terça-feira, 7 de maio de 2013

Joaquim Barbosa INDUZIU o STF p/condenar PT



JB induziu STF p condenar PT
ENVELOPE 22
Está no ENVELOPE 22 na 12 Vara Federal de Brasília a prova de que Joaquim Barbosa e a PGR/MPF construíram ARDILOSAMENTE a denúncia que foi julgada pelo STF na AP 470.
O conteúdo do ENVELOPE 22 caracteriza um fato inconteste: a VIOLAÇÃO do Código de Processo Penal nos artigos 71, I, 76, 77.
ENTENDA O QUÊ FEZ JOAQUIM BARBOSA
Mesmo com o relatório da então CPI dos Correios identificando que 4 (quatro) funcionários do Banco do Brasil assinaram “notas técnicas”, ESTRANHAMENTE, a PGR/MPF e Joaquim Barbosa resolveram acusar no STF somente o petista Henrique Pizzolato.
Mesmo tendo ciência de que existe um CONTRATO/Regulamento da empresa multinacional Visanet, que registra quem no BB tinha poderes para determinar pagamentos (era o GESTOR nomeado por outra Diretoria do BB, a diretoria de Varejo) e assim sendo o petista estaria totalmente inocentado, ESTRANHAMENTE, a PGR/MPF e Joaquim Barbosa resolveram acusar no STF somente o petista Henrique Pizzolato.
A PGR/MPF registrou no STF em dezembro de 2005 o inquérito que em 2007 virou AP 470.
Ocorre que em 2006 a PGR/MPF, com o pleno conhecimento de Joaquim Barbosa, resolveram ESTRANHAMENTE desmembrar quem seria julgado no STF e quem seria julgado em instância inferior.
E a PGR/MPF e Joaquim Barbosa concordaram com essa VIOLAÇÃO da ampla defesa, pois além da defesa do petista Pizzolato nada saber deste processo PARALELO na instância inferior, os demais ministros foram induzidos a julgar Pizzolato como tendo sido autor isolado.
CONCLUSÃO
Joaquim Barbosa e a PGR/MPF mentiram.
Joaquim Barbosa e a PGR/MPF induziram o STF a julgar um inocente e assim injustamente o condenaram.
FUNDAMENTAL
Sabem qual informação essa ABERRAÇÃO oculta ? o fato de quê em 2001 – em plena gestão FHC – tudo o que imputaram ao petista Pizzolato, JÁ OCORRIA normalmente entre a DNA e o BB.
Ora bolas, separar o mesmo OBJETO de investigação quando sabiam que tudo teve início na gestão de FHC só tem um motivo ... quem ousa definir !
COMPARTILHAR A VERDADE É O SEGREDO DE NOSSA FORÇA !!!

Indústria de chavões



Os empresários brasileiros se vestem bem, comem bem, ganham bem, vivem realmente em outro mundo. Se tivessem um contato mínimo com a realidade, veriam que o país tem hoje todas as condições de dar um passo além e ultrapassar de vez a fronteira que o separa das nações mais ricas do planeta. Em vez disso, porém, continuam atrelados a velhos hábitos e ideias superadas, reclamando de tudo, menos de sua notável incompetência e secular ineficiência.
Um grupo desses nossos "líderes empresariais" se reuniu na noite de segunda-feira em São Paulo para receber o prêmio Executivo de Valor. 
E desta vez se superaram na análise da conjuntura econômica do pais: segundo relatou o jornal que patrocinou o evento, "a inflação voltou ao topo das preocupações dos executivos brasileiros". 
A inflação, justo ela, que mantém neste ano um comportamento exatamente igual ao dos anos anteriores, está causando uma tremenda dor de cabeça aos nossos industriais. 
Eles devem se fartar na leitura do Estadão, da Veja, da Folha, e obviamente não perdem um capítulo do Jornal Nacional.
Com tantos problemas por aí, eles temem justamente a inflação...
Diz a notícia que "em uma lista de seis problemas imediatos - inflação, câmbio, mão de obra, inadimplência, custo do crédito e demanda fraca -, o aumento dos preços recebeu notas de oito a dez para a maioria dos 23 premiados".
E aí segue-se um rosário de queixas: 
"Tudo o que a indústria tenta ganhar em produtividade para ser mais competitiva perde na inflação. Essa escalada inflacionária (sic) é uma grande ameaça", diz Fábio Venturelli, presidente do grupo sucroalcooleiro São Martinho. 
"A inflação reduz a capacidade de compra das pessoas e quem mais sofre são os que têm os menores salários", diz Márcio Utsch, presidente da Alpargatas. 
A notícia continua, afirmando que "se a inflação é o principal entrave de curto prazo ao crescimento, fatores de mais longo prazo também foram apontados": a qualificação da mão de obra - temor número um em 2012 - ficou em segundo lugar neste ano, acompanhada de perto pelo câmbio. 
Como se vê, os empresários brasileiros não primam pela originalidade:
"A receita dos executivos para um Produto Interno Bruto (PIB) mais vigoroso e sustentável nos próximos anos passa pelo aumento da competitividade. Demanda fraca e o câmbio valorizado estão entre as maiores inquietações de Harry Schmelzer, presidente da fabricante de motores elétricos WEG. 'A indústria passa por um momento difícil, o que pode ser percebido pela perda gradual de dinamismo e de participação do setor na economia', diz. Para ele, as medidas adotadas pelo governo - como redução do custo do crédito e desoneração da folha de pagamento - ajudam a mitigar o problema. Mas a retomada do crescimento envolve mais investimentos em infraestrutura e logística." 
O presidente da Microsoft, Michel Levy, capricha no lugar comum: "O Brasil deveria primeiro estimular o investimento privado", afirma, e para isso é necessário rever a política industrial. "Existe forte movimento para aquecer a demanda, mas é preciso se preocupar com o incentivo à produção", diz. 
Mas ele não é o único a explorar o chavão. Carlos Fadigas, presidente da Braskem, é autor de frase lapidar: "O baixo crescimento nos últimos anos deixou claro que não se pode prescindir da expansão da indústria."
E por aí vai o festival de platitudes.
De tudo o que foi dito, sobra apenas a conclusão inevitável: não é à toa que a indústria brasileira vive um mau momento. 
Com lideranças de tal naipe, é um milagre que as empresas ainda sobrevivam.

O lugar da maioria



Depois que até o ministro Joaquim Barbosa denunciou a falta de pluralismo da imprensa brasileira e admitiu sua tendência "à direita," os cidadãos de têm mais um argumento para repensar o que se passa no país.
É preciso ter a coragem de entender que o Brasil ingressou numa fase mais aguda de conflito político, real e duradouro, que irá se prolongar até o final de 2014 e a sucessão presidencial.
E atenção. Caso as urnas confirmem aquilo que dizem as pesquisas de opinião, hoje, nem mesmo a vontade soberana do eleitorado pode ser suficiente para resolver esse conflito e garantir o retorno a um ambiente de paz política e respeito constitucional.
Isso porque assistimos a uma luta que, com o passar dos anos, e sucessivas derrotas da oposição, transformou-se, mais uma vez, numa luta contra a democracia. Não vamos nos iludir. As filigranas jurídicas não estão em debate.
O que se questiona hoje é o lugar da maioria, o direito da grande massa de brasileiros ter a ultima palavra sobre os destinos do país.
A questão é o Poder de Estado, a possibilidade de retrocesso ou de novos avanços no lento, modesto mas real processo de mudanças iniciado a partir de 2003, que envolveu a sexta maior econômica do planeta e o destino de uma região cada vez mais relevante no planeta, a América do Sul.
A fraqueza até agora insolúvel da oposição, sua dificuldade em convencer a maioria da população a lhe dar seu voto explica os movimentos cada vez mais ousados, as denúncias, os ataques sem fim.
Não é de estranhar uma nova radicalização conservadora nas últimas semanas, capaz de envolver personalidades com passado democrático, como Pedro Simon, e mesmo personalidades com um passado digno de um presente melhor, como Marina Silva, capaz de ir à TV dizer obrigado a Gilmar Mendes, tornando-se a primeira candidata presidencial a agradecer a um ministro do STF como se tivesse recebido um favor.
Apesar da agitação em torno de eventuais presidenciáveis, novos, antigos e velhíssimos, a situação não mudou, pelo menos até agora.
A grande maioria do eleitorado continua dizendo monotonamente que está satisfeita com o que vê em sua casa e em seu destino. Pode ser tudo ilusão de ótica. Quem sabe seja puro marketing. Pode ser que tudo fique diferente até 2014.
Agora, isso não importa.
Os números estão ali, seja nas pesquisas encomendadas pelo governo, seja naqueles a que tem acesso a oposição. E este é o dado real, que alimenta cálculos e projetos.
Como uma porta-voz da própria imprensa com tendência “de direita”, nas palavras de Joaquim Barbosa, já admitiu, em 2010, o que se quer é dar oxigênio a políticos e concorrentes que não conseguem andar pelas próprias pernas.
É assim que os lobos vestem elegantes ternos de cordeiro sem que ninguém se pergunte pelo trabalho dos alfaiates. Mentiras nem precisam ser repetidas mil vezes para se transformar em verdades. Basta que sejam embelezadas de modo falacioso e permanente. Basta que o veículo X repercuta o que disse o Y e que nem A, nem B nem C tenham disposição para conferir aquilo que disse Z – como é, aliás, tradição da imprensa brasileira com tendência “à direita” desde 1964, quando jornais e revistas se irmanaram para denunciar a subversão e a corrupção do governo Goulart.
E aí chegamos ao calendário atual da crise, ao batimento cardíaco de maio de 2013. Ameaçada, pela quarta vez consecutiva, de se mostrar incapaz de chegar ao governo pelo voto, o que se pretende é uma mudança pelo alto, sem o povo como protagonista – mas como espectador e sujeito passivo.
Faz-se isso como opção estratégica, definida, concebida de modo científico e encaminhada com método e disciplina.
Num país onde o artigo 1 da Constituição diz que todo poder emana do povo, que o exerce através de representantes eleitos ou diretamente, procura-se colocar o STF em posição de supremacia em relação aos demais poderes.
Como se sua tarefa não fosse julgar a aplicação das leis, mas contribuir para sua confecção ou até mesmo para bloquear leis existentes, votadas e aprovadas de acordo com os trâmites legais.
O STF vem sendo estimulado a tornar-se guardião da agenda conservadora do país, construindo-se como fonte de poder político, acima dos demais.
Assume um ponto de vista liberal quando debate assuntos de natureza comportamental, como aborto e células tronco. Mantém-se conservador quanto aos grandes interesses econômicos e políticos.
Sua agenda dos próximos meses envolve muitas matérias de natureza econômica e o papel do Estado na economia. Até uma emenda constitucional que cria subsídios ao ensino privado já chegou ao tribunal. A técnica sem-voto é assim. Já que não se tem força para chegar ao Planalto nem para fazer maioria no Congresso, tenta-se o STF – e azar de quem tem voto popular. A finalidade é paralisar quem fala pela maioria.
No debate sobre royalties do petróleo, que, mesmo de forma enviesada, traduzia uma forma de conflito entre estados ricos e estados pobres, impediu-se o Congresso de exercer suas funções constitucionais. No debate sobre fundo partidário e tempo na TV, o risco de deixar a oposição sem um terceiro nome para tentar garantir o segundo turno inspirou o PSB, oposicionista, a pedir uma liminar que impede a votação de uma lei que cumpria absolutamente todas as exigências legais para ser debatida e votada. Concordo que a lei em questão pode ser chamada de casuística. Sou contra restrições à liberdade de organização de partidos políticos, ainda que possa lembrar que o debate, no caso, não envolve risco de prisão para militantes de partidos não autorizados, como no passado, mas TV e $$$ público, mercadorias que não caem do céu.
Sem ser ingênuo lembro que nessa matéria o ponto de vista contrário também está impregnado do mesmo defeito.
A liminar beneficia a oposição em geral e uma presidenciável em particular, que tenta encontrar-se num terceiro partido político em menos de uma década. Até agora nem conseguiu o numero de mínimo de filiados para montar a nova legenda. Jornais informam que está recorrendo a políticos de outros partidos que, aliados no vale-tudo para o segundo turno, tentam dar uma mãozinha emprestando eleitores de seu próprio curral. Não é curioso?
O que se quer é atribuir ao Supremo funções que estão muito além de sua competência nos termos definidos pela legislação brasileira. Não adianta lembrar de países desenvolvidos como se eles fossem a solução para todos os males.
Até porque isso não é verdade. Para ficar num exemplo recente e decisivo. Ao se intrometer nas eleições de 2000 nos EUA, impedindo que os votos no Estado da Florida fossem recontados e conferidos pelos organismos competentes, a Suprema Corte republicana deu vitória a George W. Bush – empossando, com sua atitude, o pior governo norte-americano desde a independência, em 1776.
Inconformado com a decisão da Suprema Corte, o democrata Al Gore chegou a resistir por vários dias, recusando-se a reconhecer um resultado que não refletia a vontade popular. Acabou pressionado a renunciar e retirou-se da cena política. Alguém pode chamar isso de vitória da democracia? Exemplo a ser seguido?
Em situações como a do Brasil de hoje, a atuação dos meios comunicação ajuda a criar mocinhos e bandidos, permite desqualificar o adversário e impedir que todas as cartas sejam colocadas à mesa.
O vilão da vez, como se sabe, é o deputado Nazareno Fontelles, do PT do Piauí, autor da PEC 33, que, com base na soberania popular, garante ao Congresso a ultima palavra sobre as leis que vigoram no país.
Fonteles já foi chamado de “aloprado” e até de ser um tipo que faz “trabalho sujo”, além de outras barbaridades feias e vergonhosas, que servem apenas para abafar o debate político e esconder pontos importantes – a começar pelo fato de que o relator da PEC 33 foi um deputado tucano. (Este seria o que?)
Desmentindo outra mitologia sobre o tema, de que Fonteles produziu uma resposta ao mensalão, evita-se lembrar que o texto é de 2011, quando o julgamento sequer havia começado.
Conheço juristas de peso que têm críticas a PEC 33. Outros lhe dão sustentação integral.
O debate real é a soberania popular. E é desse ponto de vista que a discussão sobre a PEC 33 deve ser feita.
A pergunta, meus amigos, é simples. Consiste em saber quem deve ter a palavra final sobre os destinos do país. Vamos repetir: a Constituição diz, em seu artigo 1, que todo poder emana do povo, que exerce através de seus representantes eleitos ou mesmo diretamente.
Até os ministros do Supremo são escolhidos por quem tem voto. O presidente da República, que indica os nomes. O Senado, que os aprova.
Quem não gosta deste método de decisão deveria comprar o debate e convencer a maioria, concorda?

Wálter Maierovicht e o julgamento do mensalão

CBN - A rádio que toca notícia - On demand

Dilma amplia arco à direita e estreita área da oposição



Roberto Stuckert Filho:
Comprometimento do PSD com o governo, representado pela ida do vice-governador paulista para a administração federal, aumenta poderio do rolo compressor dilmista no Congresso; pavimentação de caminho suave para 2014 tem vetores em todos os Estados; tucanos de São Paulo saem perdendo com manobra da presidente; ao tornar Guilherme Afif ministro, Dilma marcou um golaço contra seus adversários mais temidos; justo ela que, dizem em Brasília, mal sabe fazer política
Marco Damiani
No 247

Pelo fim da miséria, Dilma fixa sua marca para 2014



“Presidente mobiliza ministros para finalizar programa de erradicação ampla, geral e irrestrita da miséria no Brasil; nas contas do governo, inclusão de mais 700 mil famílias nos programas sociais existentes eliminará pobreza extrema; transferência de renda elogiada em todo o mundo é atacada internamente pela oposição; mas presidente não se abala com críticas e avança para consolidar imagem de 'mãe Dilma'


A grande vitrine eleitoral da presidente Dilma Rousseff para a tentativa de reeleição em 2014 deve ser mesmo a erradicação da miséria. Pelo menos é o que indica a mobilização bolada pela presidente para dar resultado até o início do próximo anos. Ministérios e órgãos federais foram mobilizados para localizar famílias em situação de miséria que não são beneficiadas pelos programas sociais ou integram o cadastro único do governo. Nas contas do Planalto, faltariam apenas 700 mil famílias para fechar a conta.

Aproximadamente 22,2 milhões de pessoas deixaram a extrema pobreza desde o início do governo Dilma. Para completar o número, a chamada "busca ativa" inclui prefeituras e governos estaduais, reunidos sob a expectativa de que o plano seja concluído até o início do ano que vem. Essa busca, coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento, existe desde o lançamento do Brasil Sem Miséria, mas ganhou novo formato no fim do ano passado. Os esforços acabaram prejudicados pelas eleições municipais.

"Na verdade, estamos tentando fechar as arestas para que a coisa aconteça: para que aconteça o cadastramento, para que a família entre no Bolsa Família", contou ao jornal Valor Econômico a diretora do Departamento do Cadastro Único da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania da Pasta, Cláudia Baddini. A estratégia da busca ativa já permitiu, desde o início do Brasil Sem Miséria, em 2011, cadastrar e incluir no Bolsa Família cerca de 800 mil famílias extremamente pobres.

Neste ano, o trabalho de busca se concentra em Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Amapá e região metropolitana do Rio de Janeiro. O governo espera que a busca sob responsabilidade dos municípios ganhe novo fôlego a partir de deste mês, quando as prefeituras que sofreram mudanças de gestões nas últimas eleições já estejam aptas a aderir a esse esforço. "Eleição municipal é um 'strike', porque muda muita gente. Você tem que dar um tempo, e é esse tempo que a gente está dando, para as prefeituras novas conseguirem entender e para a gente conseguir chegar já com tudo funcionando", diz Cláudia Baddini.”

sábado, 4 de maio de 2013

POR QUÊ TANTO ÓDIO ??? !





 Fico-me perguntando o porque de tanto ÓDIO que está se espalhando pelo Brasil contra o PT, o Lula, a Dilma,o  Zé Dirceu, o Genoíno e outros tantos.  Qual é a CAUSA DISTO??? Vamos refletir um pouco a respeito do assunto. O PT ganhou eleições de uma Forma Democrática: PELO VOTO! E por quê este ÓDIO contra o resultado das eleições.? Porque Lula é Nordestino.? Porque não faz o jogo dos Banqueiros e da Mídia.? Quem instila esse ÓDIO?  Ele não surgiu GRATUITAMENTE. De alguma forma este processo de ÓDIO começou. Como surgiu? Quem propala?  Este final-de-semana o Estadão e a Época MANDARAM a DILMA CALAR A BOCA!!! Literalmente.Lembro-me da época do Getúlio Vargas.Queriam MATÁ-LO,queriam LINCHÁ-LO,queriam TIRÁ-LO de qualquer jeito da Presidência do Brasil. Faziam Campanha para DESTRUIR Getúlio Vargas,o Grande Estadista Brasileiro(leia Bresser Pereira-FGV) eleito pelo VOTO POPULAR. Getúlio se matou sobre forte pressão de Grupos Vendilhões do Brasil,da Mídia Corrupta e de Deputados(como Carlos Lacerda) e senadores. Parece-me que estão tentando fazer o mesmo,nos dias atuais.Só que ,HOJE em dia,existe uma pequena GRANDE diferença: A INTERNET!!! Os BLOGS,TWITTERS,Facebook mostram mais rapidamente certos CONLUIOS MIDIÁTICOS e POLÍTICOS. Quem IMPLANTOU este ÓDIO contra o PT-LULA-DILMA e outros?  Foi a MÍDIA,capitaneada pela GLOBO e Veja,além do PSDB que não se conforma em PERDER ELEIÇÕES. Só escutamos MENTIRAS e mais MENTIRAS MIDIÁTICAS e de políticos. Até quando? Querem que o LULA se mate como Getúlio fez???  E ainda faço um prognóstico. Se o PSDB perder as eleições de 2014,será dado um GOLPE na Democracia,através do Supremo Tribunal Federal. Os EUA,a CASA GRANDE(White HOUSE),dará ordens aos CAPITÃES-DE-MATO no Brasil para caçarem os Petistas,sobretudo Lula. Vai ser um pega-prá-capá.Que tal começarmos a DISCUTIR POLÍTICA sem ÓDIO,sem RANCOR,apenas discutindo ARGUMENTOS SÓLIDOS e,principalmente,o que QUEREMOS para o NOSSO BRASIL??? Por quê não começarmos AGORA? Vamos deixar o ÓDIO SEM RAZÃO de lado. O BRASIL precisa de caminhos sólidos e não ÓDIO.  Fiquem na paz!
 
 Enviado por Chico Chicão
 
 http://www.recantodasletras.com.br
/blogdoonipresente

Dilma quer urgência na garantia dos royalties do petróleo para a educação


Projeto enviado pelo governo ao Congresso Nacional determina destinação integral das receitas de União, estados e municípios e 50% do fundo social do pré-sal


Dilma quer urgência na garantia dos royalties do petróleo para a educação
O aumento dos investimentos em educação infantil é uma das prioridades do projeto enviado pelo governo ao Congresso Nacional (Foto: Tânia Rêgo / Abr)
Rio de Janeiro – Prioridade política para a presidenta Dilma Roussef, a proposta de destinação da totalidade dos recursos provenientes dos royalties do petróleo à educação avança no Congresso Nacional. O Palácio do Planalto enviou ontem (2) à Câmara dos Deputados, em regime de urgência constitucional, o Projeto de Lei nº 5500, que determina que “serão destinados exclusivamente para a educação as receitas da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, provenientes dos royalties e da participação especial relativas aos contratos celebrados a partir de 3 de dezembro de 2012”.
A determinação, segundo o PL, vale para contratos celebrados “sob os regimes de concessão e de partilha de produção, de que tratam respectivamente as leis nº 9.478, de 6 de agosto de 1997, e nº 12.351, de 22 de dezembro de 2010, quando a lavra ocorrer na plataforma continental, no mar territorial ou na zona econômica exclusiva”. A proposta enviada pelo Executivo determina ainda que sejam destinados à educação “cinqüenta por cento dos recursos resultantes do retorno sobre o capital do Fundo Social, previsto no art. 47 da Lei nº 12.351, de 2010”. O PL determina ainda que “os recursos destinados para a educação serão aplicados em acréscimo ao mínimo obrigatório previsto no Art. 212 da Constituição Federal”.
De acordo com a lei, o Fundo Social é alimentado pelos recursos integrais dos royalties e da participação especial destinados à União, provenientes dos contratos celebrados sob os regimes de concessão e de cessão onerosa “quando oriundos da produção realizada no horizonte geológico denominado pré-sal”. Já as receitas da União provenientes dos royalties dos contratos celebrados sob o regime de partilha de produção, segundo a lei, não serão destinadas ao Fundo Social.
Ao submeterem o conteúdo do projeto de lei à presidenta Dilma, antes do envio ao Congresso, os ministros Aloizio Mercadante (Educação) e Edison Lobão (Minas e Energia) assinaram um memorando no qual afirmam que a proposta “tem por objetivo, exatamente, destinar recursos para a educação, a fim de cumprir as metas, presentes e futuras, estipuladas na área educacional”.
Segundo os dois ministros, “a proposta é investir as receitas provenientes dos royalties e das participações especiais sobre a produção de petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos no incremento da educação, que, com o advento da Emenda Constitucional nº 59, de 2009, tornou-se obrigatória dos quatro aos dezessete anos de idade”. Na educação infantil, diz o memorando, “faz-se necessário o aumento dos recursos para uma expansão da pré-escola, já que, aproximadamente, 22% das crianças entre quatro e cinco anos ainda não são atendidas plenamente”. Outro “grande desafio” do governo, lembram os ministros, é “aumentar o número de creches”.

Urgência

O pedido de urgência no trâmite do PL também é salientado por Mercadante e Lobão: “Cumpre destacar a urgência na aprovação desta proposição legislativa, tendo em vista a premente necessidade de reforçar os vários programas e projetos para desenvolvimento da educação, uma vez que a Emenda Constitucional no 59, de 2009, trouxe um grande desafio para o Estado brasileiro, ao estender a obrigatoriedade do ensino para todos os níveis da educação básica. Daí a conveniência de se solicitar ao Congresso Nacional, nos termos do art. 64, § 1o, da Constituição Federal, a urgência na apreciação do projeto”, diz o memorando.
De acordo com o regime de urgência constitucional, o Projeto de Lei deverá ser votado em um prazo máximo de 45 dias na Câmara dos Deputados e de mais 45 dias no Senado Federal. Após esse período, o projeto passa a trancar a pauta da casa em que estiver tramitando, o que impedirá a votação de qualquer outra proposta.
Em seu pronunciamento veiculado em cadeia nacional de rádio e televisão no Dia do Trabalho (1º), Dilma afirmou que o governo “vai privilegiar como nunca o instrumento que mais amplia o emprego e o salário: a educação”. Para isso, disse a presidenta, várias medidas estão sendo executadas e outras estão em discussão: “A mais decisiva delas é a que determina que todos os royalties, participações especiais do petróleo e recursos do pré-sal sejam usados, exclusivamente, na educação”.

Joaquim Barbosa diz que mídia brasileira é parecida com ele


Joaquim Barbosa vê ausência de pluralismo na mídia brasileira
João Brant - Observatório do Direito à Comunicação


Em discurso no evento de comemoração do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, realizado pela Unesco, na Costa Rica, no dia 3 de maio, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, afirmou que a mídia brasileira é afetada pela ausência de pluralismo. Ressaltando que neste ponto falava como acadêmico, e não como presidente do STF, ele avaliou que esta característica pode ser percebida especialmente pela ausência de negros nos meios de comunicação e pela pouca diversidade política e ideológica da mídia.

Antes de encerrar, porém, Barbosa fez questão de ressaltar que não estaria sendo sincero se não destacasse os problemas que via na mídia brasileira. Falando da ausência de diversidade racial, o ministro lembrou que embora pretos e mulatos correspondam à metade da população, é muito rara sua presença nos estúdios de televisão e nas posições de poder e liderança na maioria das emissoras. “Eles raramente são chamados para expressar suas posições e sua expertise, e de forma geral são tratados de forma estereotipada”, afirmou o ministro.


Avaliando a ausência de diversidade político-ideológica, Barbosa lembrou que há apenas três jornais de circulação nacional, “todos eles com tendência ao pensamento de direita”. Para ele, a ausência de pluralismo é uma ameaça ao direito das minorias. Barbosa finalizou suas observações sobre os problemas do sistema de comunicação destacando o problema da violência contra jornalistas. “Só neste ano foram assassinados quatro profissionais, todos eles trabalhando para pequenos veículos. Os casos de assassinatos são quase todos ligados a denúncias de corrupção ou de tráfico de drogas em âmbito local, e representam grave violação de direitos humanos”.


Em resposta a questionamentos do público, Barbosa lembrou um dos motivos da impunidade nos crimes contra a liberdade de imprensa é a disfuncionalidade do sistema judicial brasileira, que tem quatro níveis e “infinitas possibilidades de apelo”. Além disto, a justiça brasileira tem, na perspectivas de Barbosa, sistemas de proteção aos poderosos, que influenciam diretamente os juízes. “A justiça condena pobres e pretos, gente sem conexão. As pessoas são tratadas de forma diferente de acordo com seu status, cor de pele ou poder econômico”, concluiu Barbosa.

Essa é uma prova de que JB sabe do que fala: ministro do STF recebe homenagem de réu


Leia mais em: Blog Sujo

As ondas conservadoras em curso no Brasil


André Singer sugere que vivemos três ondas conservadoras. Uma delas, um repique tardio do neoliberalismo na cultura, quebrando a  hegemonia cultural da esquerda que nasce nos anos 1960 e só agora começa a ser quebrada. Interessante porque explica o "case Lobão" (não é o único) e a virada nas igrejas cristãs.
A segunda onda, que ele denomina de onda de médio prazo, é a reação da classe média tradicional à melhoria de condições de vida e consumo das classes sociais menos abastadas. Singer faz até mesmo um paralelo com a reação da classe média nos anos 1960, como a marcha pela família etc. Onda que não se expressa nos partidos porque não teria chance eleitoral.
A última onda se localizaria numa fração dos segmentos sociais que ascenderam recentemente. Esta fração significaria uma "mudança de lado", uma espécie de tentativa de romper com seu passado recente (sua ascensão, portanto, seria fruto de um esforço pessoal, individual, e não coletivo). Algo que se aproxima do "fascismo societal" sugerido por Boaventura Santos.
É possível.
Mas ainda acredito que exista, de fato, uma onda conservadora difusa, mas evidentemente majoritária, que envolve grande parte do que a FGV-RJ denomina de Classe C. Os dados são claros, a partir das pesquisas mais recentes. Se há frações em relação a este conservadorismo não são tão pertinentes em relação à estas classes subalternas, mas delas com a tradicional classe média. Mas a discussão é interessante e urgente.
rudaricci