terça-feira, 12 de março de 2013

O mundo neoliberal e paralelo de Sardenberg


Por Davis Sena Filho — Blog Palavra Livre

Estava a ouvir a CBN, conhecida também comoa rádio que troca a notícia — e não se importa. Estava a deitar falação o “especialista” em economia, Carlos Alberto Sardenberg, notável porta-voz da direita brasileira e intrépido defensor do neoliberalismo, apesar de o jornalista saber que tal doutrina político-econômica é ou foi um fracasso retumbante, porque derreteu, como gelo em asfalto quente, as economias da Europa e dos Estados Unidos, além de ser mais do que comprovado que esse sistema de pirataria e rapinagem levou centenas de povos à miséria moral e material, bem como alienou o patrimônio público de inúmeras nações, que ficaram sem as estatais planejadas e construídas através de gerações, sendo que o dinheiro auferido com as vendas não foi revertido em novos investimentos, para as sociedades prejudicadas com tal farra efetivada e concretizada pelos neoliberais.


Para Sardenberg, o Brasil vai de mal a pior, apesar de as estatísticas mostrarem o contrário.
Sardenberg é certamente um dos jornalistas mais radicais de direita que tem voz ativa nos meios de comunicação privados e hegemônicos, de propósitos imperialistas e responsáveis pela defesa e difusão do pensamento liberal, que prega a diminuição do estado e a não interferência por parte dele na economia. Ou seja, Carlos Alberto Sardenberg é a favor da minarquia, cujo significado é quanto menor a participação do estado na economia, os indivíduos serão livres e terão mais poder para exercer, por exemplo, o livre arbítrio para comprar e vender. Enfim, dar rumos e fomentar os negócios e as atividades humanas lucrativas, que levam, principalmente, as classes ricas, donas dos meios de produção, a ficarem cada vez mais ricas, enquanto as pobres... que se virem.

Contudo, Sardenberg sabe o que acontece, até mesmo por ser um profissional com conhecimento junto ao establishment dominado por banqueiros, oligarcas do petróleo, grandes proprietários de terras urbanos e rurais, megaempresários midiáticos e fabricantes de armas, por exemplo. Acontece que Sardenberg é um neoliberal, jornalista-especialista das Organizações(?) Globo, como o é também a grande jornalista Miriam Leitão, que tem mais espaço para falar de economia do que qualquer economista de real grandeza, conhecimento e notório saber do passado e do presente. Somente no Brasil uma rede de televisão e seus “especialistas” influem e combatem tanto as diretrizes e os projetos de governos, ainda mais quando a cadeira da Presidência da República é ocupada por mandatários trabalhistas.

A verdade é que a banda não toca como o senhor Sardenberg deseja e quer. A banda desafina, e como desafinou no decorrer de 30 anos de neoliberalismo, ampliado e colocado em prática em termos mundiais, por intermédio da primeira-ministra britânica, Margaret Thatcher, e do presidente estadunidense, Ronald Reagan, que controlaram a ferro e fogo o Banco Mundial (Bird), o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a Organização Mundial do Comércio (OMC). O mundo passou, realmente, por uma onda de transformação, que beneficiou as grandes potências mundiais, os trustes e conglomerados internacionais, além das classes ricas e empresariais do campo e da cidade dos países pobres e em desenvolvimento, a exemplo do Brasil, da Argentina e da Venezuela.

Sardenberg — o Neoliberal II, pois o I é o FHC — fala muito e defende o indefensável, justifica o injustificável e trata os ouvintes da rádio que troca a notícia como se todos eles fossem ingênuos ou meramente integrantes de parte da classe média de perfil lacerdista, udenista, e, portanto, conservadora e reacionária a mudanças. Sardenberg é o contrassenso em toda sua essência e a dissimulação da realidade em toda sua plenitude. Ele prega a continuação do que não deu certo, do que fracassou e foi derrotado, porque simplesmente o neoliberalismo, como doutrina política e econômica, não pensa no bem-estar social da humanidade, das pessoas, apesar de pregar que o indivíduo deve ser livre das amarras do estado, a não ser quando o estado é obrigado a salvar empresas insolventes, falidas de empresários gananciosos, irresponsáveis, que cometem crimes contra a economia dos países e seus povos, como ocorreu a exemplo da crise de 2008, bem como no Brasil, nos Estados Unidos e na América Latina. Neste momento, o estado é ótimo, e gente como o tenaz e obstinado Sardenberg se cala.

A verdade é que tudo não passa de teoria, porque na prática o neoliberalismo teve também seu muro derrubado, como ocorreu, simbolicamente, com o muro de Berlim em relação ao socialismo real. Sardenberg sabe disso, mas não se importa, porque o jornalista da CBN e da TV Globo cumpre seu papel, com dedicação e até mesmo crença no que fala, apesar de eu notar que, muitas vezes, tal escriba e âncora global não é sincero, porque não é possível que ele não perceba que a teoria do estado pequeno e nunca intervencionista não condiz com a realidade e a condição humanas. E por quê? Porque a economia neoliberal — volto a repetir — somente beneficiou os países ricos, enquanto os pobres e em desenvolvimento sustentaram o alto padrão de vida dos europeus, japoneses e estadunidenses, que passaram quase 40 anos a viver como se não tivesse o amanhã. Quem nunca comeu melado quando come se lambuza. E os europeus, ao contrário do que muitos dos nossos cidadãos colonizados e com um imenso complexo de vira-lata pensam, já comeram durante séculos ou milênios o pão que o diabo amassou. Só que "esqueceram" o passado de guerras e crises econômicas, e, a partir da década de 1970, lambuzaram-se.

Concomitantemente à farra neoliberal dos ricos, os nossos milionários tupiniquins também se lambuzavam com as sobras do melado, com o apoio e a cumplicidade irrestritos dos barões proprietários da imprensa de direita e dedicada a fazer propaganda de uma doutrina liberal que levou os países latino-americanos, africanos, árabes e asiáticos à bancarrota, à falência e à dissolução do tecido social, porque não eram criados empregos para os trabalhadores sem salários, não havia crédito para as classes médias e pobres, bem como os pequenos e médios empresários não tinham condições financeiras e logísticas para ampliarem seus negócios, e, por conseguinte, fomentarem a economia interna. O neoliberalismo aumentou os índices de violência e de pobreza e retirou das diversas sociedades deste planeta, exploradas e oprimidas, o direito de sonhar com dias melhores. A época dos princípios neoliberais impostos ao mundo, a partir do Consenso de Washington de 1989

O Brasil do ex-presidente tucano FHC — o Neoliberal — foi ao FMI três vezes, de joelhos e com pires na mão, porque quebrou três vezes. O Brasil, que hoje é a sexta economia mais poderosa do mundo, era humilhado e com a complacência de uma direita emplumada que tem por símbolo uma ave bela e tropical, que não merecia tal destino, que é o de ser vinculada ao PSDB, um partido que em sua nomenclatura tem as palavras social e democracia, mas que envergonha a verdadeira social-democracia, que, ao ver o que os tucanos fizeram com o Brasil, sentiram vergonha, porque, na verdade, o PSDB é um partido de direita e tão provinciano, que, basicamente, está restrito a São Paulo, estado que, historicamente, combateu e combate os governantes trabalhistas, que, em contraponto, sempre beneficiaram o estado bandeirante, mesmo após a vitória do trabalhista Getúlio Vargas contra as forças paulistas, em 1932.

O neoliberalismo é o darwinismo em sua máxima cuja frase “sobrevivência do mais apto“, como sinônimo de “seleção natural”, não coaduna com o direito de viver e muito menos representa a realidade dos entes humanos, que optaram por viver em coletividade para melhor enfrentar as agruras e os perigos no decorrer da vida, da existência. Quando Sardenberg defende o estado mínimo, na verdade ele está a colocar as ovelhas nas bocas dos lobos, que são os grandes capitalistas, que controlam os negócios privados ao tempo que têm influência nas esferas públicas e governamentais, e, dessa forma, impõem à maioria das populações fórmulas econômicas, financeiras e comerciais de exploração, draconianas, para terem seus interesses de classe, recorrentemente, atendidos.

O Torquemada da CBN — a rádio que troca a notícia — deveria, sim, envergonhar-se por defender, ininterruptamente e sem qualquer peso na consciência, uma doutrina criada pelos grandes capitalistas, seus economistas e governantes neoliberais para, juntamente com a globalização, explorar sem limites as riquezas dos solos, das florestas, dos rios e dos mares dos países emergentes e pobres, além de efetivarem, de forma insana e perversa, o neocolonialismo levado às últimas conseqüências, a tal ponto que a partir da primeira década do século XXI os povos explorados pela pirataria e roubalheira dos países ricos passaram a votar em candidatos trabalhistas, como ocorre até hoje em países como o Brasil, a Argentina, a Nicarágua, o Peru, a Venezuela, o Uruguai, o Equador, Honduras e o Paraguai, que, recentemente, foi vítima de um golpe de direita. Porém, o Paraguai foi enquadrado pelos países membros do Mercosul, o que revoltou muitos dos nossos “mervais” e "sardenbergs". Mesmo depois do fim da punição ao atual governo paraguaio de índole e propósitos golpistas, tal governante e seu gabinete vão continuar como párias, até que seja realizada uma nova eleição presidencial.

Não foi à toa que governantes trabalhistas e socialistas criaram os Brics, a Unasul, o G-20, fortaleceram o Mercosul e enterraram a Alca, projeto de espoliação dos EUA, que visava, na verdade, a abertura de mercados gigantescos e poderosos como o do Brasil para os produtos do país yankee, sem, no entanto, receber contrapartida. A Alca, como não deveria deixar de ser, foi sumariamente enterrada. Os governos progressistas da América Latina e do mundo deveriam também serem rígidos no que diz respeito às remessas de lucros das estatais que foram privatizadas, praticamente doadas, nas décadas de 1980 e 1990 por mandatários neoliberais, além de cobrarem duramente serviços de boa qualidade no que é relativo aos serviços de energia elétrica, telefonia e principalmente no que tange à banda larga, que tem de ser pública, barata e oferecida a todos os brasileiros independente de classe social.

Carlos Alberto Sardenberg é um tolo ou se faz de tolo. A verdade é que seus candidatos tucanos vão ter de comer um dobrado para se elegerem.Enquanto isso, o âncora da CBN — a rádio que troca a notícia — e comentarista da Globo News e do Jornal da Globo continua a tergiversar, a dissimular, a manipular e até mesmo mentir sobre as realidades brasileiras e da América do Sul, como o faz sempre no que concerne à Venezuela e aos governos trabalhistas de Lula e Dilma. Sardenberg criou um mundo paralelo para ele viver. O jornalista é tão assertivo e propositivo no que diz, que um dia ele vai se olhar no espelho e se levar a sério. É isso aí.

Mudanças silenciosas


Mantega:  o alvo preferencial dos banqueiros
(Foto: José Cruz/ABr)
Só não vê quem não quer: essa série de desonerações tributárias e benefícios a vários setores industriais que o governo vem fazendo nada mais é que uma ampla reforma tributária para baixar a carga fiscal, desejo de 11 entre 10 dos chamados "empreendedores".
A reforma fiscal já foi tentada inúmeras vezes, mas o fato é que o Congresso nunca irá promovê-la porque os interesses que se chocam em sua discussão são divergentes: nenhuma das partes envolvidas no processo quer perder um mísero centavo com as mudanças, e assim, nada acaba sendo feito.
O governo Dilma resolveu esse impasse de uma maneira criativa: está mexendo em tudo o que a lei permite, atendendo a pedidos de segmentos específicos, de acordo com a possibilidade orçamentária, e assim vai mudando a cara do país - como já fez no caso da redução da taxa básica de juros, a Selic.
O problema todo é que falta ao governo uma estratégia mais afirmativa de propaganda, capaz de realmente transmitir à população a amplitude das medidas.
Os jornalões aproveitam a natural dificuldade de se expressar do ministro da Fazenda, Guido Mantega, para transformar medidas extremamente benéficas ao país em ações pontuais e meramente conjunturais.
Claro que não fazem isso de graça, porque simplesmente não gostam dele, mas sim sob a inspiração do sistema financeiro, que atingido pela queda dos juros, transformou Mantega em seu inimigo número 1, o alvo a ser abatido, a caça da vez.
Juros baixos, tributação menor, desemprego pequeno, salários em alta, consumo aquecido, deveriam ser sintomas de uma economia saudável.
Ao contrário, para a imprensa e seus "analistas", tais sinais indicam que o Brasil está agonizando, à beira de uma fatalidade.
Se a gente não soubesse os interesses que estão por trás dessas afirmações, elas poderiam até mesmo ser computadas como parte de um debate sério sobre os rumos da sociedade brasileira.
Mas como são apenas peças ideológicas, meros retalhos de uma guerra sem fim travada contra a modernização do país, o jeito é ignorá-las.
E esperar que o governo continue a trabalhar no sentido de livrar o Brasil de amarras centenárias que o prendem a um estado lamentável de prostração.
http://cronicasdomotta.blogspot.com.br/2013/03/mudancas-profundas.html

Por que a Globo é contra os venezuelanos


As Organizações Globo defendem um mundo abjetamente iníquo, no qual para os Marinhos serem bilionários o preço é a miséria de milhões — como era a Venezuela pré-Chávez.
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Noto, nas redes sociais, revolta contra a maneira como a Globo vem cobrindo o caso Chávez.
Estaria havendo um golpe na Venezuela, segundo a Globo.
Não existe razão para surpresa. Inimaginável seria a Globo apoiar qualquer tipo de causa popular. Acaba de sair uma pesquisa segundo a qual quase 70% dos venezuelanos aprovam a postergação do juramento de Chávez, e mais de 60% estão satisfeitos com o grau de informação oficial sobre seu estado clínico.
Mas esse tipo de coisa você não saberá em nenhum veículo da Globo, e muito menos em seus colunistas.
Chávez e Globo têm um história de beligerância explícita. Ambos defendem interesses antagônicos com paixão, com ênfase, com clareza.
Se estivéssemos na França de 1789, a Globo defenderia a Bastilha e Chávez seria um jacobino. Em vez de recitar Bolívar, ele repetiria Rousseau.
Chávez cometeu um crime mortal para a Globo: não renovou a concessão de uma emissora que tramara sua queda. Veja: um grupo empresarial usara algo que ganhara do Estado — a concessão para um canal de tevê — para tentar derrubar o presidente que o povo elegera. Chávez fez o que tinha que fazer. E o que ele fez é o maior pesadelo das Organizações Globo: a ruptura da concessão.
Há uma cena clássica que registra a hostilidade entre Chávez e a Globo. Foi, felizmente, registrada pelas câmaras. É um documento histórico. Você pode vê-la no pé deste artigo.
Chávez está dando uma coletiva, e um repórter ganha a palavra para uma pergunta. É um brasileiro, e trabalha na Globo. Fala num espanhol decente, e depois de se apresentar interroga Chávez sobre supostas agressões à liberdade de expressão.
Toca, especificamente, numa multa aplicada a um jornalista pela justiça venezuelana.
Chávez ouve pacientemente. No meio da longa questão, ele indaga se o jornalista já concluiu a pergunta. E depois diz: “Sei que você veio aqui com uma missão e, se não a cumprir, vai ser demitido. Não adianta eu sugerir a você que visite determinados lugares ou fale com certas pessoas, porque você vai ter que fazer o que esperam que você faça.”
Quem conhece os bastidores do jornalismo sabe que quando um repórter da Globo, vai para a Venezuela a pauta já está pronta. É só preencher os brancos. Não existe uma genuína investigação. A condenação da reportagem já está estabelecida antes que a pauta seja passada ao repórter.
Lamento se isso desilude os ingênuos que acreditam em objetividade jornalística brasileira, mas a vida é o que é. Na BBC, o repórter poderia de fato narrar o que viu. Na Globo, vai confirmar o que o seu chefe lhe disse. É uma viagem, a rigor, inútil: serve apenas para chancelar, aspas, a paulada que será dada.
“Como cidadão latino-americano, você é bem-vindo”, diz Chávez ao repórter da Globo. “Como representante da Globo, não.”
Chávez lembrou coisas óbvias: o quanto a Globo esteve envolvida em coisas nocivas ao povo brasileiro, como a derrubada de João Goulart e a instalação de uma ditadura militar em 1964.
Essa ditadura, patrocinada pela Globo, tornou o Brasil um dos campeões mundiais em iniquidade social. Conquistas trabalhistas foram pilhadas, como a estabilidade no emprego, e os trabalhadores ficaram impedidos de reagir porque foi proibida pelos ditadores sua única arma – a greve.
Não vou falar na destruição do ensino público de qualidade pela ditadura, uma obra que ceifou uma das mais eficientes escadas de mobilidade social. Também não vou falar nas torturas e assassinatos dos que se insurgiram contra o golpe.
Chávez, na coletiva, acusou a Globo de servir aos interesses americanos.
Aí tenho para mim que ele errou parcialmente.
A Globo, ao longo de sua história, colocou sempre à frente não os interesses americanos – mas os seus próprios, confundidos, na retórica, com o interesse público, aspas.
Tem sido bem sucedida nisso.
O Brasil tem milhões de favelados, milhões de pessoas atiradas na pobreza porque lhes foi negado ensino digno, milhões de crianças nascidas e crescidas sem coisas como água encanada.
Mas a família Marinho, antes com Roberto Marinho e agora com seus três filhos, está no topo da lista de bilionários do Brasil.
Roberto Marinho se dizia “condenado ao sucesso”. O que ele não disse é que para que isso ocorresse uma quantidade vergonhosa de brasileiros seria condenada à miséria.
http://diariodocentrodomundo.com.br/a-globo-contra-os-venezuelanos/

Jesus barrado no conclave dos Cardeais





“Cardeais da Igreja Católica vieram de todas as partes do mundo, cada qual carregando as angústicas e as esperanças de seus povos, alguns martirizados pela Aids e outros atormentados pela fome e pela guerra. Mas todos mostravam certo constrangimento e até vergonha pois vieram à luz os escândalos, alguns até criminosos, ocorridos em muitas dioceses do mundo, com os padres pedófilos; outros implicados na lavagem de dinheiro de mafiosos e super-ricos italianos que para escapar dos duros ajustes financeiros do governo italiano, usavam o bom nome do Banco Vaticano para enviar milhões de Euros para a Alemanha e para os USA. E havia ainda escândalos sexuais no interior da Cúria bem como intrigas internas e disputas de poder.

Face à gravidade da situação, o Papa reinante sentiu que lhe faltavam forças para enfrentar tão pesada crise e constatando o colapso de sua própria teologia e o fracasso  do modelo de Igreja, distanciado do Vaticano II, que, sem sucesso, tentou implementar na cristandade, acabou honestamente renunciando. Não era covardia de um pastor que abandona o rebanho mas a coragem de deixar o lugar para alguém mais apropriado para sanar o corpo ferido da Igreja-instituição.

Finalmente chegaram todos os Cardeais, alguns retardatários, à sede de São Pedro para elegerem um novo Papa. Fizeram várias reuniões prévias para ver como enfrentariam este fato inusitado da renúncia de um Papa e o que fariam com o volumoso relatório do estado degenerado da administração central da Igreja. Mas em fim decidiram que não podiam esperar mais e que em poucos dias deveriam realizar o Conclave.

Juntos rezaram e discutiram o estado da Terra e da Igreja, especialmente a crise moral e financeira que a todos preocupava e até escandalizava. Consideraram, à luz do Espírito de Deus, qual deles seria o mais apto para cumprir a dificil missão de “confirmar os irmãos e as irmãs na fé”, mandato que o Senhor conferira a Pedro e a seus sucessores e recuperar a moralidade perdida da instituição eclesiástica.

Enquanto lá estavam, fechados e isolados do mundo, eis que apareceu um senhor que pelo modo de vestir e pela cor de sua pele  parecia ser um semita. Veio à porta da Capela Sistina e disse a um dos Cardeais retardatários: ”posso entrar com o Senhor, pois todos os Cardeais são meus representantes e preciso urgentemente falar com eles”.

O Cardeal, pensando tratar-se de um louco, fez um gesto de irritação e disse-lhe benevolamente: “resolva seu problema com a guarda suiça”. E bateu a porta. Então, este estranho senhor, calmamente se dirigiu ao guarda suiço e lhe disse:”posso entrar para falar com os Cardeais, meus representantes”?
O guarda o olhou de cima para baixo e não acreditando no que ouvira, pediu, perplexo, que repetisse o que dissera. E ele o fez. O guarda com certo desdém lhe disse: “aqui entram somente cardeais e ninguém mais”.

Mas esta figura enigmática insistiu: “eu até falei com um dos Cardeais e todos eles são meus representantes, por isso, me permito  de estar com eles”.

O guarda, com razão, pensou estar diante de um paranóico destes que se apresentam como Cesar ou Napoleão. Chamou o chefe da guarda que tudo ouvira. Este o agarrou pelos ombros e lhe disse com voz alterada: ”Aqui não é um hospital psiquiátrico. Só um louco imagina que os Cardeais são seus representantes”.

Mandou que o  entregassem ao chefe de polícia de Roma. Lá, no prédio central, repetiu o mesmo pedido: “preciso falar urgentemente com meus representantes, os Cardeais”. O chefe de polícia nem se deu ao trabalho de ouvir direito. Com um simples gesto determinou que fosse retirado. Dois fortes policiais  o jogaram numa cela escura.

De lá de dentro continuava a gritar. Como ninguém o fizesse calar, deram-lhe murros na  boca e muitos socos. Mas ele, sangrando, continuava a gritar:”preciso falar com meus representantes, os Cardeais”. Até que irrompeu cela adentro um soldado enorme que começou a golpeá-lo sem parar até que caisse desmaiado.Depois amarrou-lhe os braços com um pano e o dependurou em dois suportes que havia na parede. Parecia um crucificado. E não se ouviu mais gritar:”preciso falar com meus representantes, os Cardeais”.

Ocorre que este misterioso personagem não era cardeal, nem patriarca, nem metropolita, nem arcebispo, nem bispo, nem padre, nem batizado, nem cristão, nem católico. Era um simples homem, um judeu da Galiléia. Tinha uma mensagem que poderia salvar a Igreja e toda a humanidade. Mas ninguém quis ouvi-lo. Seu nome é Jeshua.

Qualquer semelhança com Jesus de Nazaré, de quem os Cardeais se dizem representantes, não é mera coincidência mas a  pura verdade.
“Veio para os seus, e os seus não o receberam” observou mais tarde e  tristemente um seu evangelista.”

Dilma anuncia na 6ª novas ações pró-consumidor


Ricardo Kotscho, Balaio do Kotscho

“Numa reunião convocada em pleno domingo, no Palácio da Alvorada, com a participação de vários ministros, a presidente Dilma Rousseff fechou o pacote que anunciará nesta sexta-feira (15) com novas ações para a defesa do consumidor.

Depois de baixar taxas de juros, determinar cortes nas tarifas de energia elétrica e cortar impostos para desonerar os preços da cesta básica, o "pacote de bondades" do governo mira agora nas agências reguladoras e nos Procons estaduais.

As áreas mais visadas são as de telefonia, energia, saúde e aviação, exatamente as que provocam maior número de queixas dos consumidores.

Participaram da reunião para discutir questões jurídicas do pacote os ministros Alexandre Padilha, da Saúde, José Eduardo Cardoso, da Justiça, Luis Inácio Adams, da AGU, e Gleise Hoffmann, da Casa Civil, entre outros.”

O objetivo do governo é que as agências reguladoras realmente cumpram com presteza sua função de fiscalizar as concessionárias de serviços públicos, aplicando multas mais severas a quem descumprir os contratos, da mesma forma como pretende reforçar os Procons.
Fora isso, o cenário político de Brasília continua com as velhas "notícias enguiçadas" de sempre, aquelas que vão passando de uma semana para outra, sem solução.
Royalties, Cabral e O Globo _ "O Rio está fazendo tudo errado, não conseguiu nem o apoio do governo de São Paulo. Esta tática do governador Sergio Cabral de fazer política via jornal "O Globo" não tem chances de dar certo. Se não funcionou nem no Congresso, imagina no Supremo...", desabafou um importante interlocutor da presidente Dilma quando lhe perguntei se o governo estuda alguma compensação para os Estados produtores.
Quem conhece a presidente Dilma sabe que ela não gosta de decidir nada sob pressão e, mesmo que quisesse indenizar os Estados produtores por perdas com a nova lei, certamente não o fará enquanto Sergio Cabral continuar alimentando as manchetes de O Globo.
Dilma deve assinar até amanhã o projeto de lei sobre a nova redistribuição dos royalties do petróleo aprovado pelo Congresso, sem os vetos presidenciais que foram derrubados na semana passada e causaram a bronca de Cabral, com ameaças de calote e criação de novas taxas.
A gota d´água na irritação de Dilma com o governador carioca foi a ideia de taxar a Petrobras pela queima de gás, cobrança que fatalmente seria repassada aos consumidores e pressionaria a inflação num momento em que o governo faz de tudo para controlar os índices.
Para o governo, o problema dos royalties agora é do Supremo Tribunal Federal.
O Senado e o Orçamento _ Caso o presidente do Senado, Renan Calheiros, cumpra sua promessa de votar nesta terça-feira o Orçamento da União, já aprovado pela Câmara, na prática nada mudará para o governo.
No final do ano passado, quando começou esta novela da votação do Orçamento, enviado ao Congresso em agosto, o governo Dilma já tinha baixado uma medida provisória em que liberou R$ 45 bilhões para evitar a paralisia da máquina federal nestes primeiros meses de 2013.
Reforma ministerial _ Continua do mesmo tamanho, com apenas quatro ou cinco mexidas previstas na Esplanada dos Ministérios para contemplar PMDB, PSD e, talvez, o PR, mas ninguém arrisca uma data para a presidente anunciar as mudanças.
É grande a torcida no Palácio do Planalto para que Dilma Rousseff anuncie logo esta minirreforma. Ninguém aguenta mais falar neste assunto.

Pesquisa mostra que "likes" no Facebook revelam mais do que se deseja


Redação, PortalIMPRENSA

“Na última segunda-feira (11/3), uma pesquisa revelou que analisar às páginas “curtidas” pelos usuários do Facebook pode dar estimativas precisas sobre informações pessoais, informou a Folha de S. Paulo.

Estudiosos da Universidade de Cambridge e do Microsoft Research desenvolveram um algoritmo que usa o famoso botão para criar perfis de personalidade e descobrir detalhes íntimos sobre o internauta, como orientação sexual, se o usuário já fez uso de drogas ou se seus pais se separaram.

"É muito fácil clicar no botão 'curtir', é sedutor", afirmou David Stillwell, co-autor da pesquisa. "Mas você não percebe que anos depois todos aqueles 'curtir' são armazenados contra você."

A análise examinou 8 mil usuários da rede social nos EUA, que voluntariamente disponibilizaram suas opções "curtir". Em grande parte, as previsões se basearam em dedução.

Publicado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences, o estudo é divulgado em meio ao debate sobre privacidade online. 

"Posso imaginar situações em que os mesmos dados e tecnologia são usados para antecipar visões políticas ou orientação sexual, trazendo riscos para a liberdade e até mesmo para a vida das pessoas", afirmou o cientista de Cambridge Michal Kosinski.”

segunda-feira, 11 de março de 2013

ONU aponta Brasil como modelo de desenvolvimento social


Programas Bolsa Família e Plano Brasil sem Miséria foram os destaques do país, que integra a Iniciativa Mundial de Conhecimento e Inovação para a Redução da Pobreza

Thiago Trajano/ Creative Commons

Favela da Rocinha, Rio de Janeiro

Favela da Rocinha, Rio de Janeiro
O governo brasileiro, por meio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), oficializou sua participação na Iniciativa Mundial de Conhecimento e Inovação para a Redução da Pobreza, ao lado do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Banco Mundial e Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), além de outros países parceiros, como China e África do Sul.
A ideia é que a iniciativa reúna experiências e seja uma fonte de referência para as nações que pretendem construir ou aprimorar suas políticas de inclusão social, com base nos cases dos países participantes do projeto.
O Brasil aparece na iniciativa como modelo de desenvolvimento social, por conta dos programas Bolsa Família e Plano Brasil sem Miséria, que segundo o governo retiraram da extrema pobreza dezenas de milhões de pessoas. Já China ganha destaque por conta de um projeto bem-sucedido no setor de transporte público, enquanto África do Sul divide sua experiência na área de atendimento em saúde pública.
Assinada nesta terça-feira (5) em Brasília, a Iniciativa Mundial de Conhecimento e Inovação para a Redução da Pobreza terá três etapas no Brasil. A primeira consiste em criar um repositório que reúna estudos já realizados por Ipea, Banco Mundial e outras instituições a respeito das políticas nacionais de desenvolvimento social. Em seguida, serão promovidas novas pesquisas para analisar o que fez com que essas ações fossem exitosas e que inovações adotadas têm potencial de expansão. Por fim, a terceira etapa consiste em reunir ideias de soluções para eventuais problemas que essas políticas tenham enfrentado durante as fases de implantação e execução, tornando-se assim bons modelos de replicação.
fonte: 
http://viajeaqui.abril.com.br/materias/onu-aponta-brasil-como-modelo-de-combate-a-pobreza-noticias?utm_source=redesabril_viajeaqui&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_ngb&

As aparentes sonecas divinas




Rodolpho Motta Lima, Direto da Redação

“Preconceito e privilégio são palavras que caminham lado a lado, nessa ainda longa estrada que o Homem tem que percorrer para poder afirmar-se como efetivamente civilizado. Drummond escreveu um poema , “Science Fiction”, em que, paradoxalmente, imagina um ET que foge do convívio com o ser humano por temer a desumanidade que existe no Homem, visto pelo extraterrestre como “um ser que no existir põe tamanha anulação de existência”.

Essas considerações vêm a propósito dos constantes episódios de discriminações e posturas egocêntricas que cercam os noticiários com os mais diversos tons , que vão do inocente , folclórico ou ridículo ao comprometedor, vergonhoso e trágico.

No lado trágico da coisa, estão aí excrescências como a recente indicação e eleição, por falsos representantes do povo, de um deputado de posturas homofóbicas, que responde por estelionato , um pastor evangélico de posições altamente preconceituosas, para presidir uma comissão intitulada como dos “direitos humanos”. Alguém capaz de proferir frases absurdas que povoam o noticiário, com expressões que vão desde “a podridão que envolve os sentimentos dos homofóbicos” , passando por “africanos descendem de ancestral amaldiçoado” e chegando a afirmações de que Deus não concederá milagre a determinado fiel se ele não fornecer a senha do cartão de crédito. Pensando nos problemas por que passa uma outra religião, mas partindo do pressuposto (para quem acredita) de que Deus é um só, deve ser por algo similar que o Papa renunciante falou sobre momentos em que Deus parece estar dormindo...

Para abrandar um pouco este fato político abjeto, vamos ao campo do ridículo. Uma nota do colunista Anselmo Góis do dia 04.03 dá conta de que estaria em curso uma movimentação das elites no sentido da construção de um cemitério para os ricos, na Barra. Não pesquisei depois para conhecer detalhes da verdade atrás do noticiário. Talvez fosse descobrir que a ideia surgiu num dos momentos da soneca divina. Verdadeiro ou falso, o propósito é mesmo típico de pessoas que “não querem se misturar”. E essa busca da distinção póstuma vem existindo desde que o homem é homem , bastando comparar os suntuosos mausoléus que se espalham pelo mundo com os milhões de covas rasas que abrigam os desvalidos

Confesso que cheguei pensar em me divertir um pouco com o tema, escrevendo um artigo inteiro no qual a imaginação construiria um cemitério elitista, concebido com uma mescla dos valores dos ricos e novos ricos de plantão. Será que se exigiriam porteiros e coveiros academicamente sarados , com visual apresentável, a antiga “boa aparência”, para compensar a ideia da futura decomposição dos corpos dos enterrados? Empregadas e babás só poderiam entrar uniformizadas (de preto) e com crachás ostentando no peito o nome... das patroas? Haveria uma sala VIP, com farta mesa de canapés e salgadinhos, champanhe ou cerveja à vontade, onde se poderiam debater problemas mais imediatos, como herança, inventário e coisas do gênero ? Haveria tapetes vermelhos, ternos Armani e vestidos de marca na caminhada rumo ao túmulo? Será que existiriam “caixões auxiliares” para acompanhar o do morto, que levaria consigo as riquezas amealhadas em vida?
Paro por aqui, até porque essa última hipótese – riquezas levadas para o túmulo - por razões óbvias, ligadas às tais heranças e inventários, estaria fora de cogitações...

Felizmente, a ironia é do mundo dos vivos e tudo isso é apenas uma brincadeira com uma ideia elitista dos que, não satisfeitos com os injustos privilégios da vida, aproveitando-se de um mero cochilo de Deus, os imaginam também depois de mortos. Certamente não ouviram nunca a “Banca do Distinto”, do Billy Blanco, com versos antológicos que refletem a sabedoria popular: “Mais alto o coqueiro, maior é o tombo do coco; afinal, todo mundo é igual quando o tombo termina, com terra por cima, e na horizontal”.

Voltando ao vergonhoso fato político do Congresso, com o qual não dá para brincar, precisamos aderir à turma de combate ao golpe nos direitos humanos, participando dos movimentos que estão surgindo na rede. O deputado “eleito” já começa a pôr as primeiras manguinhas de fora, dizendo ao que veio, ao imaginar ressuscitar nos colégios as malfadadas aulas de Moral e Cívica que nos remetem ao tempo da ditadura e implantar nas escolas a obrigatoriedade do ensino religioso, o que contraria a vocação leiga da educação e só pode estimular estéreis querelas fundamentalistas que não cabem no espaço escolar.

Reverter o quadro que infelizmente colocou um defensor de valores desumanos e/ou retrógrados na presidência da Comissão é uma exigência da democracia, da cidadania, da dignidade da pessoa humana. Depois, ou ao mesmo tempo, já que falamos em reminiscências da ditadura, temos que cuidar do Marin...”

Populismo é invenção da direita para pegar trouxa



Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania

“O conceito “populismo” sempre foi elástico e subjetivo. Contudo, em alguns momentos da história chegou a fazer sentido. No século passado, porém, não era usado apenas para caracterizar a forma de governar de políticos de esquerda como hoje. O caudilho, que por definição governa de forma populista, poderia ser partidário de qualquer ideologia.

Em resumo, caudilho seria um chefe político que governa acima dos partidos e que adota medidas populistas (demagógicas) que agradam aos governados independentemente de serem viáveis, o que, por essa teoria, no médio e no longoprazos terminariam por causar mais malefícios do que benefícios.

No Brasil, o “caudilho populista” mais famoso é Getúlio Vargas, ainda que outros políticos trabalhistas como Leonel Brizola tenham sido associados a essa pecha.

A história do “populismo”, no entanto, importa menos do que o uso contemporâneo desse conceito, tal como vem sendo empregado na América Latina e, mais precisamente, na América do Sul ao longo do século XXI, período em que líderes de esquerda ascenderam ao poder por toda a região e a revolucionaram econômica e socialmente.”
Artigo Completo, ::AQUI::

sábado, 9 de março de 2013

Aquário de Ubatuba investe em projeto de iluminação que economiza 90% de energia



A reforma do sistema de iluminação foi realizada no Tanque Amazônico, no Tanque das Piranhas-Vermelhas e no Tanque Oceânico. | Foto: Divulgação




“Com o desafio de trazer mais iluminação aos ambientes dos tanques e, ao mesmo tempo, contribuir com a redução do gasto de energia elétrica, técnicos do Aquário de Ubatuba, em São Paulo, e da empresa Terramare desenvolveram um projeto no segmento de aquários de visitação pública, que utiliza equipamentos importados para aproveitar a luz do dia e lâmpadas de LEDs - pequenos e eficientes pontos de luz.

Inicialmente, a reforma do sistema de iluminação foi realizada no Tanque Amazônico, que comporta peixes coloridos como o Acará-Disco e o Tetra-Neon, no Tanque das Piranhas-Vermelhas e no Tanque Oceânico, que possui cerca de 80 mil litros de água salgada e comporta Raias e Tubarões.

Nos tanques de água doce, o projeto contempla a utilização de equipamento com tecnologia de alto desempenho para captação óptica de luz solar, que difunde a iluminação natural por meio de um tubo para chegar até os espaços interiores dos tanques de forma homogênea. Além disso, foram substituídas em cada tanque duas lâmpadas de 150 watts de potência cada uma, por uma lâmpada de LED de 30 watts, o que resulta na economia de 90% de energia elétrica.

No Tanque Oceânico, a economia chega a 71%, com a substituição das lâmpadas de vapor metálico de 1.200 watts no total, por sete lâmpadas de LEDs que totalizam 350 watts. “O resultado foi surpreendente, pois foi possível unir o belo efeito visual, enriquecimento ambiental e a redução significativa do gasto enérgico”, afirma Hugo Gallo, Oceanógrafo e Diretor-Executivo do Aquário de Ubatuba.

“O objetivo, agora, é estender o projeto a todas as áreas e tanques do Aquário de Ubatuba que, aliás, é o primeiro Aquário no país a adotar esta tecnologia”, complementa Hugo. O prazo para conclusão de todo o projeto é de seis meses.”