambos continuam com os demotucanos. Resta saber até quando os dois lutarão contra a orientação de outros caciques petebistas.
Júlio Gardesani – Especial para Carta Maior
By: Oni Presente

terça-feira, 27 de julho de 2010

Roberto Jefferson diz que campanha de Serra está sem recursos e desorganizada

O serrista Roberto Jefferson, o paladino da moralidade, presidente nacional do PTB, cobra falta de organização da campanha de Serra, e principalmente falta de recursos e material de campanha, ou seja, de dinheiro:

"Tem que colocar a campanha na rua. O que Serra quer que o PTB faça?...

... Tem que ter carro de som, adesivos, cartazes" - lembrando que faltam apenas 2 meses para as eleições.

O petebista reclamou que o conselho político anunciado pelos tucanos - no qual participariam os presidentes nacionais das legendas (PSDB, DEM, PPS, PTB), Serra, Aécio Neves e FHC -, não saiu do papel, nunca se reuniram.

Jefferson pediu uma reunião com José Serra (PSDB/SP), para estabelecerem as funções do PTB e dele próprio, Jefferson, na campanha do tucano ao Planalto. (Do Portal Terra)

sábado, 17 de julho de 2010

Dividido, PTB inicia debandada da coligação demotucana

Dedico esta postagem ao meu amigo Tato, de Ubatuba

Depois do PSC, que abandonou a candidatura Serra para apoiar Dilma Rousseff, e do PP, que fechou “informalmente” com o PT em todo o Brasil, agora é a vez do PTB iniciar a debandada: “Quase todos (os petebistas), na verdade a grande maioria, está com a Dilma”, diz o senador Romeu Tuma (PTB/SP). “O Roberto Jefferson e a Executiva acreditam na ditadura no partido. Muitos tem outras opiniões. Eles tomaram as decisões, mas em Brasília e em todo o Brasil, a maioria do PTB é Dilma”, garantiu Tuma.