sábado, 3 de janeiro de 2015

Veja os carros que serão lançados no Brasil em 2015


Jeep Renegade — O SUV compacto será produzido em Goiana, no norte de Pernambuco, a partir do início de 2015, e chega às lojas até abril, com versões flex e a diesel e preços estimados entre R$ 68 mil e R$ 105 mil. Haverá opções de câmbios manual de seis marchas e automáticos de seis e nove relações, além de tração dianteira e 4X4, com programas de condução off-road e selo "Trail Rated" — que atesta a capacidade para encarar trilhas pesadas. É, sem dúvida, um dos lançamentos mais importantes de 2015, e uma das principais ameaças ao líder do segmento, o Ford EcoSport
Honda HR-V — O crossover derivado dos compactos Fit e City foi mostrado na versão final, que começa a ser produzida em Sumaré, interior de São Paulo, a partir do início de 2015. O utilitário usará o motor 1.8 FlexOne de 140 cv (com etanol) do sedã Civic, já dotado do sistema de partida a frio que despreza o tanquinho auxiliar de gasolina. Este terá opções de câmbios manual e automático do tipo CVT (continuamente variável) e, por enquanto, está prevista apenas tração dianteira.
Renault Duster Oroch — A versão picape do Duster estreou como show car na feira de carros paulistana, e está recebendo os últimos ajustes. Seu lançamento ocorrerá em 2015, possivelmente no primeiro semestre, para ser a primeira picape "meio-média" do mercado brasileiro
Peugeot 2008 — Sucesso de vendas na Europa, com mais de 200 mil unidades produzidas em pouco mais de um ano, o crossover compacto estreou no Salão de São Paulo cheio de expectativa por parte da marca do leão. O 2008 começa a ser produzido na fábrica de Porto Real, no Rio de Janeiro, no início de 2015 e chega às lojas até o meio do ano que vem, para desafiar Ford EcoSport, Renault Duster, Chevrolet Tracker e a legião de jipinhos novatos
O SUV médio chinês chega às lojas em dezembro para fazer frente a modelos bem-sucedidos no mercado brasileiro, como Honda CR-V e os sul-coreanos Hyundai ix35 e Kia Sportage. Seu principal apelo será o preço: por R$ 66.990, virá completo de fábrica, tendo apenas alguns opcionais, como forração em couro e central multimídia. A mecânica terá motor 2.0 flex de até 160 cv e câmbio manual de cinco marchas

Volkswagen Jetta — O novo Jetta chega com um tapa no visual (que o deixará parecido com o Passat) e o inédito motor 1.4 Turbo Flex para o lugar do veterano 2.0 aspirado
Ford Focus Sedan — A marca do oval azul promoverá a reestilização do modelo, para deixar sua linha brasileira com o mesmo design da gama global. O sedã chegará primeiro às lojas, seguido do hatch, no segundo semestre de 2015
Hyundai Veloster Turbo — Ele voltou! Após deixar de ser importado no começo deste ano, o Hyundai Veloster retorna ao Brasil em 2015 com motor 1.6 turbo de 204 cavalos. O objetivo é reverter a imagem manchada pelo seu desempenho "modesto". O preço não foi divulgado, mas deve ficar na faixa de Honda Civic Si e Volkswagen Golf GTI.
Fiat Bravo — Renovado no Salão de São Paulo, o novo Bravo estreia no comecinho de 2015 com o visual levemente repaginado e uma central multimídia mais moderna, com tela touch
Honda CR-V — O utilitário médio recebeu retoques estéticos em Paris e tem tudo para vir a São Paulo mostrar seus novos faróis contornados por filetes de LEDs. Seu lançamento deve ficar para 2015
Land Rover Discovery Sport — Sucessor do Freelander, será lançado mundialmente no início de 2015 e chega ao Brasil até o meio do ano, com "status" de nacional. Durante o Salão de São Paulo, a montadora britânica confirmou que o SUV "meio-médio" de luxo será produzido na fábrica de Itatiaia, no sul do Rio de Janeiro, a partir de 2016
Jaguar XE — A Jaguar confirmou que venderá o XE no Brasil em 2015. O novo e inédito sedã de entrada da marca vai disputar vendas com Mercedes-Benz Classe C e BMW Série 3. O XE tem tração traseira, carroceria com mais de 75% das chapas em alumínio, cinco versões de acabamento e opções de motorização quatro e seis cilindros, com injeção direta de combustível, acionamento de válvulas variável e sistema start-stop
Audi TT — A Audi anunciou no salão que o A3 Sedan será flex partir de 2015. O modelo será produzido na fábrica que a montadora está erguendo em São José dos Pinhais (PR), onde será produzido também o utilitário compacto Q3 (em 2016). A marca alemã também confirmou que venderá o hatch híbrido A3 Sportback e-tron a partir do segundo semestre de 2015 no País. Outra novidade no estande da Audi é a nova geração do esportivo TT, exibido na versão roadster
BMW M4 — O BMW M4 rompe uma tradição germânica ao mudar de nome e apostar em motores turbinados para oferecer desempenho e economia de combustível. O modelo chega no comecinho de 2015
Mercedes-Benz AMG GT — Poderoso e sedutor, o novo esportivo da marca da estrela foi um dos supercarros mais brilhantes desta edição 2014 da feira paulistana. Sua importação está confirmada para o primeiro semestre de 2015, com a mira apontada para o Porsche 911, modelo mais emblemático da fábrica de Stuttgart. Seu motor 4.0 V8 biturbo gera 426 cv de força e pesados 61,1 kgfm de torque — o 0 a 100 km/h é feito em apenas 3,9 segundos
Ford Mustang — A nova geração do esportivo símbolo dos muscle-cars será importada oficialmente para o Brasil, para delírio dos fãs brasileiros. Mas ainda vai levar um tempo. A previsão é de que o novo Mustang só chegue entre o fim de 2015 e o início de 2016, porque esta é a primeira geração "global" do Mustang, e será comercializada em uma centena de países
Nissan New Versa — O sedã compacto chega no início de 2015 renovado por fora e por dentro, e com produção nacional, na fábrica de Resende, no sul do Rio de Janeiro. Especula-se que estreará um moderno motor 1.0 de três cilindros, que também será produzido na unidade sul-fluminense. Se a informação se confirmar, o New Versa ganhará preços bastante competitivos, e usará a carroceria encorpada como diferencial — será um dos sedãs mais confortáveis e espaçosos do mercado
BMW Série 2 Active Tourer — Primeiro veículo de tração dianteira da história da marca bávara, o hatch com características de minivan chega no País no início de 2015 para encarar o Mercedes-Classe B, modelo que até hoje não tinha um adversário direto. A mecânica terá o motor 2.0 turbo de 231 cv de potência. Preços serão anunciados no futuro
Lexus NX — Maior aposta global da divisão de luxo da Toyota, o SUV compacto chega no início de 2015 para disputar o filão que mais cresce no País. Entre os adversários estão Audi Q3, BMW X3 e Mercedes-Benz GLA
Volvo XC90 — Estrela da marca sueca em Paris, a nova geração do SUV grande de luxo é aguardada no pavilhão de exposições do Anhembi, em São Paulo, daqui a duas semanas. Um filme comercial com pedaços do modelo já circula na tevê paga. Destaque para os faróis inspirados no martelo de Thor, Deus do Trovão, e a central multimídia que inclui uma "tela-tablet" no console central do painel
Kia Sorento — Um dos campeões de vendas da marca sul-coreana no Brasil, o SUV ganhou nova geração em Paris e já está estreou no motor show paulistano, ao lado do elétrico Soul EV e da minivan Carnival. A expectativa é de que o modelo desembarque no Brasil no primeiro semestre do ano que vem
JAC J5 — Desde que chegou ao Brasil, o sedã médio chinês nunca impressionou, mas a atualização promete deixar o J5 muito mais interessante que a versão anterior/atual. Além do design mais belo e moderno, o modelo terá motor 1.5 flex, câmbio automático tipo CVT e acabamento mais chique na cabine, além de uma lista de equipamentos ainda mais completa. Se a JAC reposicionar seu preço, pode se tornar muito maior do que é hoje
Kia Carens — A nova geração da minivan desembarca no Brasil no início de 2015 e terá dificuldade para se reposicionar de forma competitiva, uma vez que a Kia não possui, no momento, fábrica ou planos de construir uma no País. Ainda assim, o modelo familiar terá motor flex e vai encantar muita gente com tecnologias — virá apenas em versões tops

Do R7

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

O Brasil não acabou - e nem vai acabar


2014 acabou, mas o Brasil não, embora muita gente tenha desejado o seu fim.
2015 será um ano difícil, como quase todos.
Mesmo assim o Brasil e o seu povo sobreviverão.
Haverá dificuldades para a grande maioria.
Alguns poucos continuarão no bem bom.
Mensagens de fim de ano são, quase todas, protocolares.
Quase ninguém acredita que seus votos de prosperidade e felicidade se concretizarão.
De toda forma, e para que este maravilhoso país continue em sua trajetória de desenvolvimento, com diminuição da iníqua desigualdade econômica e social que nos envergonha perante as outras nações, não custa nada desejar que todos aqueles que carregam dentro de si o preconceito e o ódio de classes, essa doença que tanto mal faz à humanidade, sejam, ao menos, um pouco mais tolerantes, um pouco menos violentos, a partir deste ano novo.
O Brasil não acabou em 2014, mas foi por pouco.
A semente da intolerância germinou e deu frutos como nunca antes.
Sempre haverá discordâncias - isso é da natureza humana.
Elas, porém, não devem desencadear ondas de veneno ou desejos de destruição.
Ainda há pessoas guiadas pela razão nos cargos institucionais da nação.
Cabe a elas, portanto, a dura tarefa de coibir eventuais excessos que possam comprometer o florescimento desta nossa jovem e promissora democracia.
2015 será um ano difícil, todos sabemos.
Cabe exclusivamente a nós, povo, torná-lo um bom ano para todos.
http://cronicasdomotta.blogspot.com.br/2014/12/o-brasil-nao-acabou-e-nem-vai-acabar.html

Política não se discute?



Política é a essência das relações inter-humanas. Mesmo quando estas relações parecem afetadas pela contrariedade de opiniões. A contrariedade é factível, ou melhor, é intransigente nas relações políticas.

Política não se discute. Esta afirmativa é tão repetitiva e entranhada no imaginário popular brasileiro quanto aquela que diz: política e religião não se discute. Evidente que a frase expressa uma rejeição ao debate, ao conflito e à discussão. Estes três conceitos são mal vistos pela turbulência gerada dos seus diversos significados. Mas quando o conceito de ideia é aplicado a eles, temos então uma nova visualização do que é debater, conflitar e discutir a política. Porque então tudo será definido no campo das ideias, da ideologia, do entendimento que absorvo dos adversários e do que os repele de mim.
Política é a essência das relações inter-humanas. Mesmo quando estas relações parecem afetadas pela contrariedade de opiniões. A contrariedade é factível, ou melhor, é intransigente nas relações políticas. Não significa que o debate seja feito sempre de maneira acirrada e incontestável por cada parte. Então surge a possibilidade mais um conceito formador da identidade política de um sujeito: o diálogo. A comunicação é essencial na política. Saber explorar ideias e ater-se à coordenação dos fatos define uma característica elementar do bom político.
Vivemos numa sociedade onde a diminuição das necessidades dos cidadãos está atrelada a diretrizes definidas por políticas institucionalizadas pelos poderes do Estado. O Estado provém ao cidadão as melhorias das condições de vida através de políticas quase sempre condicionadas pelos acordos, diálogos e definições dos políticos com a sociedade. Muitas vezes esta relação se torna desgastada pelas constantes recriações negativas da imagem do homem público. E se desgasta ainda mais pela constatação de que a negatividade é sempre originada de denúncias verdadeiras de corrupção, entre outras mazelas.
Mas mesmo a corrupção, a falta de decoro e os esquemas de lavagem devem ser debatidos não com a pequenez dos desejos partidários. A política abrange muito mais aspectos do que uma simples legenda, homens públicos ou desejos unificados de uma bancada. Desta maneira tem se tornado mesquinha aos olhos da população porque não se consegue interpretar a grandeza dos gestos, a firmeza de ideologias populares e não populistas, o cerne social e não capitalista das políticas públicas.
Para além deste discurso inaugural do site Nossa Política, uma reflexão superficial sobre se devemos ou não discutir sobre política. Devemos discutir como se discute futebol, religião, sociedade. Porque somente assim a história pode resguardar um futuro brilhante para o Brasil e todos os seus filhos. Que tenhamos a capacidade de mostrar aos nossos compatriotas que política é discutível no campo das ideias e inclusive no campo das ações. E que é digno ver um jovem escolher seus candidatos, brigar por suas propostas, discuti-las e abrigar sob seu senso uma ideologia voltada ao diálogo.
Dialogar e sentir-se pertencente à política, a minha, a sua, a nossa política.
*Mailson Ramos é escritor, profissional de Relações Públicas e autor do blog Nossa Política. Escreve semanalmente para Pragmatismo Político.
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/12/politica-nao-se-discute.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PragmatismoPolitico+%28Pragmatismo+Pol%C3%ADtico%29


MÍDIA VESTE A CARAPUÇA DO 'INIMIGO EXTERNO' DO PAÍS


5 coisas que não te contam sobre a perda de peso

WEIGHT LOSS NO ONE TELLS YOU

Poucas coisas são mais inspiradores que uma mudança dramática na sua saúde. Mas, nas narrativas típicas sobre perda de peso, a tendência é se concentrar no óbvio: os benefícios de saúde, a melhoria da autoestima e do sono.
É verdade que perder aqueles quilos a mais traz muitos ganhos de saúde (ossos fortalecidos, menor risco de diabetes e derrames e uma vida mais longa, só para mencionar alguns, mas há desafios dos quais nem sempre ouvimos falar.
Como sabemos que não é fácil, eis alguns dos desafios de perder peso que não costumam ter tanto destaque.
1. Sua percepção do próprio corpo não vai mudar do dia para a noite.
Uma mudança dramática deveria ser incrível – mas e quando não é assim?
“Ainda tenho dificuldades para enxergar o que conquistei nestes últimos dois anos”, disse ao Huffington Post Kristin Griffin, que perdeu 38 quilos. “Perder o peso foi a parte fácil; enxergar meu novo eu tem sido uma luta diária”.
“Muitas pessoas atribuem suas decepções ao fato de estarem obesas e acham que, perdendo peso, tudo vai melhorar milagrosamente”, diz Ed Abramson, doutor em psicologia e autor de Emotional Eating (Comendo emocionalmente, em tradução livre), ao The Huffington Post. “Mas a realidade é que você ainda é você.”
“No começo, achei que simplesmente teria essa autoconfiança”, disse à CNN Shannon Britton, que perdeu 120 quilos depois de fazer cirurgia de redução do estômago. “Ficaria magra, com vontade de sair correndo pelada por aí. OK, talvez não pelada, mas tinha essa fantasia na cabeça de que um dia acordaria amando meu corpo e me sentiria à vontade de biquíni – que não teria nenhuma vergonha do meu corpo.”
Na verdade, diz Abramson, a imagem corporal pode ser a última coisa a mudar em uma transformação dessas; assim como as pessoas que perderam um membro sentem dor ou formigamento fantasmas, quem era obeso ainda acredita ocupar o mesmo espaço.
Isso não quer dizer que seja impossível chegar lá. “Nos primeiros dois anos da minha jornada, ainda tinha dificuldades de me enxergar como uma nova pessoa”, disse Maia Sutton ao HuffPost em 2013. Ela perdeu 40 quilos. “Só recentemente tive uma epifania e percebi: ‘Sou boa o suficiente! Eu mereço! Pela primeira vez na vida, me olhei no espelho e me achei maravilhosa. Vejo coisas dignas de elogio, não de críticas. Nunca me senti tão confiante.”
2. Provavelmente vai haver sobra de pele.
Se você perdeu uma certa quantidade de peso, provavelmente vai ser lembrado disso fisicamente: pele flácida e com estrias. Infelizmente, não há nada que se possa fazer para evitar esse problema. “Como você perde a pele depois da perda de peso depende de vários fatores: quantos quilos perdeu, que idade tem, quantas vezes engordou e emagreceu e com que velocidade perdeu peso (quanto mais rápido o emagrecimento, menos tempo tem a pele de se firmar naturalmente)”, diz a revista Women’s Health.
Alguns optam por cirurgia. Brian Beck, que perdeu mais de 135 quilos, disse ao HuffPost em 2013 que fez operações para retirar mais de 4,5 quilos de pele em excesso. É claro que qualquer tipo de cirurgia pode ter sérias consequências de saúde, e as operações para a retirada de pele excessiva não costumam ser cobertas por planos de saúde. “Estou mais feliz, mas tenho essa lembrança constante do meu passado... sérias cicatrizes mentais”, disse ao Huffington Post Robbie Siron, que perdeu 52 quilos. “Fiquei com pele sobrando. Estou frustrado, porque meu plano de saúde pagaria uma ponte de safena tripla, mas não uma operação para retirar a pele em excesso.”
A imagem corporal também interfere, diz Abramson. Ele incentiva as pessoas com o excesso de pele a serem pelo menos um pouco céticas em relação ao que pensam. “Às vezes, quando você se olha no espelho, o cérebro te engana”, diz ele. “A representação que o cérebro faz do seu corpo pode não ser totalmente precisa.”
3. Alguns relacionamentos podem mudar.
Talvez seu novo treino favorito seja na mesma hora daquele programa de TV que você assistia religiosamente com um amigo, comendo besteiras. Talvez sua mulher ache que seus jantares cheios de legumes sejam uma dica silenciosa para que ela mude a dieta. A mudança de hábitos pode mostrar que você tem menos (ou mais!) em comum com certas pessoas a sua volta.
Novos relacionamentos iniciados na academia ou no grupo de perda de peso podem ser extremamente motivadores, mas pesquisas sugerem que os relacionamentos mais antigos, especialmente os românticos, podem sofrer se um dos integrantes perder peso, e o outro, não. Um estudo apontou até mesmo maiores índices de divórcio entre pessoas que passam por cirurgias para redução de peso. O peso pode ser uma espécie de fator de equilíbrio num relacionamento, explica Abramson. Ele teoriza, por exemplo, que um parceiro pode se sentir mais confiante para enfrentar o outro depois de emagrecer, ou então pode temer perder o parceiro caso ele emagreça. Irmãos podem sentir um aumento na rivalidade se um deles perder peso. “Você mexe com o equilíbrio”, diz ele, “e às vezes surgem conflitos”.
4. Seu novo guarda-roupas pode custar caro.
Depois de atingir seu peso ideal, você provavelmente vai começar a procurar novas roupas. Quanto mais dramática sua transformação, mais provável que você se veja comprando roupas ao longo do processo.
“Apesar de ter sido caro, fico muito empolgado por ter de comprar roupas menores todo mês”, disse ao HuffPost Brad Bishop, que perdeu 30 quilos. “Minha cintura diminuiu quase 20 centímetros. Tive de cortar e fazer novos furos no meu cinto várias vezes. A pulseira do meu relógio também diminuiu muito.”
Comprar roupas baratas ou fazer trocas com amigos pode ajudar a encher o guarda-roupa sem esvaziar a carteira. Se você conseguir adiar, deixe para comprar roupas só quando estiver precisando. Em vez disso, dê-se de presente algo que não dependa do tamanho, como um novo produto para o cabelo ou uma joia, diz Abramson.
5. Os outros podem achar que estão ajudando...
Você provavelmente vai encontrar pessoas que percebem a mudança pela qual você está passando. Muitas dessas pessoas vão te apoiar e incentivar. Outras, não. Nem sempre esse tipo de atenção é bem-vindo.
Na verdade, um simples “Você está ótimo!” pode parecer definitivamente constrangedor. Para começar, esse tipo de comentário te obriga a se perguntar: se você está ótimo agora, como estava antes? Concentrar-se apenas no físico pode servir de estímulo para algumas pessoas. Para outras, porém, pode parecer falta de educação. “Não sou gordo, não sou magro, tenho proporções razoáveis, e as pessoas perguntam se perdi peso”, diz Abramson. “[Tenho vontade de dizer:] ‘Não é da sua conta’. Eu incentivaria as pessoas a mudar de assunto.”
Tente se armar com respostas inteligentes, como essas do Health.com e saiba que o que essas pessoas realmente querem te dizer, por mais doloroso que seja, é: Tenha orgulho de si mesmo.

Este artigo foi originalmente publicado pelo HuffPost US e traduzido do inglês.

http://www.brasilpost.com.br/2015/01/02/novidades-perda-de-peso_n_6406208.html

Cinco dos lançamentos tecnológicos mais aguardados em 2015


O Apple Watch pode dar impulso ao mercado de produtos 'wearable'
'Que novidades tecnológicas vão dominar as atenções neste ano que começa?

 BBC Brasil 

1. Apple Watch

Após meses de especulação, a Apple finalmente apresentou, em setembro de 2014, seu modelo de relógio de pulso inteligente.

A Apple prometeu a novidade para o início de 2015, mas não deu datas específicas.

Além de mostrar a hora, o relógio envia mensagens, fornece localização e faz pagamentos via conexão sem-fio. Também usará apps e deve funcionar em conjunto com o iPhone 5 ou modelos posteriores.

Talvez um dos fatores mais inovadores em relação a relógios inteligentes prévios seja sua estética: tem tamanhos e cores diferentes.

Alguns analistas preveem que se o sucesso do Apple Watch for confirmado, ele pode dar impulso à indústria dos "wearables" (tecnologia de "vestir", literalmente).

2. Windows 10

Em setembro, a Microsoft anunciou detalhes de seu novo sistema operacional, o Windows 10.

Para amenizar os aspectos mais criticados do Windows 8, a empresa disse que vai recuperar algumas características de versões anteriores, como a tecla "iniciar" para o acesso rápido às funções do computador.

O Windows 10 recuperará características de versões anteriores que deixaram saudades nos usuários
O novo sistema operacional deve chegar ao mercado no início de setembro de 2015.

3. OCULUS RIFT, VERSÃO PARA CONSUMIDORES

Trinta anos após os primórdios da realidade virtual, a tecnologia para vivenciá-la parece estar finalmente chegando mais perto dos consumidores.
Essa indústria tem como principal aposta os óculos Rift, cuja versão ao público em geral deve ficar pronta ao longo de 2015.

"Está a meses, e não a anos de distância", disse em novembro o diretor-executivo da Oculus Rift, Brendan Iribe.

O gadget promete realizar o sonho de trazer a realidade virtual da ficção científica à sala de estar dos fãs de games. Tanto o protótipo como a versão para programadores despertou grande entusiasmo.

Óculos podem trazer a realidade virtual para dentro das salas de estar

Os óculos vêm sendo observados com curiosidade pela indústria desde seu primeiro protótipo, de 2012, até a versão "Crystal Cove", bem mais bem acabada, apresentada no evento Consumer Eletronics Show, em 2014.
Em março deste ano, o Facebook anunciou a aquisição da Oculus por cerca de US$ 2 bilhões - uma aposta por um futuro não tão distante em que a realidade virtual e aumentada poderia ser parte da nossa vida cotidiana.

4. Google Glass, versão para consumidores

Muito tem sido dito sobre o Google Glass. No entanto, até o momento, ele não chegou ao mercado como um produto totalmente acabado.

Sua versão Explorer Edition foi colocada à venda em maio de 2014, como um produto para desenvolvedores, disponível nos EUA e no Reino Unidos por cerca de US$ 1,5 mil.

Agora, a indústria aguarda o próximo modelo, o Google Glass 2, segundo o jornal The Wall Street Journal (WSJ).

Essa nova geração de óculos inteligentes é esperada para 2015, mas não se sabe a data exata.

Acredita-se que o novo modelo já seja uma versão voltada ao consumidor, com um preço muito mais baixo e com apelo a um setor mais amplo do mercado.

O WSJ informou que o novo Google Glass usará um microchip da Intel que, segundo analistas, pode aumentar a duração de sua bateria - um dos itens criticados na versão Explorer.

5. Celular OnePlus Two

OnePlus causou burburinho ao criar celular funcional e de baixo custo
O aparelho, o primeiro e único modelo sendo comercializado pela start-up OnePlus, causou burburinho em 2014, quando foi apontado como uma das revelações do ano.

A OnePlus é sediada em Shenzen, um gigantesco centro tecnológico em ebulição na China.

E, após o sucesso do OnePlus One, a empresa confirmou o lançamento do OnePlus Two em 2015, que deve chegar às prateleiras entre abril e setembro.
O modelo atual pode dar pistas a respeito de como seria a versão Two: é um celular atraente e funcional, ao preço competitivo de US$ 299 nos EUA para um modelo de 16 giga de memória.

Foi projetado para competir com modelos de grande peso, como o Samsung Galaxy S5, o HTC One M8 e o Google Nexus 5.

O OnePlus usa o sistema operacional CyanogenMod, sistema de código aberto para celulares e tablets baseado no Android.

Mas o OnePlus One ainda não está disponível na América Latina. A empresa diz estar em expansão e aumentando o número de países onde pretende vender o que é, por enquanto, seu único celular."

“A Ásia é um problema para a aviação”: especialista explica o porquê de tantos acidentes na região


Publicado na DW

"O mau tempo não deve ser o único motivo para o desaparecimento da aeronave da AirAsia neste domingo (28/12), que voava com 162 pessoas a bordo da Indonésia para Cingapura. Para o especialista alemão em aviação Heinrich Grossbongardt, o mais provável é uma combinação de fatores, que podem envolver também falhas técnicas ou decisões erradas da tripulação.

Ele diz, ainda, que a Ásia é uma região particularmente difícil para a aviação, já que existem áreas extensas onde o controle de tráfego aéreo é restrito. “É limitado pelos aviões voarem longas rotas sobre a água”, diz o analista da Expairtise Comunicações, baseada em Hamburgo.

Deutsche Welle: Qual é a probabilidade de que somente o mau tempo seja o principal motivo para o desaparecimento de um avião de passageiros?

Heinrich Grossbongardt: O tempo pode ser um fator que contribuiu. Em todos os acidentes relacionados ao mau tempo que vimos nos últimos anos, o tempo foi um fator, mas sempre combinado com outros. Geralmente há a combinação de mais de um fator para a queda de um avião.

Que fatores podem ter tido influência no caso do voo da AirAsia?

Dizer seria pura especulação neste momento, mas pode ser uma combinação do mau tempo mais algumas questões técnicas; ou o mau tempo e, falando com cuidado, decisões erradas feitas pela tripulação. Neste momento, tudo é possível.

Nas próximas horas deverá ser divulgado o teor da comunicação entre a aeronave e o tráfego aéreo. Nós certamente vamos ver dados do radar que vão dar uma primeira indicação do que pode ter ocorrido.

Considerando o voo da Malaysia Airlines, que desapareceu em março na mesma região, uma das questões que surge é: existem regulamentos diferentes na Ásia em comparação com o resto do mundo? É um lugar particularmente difícil para a aviação?
Nós temos na Ásia muitas áreas extensas onde o controle de tráfego aéreo é limitado por os aviões voarem longas rotas sobre a água. Se, por exemplo, um avião estiver perdendo altitude num determinado ponto, a aeronave vai se tornar invisível para o controle de tráfego aéreo simplesmente por razões físicas, já que ele desaparece no horizonte.

No mundo Ocidental – na Europa ou nos EUA – temos cobertura de radar de quase 100% da região. Então você não vai encontrar áreas onde o avião é invisível para o controle aéreo. Isso é diferente na Ásia apenas por causa da vastidão da região e, ainda, pelos voos serem relativamente longos sobre a água, o que ocorre também em voos de curta distância.

Não houve lições aprendidas a partir dos acontecimentos do voo MH370, especialmente naquela região, que poderiam ter sido aplicadas à aviação?
A lição aprendida após a tragédia da aeronave da Malaysia Airlines é que todo mundo está trabalhando na implementação de uma solução que permita o rastreamento de aeronaves com a ajuda de satélites.

Mas, no mundo da aviação, o incidente da Malaysia Airlines só aconteceu ontem, por assim dizer. Porque encontrar e implementar uma solução, e ainda ter certeza que ela realmente funciona é uma questão de pelo menos dois ou três anos. E passaram poucos meses após o incidente com a Malaysian Airlines.

Existe alguma probabilidade de serem encontrados sobreviventes?
Infelizmente, quando uma aeronave desaparece sobre a água, a probabilidade de alguém sobreviver à queda é muito pequena.

Será mais fácil localizar os destroços da aeronave da AirAsia do que do MH370?

Definitivamente. Mas acredito que é algo completamente diferente. Isso porque uma aeronave A320 é de curto alcance e não tem grande autonomia de voo como um A330. Como o voo era de curta duração, a aeronave tinha uma quantidade limitada de combustível, o que deve restringir as áreas de buscas.
E, no caso do MH370, o que tornou o caso tão difícil e sem precedentes, é que alguém fez a aeronave desaparecer dos radares propositalmente ao desligar determinados sistemas do avião. No momento, não temos qualquer indicação de que isso também tenha ocorrido com o avião da AirAsia.

O tempo estava ruim, e isso poder ser um fator determinante. Eu tenho quase certeza que, nos próximos dias, uma parte dos destroços será encontrada."

Chefe da Sabesp pede 'todos preparados para o pior'


"Olhando para a frente, a situação de São Paulo é preocupante, é grave, e temos que torcer pelo melhor, mas estar preparados para o pior", disse Jerson Kelman, novo presidente da Sabesp; ele lembrou que as pancadas de chuva de verão não têm sido fortes o suficiente para recuperar os níveis do Sistema Cantareira; "é preciso deixar claro para manter sempre esclarecida a população de que essas chuvas intensas e curtas não resolvem o problema"; ele pediu que a população continue economizando o máximo possível para evitar medidas mais drásticas em 2015

Brasil 247

A situação hídrica de São Paulo ainda é crítica, apesar dos temporais que têm marcado este início de verão em São Paulo.
  
Quem afirma é o novo presidente da Sabesp, Jerson Kelman, que concedeu uma importante entrevista ao jornalista Artur Rodrigues, da Folha de S. Paulo (leia aqui a íntegra).

"Olhando para a frente, a situação de São Paulo é preocupante, é grave, e temos que torcer pelo melhor, mas estar preparados para o pior", disse ele.
Kelman pediu ainda para que a população continue economizando, a despeito das imagens do noticiário de verão, que mostram enchentes e carros boiando em São Paulo.

"O que poderia acontecer de ruim é você ter uma enchente, carros boiarem, essas coisas que acontecem no verão, e ter um efeito colateral indesejável que seria a população imaginar que o problema está resolvido e relaxar na postura que está tendo de uso econômico da água."

Segundo ele, o uso consciente da água é crucial para evitar medidas mais drásticas em 2015.

Ontem, ao tomar posse para mais um mandato, o governador Geraldo Alckmin se colocou como principal voz da oposição, no cenário político nacional.

Pré-candidato à presidência da República em 2018, ele precisa, antes, solucionar a crise de abastecimento de água no estado mais próspero do País para levar adiante suas pretensões.

A atuação de Kelman, portanto, será decisiva para o futuro de Alckmin. Ontem, o Sistema Cantareira operava a 7,2% de sua capacidade."