quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Kadafi assassinado.

Retrato de um intolerante

A miséria paulista



Com anos de atraso, o Estado de São Paulo se une ao governo federal no esforço de acabar com a miséria, assinando um termo de adesão com as cem cidades paulistas de menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para localizar famílias que vivem em condições de extrema pobreza, ou seja, com renda per capita mensal abaixo de R$ 70. O objetivo é inserir quem estiver abaixo dessa faixa de rendimento em um projeto de erradicação da pobreza, transferindo renda com a integração dos programas Renda Cidadã, do governo estadual, e Bolsa Família, do governo federal.....

SBPC e ABC propõem mudanças no novo Código Florestal



“Na última semana, órgãos encaminharam ao Senado um documento esclarecendo as questões que precisam ser revistas para que o conjunto de leis possa aliar desenvolvimento agrícola à preservação ambiental

Jéssica Lipinski, Instituto CarbonoBrasil/SBPC/ABC/Jornal da Ciência

Após a polêmica aprovação do novo Código Florestal na Câmara dos Deputados, que ocorreu em maio deste ano, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) emitiram uma nota que classificava a decisão como precipitada, e que afirmava que nenhuma das entidades havia sido convidada a participar dos debates sobre o código.

Mas as autoridades políticas ainda têm tempo de considerar o parecer científico dos dois órgãos. Na última semana, a SBPC e a ABC emitiram um documento, enviado ao Senado Federal, que discorre sobre alguns pontos da nova legislação que precisam ser corrigidos para que o código possa de fato atender as demandas da agricultura brasileira sem negligenciar as questões ambientais.

O documento encaminhado ao Senado, juntamente com o livro “O Código Florestal e a Ciência: Contribuições para o Diálogo”, também de autoria da SBPC e da ABC e publicado em abril de 2011, apresenta um sumário resumido e uma parte mais detalhada com uma bibliografia indicativa, nos quais as entidades ressaltam e analisam os pontos que precisam ser modificados no novo código.

“No primeiro estudo, publicado em livro, defendemos que a Ciência tinha que ser ouvida nas discussões do Código Florestal; é um documento mais geral que aborda como a Ciência poderia ajudar nos debates”, explicou José Antônio Aleixo da Silva, coordenador do grupo de trabalho que desenvolveu o documento e secretário da SBPC, ao Jornal da Ciência.

“Agora o texto é mais objetivo e ataca pontos específicos que o grupo entende que devem ser revistos, que merecem maior dedicação dos congressistas. Trazemos uma posição mais clara dos pontos que merecem maior atenção. Esperamos que esse texto tenha grande impacto, que seja levado em consideração, porque a briga política em torno do Código é grande”, concluiu Aleixo.”
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Brasil é segundo país dos Brics em investimentos estrangeiros, diz ONU

“O Brasil atraiu US$ 32,5 bilhões (R$ 56,5 bilhões) em investimentos estrangeiros diretos (IED) no primeiro semestre de 2011, ficando apenas atrás da China entre os países do Brics – grupo que inclui ainda Rússia, Índia e África do Sul – segundo um relatório da Conferência da ONU para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad), divulgado nesta terça-feira.

Daniela Fernandes, BBC Brasil

A China continua captando o maior volume de investimentos estrangeiros destinados aos países emergentes. Foram US$ 61 bilhões nos primeiros seis meses de 2011, quase o dobro do Brasil.

O IED da Rússia foi de US$ 23,4 bilhões nesse período e, o da Índia, US$ 17,8 bilhões. Já a África do Sul está bem atrás, com apenas US$ 2,5 bilhões.

O índice mede os valores investidos em produção, como a construção de fábricas, em fusões e aquisições de empresas e empréstimos entre matrizes e filiais.”
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Escândalo expõe absurdo das emendas parlamentares

O deputado Bruno Covas chegou a admitir ter sido procurado por um prefeito, que lhe ofereceu 10% do valor que o Município receberia

Marcelo Semer
De São Paulo
O recente escândalo na Assembleia Legislativa de São Paulo nos dá oportunidade de perceber o absurdo das emendas parlamentares....

Reforma Política e Referendo

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Praticamente desde quando se iniciaram as discussões sobre a reforma política, começou a ser debatida a ideia de submeter o que o Congresso aprovasse a um referendo. Já existe uma Proposta de Emenda Constitucional sobre o tema em tramitação no Senado e está no anteprojeto elaborado pela Comissão Especial da Câmara.

Ainda em março, ele entrou na pauta da Comissão Especial do Senado, levado pela liderança do PDT - por sugestão do deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) -, que defendeu a realização de um “plebiscito ou referendo” sobre a reforma, como meio de obter o respaldo da opinião pública para as medidas que viessem a ser tomadas e aumentar sua legitimidade. Também, para evitar questionamentos futuros, de quem ficasse insatisfeito.
É uma dessas ideias que parecem tão boas que ninguém tem coragem de lhes fazer oposição. Quem, no Congresso, seria contra a proposta de “ouvir o povo”?....
Não é surpresa, portanto, que o referendo recebesse o endosso de todos os partidos e quase todos os senadores que integravam a Comissão. Lá, apenas o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) assumiu, sem receio, o papel antipático de criticá-lo.
No anteprojeto do deputado Henrique Fontana (PT-RS), a ideia está presente, mas em versão diferente (para melhor) da que foi aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado. O referendo seria realizado “simultaneamente com a terceira eleição geral para a Câmara dos Deputados após a entrada em vigor” da lei com as novas regras. Os senadores preferem que seja feito antes.
Nossos dicionaristas não registram diferenças relevantes no sentido das palavras “plebiscito” e “referendo”, aceitando-as como sinônimas. Designariam a mesma coisa, a consulta ao povo sobre se aprova ou rejeita determinada medida.
Em nossa tradição jurídica e na linguagem política de alguns países, no entanto, elas não têm o mesmo significado. “Plebiscito” é a manifestação prévia da vontade popular, que antecede a edição de uma nova lei e que pode, portanto, até impedir que seja promulgada. Nos Estados Unidos, isso fica ainda mais nítido, pois a expressão é usada quando existe uma iniciativa que se origina no eleitorado, e que, se aprovada, é levada ao Legislativo para receber a forma legal.
O referendo seria diferente. Nele, é a norma pronta que é submetida à ratificação popular. O Legislativo sanciona a lei e cabe aos eleitores referendá-la ou não.
Usando essa terminologia, a proposta do Senado seria fazer um plebiscito, enquanto a da Câmara um referendo, propriamente dito. Embora a PEC do Senado não fixe a data, ela explicita que “eventuais alterações do sistema eleitoral (...) devem ser submetidas a referendo”, deixando claro que elas poderiam deixar de ser feitas.
A ideia de fazer um plebiscito sempre agrada aos que admiram a chamada “democracia direta”, um regime onde os cidadãos não transferem seu poder de decisão e o exercem sem representação. Pode soar “mais democrática” que a democracia representativa, aquela em que as pessoas escolhem representantes através do processo eleitoral e delegam a função legislativa.
Trata-se, contudo, de uma ilusão, baseada na idealização de um passado remoto (que teria existido na democracia ateniense) ou de um futuro longínquo (onde tudo funcionaria perfeitamente). Nas sociedades históricas e na vida real, não há nada de superior na democracia direta.
O cidadão brasileiro sabe que não sabe tudo a respeito do sistema político mais adequado a nossas necessidades. Não conhece (e não tem curiosidade de conhecer) as fórmulas que deram certo e as que não funcionaram em outros países e em outros momentos de nossa história.
Já fizemos um referendo e dois plebiscitos, todos a respeito de questões concretas: em 1963, ficar com o parlamentarismo (aprovado a toque de caixa um ano e meio antes, para limitar o poder de João Goulart) ou voltar ao presidencialismo; em 1993, ficar com ele ou voltar ao parlamentarismo (ou à monarquia); em 2005, restringir a comercialização e a posse de armas de fogo ou deixar as coisas como estavam.
Imaginar uma consulta popular prévia sobre as múltiplas possibilidades de uma reforma política não faz sentido, pois os cidadãos não têm como decidir de maneira informada sobre o assunto. Para isso existe o sistema de representação.
Fazer um referendo mais tarde, quando todos pudermos conhecer o que houve de bom e de ruim no modelo aprovado pelo Congresso, como propõe o anteprojeto da Câmara, essa é que é uma ideia defensável.
Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi

O conselho do pastor




vi no Com textolivre

Embaixador de Israel no Brasil perde a oportunidade de ficar calado


             Idosa palestina sendo agredida por adolescentes judeus

Quando todos ensaiam a palavra paz, eis que o embaixador de Israel no Brasil resolve partir para a provocação   AQUI.

Não ficou nada satisfeito com a troca dos prisioneiros palestinos seqüestrados pelo exército de Israel pelo soldado Gilad Shalit.

Quem tiver tempo e analisar as entrelinhas da entrevista do dito cujo à Folha de S.Paulo vai ficar indignado com as provocações.

Fala em terrorismo e ameaça até o Brasil na eventualidade de um dos libertados vir a residir aqui, já que é casado com brasileira.

O estranho nisso é que a sua interlocutora em nenhum momento assume a função de jornalista.

Contenta-se em apenas ouvir o que, para bom entendedor, significa que ela e seu jornal endossam suas palavras.

Ela sequer se preocupa em cobrar dele uma mentira clamorosa quando ele cita um suposto provérbio judeu que, na verdade, é um trecho do Alcorão.

“Quem salva uma vida salva a humanidade”.

Mas convenhamos, é exigir muito dessa “jornalista” o conhecimento de qualquer livro sagrado.

Ainda mais o Alcorão.

Enfim, esse é o jornalismo que nós temos.

Ao invés de informar, agride, desinforma e confunde.

Um embaixador dessa espécie é uma afronta ao Brasil.
 
Pesquisado do Bourdoukan
via guerrilheiro virtual

Corram!!! Acabou-se o que era doce - Evangélico dos EUA afirma que o mundo acaba na sexta



Ele já errou uma vez, mas não desiste. O pregador evangélico norte-americano Harold Camping, que anunciou o fim do mundo para 21 de maio deste ano, afirmou que nesta sexta (21), o fim dos dias chegará. Ele fez as declarações no hospital, onde se recupera de um AVC (acidente vascular cerebral).
Em maio, o pregador fez grande publicidade em seu site, o "Family Radio". Seus seguidores ficaram surpresos após ele errar a primeira previsão e certamente ficarão descontentes com o segundo equívoco. Se você está com contas atrasadas, melhor pagá-las antes do juízo final e não marque nada para este fim de semana.